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Here's your nickelback; violate x caronte
Topic Started: Mar 15 2012, 09:00 AM (314 Views)
Pogo
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[dohtml]<center>
<table width="60%"><td><center><font size="2"><font color="#bdbeac" size="1">
<span style="font-variant: small-caps"><font face=tahoma size=2 color=#6d5a72><b> As águas turvas do rio testemunhavam em agonia. Compadecendo às lamurias dos condenados sob as orlas e profundezas, compartilhavam o mesmo destino. Transcendendo os limites aceitáveis, um fator extra perpetuava sob a densidade do sofrimento, rendendo-lhe um novo significado. </b></font></span><BR><BR><BR>
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- ... ♫♫<BR><BR><BR>
<span style="font-variant: small-caps"><font face=tahoma size=2 color=#6d5a72><b> Reverbando sob as rochas calcárias, a cantoria estridente e enrouquecida se projetava pelas margens do rio abaixo, afastando a aparente solidão daquela figura singela e exótica a remar. O desafinado, vez ou outra, buscava atingir tons tão impossíveis ao seu alcance produzindo um som ainda mais horripilante, que suavizava logo em seguida por faltar ar. </b></font></span><BR><BR><BR>
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- Cof cof... Mas que maldição. Tudo está mudando muito rápido.<BR><BR><BR>
<span style="font-variant: small-caps"><font face=tahoma size=2 color=#6d5a72><b> Por entre os resmungos constantes, os condenados se exaltavam glorificando o amenizar de seu sofrimento. Geralmente quando isto acontecia, o barqueiro desferia golpes furiosos de remos sob as mãos atrevidas que embalavam a jangada tentando roubar-lhe o equilíbrio. E novos xingamentos e ofensas eram proferidos aos ventos, inundando o vazio imenso do trajeto. Retomava então, tal qual um dramaturgo, seu monólogo exaltado e complementar à ideia introduzida e previamente interrompida.</b></font></span><BR><BR><BR>
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- Antigamente, todos me conheciam! O grande Caronte! O temido barqueiro do mundo dos mortos! Respeitado, idolatrado...
<BR><BR><BR>

<span style="font-variant: small-caps"><font face=tahoma size=2 color=#6d5a72><b> Delirando entre uma remada mais longa que cadenciava o embalo da jangada, o bizarro espectro coçava a cabeça relutante. Contemplava à distância a silhueta de seu próximo passageiro, e incapaz de distinguir os traços, arquitetava mentalmente novos truques para extorqui-lo. Os dentes pontiagudos atritavam dispostos na grande boca, que vez ou outra tentava sorrir em sincronia às maldades do pensamento. Prestes a costear as margens, o barqueiro manejava seu remo habilmente de forma a atracar suavemente na orla, facilitando o acesso.</b></font></span><BR><BR><BR>
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- Seja bem vinda ao infer-...
<span style="font-variant: small-caps"><font face=tahoma size=2 color=#6d5a72><b>- Arregalou os olhos por trás das lentes do elmo, inclinando o rosto suavemente para a direita. Aquela figura, por mais estranha, lhe era familiar. Talvez os traços da armadura, afinal, assemelhavam-se aos espectros. </b></font></span>
- Espectro ou não... Não faço cortesias. A travessia custa cinco moedas de ouro! Pague ou vá nadando... Hiahiahia!
</font></font></td></table></center>[/dohtml]

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Pandora
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[dohtml]<div align="center"><table style="width:400px;"><tr><td style="text-align:justify;">
Quando abriu os olhos foi fácil acostumar-se com a pouca claridade oferecida pelo ambiente. Pôs-se em pé sem dificuldade alguma, enquanto o olhar ametista fixou-se no horizonte, perdendo-se sobre a figura diminuta que se aproximava por sobre aquelas águas fétidas e enegrecidas do Aqueronte.
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‘... Não... A derrota não me custou somente a honra. Findou também a minha vida...’ - A espectro levou as mãos rotas em seu próprio sangue à frente do rosto, alargando as narinas para sentir o cheiro ocre de sua própria essência. - ‘Aiacos-sama... Eu falhei... Eu mereci este destino... Este é o caminho que todos os perdedores devem se submeter. Que minha alma seja julgada e condenada por tamanha incompetência... Que a minha sina pese sob meus ombros por dar-te tamanha vergonha!’

<p>
O coração incendiava-se por imaginar o olhar desaprovador de seu mestre sobre seu corpo sem vida. Ele havia dado a ela um posto do qual se orgulhava dentre o contingente da armada e ela sentira-se imunda por não haver correspondido à altura.
<p>
Tal sentimento viera a transformar sua expressão de dor em uma carranca raivosa ao ouvir as palavras do Barqueiro em exigir-lhe o pagamento pela travessia. Violate apertou os dentes feito um animal zangado, enquanto os olhos alargaram-se em suas órbitas ainda marejadas, inflamando-se de ódio:
<p>
Somente ele, sua Asa-metade, teria direito de zombar de sua desgraça.
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Posted Image
<p>
- … O quê..?

<p>
Guinchou a mulher, dobrando os joelhos e tomando entre as duas mãos uma grandiosa pedra. Os dedos a trincavam em torno da pegada bruta, enquanto a besta terrestre Behemoth erguia o colosso de mármore por cima da própria cabeça.
<p>
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<p>
- AQUI ESTÁ O SEU PAGAMENTO.

<p>
Concomitante com a fala, a pedra fora lançada por sobre Caronte e sua nau, seguido de um urro bestial da serva de Garuda.
</td></tr></table></div></div>[/dohtml]

Ps: Estou usando a Violate com a autorização da player, Jessie. ^^
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Pogo
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[dohtml]<center>
<table width="60%"><td><center><font size="2"><font color="#bdbeac" size="1">
<span style="font-variant: small-caps"><font face=tahoma size=2 color=#6d5a72><b> Ciente de seu sucesso e poder argumentativo – um novo delírio, afinal, ainda era um amador no assunto – Caronte cogitava as hipóteses daquela mulher carregar algo valioso. Seus olhos esbugalhados se contraíam camuflados pelo brilho escarlate das lentes, avaliando-a de cima a baixo como de praxe. Ainda desfrutava da graça de sua última piada, quando viu em resposta sua passageira se mover. Curioso, apertou os dedos ao remo, posicionando-se de forma a facilitar o acesso dela... Mas também de se precaver de algo.</b></font></span><BR><BR><BR>
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<font color="#c63733" size="1">"Essa não...!!"</font><BR><BR><BR>
<span style="font-variant: small-caps"><font face=tahoma size=2 color=#6d5a72><b> Pensou exaltado enquanto contemplava incrédulo a força física e bruta da mulher espectro. O monumental robusto e rochoso cedia à pressão de seus dedos, trincando e fissurando antes mesmo de ser alçado ao ar. Graças à sua eminente covardia, o barqueiro habilmente conduzia o remo à água empregando considerável força no movimento. A jangada se deslocava morosamente, o suficiente para evitar um desastre. O colosso então atingia a água com extrema violência, erguendo uma pequena onda e respingando para todos os lados.</b></font></span><BR><BR><BR>
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- POR ACASO VOCÊ ENLOUQUECEU?!<BR><BR><BR>
<span style="font-variant: small-caps"><font face=tahoma size=2 color=#6d5a72><b> Gritava a plenos pulmões, nervoso e apreensivo, imaginando o trágico destino caso aquela rocha tivesse encontrado sua cabeça ou mesmo a embarcação. O coração medroso palpitava parecendo querer fugir do peito, tamanha sua exaltação. Gotas de suor lhe corriam à face, enquanto com um singelo chute afastava o barco da orla, temendo uma nova reação daquela guerreira imprevisível. Agora se sentindo mais seguro, o barqueiro ria novamente, abrandando a adrenalina em seu corpo. A distância adquirida lhe reconfortava e renovava seu espírito de porco.</b></font></span><BR><BR><BR>
Posted Image<BR><BR>
- Esse mau humor aí. Vai ver alguém disse: "vá para o inferno!", e você levou ao pé da letra, né? Hiahiahia! <span style="font-variant: small-caps"><font face=tahoma size=2 color=#6d5a72><b>- Entre uma piadinha e outra, o covarde a fitava hesitante. Com o remo agora empunhado, sua coragem assemelhava-se a de um guerreiro poderoso e bravo – justamente seu extremo oposto.</b></font></span> - É bem simples de entender: somente eu conheço a rota e os atalhos. Ou você paga e se comporta como a fracassada que é, porque agora está morta... Ou ficará presa aí tendo uma conversinha com esse pessoal divertido.<BR><BR><BR>
<span style="font-variant: small-caps"><font face=tahoma size=2 color=#6d5a72><b> Apontou com o indicador os mortos ressecados que agonizavam nas margens pela eternidade, condenados por não pagarem a conta e consequentemente não ter outra saída a não ser aguardar o sofrimento eterno.</b></font></span><BR><BR>

</font></font></td></table></center>[/dohtml]
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Pandora
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[dohtml]<div align="center"><table style="width:400px;"><tr><td style="text-align:justify;">
Não fora surpresa alguma vê-lo ganhar distância fugindo feito um rato covarde de sua primeira investida. Ver tal criatura portar uma surplice era simplesmente degradante para a guerreira de Behemoth.
<p>
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<p>
‘Que deprimente. Uma criatura inferior e abestalhada como esta não deveria nascer sob a bênção de uma das 108 estrelas. Me enoja que ele pertença ao mesmo grupo que eu...’ - Os insultos pareceram não surtir efeito sobre a espectro, que apenas mantinha nos lábios um sorriso enigmático enquanto fixava o olhar nas lentes vermelhas do capacete de Caronte. '... Ainda posso fazer um último favor ao Mestre Aiacos e Hades-sama, limpando o Submundo de qualquer fagulha de existência deste verme.'

<p>
Dada a postura esquiva do barqueiro, Violate imaginou que a melhor forma de trazê-lo para perto dela seria instigando sua ganância. Olhou em seu redor, observando as muitas almas que sofriam eternamente sem pagar-lhe o tributo da travessia. Definitivamente, ela não se juntaria à aquela massa de criaturas cinzentas que apenas lamentavam pelo triste e imutável destino.
<p>
Sem desfazer-se da expressão de quimera, deu-se início o espetáculo da besta terrestre - Behemoth. Os punhos da espectro bailaram por entre as pobres almas que a circundavam, embalados por uma sinfonia de gritos de dor e desespero daqueles que padeciam sobre a força bestial da Estrela Celeste da Solidão, que os golpeava sem traço algum de misecórdia ou pesar por seu sofrimento.
<p>
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<p>
Não demorou-se para que ela encerrasse sua apresentação. Em torno dela, o chão estava forrado pelos moribundos que nem mesmo ousavam gemer ou esboçavam reação diante do monstro que os abatera. Behemoth reinara soberana subjugando-os com sua imensa força física.
<p>
Chutou alguns corpos para a beira do rio, pisando por sobre eles e erguendo o punho sangrento na direção de Caronte de Aqueronte.
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<p>
Lentamente o punho da espectro girou deixando a palma da mão para cima. Os dedos de abriram, mostrando ao barqueiro infernal cinco moedas de ouro.
<p>
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<p>
- Venha buscar o seu pagamento, Canoeiro.

</td></tr></table></div></div>[/dohtml]
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Pogo
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[dohtml]<center>
<table width="60%"><td><center><font size="2"><font color="#bdbeac" size="1">

<span style="font-variant: small-caps"><font face=tahoma size=2 color=#6d5a72><b> Desfrutando da zona de conforto criada por sua temeridade, o espectro vislumbrava inúmeros horizontes para extorquir sua passageira. Deleitava-se com aquela expressão carrancuda dela, imaginando seus pensamentos. Ria-se internamente da impotência daquela máquina de destruição perante a eminente situação criada emergencialmente. Nem no seu mais insano sonho Caronte imaginava desfrutar de tamanho prestígio e poder.</b></font></span><BR><BR><BR>
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<font color="#c63733" size="1">"Hiahiahia... Patética. Todos são patéticos perante o grande Caronte. Ninguém atravessa o rio sem meus serviços. Não será uma brutamontes desengonçada que o conseguirá!"</font><BR><BR><BR>
<span style="font-variant: small-caps"><font face=tahoma size=2 color=#6d5a72><b> Os músculos laterais do rosto se cansavam de tanto abrir a boca entre risos e posicionamentos da arcada dentária mal alocada. Não fosse o costume, poderia cortar-se a qualquer instante devido à periculosidade de seus próprios dentes para com sua carne. De fato, tratava-se de uma aberração esquecida pelo mundo, condenada a um ofício desgastante e covarde. </b></font></span><BR><BR><BR>
Posted Image<BR><BR>
- Por que não usa sua força para esmurrar o rio? Quem sabe ele abre alas para...(!!)<BR><BR><BR>
<span style="font-variant: small-caps"><font face=tahoma size=2 color=#6d5a72><b> Nunca era o bastante provocar e se insinuar, entretanto, para aquele singelo instante, calou-se contemplativo. Num primeiro momento, não conseguia entender... Mas logo adquiria suspeitas errôneas acerca da situação. A mulher espectro esmurrava os condenados sem dó. Aos olhos de Caronte, ela descontava a raiva nos moribundos na tentativa de silenciá-los. Mas o engano logo se desfazia, vendo-a arremessar os corpos na água e então utilizá-los como apoio. Ainda mais intrigado, o barqueiro manejou sua jangada de forma a aproximar-se minimamente.</b></font></span><BR><BR><BR>
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- Isto são... M-moedas...?<BR><BR><BR>
<span style="font-variant: small-caps"><font face=tahoma size=2 color=#6d5a72><b> Gaguejava, esquecendo-se por hora de sua eminente covardia... Porque algo muito mais forte e próprio seu havia despertado: a ganância. Aquele brilho dourado era capaz de ludibriar seus sentidos primários e embriagá-lo profundamente. Tamanha abstração lhe afastava do real perigo que Violate representava, e do quão mal intencionada ela poderia estar. Os braços se moviam instintivamente remando para ganhar nova aproximação. </b></font></span><BR><BR><BR>
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- Agora sim estamos falando a mesma língua... Sensato de sua parte, muito sensato. Levarei você conforme prometido, e tudo acabará bem.<BR><BR><BR>
<span style="font-variant: small-caps"><font face=tahoma size=2 color=#6d5a72><b> Agarrando as moedas vorazmente, o espectro encostava ao apoio temporário de sua nova passageira, permitindo o acesso fácil à embarcação. Aguardaria a acomodação necessária para ela, e somente então iniciaria o trajeto até o destino.</b></font></span><BR><BR>
</font></font></td></table></center>[/dohtml]
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[dohtml]<div align="center"><table style="width:400px;"><tr><td style="text-align:justify;">
Observou a ganância do canoeiro falar mais alto do que sua racionalidade, aproximando-se para tomar os dracmas que Violate havia arrancado das almas que a beiravam. Mantinha sua expressão neutra, sem esboçar qualquer traço de agressividade.
<p>
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<p>
- Sim, tudo acabará bem. Não tenho dúvida alguma.

<p>
Subiu na pequena nau, mantendo seus movimentos contidos. Não queria assustá-lo ou deixá-lo ressabiado com a passageira, ainda que as pequenas ofensas estivessem atravessadas em sua garganta, clamando por retaliação.
<p>
Não se dispôs a sentar, permancendo em pé feito um sentinela na lateral oposta de onde Caronte se posicionava para remar. O olhar pungente da espectro caía pesado sobre o barqueiro infernal.
<p>
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<p>
- Quanto tempo até alcançar o destino final? Se puder acelerar, vou lhe pagar mais cinco moedas douradas.

<p>
Disse, apertando mais um montante de pequenas moedas no outro punho. Mas aquelas, teriam um destino muito especial que não tardaria a chegar.
<p>
A espectro revirava mentalmente a idéia de executar os seus desejos de forma mais aprazível, enquanto as imagens mentais proporcionadas a deixavam raspar a membrana fina que separava o instinto assassino de seu 'eu civilizado'.
</td></tr></table></div></div>[/dohtml]
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[dohtml]<center>
<table width="60%"><td><center><font size="2"><font color="#bdbeac" size="1">
<span style="font-variant: small-caps"><font face=tahoma size=2 color=#6d5a72><b> Com as moedas devidamente contabilizadas e sua passageira acomodada, a primeira remada balouçava suavemente a jangada impulsionando-a rio adentro. Vez ou outra os mortos condenados às águas se lançavam de forma buscar a nau, e eram prontamente repelidos pela remada do barqueiro, regressando ao seu martírio pessoal e eterno. Postado um pouco a frente dela, Caronte mantinha-se de costas e vez ou outra a observava de soslaio. </b></font></span><BR><BR><BR>
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<font color="#c63733" size="1">"É uma criatura perigosa. Preciso entretê-la, distraí-la, para somente então dar o golpe certo..."</font><BR><BR><BR>
<span style="font-variant: small-caps"><font face=tahoma size=2 color=#6d5a72><b> Ao mesmo tempo, o covarde barqueiro vislumbrava um horizonte desfavorável a si. Ser atacado pelas costas era possibilidade, mesmo que remota, de perecer ali mesmo. O que o confortava, momentaneamente, se resumia no fato de a mulher espectro não conhecer aquelas águas ou os caminhos corretos. Por hora, Caronte compreendia o quão necessário era... E que, ao final, do trajeto, perderia sua importância.</b></font></span><BR><BR><BR>
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<font color="#c63733" size="1">"Esta brutamontes não me parece muito inteligente. Pegarei os caminhos mais longos... Hiahiahia."</font><BR><BR><BR>
<span style="font-variant: small-caps"><font face=tahoma size=2 color=#6d5a72><b> Enquanto se vangloriava internamente de sua “sabedoria”, ouviu o estalo mágico e sedutor dos níqueis atritando sob a mão dela. Seu olhar rapidamente percorreu o caminho até a fonte, constatando mais cinco moedas - quanta riqueza! Os pelos de seu braço eriçavam acompanhando a ganância de seu pensar. Abrindo um largo sorriso bizarro no rosto, o barqueiro iniciaria seu pequeno plano de extorsão.</b></font></span><BR><BR><BR>
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- Sim... Pode ter certeza... Iremos pelos caminhos mais curtos. Ainda assim é uma longa viagem...<span style="font-variant: small-caps"><font face=tahoma size=2 color=#6d5a72><b>- Mentia descaradamente, praticamente zombando da inocência de sua passageira. Agora em porte de mais moedas, ela readquiria o interesse de Caronte, que planejava suas distrações costumeiras.</b></font></span> - Para não entediá-la, eu posso contar alguma história. Ah, eu já ouvi e vivi tanta coisa... <span style="font-variant: small-caps"><font face=tahoma size=2 color=#6d5a72><b>- Bradava com maviosa nostalgia entre uma remada morosa e outra.</b></font></span> - Ou eu também posso cantar! Os mortos adoram quando canto... <span style="font-variant: small-caps"><font face=tahoma size=2 color=#6d5a72><b>- Entre os protestos às margens e sob as águas, Caronte franzia o cenho gritando de forma a cessar a balbúrdia em resposta.</b></font></span> - É claro que eles não possuem gosto muito refinado para reconhecer meu talento... Hiahiahia.

</font></font></td></table></center>[/dohtml]
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[dohtml]<div align="center"><table style="width:400px;"><tr><td style="text-align:justify;">
A morosidade das remadas do barqueiro atritava contra a quase inexistente paciência de Behemoth. O semblante torcido denotava que a fera interior já começava a soltar as amarras que a impediam de lançar-se sobre o caricato oponente.
<p>
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<p>
'Talvez sem a ajuda deste infeliz eu encontre o meu destino mais rapidamente.'

<p>
Mantinha a postura firme e imponente pois como soldado de elite, ela não poderia dar-se ao luxo de relaxar nem mesmo em seu pós-morte. Ainda que sua reputação e honra estivessem em cacos após sua terrível derrota para o jovem dourado, Violate buscava manter o que havia restado de sua integridade. O destino tão almejado era o julgamento de sua alma e a punição pelo seu fracasso: só assim seu espírito atormentado encontraria a paz.
<p>
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<p>
- Me poupe das tuas cantorias e reme mais rápido. A sua companhia já me enoja o suficiente, Caronte. E eu não sei qual parte de 'acelerar a viagem' você ainda não assimilou...

<p>
Num longo passo à frente, Violate fechou o punho sobre o remo de Caronte, impedindo-o de continuar a impulsionar a barca. O olhar de ametista exibia um fulgor soturno, demoníaco. Talvez uma pequena amostra da bestialidade de Behemoth estava por ser apresentada ao companheiro de viagem.
<p>
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<p>
- Se eu precisar remar, vou me livrar do peso morto... Entendeu?

</td></tr></table></div></div>[/dohtml]
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