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TÓPICO FIXO 2G - Phantasia - Caminhos...; 28/12/1548 - Início da Noite [começo]
Topic Started: Feb 4 2012, 12:33 AM (504 Views)
Brijet das Ilusoes
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Deusa dos Devaneios Lamuriosos
Deusa das Ilusões

Brijet tinha observado todo o acontecido no Santuário através de seus muitos informantes. É claro, ela não tinha a exata noção do conteúdo discutido, mas sabia que aquele era o momento perfeito para Oneiros colocar seu plano em prática. E Brijet era a única - mesmo - que podia ajudá-lo. Ela estava trajada com sua kamui dos sonhos, aguardando a chegada de seu irmão, que já tinha sido informado que ela desejava sua presença em Phantasia.
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Dream Oneiros
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Demigod of Dreams
Deus dos Sonhos
No dia anterior, Phantasos e Oneiros discutiram os próximos passos a serem dados e os objetivos de cada um haviam sido definidos, mas não esperava um chamado do seu irmão tão cedo. Independente disso, durante a noite, após retirar-se para a sua cabine no "Sonho Imperial", o semideus trajou sua veste divina e deixou a Terra para ir ao mundo dos sonhos, caminhando entre seus corredores até o domínio de Phantasos. Lá, não teve problemas para encontrar o irmão. O semideus dos sonhos chegou flutuando, pousando lentamente no "chão" daquela conturbada dimensão, tendo o cuidado de observar o aspecto que o cenário tomava: como bem era sabido, a aparência de um reino do sonho diz muito sobre o seu senhor.

- Ouvi que precisava falar comigo, Phantasos. Vim assim que o tempo me permitiu. Já possui alguma novidade sobre nosso belíssimo esquema?... Ou me trás alguma novidade digna de minha atenção?

Oneiros duvidava que o irmão já tivesse concluído o sua parte do trabalho - até porque ele mesmo ainda buscava pelo elemento principal da empreitada, mas não custava perguntar. O semideus dos sonhos, na verdade, esperava que algo importante houvesse acontecido em terra firme, já que estava no mar há semanas e seus mensageiros não contataram-no a respeito de nada. Seja lá o que fosse, Oneiros esperava que fosse digno de sua atenção.
[align=center]Thx, Lisianthus!
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Brijet das Ilusoes
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Deusa dos Devaneios Lamuriosos
Deusa das Ilusões

Brijet parecia séria, diferentemente das outras vezes em que estivera frente a frente com Oneiros. Ela parecia focada, resoluta, concentrada. Enquanto olhava para Oneiros, mostrava a situação atual do Santuário que visualizara durante o dia, para dar substância ao que iria dizer a seguir. As imagens passeavam pelo céu de Phantasia, mostrando-lhe os acontecimentos.


- A maioria dos cavaleiros deixou o Santuário hoje, meu irmão. Se há um momento mais adequado para colocar seu plano em prática, deverá ser agora, pois mesmo que algum dos nossos inimigos perceba o que está acontecendo, Athena não poderá desguarnecer o Santuário apenas para nos atrapalhar. Então, se tiver que iniciar sua operação, faça isso agora.
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Dream Oneiros
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Demigod of Dreams
Deus dos Sonhos
- Ah... Que belas notícias, irmão!... - Oneiros expressou um lago sorriso, contente por finalmente poder se mover sem ser interrompido pelo inimigo do seu inimigo. - Agradeço-vos a mensagem, irmão. Partirei imediatamente para recuperar o tão estimado objeto.

O deus menor riu para o irmão e deu as costas para ele, sumindo nas entranhas da realidade onírica. Seu passo rápido o transportava pelas dimensões do sono até que finalmente o oneiroi chegou ao seu destino, seu próprio navio. Estava na sua cabine abordo do Sonho Imperial, despindo sua súrplice e, então, trajando suas vestes de capitão. Oneiros, vestindo agora a aparência de Pedro, saiu para a noite e cumprimentou sua tripulação, pedindo para ser deixado a sós na proa. Lá, encarou os céus e fechou os olhos, inspirando satisfação, talvez um pouco de alegria, mas, principalmente, expectativa. Quando expirou, uma leve rajada de cosmo energia percorreu o mundo, clamando pelas almas que agora pertenciam a ele, os espíritos malignos que convidara para a sua causa. O cosmo partiu silencioso, discreto, indetectável para aqueles que não estivessem se dedicando unicamente àquela tarefa.

Quando abriu os olhos, esperou encontrar Oizys e Momos, os espíritos libertos da caixa de pandora, a sua frente, flutuando invisíveis aos olhos dos mortais que trabalhavam distantes do trio. Com um ar imperial, a voz de Oneiros soou rígida, implacável e humanamente animada... Pedro realmente deixara sua marca naquela alma divina. Os espíritos tinham a cor da noite, diferenciando-se apenas pelo contraste com o sol poente, que logo deixaria o mundo na escuridão. As estrelas começavam a surgir conforme a luz se ia e pouco a pouco o navio era jogado nas sombras. As lamparinas começavam a aparecer e brilhar ao fundo da conversa, afinal, a tripulação sempre está a postos.


- Ah, meus bons amigos!... Oizys, o espírito do sofrimento e Momos, o espírito da culpa... Fizeram o que lhes pedi?

Após o seu encontro com Phantasos, o deus menor convocara seus servos para uma busca a fim de encontrar sua prisão original, a qual logo seria usada para semelhante função. Oneiros pôs as mãos na borda do seu navio, sorrindo para os espíritos; esperando uma resposta satisfatória.
[align=center]Thx, Lisianthus!
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Narrador Colaborador
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Narradores

O chamado fora feito. Das brumas que cercavam o navio de Oneiros, surgia a bela Oizys, deusa menor do sofrimento. Desprovida de um corpo desde eras imemoriais, ela aguardava ansiosamente o momento em que poderia reencarnar. Via em Oneiros um aliado que lhe proporcionaria uma chance para tal, embora ainda não pudesse dispor dos meios para convencê-lo a isto. De todo modo, ela materializava-se, com uma expressão de sofrimento em sua face. A voz denotava uma ponta de tortura, como se ela própria estivesse sentindo-a naquele momento.


- Não encontramos ainda outros espíritos para se unir à causa, senhor, visto que ainda não foi o bastante o tempo que passamos procurando...


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Outra figura surgiu no navio, e uma batida de cascos foi ouvida. Era o cavalo branco de Momus, que aparecia também vindo das brumas e se materializava. Apesar de ser o irmão gêmeo de Oizys, ele não se parecia muito com ela. Talvez fosse a arte de mudar sua feição, o sorriso de escárnio estampado em sua face - ou ambos. Sua voz, diferentemente da de sua irmã, levava diversos tons, variando do escárnio ao pesar, como se ele eternamente se lembrasse do porquê havia sido expulso do Olimpo, e disso se arrependesse.


- Mas conseguimos descobrir o que quer saber: a localização da Caixa de Pandora. Contudo, precisamos resolver um impasse, senhor.


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Um momento de silêncio se seguiu, enquanto os gêmeos, que falavam sempre completando os pensamentos um do outro, preparavam-se para dizer o que desejavam de Oneiros. Na verdade, o deus dos sonhos sabia que, uma hora ou outra, sua lábia não seria o bastante. Com a guerra santa acontecendo, todos os espíritos e deidades menos favorecidas iriam querer usufruir as migalhas que dela restassem. Então, os dois se puseram a falar, um depois do outro, em sequência, ambos com o mesmo tom de antes.


- Desde que nos convenceste a nos unirmos à tua empreitada, prometeste que não nos arrependeríamos. Sabes o que queremos, e não vimos ainda esforço de tua parte em nos ajudar...


- Porém, se uma promessa mais concreta nos for feita, e um trato for firmado, não somente poderemos revelar onde está a Caixa de Pandora, como também empregar um pouco mais de esforço para encontrar soldados para a sua causa...


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Dream Oneiros
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Demigod of Dreams
Deus dos Sonhos
- Obrigado por externarem vossas preocupações. Embora válidas, elas são desnecessárias. A guerra santa começou e, com ela, abriremos as portas dos nossos sonhos, Oizys. Digam-me onde está a caixa de pandora, pois o truque que realizarei com ela será tua primeira chance de conseguir o que almejas.

O deus menor tentou soar o mais convincente possível. Suas palavras não eram mentiras, mas também não eram verdades. Seu grande truqu de mágica proporcionaria uma oportunidade incrível para Oizys e Momos, mas dependeria exclusivamente dos espíritos, e das suas reais necessidades, agarrá-la ou não. O santuário estava desguarnecido e cada minuto perdido representava uma facada na alma do oneiroi: aquela era uma chance única de realizar um de seus pequenos sonhos: brincar como um deus. Oneiros se virou brevemente para encarar sua tripulação com o resto do olho, garantindo que sua conversa com os espíritos ficaria somente entre os três.

- Asseguro que terão tempo suficiente para procurar o que desejam - e, depois, poderão dar continuidade à busca do que desejo. Corpos vulneráveis o suficiente serão apresentados à vocês, de modo que voltem à vida como mais do que espíritos. Vocês têm a força para realizar vossos sonhos?

A oratória do senhor onírico visava apenas retirar o foco da questão de si, transferindo-o para Oizys e Momos, afinal, precisava mostrar que fazia o possível para alcançar não só os seus sonhos, mas também o dos seus subordinados. No fundo, o deus menor lutava com o resquício humano de Pedro para não sentir pena, culpa ou se quer remorso para com os irmãos.
[align=center]Thx, Lisianthus!
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Narrador Colaborador
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Narradores

Oneiros tinha feito seu discurso de sempre. Ele era bastante convincente, mas Oizys não parecia muito satisfeita. Momus era mais paciente, e não se importaria de esperar mais um pouco, se colhessem os frutos depois. Oizys se adiantou e seu tom de voz ficou um pouco mais forte.


- Grande é a nossa paciência, senhor Oneiros, mas ela já se esgota. Confiamos em tua palavra, mas estamos lentamente ficando impacientes. Se tivéssemos a força para, sozinhos, realizar o que queremos, não teríamos nos aliado a ti, concorda?


- A despeito do que minha irmãzinha disse, senhor Oneiros, apreciamos a sua ajuda e acreditamos que, em breve, teremos a chance que está nos prometendo.


Os dois espíritos ergueram as mãos em conjunto, e moldaram as brumas do lugar em uma imagem, que mostrava perfeitamente a caixa de pandora e os arredores de onde ela estava. Ao longe, uma grade brilhante, espécie de gaiola gigante em forma cúbica, era vista.


- Bem... sem mais delongas... a Caixa de Pandora está no Tártaro. Há um Pedestal, numa gruta próxima à prisão dos Titãs, e é lá que ela se encontra. Não sabemos quais guardiões os deuses olímpicos designaram para ela após a nossa fuga, logo, tu precisarás tomar cuidado, senhor Oneiros.


Ambos desfizeram a imagem, abaixando as mãos. Oizys, parecendo extremamente contrariada, caminhou até a proa do navio, atirando-se ao mar de névoas e desaparecendo da vista de Oneiros. Momus, mais ponderado, permaneceu mais alguns segundos, pois ainda havia um aviso a dar ao seu aliado.


- Um último aviso apenas... Hades enviou um servo dele para o Tártaro recentemente. Soubemos através de outros espíritos. Não sabemos qual o seu intento, mas mesmo que o senhor conseguisse entrar fisicamente no Tártaro - o que sabemos que não consegue, pois só divindades de verdade podem abrir o portal -, não seria de bom tom fazê-lo, ou o lacaio de Hades iria percebê-lo. Deve pensar em outro modo de chegar até o pedestal sem precisar cruzar o Tártaro. Aconselho que pergunte ao seu irmão sobre isso.


O sorriso sarcástico de Momus e uma de suas últimas frases - a sobre Oneiros não ser uma divindade "de verdade", foram a provável retaliação que ele ainda não havia feito. Diferentemente de sua irmã, ele era mais sutil. E, assim, Momus montou em seu cavalo, esporeou-o e salvou do navio, voltando ao mar espectral que se erguia diante dele. As informações foram úteis a Oneiros, mas ainda persistia a dúvida: como ele chegaria até lá?


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Dream Oneiros
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Demigod of Dreams
Deus dos Sonhos
- Tsc!

Oneiros não escondeu seu desgosto ao ouvir a afirmação de Momus. Ele não era um verdadeiro deus, que piada!... Logo chegaria o dia em que o deus menor não precisaria engolir essas acusações que alimentavam seu ódio. A passos rápidos, o capitão do Sonho Imperial caminhou irritado pelo convés, trocando apenas palavras rápidas com os tripulantes sobre o curso do navio, antes de chegar à ponte, por onde entrou por uma pequena porta na sua cabine. Lá, sentou-se na escrivaninha, jogou seu chapéu para o lado e pegou o diário de bordo, onde rabiscou furiosamente algumas palavras à tinta e pena. Manter aquele pequeno diário havia se tornado um passatempo seu, uma maneira de não enlouquecer em meio a tantos homens de barro. Ironicamente, o oneiroi estava sendo influenciado pelos mortais em demasia. Em um suspiro, trancou a porta de sua cabine e deixou o diário aberto em cima da mesa, afinal, a tinta tinha de secar.

O balanço do navio voltou a ser incômodo, agravando o mau-humor insistente. Em segundos, um portal simples e arroxeado surgia e, a medida que o deus o atravessava, suas roupas eram sobrepostas completamente pela sua súrplice. Durante minutos, Oneiros viajou pelo mundo dos sonhos, passando por vários sonhos, mundos aleatórios, até cruzar Fobia e chegar à Phantasia. Sua chegada fora facilmente notada pela brutalidade com que rompeu o tecido dimensional, enviando uma mensagem clara ao habitante daquele mundo: Oneiros queria imediatamente ver Phantasos. Não perdeu tempo: assim que o irmão chegou, tratou de ir direto ao assunto.


- Achamos a caixa, irmão! - Oneiros fez algum silêncio para uma saudação mais formal e elaborada, mas logo começou a gesticular chateado, contando os incômodos que eles enfrentariam. - Mas um problema surgiu. A caixa está no Tártaro, próxima à prisão dos Titãs. Meus servos relataram que sabes como chegar até este local sem cruzar aquele poço imundo, pois há um servo poderoso do senhor dos mortos vagando por lá. Não me preocupo com ele, tampouco com como chegarei lá...

Após uma pequena pausa, o deus dos sonhos continuou.

- Mas sim com o guardião da caixa. Por estar próxima ao descanso dos titãs, temo que, caso exista, esta entidade seja poderosa o suficiente para não se deixar influenciar pelos murmúrios dos deuses antigos...
[align=center]Thx, Lisianthus!
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Brijet das Ilusoes
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Deusa dos Devaneios Lamuriosos
Deusa das Ilusões
Oneiros chamou por Phantasos, que rapidamente apareceu. O deus dos sonhos ilusórios estava demasiadamente concentrado, mas mesmo assim ouviu tudo o que seu irmão falava. Quando terminou, fez um gesto pedindo silêncio.


- Shhh... não queremos acordá-lo, não é?


Quando Oneiros olhasse ao redor de Phantasia, ficaria maravilhado. Parecia uma cópia do Monte Ótris, onde aconteceu a batalha primeva entre os titãs e os atuais deuses do Olimpo. Havia imagens do combate por todos os lados, e os dois deuses dos sonhos pareciam meros espectadores. No fundo do cenário, havia uma abertura para uma gruta, passagem esta que brilhava em roxo e possuía uma espiral escura na cavidade da abertura. Alguns dos titãs, recuando, se dirigiam para aquela gruta, embora os mais poderosos permanecessem lutando.


- Veja, irmão... o que se consegue com um pouco de persistência e observação. Consegui captar o sonho de um dos Titãs quando o portal para o Tártaro foi aberto. Eu senti isso, apesar de não ter detalhes de quem o fez. Foi recente, na verdade. Mas aproveitei para estender sutilmente meus domínios até as bordas da passagem aberta... e consegui capturar o sonho. Os titãs estão tão enfraquecidos que não podem oferecer resistência a seres com nosso poder e magnitude. E é através do sonho do titã Chronos, meu irmão, que você conseguirá adentrar o Tártaro.


Repentinamente, Phantasia começa a mudar. O poder de Chronos aparentemente se manifesta, e tornados temporais começam a varrer o cenário, espalhando "areia temporal" para todo lado. Os cabelos de Brijet balançam, mas Phantasos não se abala. Todavia, para Oneiros, aquilo parece bem real! Tão real que chega a fascinar. Phantasos se pronunciou de novo, falando mais alto, devido à dificuldade em ouvir no meio daquela tempestade.


- Assim que você entrar, eu não terei mais controle sobre o sonho dele. Você, Oneiros, estará no comando. Você precisa manipular o sonho até que o titã te leve ao local onde está a caixa de Pandora - ou próximo de lá. Então, você deve mantê-lo sonhando e, sem perder tempo, rasgar a realidade, entrar no Tártaro fisicamente, pegar a Caixa de Pandora e voltar ao sonho do titã. Somente assim você conseguirá voltar. Boa sorte, irmão.


A mudança no cenário significava que Phantasos estava transferindo o controle do sonho para Oneiros, que deveria imediatamente seguir pelo portal aberto. Talvez, também significasse que o sonho estava começando a virar pesadelo. O imediatismo com que Brijet antecipou tudo era um pouco perturbador para Oneiros, mas se justificaria se ela estivesse espionando Hades já há algum tempo. Enfim, Oneiros precisava decidir: ficar e questionar seu irmão, mas perder uma chance única de adentrar no Tártaro, ou seguir e focar-se em seu objetivo.


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Dream Oneiros
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Demigod of Dreams
Deus dos Sonhos
- Sempre surpreendente, Phantasos. Quem diria que conseguirias capturar o sonho do próprio senhor do tempo?

Oneiros olhava estasiado o desenrolar dos acontecimentos a sua frente. A batalha entre titãs e olimpianos, tão antiga e perigosa que foi esquecida pelos mortais e trancada no tártaro pelos deuses. Apesar da poluição sonora que surgira quando o poder de Chronos começara a fluir por dentro do sonho, Oneiros ouviu com atenção todos os avisos e recomendações de seu irmão. Perguntas surgiam ao mesmo tempo que respostas se formavam, mas a confirmação para estas precisaria esperar. - Finalmente, um desafio que almeja chegar aos meus pés. Conversaremos após o meu retorno, irmão. - O deus dos sonhos começou a andar na direção do portal aberto no horizonte. De início, seus passos eram lentos, permitindo-lhe apreciar o cenário em sua totalidade, mas logo seu cosmo vazava lentamente dos seus pés e sua velocidade subia abruptamente: seu passo onírico o levava mais e mais longe, cada vez mais rápido. Oneiros tentou evitar as manifestações o poder de Chronos e também os titãs enquanto lutava para conter o sorriso que exibia... Estava tão próximo do seu objetivo... Tão próximo de começar a brincar como um verdadeiro deus... Talvez estivesse animado. Quando percebeu seu devaneio, sua face tornou a ser séria, seus olhos tiveram o brilho inibido e sua velocidade disparou. Ele era um deus, deveria comportar-se como tal e dar a devida importância aos trabalhos que estavam por vir. Quando o portal estava bem a sua frente, Oneiros fechou os olhos e o atravessou.

"...Vamos brincar, Chronos. Veremos o quão útil podes ser para mim."

Tomando cuidado de manter seus pensamentos para si, Oneiros viajou por aquele portal, ansioso para ver aonde a mente do senhor do tempo o levaria.
[align=center]Thx, Lisianthus!
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Brijet das Ilusoes
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Deusa dos Devaneios Lamuriosos
Deusa das Ilusões

Phantasos apenas assentiu lentamente, enquanto via Oneiros seduzido pela possibilidade de "brincar de deus". Seu irmão era bem mais frívolo do que ela havia imaginado. Assim, ele tomava o rumo que ela havia imaginado desde o início - o único lugar onde talvez ele pudesse ficar aprisionado para sempre, ou até mesmo morto. Todavia, era a única maneira de dar prosseguimento aos seus planos. Lentamente, após Oneiros adentrar o portal e o mesmo se fechar, Phantasos se afastou, preparando-se para entrar no mundo físico. Oneiros agora estava por conta própria, e ela tinha assuntos a resolver. Brijet pensava nas palavras de Oneiros e sorria, falando para si mesma com ironia.


- Sim, conversaremos... se você retornar, irmãozinho...



[OFF: Oneiros deverá postar no tópico referente à Sidequest "A Busca pela Caixa de Pandora". Basta clicar aqui.]

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