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Cruzeiro do Sul; Stella Soledad Yañez
Topic Started: Jan 27 2012, 08:46 PM (1,273 Views)
Maeveen de Sagitario
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O Mais Veloz entre os Cavaleiros

[align=right]INFORMAÇÕES BÁSICAS[/align]


Nome: Stella Soledad Yañez
Idade real:28 anos
Idade aparente: 23 anos
Data de nascimento: 19 de Fevereiro de 1520
Signo: Peixes
Local de nascimento: Sevilha, Espanha
Local de treinamento: Brasil e Grécia
Raça: Humana
Idiomas falados: Espanhol (fluente), Português (avançado), Tupi (avançado), Grego (intermediário), Idioma dos nativos do Rio da Prata (básico)



Aparência:


Stella é uma jovem de olhos azuis, que foram escurecidos devido à incidência da luz solar em plena linha do Equador. Seus cabelos são de cor castanho claro e na altura de seus ombros. Sua pele, que antes era quase pálida, ganhou um tom mais rosado devido à exposição constante ao Sol, mas não o suficiente para deixá-la totalmente bronzeada, uma vez que vivia em mata densa. Tem 1,60m de altura e pesa 55kg. Prefere vestir roupas mais folgadas, que deixem seu corpo “respirar”. Usa blusas sem alça e saias adaptadas para treinamento, a maioria de confecção própria, uma vez que aprendeu a fazer suas roupas com as nativas. Prefere andar descalça ou usar sandálias rasteiras. Seu rosto raramente adquire uma expressão triste ou séria perto de outras pessoas. No máximo, faz uma cara pensativa. Possui cicatrizes ao longo do corpo por causa do rigoroso treinamento.


Personalidade:

Stella é a típica ex-aprendiz, ainda pede permissão para fazer as coisas quando algum superior encontra-se junto dela. Sempre obediente, segue as ordens que lhe foram dadas sem hesitar, isto é, caso sejam razoáveis. Apesar de respeitar a hierarquia e as tradições, sempre questiona quando algo que parece ser injusto ou impensado lhe é passado. Nunca teria, por exemplo, coragem de matar uma pessoa. É gentil, tem espírito livre e tenta sempre seguir o que é justo, como sempre lhe foi ensinado. Não hesita em agir como uma irmã mais velha, tanto para dar bronca quanto para dar conselhos. Por causa de sua educação em meio à mata, segue a tradição de culto e respeito à Natureza (essa tradição fora reforçada por sua mestra devido à presença dos deuses e das entidades gregas em toda manifestação natural). Nunca revida uma ofensa, uma agressão ou qualquer gesto de desrespeito; em troca, oferece a outra face. É muito difícil entrar em batalhas por puro desafio. Geralmente, entra para proteger pessoas feridas até que chegue ajuda. Mas, quando entra em uma luta, procura dar sempre seu melhor, e espera isso de seu oponente. Raramente usa as técnicas que aprendeu, pois prefere o combate corpo a corpo. Apenas usa o que lhe foi ensinado para atrasar ou confundir o oponente, ou simplesmente se proteger de golpes muito fortes ou golpes baixos. Outro ponto a ser considerado é o sentimento de culpa em Stella, que veio de três fatos marcantes em sua vida. O principal objetivo da amazona é conseguir buscar forças em si mesma para se redimir de todos esses eventos, para que, no fim, possa descansar.




[align=right]COSMO[/align]


Manifestação:

O cosmo de Stella se manifesta como uma aura rosada, que desenha sua silhueta perfeitamente, em seu estado normal. Aqueles que olham essa manifestação, não conseguem definir onde termina o desenho da silhueta da amazona e onde começa a aura. Quanto mais Stella eleva seu cosmo, mais forte e róseo ele fica, fazendo parecer que o corpo todo dela emana uma luz própria. Quanto mais desmotivada Stella fica, mais seu cosmo ganha um tom azulado. Em estado de tristeza, ele fica azul escuro e pouco brilhante, como se uma estrela estivesse se apagando. Em estado de raiva, o toma um tom avermelhado, que vai se tornando mais forte à medida que ela se enfurece. Ao entrar no estado de surto, o cosmo adquire um tom vermelho escarlate assim que atinge seu ápice.


Sensação:

Quando rosa, a sensação que se tem quando próximo ao cosmo de Stella é de alegria, calma, serenidade. Em batalha, os aliados conseguem sentir como se uma estrela nascesse em seu interior, e lutam de forma melhor. Quanto mais vermelho fica o cosmo de Stella, mais as pessoas, independente de ser amigo ou inimigo, sentem uma agitação, como se logo fosse acontecer uma explosão. Em seu ápice de fúria, aqueles de coração mais fraco sentem medo, culpa, ou ampliam outro sentimento ruim que já esteja dentro deles. Quanto mais azul, mais desmotivadas as pessoas ficam, refletindo a própria desmotivação da amazona.


Motivação:

A motivação de Stella é a superação de seus sentimentos ruins e o poder de auxiliar as pessoas. Justiça, caridade, compaixão, todos os gestos positivos fazem com que seu cosmo rosa brilhe intensamente, como uma estrela. Em batalha, auxiliar aliados faz com que seu cosmo continue brilhando de forma intensa, mas as ações do inimigo que definirão se a energia continuará em seu tom rosado ou ganhará um diferente. Em batalhas honradas, o cosmo permanece rosa. Em emboscadas e combate com pessoas covardes, ele vai ficando vermelho. Quando se depara com um amigo traidor ou com pessoas que lhe foram muito queridas, fica azul, refletindo sua tristeza e desmotivação. Quanto mais presencia injustiças, mais vermelho fica seu cosmo, até que ela resolva o problema.

Code:
 
Para resumir, uma tabelinha que mostra o que a motiva ou desmotiva:
Estado normal (rosa): felicidade, compaixão, harmonia. Sentimentos bons em geral. Sentir-se útil.
Estado de raiva (vermelho): injustiças, golpes baixos, coisas ruins que façam a inocentes ou aliados.
Estado de desmotivação (azul): amigos traidores, pessoas que um dia lhe foram muito queridas, não conseguir lidar com algo que remeta a seu passado.


Observação: Durante a interpretação, caso nada seja especificado, significa que Stella encontra-se em seu estado normal. Caso aconteça algo parecido com o que foi citado na personalidade, os efeitos na amazona serão descritos pela pessoa que o controla, e a influência no cosmo fica por conta do narrador, uma vez que sua manifestação é literalmente um “degradê” que vai do vermelho ao azul. As cores aparecem sempre de acordo com o sentimento descrito na manifestação.


Domínio:

Rank de Poder Geral: B+ (Treinou 17 anos sem parar em regiões litorânea, de terreno instável e de mata densa e desenvolveu todas as habilidades sem ajuda da armadura, a qual obteve apenas aos 27 anos. Posteriormente, continuou, e continua, a desenvolver suas habilidades.)

Domínio dos Cinco Sentidos:Normal
Domínio do Sexto Sentido:Pleno (Intuição, Sincronia, Sintonia, Clariaudiência, Clariolfatismo)
Domínio do Sétimo Sentido:Intermediário(Kýklos da Terra, Kýklos da Água, Kýklos do Fogo, Kýklos do Ar, Kýklos do Som)
Domínio do Oitavo Sentido:Nenhum
Domínio do Nono Sentido:Nenhum



[align=right]TRAJE [/align]



Mudanças:

O traje de Stella se modifica do original (de Christ), adaptando-se à sua forma feminina. As botas possuem um bico mais fino e são mais estreitas, a parte de cima se adapta ao seu busto e surge uma parte para cobrir a cintura (a exemplo da armadura de Tétis), proveniente da modificação da parte de cima. O símbolo do peitoral fica na parte do abdome.

Rank do Traje: B

Características do Traje:

Estrela-guia: O usuário desta armadura jamais se perde quando conta com sua constelação para guiá-lo. Não importa onde ele esteja, ou em que condições esteja: sempre que puder visualizar no céu a constelação de Cruzeiro do Sul, saberá qual a direção do caminho que deseja seguir. Ele não precisará de mais que cinco segundos de concentração para obter esse conhecimento.

Falsa Cruz: Posicionada ao lado do verdadeiro Cruzeiro do Sul, localiza-se a Falsa Cruz, que é uma falsa constelação que se localiza nas constelações Quilha e Vela. Da mesma forma que a Falsa Cruz atua como uma "sombra" para a constelação Cruzeiro do Sul, o usuário dessa armadura pode, uma vez por dia, criar uma "sombra", uma réplica sua. Esta réplica será exatamente igual em estatura, peso e aparência, mas terá os olhos encobertos, e apenas 1/3 do poder do cavaleiro de Cruzeiro do Sul (Vitalidade, Cosmo-Energia, etc). Ele não poderá usar técnicas ou habilidades do cavaleiro; apenas poderá desferir ataques simples. É geralmente usado para ataques-surpresa ou para criar uma distração durante uma fuga. A sombra dura 10 turnos.




[align=right]TÉCNICAS[/align]



Nome da Técnica:Flechas Acrux
Categoria: Ofensiva
Descrição: Stella concentra seu cosmo, visando a estrela Alfa da constelação Cruzeiro do Sul. O dano que a técnica causará é proporcional ao estado de espírito de sua executora, sendo insegurança o nível mais baixo e vontade de proteger um aliado o nível mais alto. Levanta seus braços com os dedos bem esticados, depois os contrai, como se puxasse a luz daquela estrela para si, mira em um alvo e estica seus dedos, lançando uma união de luz e cosmo da ponta de seus dedos em forma de dez flechas de luz cegantes. O gasto cósmico é baixo, e seu alcance máximo para causar algum tipo de dano é 30 metros, quanto entram em processo de desintegração. Só pode ser usada quando Stella está em seu modo normal. Não pode ser usada para causar danos letais.

Efeito: Se este alvo estiver em uma distância entre 2 e 20 metros, sofre dano devido à queimaduras na sua córnea ou, se atingido, danos leves na armadura e cortes mais profundos na pele - esses efeitos secundários ficam à critério do narrador . A partir dos 20 metros, as flechas têm velocidade reduzida, fazendo pequenos furos na pele do alvo caso o atinjam. Dos 30 metros em diante, entram em processo de desintegração, devido à baixa velocidade, não causando nenhum tipo de dano. O dano varia de acordo com o cosmo do oponente e o rank de sua armadura e, como citado acima, é proporcional a seu estado de espírito. Intensidade do dano fica a critério do narrador, tendo como base o rank. Uma vez que depende do número de flechas, da distância, do cosmo e do rank da armadura, não existe base para cálculos.
Gasto cósmico: Baixo.



Nome da Técnica:Caixa de Jóias
Categoria: Defensiva e estado
Descrição: Uma técnica de defesa, esta também só pode ser usada enquanto Stella não entra em estado de surto. Usando a meditação, ela capta energia do aglomerado Caixa de Jóias, situado em sua constelação regente. Ela estica seus braços para frente, como se estivesse segurando uma caixa, e usa seu cosmo para invocar luz materializada na forma de pedras preciosas, como rubis, esmeraldas, safiras, citrinos, ametistas e opalas.

Efeito: A barreira de pedras ajuda a bloquear golpes de cavaleiros cujos cosmos sejam de nível igual ou inferior ao dela, e reduz o dano causado por golpes de nível mais alto. O escudo formado dura enquanto Stella estiver em modo de meditação, mas pode ser destruído aos poucos, e não há como refazer ou substituir as pedras já desintegradas. As jóias tem largura entre 2 cm e 10 cm de comprimento, e tomam a forma de escudo, envolvendo o corpo de Stella como um casulo. O tamanho do escudo depende da área que ela quer proteger, sendo o gasto cósmico baixo em regiões menores, como um braço, e alto no caso do corpo inteiro. Usando o corpo de Stella como referência, o alcance máximo do escudo chega a um raio de 2m. Cada pedra agüenta três golpes de armas mais leves ou ataques físicos sem potencializador, dois golpes de armas medianas a pesadas ou ataques físicos com potencializador e um golpe de armas muito pesadas, explodindo em pequenos estilhaços da cor da pedra destruída. Uma vez que são manifestações do cosmo da amazona, Stella pode manipular os estilhaços das pedras destruídas e atirá-las contra o oponente, mas ele tem que estar próximo, e não sofrerá dano algum, esta habilidade é apenas um método de distração. Os estilhaços são lançados sempre em linha reta, podendo atingir tanto aliados quanto inimigos.
Observação: Um oponente de cosmo muito inferior ao de Stella dificilmente quebra a barreira com menos de três golpes. Já um oponente de cosmo superior pode destruir com o efeito de uma arma pesada.
Em números -> Até rank C+: máximo de 25% de dano ao escudo. Entre B- e B+: de 25% a 50% de dano. De A para cima: mínimo de 50% de dano.

Code:
 
Relação gasto-área:
5% - membros, tronco, cabeça ou qualquer área até 2499cm² / raio até 49 cm.
De 10% a 15% - qualquer área entre 2500cm² e 9999cm²/ raio entre 50cm e 99 cm.
De 16% a 20% - qualquer área entre 1m² e 2,249m² / raio entre 1 m e 1,49 m.
21% a 25% - qualquer área entre 2,25m² e 4m² / raio entre 1,5m e 2m.
(Normalmente, as medidas serão usadas em números inteiros. As áreas são proporcionais aos quadrados dos raios de alcance, com alguns arredondamentos para não trabalhar com números muito quebrados.)

Gasto cósmico: Mínimo – 5%. Máximo – 25%.[/color]


Nome da Técnica:Nebulosa Escondida
Categoria: Estado
Descrição: Uma técnica de área, quando Stella se depara com situações de vida ou morte, concentra trevas em sua mão para criar uma espécie de névoa densa e negra, como a nebulosa do Saco de Carvão, com o intuito de cegar seu oponente para conseguir fugir. Uma técnica similar era usada por sua mestra, mas ela deixava seu inimigo se acostumar à escuridão e o cegava com lampejos fortes de luz. Stella usa para tentar escapar apenas, pois, se continuar a lutar, entrará em modo de surto, o que deixará a névoa mais densa ainda, deixando o inimigo com mobilidade reduzida e pronto para que ela desfira seu último golpe. Devido à densidade da névoa, causada também pelos sentimentos conflituosos de Stella, qualquer técnica de iluminação será ineficiente, fazendo com que apenas um palmo a frente do inimigo ou aliado seja iluminado. Seu gasto cósmico é médio, pois depende mais das emoções de Stella do que de cosmo.

Efeito: A “névoa” criada age como uma parede fixa que só pode ser movimentada por Stella, como se fosse a nebulosa no vácuo do espaço. Como visto na história, o alcance da técnica de Iracema era aproximadamente um galeão espanhol: 60m de comprimento por 30m de altura, e a largura era ela quem determinava. Stella consegue fazer o mesmo, mas só alcança essas medidas quando a amazona consegue se concentrar apenas em fugir, caso contrário, mantém a altura e reduz a largura e comprimento em 2m. A duração da névoa depende simplesmente de qual modo Stella se encontra e se ela consegue ou não fugir. Caso ela consiga, a névoa dissipará em um minuto, caso contrário, permanecerá ali até que o último golpe da amazona seja executado e o cosmo dela seja usado até o limite, demorando também um minuto para sumir. Stella pode enxergar através da névoa formada por ela mesma, mas nunca, por exemplo, das formadas por Iracema ou Thales. O mesmo acontece com os outros usuários dessa técnica. Nunca haverá dispersão. O gasto para produção da névoa é médio. Para mantê-la, o gasto é de 1% por turno. Durante a interpretação, caso Stella piore seu estado de espírito, a névoa fica mais densa, e o gasto passa a ser 2% por turno.
Gasto cósmico: Médio.

Um extra – inspiração para a técnica: “Nebulosa do saco de carvão”.
“Como todas as nebulosas escuras, o Saco de Carvão é uma região de gás frio e poeira que obscurece a luz das estrelas de fundo. É mais notável do que a maioria porque ele se destaca contra o fundo brilhante da Via Láctea, e cobre um pedaço de céu cerca de 7 × 5 graus ... tão grande que mal cabe no campo de visão da maioria dos binóculos.” (Retirado de: http://www.oneminuteastronomer.com/2036/coalsack-nebula/ - tradução direta da página)
Resumindo: Se a nebulosa consegue impedir o brilho da faixa de estrelas da Via Láctea, impossível não querer usar algo assim!




Nome da Técnica: Cruzeiro Vermelho
Categoria: Ofensiva
Descrição: É a técnica final de Stella, e só pode ser usada quando todas as tentativas de escapar de seu inimigo fracassarem, deixando-a incapacitada de se movimentar e na tênue linha entre vida e morte. A amazona entra em uma espécie de frenesi, esquecendo-se de tudo e todos que estão ao seu redor, e foca apenas em seu inimigo. Concentra todo seu cosmo em uma mão e a aponta para seu oponente. Em seguida, aparece uma imagem de uma cruz vermelha com um ponto luminoso onde ficaria a estrela intrometida da constelação, e tanto das pontas da cruz quanto do ponto luminoso saem “estrelas” em direção ao oponente. Ao finalizar a técnica, Stella sai do modo frenesi e desmaia, ficando no chão por, no mínimo, um dia.

Efeito: Esta técnica, por ser executada apenas no modo de frenesi, não tem duração certa. Enquanto não gastar seu cosmo até o limite, morrer ou sair do “surto”, Stella permanecerá atacando. As estrelas saem da imagem de modo contínuo, e atingem o oponente até quebrarem sua armadura ou matá-lo de vez. Assim que Stella desmaia, fica completamente vulnerável. Ao acordar, não se lembra de nada. O efeito em armaduras superiores é geralmente amenizado, mas, por causa do cosmo e da quantidade de colisões, não pode ser neutralizado por completo sem uso de uma defesa ativa. Tentativas de armaduras de mesmo nível ou inferior para neutralizar por completo essa técnica normalmente não são muito bem sucedidas, chegando apenas a reduzir o ataque um pouco. Os feixes de luz se movimentam em trajeto curvilíneo nas extremidades laterais, causando dano também às costas do oponente. A distância máxima de alcance desse ataque é padrão do rank para as extremidades laterais, o equivalente a 125 metros em linha reta, e 100 metros para os demais pontos.
Gasto cósmico: A critério do narrador.

Code:
 

Observações importantes a respeito dessa técnica: Só pode ser usada diante de uma situação de quase morte, seguindo o princípio de que o ser humano pode realizar grandes feitos quando ameaçado. Isso é conhecido como surto de adrenalina. A técnica de Stella é uma consequência pós-surto de adrenalina. Em algumas pessoas, é comum haver um “apagão”, devido a um desligamento momentâneo do córtex, responsável pelas atividades do consciente, e inicia-se a ação do sistema límbico na parte de comportamento agressivo. A inatividade do córtex faz com que Stella não se lembre do que ocorreu. O fim da descarga de adrenalina é o que faz com que haja um desmaio após o uso da técnica.

Sobre o surto de adrenalina: Quando nos deparamos com uma situação de perigo, medo ou, até mesmo quando realizamos algum tipo de atividade física, é liberado em nosso organismo uma grande quantidade de adrenalina. Para quem não sabe, esse hormônio é capaz de alterar as nossas condições física e, também, psicológicas. A liberação dessa substância em nosso corpo provoca uma série de consequências, como aumento dos batimentos cardíacos, dilatação da pupila, aumento da atividade respiratória, dentre outros. O surto de adrenalina ocorre quando esse hormônio é liberado em grande quantidade, causando problemas ainda mais intensos.

Esclarecimento: Na parte de efeitos, foi citado apenas um exemplo do que seria considerado bom senso na parte de dano, baseado na lista de rank, tanto de armaduras quanto de cosmo. Todos os efeitos da técnica podem ficar a critério do narrador. Sugestão: em alguns casos, a armadura possui rank diferente do cavaleiro, logo, pode-se tanto usar efeitos diferentes em um e em outro quanto pegar o maior como base.



Nome da Técnica: Aumento de Dano
Categoria: Suporte
Descrição:Em conjunto com a habilidade “Guerreira das Matas”, essa técnica foi aprendida no Brasil e aprimorada na Grécia. Stella aprendeu a concentrar seu cosmo para aumentar a potência de seus ataques e a resistência de seu tronco, sem a necessidade da armadura. O cosmo concentrado age como uma camada extra, deixando aquela parte com um brilho rosado.

Efeito: A técnica aumenta o dano da amazona em 5% por parte aplicada, sendo estas divididas em: membro superior direito, membro superior esquerdo, membro inferior direito, membro inferior esquerdo e tronco (tórax + abdome). O gasto cósmico mínimo para essa técnica é de 5%, o equivalente a um membro. O gasto máximo é 25%, o referente a todas as partes citadas. Não é possível fazer essa proteção na cabeça. Apesar de afetar o dano, fica a cargo do narrador decidir a porcentagem que afetará o inimigo.
Na parte do tronco, a defesa em si da região aumenta em 5%, ficando a critério do narrador o que isso afeta no dano total que ela recebe naquela região específica. Gasto cósmico: 5% por parte, que dura até 3 turnos. Depois, 1% por turno e por parte para manter.




[align=right]HABILIDADES[/align]



Nome da Habilidade: Cartografia e Mapa Celeste

Descrição:Stella aprendeu, com seu pai, a desenhar mapas desde criança, e sempre teve ampla noção de espaço e proporção, conseguindo desenhá-los de forma quase precisa. Conforme aprimorava sua intuição, seus mapas foram ficando mais ricos em detalhes e mais precisos em escala. Essa habilidade também se estende a mapas celestes.

Efeito:O efeito dessa habilidade é: Stella pode ter noção exata da extensão de um terreno e transferi-lo em escala perfeita para o papel, assim como pode desenhar perfeitamente uma constelação.Essa noção de espaço pode ser afetada pela vegetação local (florestas muito densas) e terrenos como desertos e desertos de gelo. Sua noção de altura não é afetada, uma vez que treinou seu sentido de sincronia. Não faz mapas de cidades inteiras ou países, mas pode fazer vários mapas e juntá-los depois.
Observação: os mapas feitos ficariam com ilustração similar aos Mapas da Terra Média da trilogia “O Senhor dos Anéis”, de J.R.R. Tolkien.



Nome da Habilidade: Linguista por Natureza

Descrição: Stella possui facilidade para aprender novos idiomas. Esta é uma habilidade inata da moça, e tornou-se melhor ainda após o domínio de seu sexto sentido “sintonia”, o que a ajudou muito na assimilação do grego, do tupi e do português.

Efeito: Apenas para efeito de história, essa habilidade permite a fácil adaptação de Stella a um idioma estrangeiro. Idiomas derivados do latim são os mais fáceis de assimilar. Idiomas mais complexos ainda levam tempo para serem aprendidos, mas, ainda sim, com mais facilidade do que uma pessoa com compreensão normal.


Nome da Habilidade: Sobrevivência

Descrição: O treinamento e a convivência com os índios permitiu que Stella aprendesse a sobreviver em florestas, mangues e praias. A moça sabe desde confecção de roupas, cestos e armas até caça, pesca, plantio e coleta. Conhece as plantas, as “armadilhas” que o próprio terreno esconde, medicina natural (aprendida com curandeiros e mulheres, exemplo: uso de uma espécie de argila para reduzir efeito de queimadura e temperatura do paciente), entre outros.

Efeito: Outro efeito de conhecimento. Essa habilidade permite que ela construa armas indígenas (arco, flecha e lança), se adapte a terrenos de clima quente e matas densas, ache comida, construa e ache abrigos, use plantas conhecidas para curar, assim como outros elementos da Natureza, confeccione roupas da mesma forma que os índios tupiniquins.


Nome da Habilidade: Guerreira das Matas

Descrição: Durante seu treinamento no Brasil, a amazona aprendeu técnicas de luta treinando tanto com sua mestra e outras tribos quanto com animais. Com isso, foi possível aprender ataques surpresa, tendo como base a rapidez das cobras e dos sapos para capturar suas presas, ficar pendurada em árvores e movimentar-se entre elas quase tão bem quanto o macaco-aranha, saltar e desviar como as diversas espécies de anuros encontradas ali e movimentar-se de forma silenciosa e ágil, imitando as onças e suçuaranas. Essas são suas principais armas de combate, e as utiliza para terminar a luta o mais rápido possível, ou resgatar um aliado da forma mais eficiente.

Efeito: Para realizar alguns feitos dessa habilidade, como aumentar sua agilidade ou grudar nas árvores, Stella precisa gastar um pouco de seu cosmo, que pode tanto ganhar função de “ventosa” quanto ajudar no trabalho muscular. Sua força também é maior que a das mulheres em geral, chegando a carregar, sem uso de cosmo, tanto peso quanto um guerreiro veterano, ou seja, 70% de seu peso, e, quando parada, suporta 100% de seu peso. Essa força faz com que seus golpes sejam muito eficientes.
Observação: habilidade criada com objetivo de auxílio na história. Em batalhas, o efeito causado por ela fica a critério do narrador.



Nome da Habilidade: Guia Celeste

Descrição: Uma união simples entre conhecimentos astronômicos e a capacidade de um cavaleiro sentir o cosmo de outro à distância. Essa habilidade foi treinada tanto na Grécia quanto no Brasil, para que a Amazona pudesse aprender a se localizar nos dois hemisférios, sem a dependência de sua constelação. Permite que a amazona se localize, saiba o horário e localize outros cavaleiros apenas olhando o céu de uma região. Já sabendo o padrão de movimento das constelações de uma determinada região, consegue facilmente traçar um rumo. Aprendeu todas as constelações com sua mestra, que, por sua vez, aprendeu com seu mestre, uma vez que os cavaleiros de Cruzeiro do Sul de sua “linhagem” sempre aprenderam localização.

Efeito: Diferente da habilidade “Estrela-guia”, já vinda na armadura, Stella consegue, localizar-se por qualquer constelação conhecida, ou pela Estrela do Norte, uma vez que seus conhecimentos de constelação, do ponto de vista dela, são avançados. Em regiões conhecidas, consegue diferenciar o horário. Quando sente um cosmo próximo, concentra-se e determina de onde vem, então, visualiza as constelações em sua mente para formar um “mapa celeste”, que a guia na direção certa. A habilidade de criar esse mapa de aplica em qualquer terreno, conhecido ou desconhecido. Os empecilhos de terrenos desconhecidos, como precipícios, mata densa, entre outros, não serão conhecidos pela amazona antes de ela enfrentá-los.
Observação: dependendo do cavaleiro que se tente localizar, apenas visualizar a constelação não ajudará muito. Se o cavaleiro conseguir ocultar seu cosmo, a tentativa dela pode ser inacurada ou ineficaz, a critério do Narrador. Idem para distâncias muito longas, já que um cavaleiro em viagem se desloca relativamente rápido, e Stella precisaria traçar sua posição repetidas vezes para ter algum sucesso.



[align=right]HISTÓRIA[/align]


Início(1520-1530):
O nome de Stella já definia seu destino: ela seria sempre a estrela solitária. Nascida na Espanha, em 1520, uma cigana disse que era uma criança iluminada, mas que seu destino era obscuro. A família Yañez era conhecida por ser muito religiosa, mas o pai de Stella, um cartógrafo, quebrara as tradições, e seus filhos herdaram isso dele. O gosto por aventura de seu pai contagiou totalmente a menina e parcialmente o garoto, e eles começaram a explorar os arredores e fazer mapas, na verdade, rabiscos, desde cedo. A pressão que os vizinhos e a família faziam para que Stella agisse como uma garota de sua idade fez com que sua mãe fosse ficando desgastada emocionalmente, e foi o motivo de a mesma fugir para longe, levando seu irmão mais velho, abandonando o marido e a filha de 6 anos e jogando fora todos os sonhos dos dois pequenos de se aventurarem pelo mundo. A garotinha, desde pequena, fora ensinada a ler e escrever, e surpreendeu seu pai, que era seu professor, por ter facilidade em assimilar o que lhe era passado. Mostrou total interesse por cartografia, pelo espaço e por tudo que pudesse ser desenhado, fazendo questão de aprender tudo que lhe pudesse ser passado. Em 1528, seu pai se lançou em uma jornada para as tão mencionadas Índias, para buscar prata em um dos galeões espanhóis. A jovem Stella, de apenas 8 anos, o acompanhou, levando nos olhos o brilho de sua estrela aventureira, e itens de exploração e cartografia em sua bolsa. Uma noite, quando chegaram ao hemisfério sul, a menina olhou para o céu e reconheceu duas figuras distintas: a imagem de um homem, provavelmente um caçador, e uma cruz com uma estrelinha intrometida no meio. Já havia lido um pouco sobre desenhos no céu, alguns povos que residiam nas Índias e outros povos mais antigos se orientavam através deles.
Chegando a seu destino final (na região do Rio da Prata), depois de meses de viagem por mares e rios, reparou que alguns nativos já haviam aprendido um pouco do idioma dos espanhóis, e tentou se aproximar deles, sem muito sucesso no começo. Via o quanto aqueles trabalhadores sofriam com o excesso de trabalho e a pouca comida, e várias vezes chegou a fugir para o meio do mato para não ver essa realidade, sendo severamente repreendida por seu pai. Após algumas fugas, tentara convencer aos colonos que era crueldade aquilo que faziam com pessoas apenas por serem diferentes, então, decidiram que ela sairia das regiões de extração e ficaria com um grupo pacífico de mulheres, crianças e idosos, onde aprendeu um pouco do idioma e dos costumes tribais. Naquela comunidade, um velho sábio começou a contar-lhe histórias sobre os desenhos no céu, explicando que cada um contava uma história, e ela aprendeu sobre Melipal, que significava quatro estrelas, o que excluía a estrelinha do desenho. Ela se perguntava se aquela pequena estrela intrometida teria algum significado, e dizia a todos que era como ela: uma estrela que escondia dentro de si um brilho ofuscado por sua própria solidão, e buscava algo para completá-la.
Passados cinco meses, seu pai a chamou e disse que voltariam para casa. A menina não queria deixar aquele mundo novo, mas sabia que seu destino não era permanecer. Algo maior a aguardava, ela tinha a sensação de ser chamada, e estava pronta para isso, apesar de ser bem nova. Aprontou-se, despediu-se daquele povo gentil e acolhedor e rumou com seu pai de volta para o barco que os levaria para o grande galeão. Seu retorno foi agradável, ela fazia desenhos das estrelas e descobria novas figuras, imaginando suas histórias. Chegou ao galeão e de pronto partiram. A viagem deveria ser tranqüila, não fosse o barco pirata que os atacou em alto mar. O pai da garotinha a escondeu em um barril de suprimentos, e esta viu por um buraco quando os piratas apareceram e degolaram seu pai sem piedade. A raiva de não poder fazer nada foi tão grande que encobriu seu coração em trevas, assim como o barril em que estava. Um susto fez com que essa névoa negra se dissipasse, mas logo o navio todo estava encoberto por trevas. A densa nuvem negra permitiu com que a garotinha saísse de seu esconderijo e corresse, tateando as paredes. De repente, ela descobre a fonte dessa nuvem: sua pequena e delicada mão tateia algo parecido com uma chapa metálica, e alguém a pega no colo e a leva para fora. Stella começa a se debater com o susto, mas, quando viu que estava a salvo em um barco menor, conseguiu se acalmar e prestar atenção no rosto de seu salvador, ou, no caso, sua salvadora. A moça que a salvou era muito bonita, seus olhos quase cinza brilhavam como as estrelas, sua pele era um pouco morena e seus cabelos eram bem escuros, dava para ver que era uma mestiça, mas o que mais chamou atenção em Stella foi a determinação em seus olhos, e a segurança que transmitia.
Navegaram por muito tempo, até atingirem uma terra desconhecida. A bela moça falou, com um sotaque incomum: “Bem vinda a uma terra de oportunidades”. A terra era perfeita, foram para uma região um tanto deserta, não havia nada além de uma estranha morada. Apesar de não entender muito o que sua salvadora dizia, Stella a seguiu sem questionar. Conforme se embrenhavam mais na floresta, ela percebia que o dia estava dando seu adeus e a noite chegava, trazendo suas estrelas. Quando o cansaço finalmente atingiu a garota, chegaram em uma clareira, onde Melipal as saudava, altiva no céu. Nesta clareira, havia uma morada feita apenas de madeira, algo que parecia palha e folhas. A moça se virou e disse: “Qual teu nome? Estavas naquele barco por qual motivo?”, e a menina contou suas desventuras. As duas não se compreendiam muito, mas conseguiram conversar. Stella aprendera tudo sobre sua salvadora: seu nome era Iracema - de acordo com ela, apenas Iracema – e só havia agido de forma “normal” até agora para não assustar. O pouco de sua história que Stella entendeu era que seu pai fora um expedicionário na missão de reconhecimento das novas terras de Portugal; mal chegara e o homem já havia se apaixonado por uma nativa, e levou pouco menos que duas primaveras para que ficassem juntos e seu amor gerasse uma graciosa guerreira, uma bela história. Após muita conversa e pouco entendimento, a jovem percebeu que Iracema vestia uma roupa muito fora do comum até mesmo para os nativos: sua armadura era bem diferente das que já vira: era vermelha, e o corpo da moça era coberto por uma espécie de tecido branco. Iracema disse que explicaria sobre aquilo depois, pois precisavam descansar. Stella sentia que poderia confiar na moça, e tinha esperanças de que nunca mais seria uma estrela solitária, como a pequena intrometida. Resolvera ficar por ali, aprender tudo que Iracema pudesse lhe ensinar e, quem sabe, mais tarde se tornar uma mulher tão forte quanto ela. Atendera ao chamado.
Durante o tempo que passaram juntas, tornaram-se grandes amigas, e Iracema contou para ela a história de sua vida: seus pais, seu antigo mestre, a luta contra cavaleiros do mal.

Treinamento no Brasil (1530 - 1544):
O primeiro ano foi apenas para aprender o básico: morou em uma aldeia e trabalhou com as índias na confecção de suas próprias roupas e utensílios, além de preparar sua comida, conhecer plantas e ouvir histórias, e saía com Iracema para caçar, pescar e colher frutos. No ano seguinte, inicia-se o verdadeiro desafio. Começara a peregrinar do litoral para o meio da mata densa, onde conviveu com sua mestra em intenso treinamento por 6 meses. E assim foi: a cada seis meses, mudavam de lugar. A primeira parte do treinamento em si baseou-se tanto em aprimorar as habilidades que a garota já possuía (desenho, cartografia, aptidão para novo idiomas) quanto ensinar-lhe novas (localização, luta, uso dos cinco sentidos). Iracema fez com que a jovem parasse de confiar em sua visão, e passasse a usar audição e olfato. Stella aprendeu a falar tupi, português e grego básico, e ensinou o espanhol a Iracema. Como o cosmo da menina se manifestou no galeão, Iracema só teve o trabalho de ensiná-la a meditar e a concentrar as energias tanto no lado positivo quanto no lado negativo (a fim de tirar o medo da garota, uma vez que ele se manifestou apenas no lado negativo), e depois manipular as mesmas a seu modo. A segunda fase consistiu em aprender a manipular seu cosmo, defender-se de ataques de animais selvagens e ampliação seu sexto sentido. Nessa parte, Iracema explicou o porquê de sua discípula possuir capacidades como a noção de dimensão, a facilidade de aprendizado e uma forte intuição, e ainda elevou os dois sentidos principais de Stella a um nível acima, ensinando a detectar sons e aromas imperceptíveis para pessoas comuns. Durante suas idas à Amazônia, os animais que encontrava chamaram sua atenção, e ela começou a observá-los e tentar imitar seus movimentos. A mestra a ensinou a usar isso em benefício próprio, e elas treinaram juntas uma forma de adaptar esses movimentos para que pudessem ser usados. Quando completou 18 anos, a jovem havia se adaptado à vida nas matas e no litoral, aos novos idiomas, já havia aprimorado a técnica da nebulosa e estava aprendendo outras com sua mestra, assim como elevou seu domínio ao sétimo sentido, iniciando a terceira fase. Na última fase, quando tinha 20 anos, aprendeu a usar todo seu treinamento em combate com guerreiros, tanto aliados (os quais não machucava, apenas imobilizava) quanto inimigos que atacavam a aldeia de sua mestra. Seus últimos anos no Brasil foram apenas de aperfeiçoamento e prática. Quando completou 24 anos, seguiu com Iracema em direção ao Velho Continente, onde iniciaria a última fase de seu treinamento: adaptação a novos ambientes.

Treinamento na Grécia (1544-1547):
Após chegarem à Grécia, as duas se dirigem a uma estalagem, onde são recebidas por uma senhora que já aparenta certa idade. Iracema conversa com ela, e diz que vão trabalhar ali por uns tempos em troca de moradia, o que a dona de pronto aceita, pois já não é mais tão nova. Stella começa a conhecer as constelações do norte e a se adaptar ao terreno de planalto. Sempre com sua curiosidade de exploradora, começa a fazer mapas do local, mapas celestes e aprende a ver as horas pelas constelações que aparecem naquela região. Sua mestra a leva em locais mais perigosos, como rochedos, para adaptar sua habilidade de ficar em árvores e transferi-la para as rochas, mas a aprendiz não consegue executá-la com 100% de perfeição. Ali, aprende a verdade sobre as armaduras, o Santuário e os deuses gregos, que estariam presentes na Natureza, assim como as divindades tupis. Durante os 3 anos de seu último treinamento, Stella passava mais tempo sozinha do que efetivamente com a mestra, aprimorando todas as habilidades sozinha. Iracema costumava sair sem dar muitas explicações, dizendo apenas que ia visitar velhos amigos. Por causa de sua disciplina, a aprendiz não questionava. Durante essa fase do treinamento, aproveitou a solidão para elevar ainda mais seu sétimo sentido, alcançando o Kýklos do som. Uma vez, Iracema deu instruções sobre como chegar ao Santuário. Stella não entendia muito bem o motivo de sua mestra revelar tal informação tão repentinamente, uma vez que as duas planejavam ir juntas apresentar a nova amazona de Athena quando esta assumisse a armadura.

Conflito e posse da armadura (1547):
Quando completou 27 anos, Stella estava explorando o terreno, quando viu Iracema com um estranho homem. Ele era bonito, mas um pouco atingido pela idade, e usava uma armadura diferente, além de seu cosmo emitir uma sensação de medo. Ao tentar aproximar-se para ver o que estavam falando, foi surpreendida por uma repreensão de sua mestra, e logo calou-se. Depois, fora apresentada a Thales, o mestre de Iracema. Esta retira sua armadura e diz para sua discípula seguir os dois para o lado de Hades. Como já ouvira a história de sua mestra, ficou chocada ao ouvir uma pessoa deixando de lado todo seu passado e suas convicções para trilhar um caminho de malefícios. A armadura abandona Iracema e fica no chão, a amazona havia deixado seu coração ser corrompido por um desejo. Stella, na tentativa de trazer sua mestra de volta, a ataca, e uma luta entre as duas se inicia. Finalmente Stella via o quanto manter um ritmo de treinamento era importante. Sem a armadura, sua mestra não possuía tanta agilidade, e perdia parte do que realmente a deixava forte. Mas ela ainda mantinha um nível alto, o que manteve a luta um pouco equilibrada. O combate foi puramente físico, e levou um tempo até que ele terminasse. Stella, com muita dificuldade, conseguira derrotar sua mestra, mas não podia comemorar, pois, logo em seguida, Thales a surpreendeu com dois golpes seguidos. A moça, surpresa com a velocidade dos movimentos do espectro, entra em posição defensiva. Quando tem oportunidade, ataca. Mas o nível dele é maior que o dela, e ela não tem como se proteger só com sua defesa. Quando decide atacar, usa uma série dos movimentos aprendidos na mata, mas quase não causa dano a ele, e é lançada com força, caindo no chão e colocando os braços na armadura que acabara de ser abandonada. Esta sente a determinação da guerreira em permanecer ali por sua mestra, e a reconhece como sua nova portadora. Thales, que viveu uma situação parecida, diz para a moça escolher: se puser a armadura, o combate será até o fim, senão, tudo será esquecido. Ela veste a armadura e se prepara para o que pode ser sua última luta, o que quase se torna real, uma vez que Thales possui um nível superior. Ele acerta a nova amazona sempre de forma certeira, e não hesita em usar suas técnicas sombrias, adaptadas das antigas. Após um longo tempo de batalha, Stella cai, sem forças para se mexer.

”A última coisa de que me lembro foi cair no chão e ‘apagar’...” (Stella, contando sua versão da história.)

O consciente de Stella para de agir, seu instinto de sobrevivência toma conta. A raiva de sua mãe por tê-la abandonado, a angústia de ver seu irmão partir e seu pai morrer sem poder reagir, a traição de sua mestra, levada por um homem que não merecia sequer um gesto de respeito, seus próprios conflitos sobre o que era certo e o que era errado, que apareceram devido àquela situação. Era muito para sua mente suportar sozinha. Uma descarga de adrenalina faz com que tente fugir, mas seu corpo já não agüenta, está fraco demais. Uma última manifestação cósmica aparece, dessa vez, vermelha e imponente. Seria como se tudo nela dissesse: “Só mais um golpe”. A imagem do Cruzeiro aparece. Seus olhos só conseguem focar o causador de toda aquela situação, aquele projeto de manipulador. Em vez de sair suas flechas normais da ponta, todos os pontos do Cruzeiro atiram em Thales. Este, sem muita saída, procura desviar, mas não consegue fazê-lo em tempo. Ele e Stella caem juntos, vulneráveis a qualquer outro ataque que possa acontecer. Até hoje, ela não se lembra do ocorrido, nem faz idéia de como foi salva. Acordou dias depois, já na estalagem e usando a armadura, pois ninguém dali ousou tocar nela, com medo do que pudesse acontecer. Assim que se recuperou completamente, partiu em busca do Santuário. Lembrando-se da conversa que teve sobre sua localização, não teve tanta dificuldade para encontrá-lo. Apresentou-se como a nova amazona de Cruzeiro do Sul e pediu permissão para partir em busca de pistas sobre sua mestra, seu antecessor e seu irmão. Seu objetivo era proteger tudo em que acreditava, e unir-se à deusa seria o certo. Agora, resta apenas uma dúvida em sua mente: como fazer para se livrar de todos os sentimentos ruins que ainda assombravam seu coração? Antes de qualquer objetivo, precisa encontrar essa resposta.


Fatos que foram citados no histórico da armadura de Iracema que não seriam possíveis de citar na história de Stella, uma vez que a narração é sobre esta:
- A manifestação do cosmo de Stella no galeão foi o que chamou a atenção de Iracema, que estava em outro barco, voltando para o Brasil.
- Iracema encontrou-se com Thales apenas na Grécia, e ele a persuadiu a deixar o lado de Athena e passar para o lado de Hades, levando Stella junto, a fim de aumentar a quantidade de seguidores.
- A senhora da estalagem é a mesma que Iracema conheceu quando pequena, só que bem mais velha. Ela devia ter uns 35 anos na primeira vez, ou seja, está com 20 anos a mais. Naquela época, ter mais de 50 anos era razão de se sentir invencível, uma vez que a Europa perdia 1/3 da população.
- Iracema não atingiu o rank B+, porque seu sétimo sentido não fora muito bem aprimorado. Por ter uma “dependência” emocional de seu mestre, muito de seu treinamento sozinha fora prejudicado.

Outras observações:
- O aprendizado que Stella obteve observando os animais e treinando seria o mesmo princípio do kung fu. Como a base é nova, o treinamento demoraria no mínimo de 7 a 10 anos para controle pleno, e mais 4 anos para aperfeiçoamento e adaptações, a exemplo do gasto cósmico para ficar nas árvores.
- Para ficar claro: tendo ciência do fato de ser impossível conseguir aprender um idioma de forma rápida, ainda que se tenha facilidade, vou deixar explícito nessa observação que o fim do aprendizado de idiomas, durante o treinamento no Brasil, só terminou efetivamente quando ela completou 18 anos.
- Como todas as técnicas são básicas, a exceção da Cruzeiro Vermelho, que está excluída do treinamento, não tiveram muita atenção especial. Todas são baseadas em controle e manipulação de cosmo, e a Caixa de jóias inclui meditação. Tendo essa base, ela aprendeu as técnicas aos 18 anos, da forma como foi colocada. Todas foram herdadas da mestra.





[align=right]HISTÓRICO DA ARMADURA[/align]



Nome do Usuário: Thales de Creta
Período de uso: 1498 - 1521
Histórico resumido: Nascido e criado na ilha de Creta, Thales sempre foi criado com intuito de ser um bravo guerreiro. Em 1472, seu pai, Theo, descendente de cruzados, foi para a Grécia em busca de paz, mas a realidade do continente logo alteraria seus planos. Com a região tomada por otomanos, partiu para Creta, pois não tinha como reunir pessoas para uma batalha, uma vez que não era de linhagem nobre. Chegando à ilha, conheceu um grupo de refugiados na mesma situação, entre eles, aquela que seria sua futura esposa. O repúdio pelos invasores unia a todos, então, não era difícil que houvesse uma aproximação. Alguns anos mais tarde, em 1477, nasceu Thales. A região já possuía um certo número de rebeldes, e não tardaram a transformá-la em uma "escola de guerra". Baseados em alguns modelos espartanos, começaram a treinar as crianças, e Theo, que possuía treinamento militar (ensinado por seu avô), assumiu a parte mais pesada. Com apenas 5 anos, Thales, por insistência de seu pai, já iniciou um treino leve, esporte e disciplina. Conforme as crianças treinavam, também sofriam uma espécie de "lavagem cerebral", aprendendo a detestar otomanos fervorosa e cegamente. Aos 14 anos, já possuía condições suficientes para o treinamento mais pesado, mas um plano mal-traçado de alguns "líderes" levou todos os homens e jovens à arena combate: o continente. Poucos sobreviveram. Thales, por sorte, foi salvo por seu pai, que morreu em seu lugar. O cosmo do jovem se manifestou naquela hora, enquanto era tomado pela raiva. Fingindo-se de morto até o fim da batalha, conseguiu escapar da morte certa. O sacrifício de seu pai apenas aumentou seus piores sentimentos, e ele tornou-se um jovem frio por dentro. Decidiu não voltar para Creta, queria ficar e começar uma "caça" aos otomanos. Enquanto caminhava para fora do campo de batalha, foi salvo por um homem, um combatente que também sobrevivera. Este disse que nunca havia sentido uma manifestação de energia tão negativa, e ofereceu-se para ajudar. No começo, Thales achou que era brincadeira, mas logo sentiu que algo "fluía" ao redor daquele aliado. Foi levado a uma região onde começou a meditar para canalizar sua raiva, perto de uma estalagem. Quando conseguiu, começou a treinar com seu novo mestre, que depois se apresentaria como um antigo aprendiz e servo da Deusa Athena. O jovem logo aprenderia sobre as armaduras, constelações, deuses e tudo aquilo que já escutava de sua mãe antes de dormir, como lendas e mitos. Treinou com seu novo tutor até os 20 anos. Aos 21, fora reconhecido pela armadura de Cruzeiro do Sul, tornando-se seu novo portador. Os treinamentos não pararam, nem sua caça aos responsáveis por tantas atrocidades, que fora apenas "mascarada". Passou a usar todos os ataques dos otomanos em benefício próprio, como uma desculpa esfarrapada para exterminá-los. No meio de uma dessas "batalhas", conheceu Iracema, uma menina que havia acabado de despertar seu cosmo, e que viria a ser sua aprendiz. Sentia um pequeno apego à menina, como se ainda houvesse algum sentimento bom dentro dele. Depois de um tempo sendo "perseguido" por ela, resolveu treiná-la. Não por gostar dela, mas achou que ela poderia ser útil mais tarde. Treinou com ela por muito tempo, até que, um dia, envolveram-se em uma batalha com espectros. Estes traziam para Thales uma proposta tentadora: a chance se aumentar seu poder e destruir a fonte de seu ódio. Ele ainda tentou lutar por Iracema, que havia se tornado mais que uma aliada, mas seu desejo de vingança tomou conta dele. Após nocautear sua aprendiz, abandonou a armadura e partiu.
Situação Atual: Desconhecida.




Nome do Usuário: Iracema
Período de uso: 1524 - 1547
Histórico resumido: Iracema nasceu no Brasil, em 1504. Seu pai era um dos tripulantes da nau de aportou no Brasil na época do descobrimento, 1500, e por ali ficou quando, em uma missão para conhecer o litoral brasileiro, conheceu Janaína, uma nativa muito receptiva da tribo tupiniquim que habitava a atual Bahia, por quem se apaixonou perdidamente e com quem viveu em plena harmonia. O amor dos dois gerou, depois de dois anos, uma das primeiras mestiças. A menina vivia os dois mundos: aprendera os costumes indígenas com sua mãe e as tradições européias com seu pai. Quando Iracema tinha 9 anos, sua mãe e seu pai saíram com ela para Portugal, onde conheceu seus avós paternos, e, mais tarde, viajaram por todo o Mediterrâneo. Resolveram ficar na Grécia por um tempo e, quando decidiram voltar, foram surpreendidos por otomanos, que tomaram seu barco. Foram salvos por um misterioso herói, que usava uma armadura muito diferente, mas tiveram sua embarcação completamente destruída. O cavaleiro, chamado Thales, os leva a uma estalagem, onde são recebidos por uma jovem senhora que conhece o português. Ela os acolhe e eles, em agradecimento, começam a trabalhar por lá.
Iracema aproveita seu tempo livre para ver Thales, e o vê sempre treinando em um lago. Esconde-se nas pedras para não atrapalhar, mas ele sempre percebe sua presença, pois uma centelha do cosmo da garota se manifesta quando está próxima dele. Ao completar 10 anos, é visitada por ele, e os dois começam a meditar juntos. Com o tempo, conforme ela aprende grego, a comunicação entre eles melhora, e ele a ensina sobre as energias que movem o mundo, a mitologia e o céu. Depois de um ano de meditação para concentrar sua energia, o cosmo dela, que inicialmente se mostrava em forma de pequenas centelhas, finalmente se mostra em sua forma plena. Após essa manifestação, inicia-se o verdadeiro treinamento. Ele começa a ensinar alguns movimentos de luta, que ela mais tarde aperfeiçoaria no Brasil, como controlar o cosmo e sobre as armaduras. Iracema treina com ele até os 17 anos, deixando seus pais voltarem ao Brasil, e herda todas as suas técnicas. Seu mestre se envolve em uma luta contra espectros, e ela tenta ajudar, mas em vão. Deixada inconsciente, acorda depois de algum tempo ao lado da armadura. A jovem leva a armadura para o Brasil e adapta seu treinamento ao novo terreno. Iracema não atingiu o rank B+, porque seu sétimo sentido não fora muito bem aprimorado. Por ter uma “dependência” emocional de seu mestre, muito de seu treinamento sozinha fora prejudicado. A armadura a reconhece 3 anos depois. Iracema retorna à Grécia para apresentar-se ao Grande Patriarca e pede permissão para permanecer no Brasil, o que lhe foi concedido apenas em 1529, após executadas algumas missões. Ao retornar, vê um galeão espanhol sendo atacado e entra para auxiliar os tripulantes. Resgata uma menina, Stella, cujo poder cósmico se manifestou por causa do medo e da culpa, e a toma por aprendiz. Quando as duas vão para a Grécia, ela encontra seu mestre, que deixou de lado tudo o que ensinou a ela para servir Hades. Ele corre atrás dela e começa a persuadi-la a juntar-se a ele, mas só o consegue depois de 3 anos.
Situação Atual: Iracema abandona a armadura para seguir Thales, e sua discípula, Stella, se torna a nova amazona de Cruzeiro do Sul. O paradeiro da ex-amazona é desconhecido.



Nome do Usuário: Stella Soledad Yañez
Período de uso: 1547 - XXXX
Histórico resumido: Stella, uma espanhola legítima, viaja com seu pai para explorar novas terras. Após ficar um tempo na região do Rio da Prata, voltam para a embarcação, que é atacada por piratas. Stella vê seu pai morrer e, por causa do forte sentimento de raiva e impotência, seu cosmo se manifesta pela primeira vez. Uma amazona, Iracema, chega para salvá-la e a toma por aprendiz. Stella treina com Iracema até os 23 anos no Brasil, e termina seu treinamento na Grécia. Com o fim do treinamento, Iracema leva Stella para Thales, que virara um espectro, e abandona sua armadura para juntar-se a ele. Stella, temendo que a mestra a leve para um caminho cheio de injustiças, luta com todas as suas forças, superando a mestra. No meio da luta contra Thales, a armadura reconhece sua nova amazona, mas não é suficiente. Em um estado de “quase morte”, entra em surto, e sua técnica principal é modificada por seu subconsciente, formando o Cruzeiro Vermelho. O espectro é atingido e, com suas últimas forças, foge, sendo seguido por Iracema.
Situação Atual: Stella segue com sua armadura, apresenta-se ao Grande Mestre e sai em uma jornada em busca de seu irmão e sua mestra.



Anexos para base de comparação:

Cultura indígena:
http://www.museudoindio.org.br/template_01...D_S=33&ID_M=108
http://www.museudoindio.org.br/template_01...D_S=33&ID_M=110
http://www.museudoindio.org.br/template_01...D_S=33&ID_M=113
http://www.museudoindio.org.br/template_01...D_S=33&ID_M=117
http://www.funai.gov.br/indios/conteudo.htm#ANOS

Localização na história:
http://www.paginadogaucho.com.br/indi/grupo.htm
http://www.portalsaofrancisco.com.br/alfa/...a-argentina.php
http://pt.wikipedia.org/wiki/Ficheiro:Slide27.JPG

Grécia:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Gr%C3%A9cia_otomana
Mesmo texto, resumido: http://www.tiosam.org/enciclopedia/index.a...3%ADodo_Otomano

Espanha:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Espanha
Século XVI – Resumo: http://toqdentrada-hist.blogspot.com/2008/...-sculo-xvi.html

Cronologia – Século XVI: http://pt.wikipedia.org/wiki/S%C3%A9culo_XVI


Lembretes de vocabulário (para uso meu, por questão de esquecimentos recentes):
Mapa celeste: mapa das constelações.
Mapa astral: mapa usado para designar como as constelações principais influenciam na personalidade de um indivíduo.
Inato: próprio, que nasceu com ela.


Uma palavrinha final (se algo colocado aqui faltar ali em cima, avisem):
O objetivo foi criar uma “linhagem” de cavaleiros que acabam tendo uma história e um destino parecidos. Thales sucumbe à ganância, mas isso não fica claro na história, pois eu teria de fazer uma ficha dele. Iracema abandona tudo por seu amor, até o lado da justiça. Stella será uma pessoa que sempre vai detestar o mal, porque perdeu seu pai e sua mestra para ele. Também vai ter ressentimentos de sua mãe e esperanças de reencontrar seu irmão. Ela brilha como uma estrela por fora, mas tem a nebulosa dentro dela. O maior objetivo da personagem é se livrar completamente de todos os resquícios desse lado dela, então, raramente machucaria alguém, como foi dito na personalidade. Em resumo, seria a típica policial que intervém, mas nunca terá coragem de atirar para matar. No máximo, imobiliza.



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