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| SIDEQUEST - O Resgate de Perséfone; Tártaro, 28/12/1548, alta noite [meio] | |
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| Tweet Topic Started: Feb 18 2012, 01:27 AM (2,784 Views) | |
| Narrador Principal | Feb 18 2012, 01:27 AM Post #1 |
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OFF: Esta é uma Sidequest, um tópico fechado, para o qual somente o jogador Aires de Garuda terá acesso por enquanto. Logo, os demais jogadores estão proibidos de postar aqui, sob pena de receber um warn. Aires atravessou o portal e sentiu sua alma ser sugada de seu corpo por um breve instante. Sua visão apagou e tudo o que sua audição pôde captar eram gritos intermináveis de lamúrias. Isso geralmente não seria assustador ao experiente juiz, mas aquelas vozes, aquelas vozes realmente incomodavam. Porque não eram humanos pedindo clemência. Eram deuses, ou divindades, ou entidades há muito esquecidas. Não eram humanos. O Tártaro não era lugar para humanos. Ele concluiu isso quando sua visão voltou. O local onde estava, o "outro lado" do portal, era coberto por chamas de cima a baixo, que calcinariam facilmente uma criatura desprotegida. Para sorte de Aires, ele era um dos descendentes da raça solar, e as chamas não causaram nada mais do que um desconforto ao poderoso juiz. O ar era pesado e o odor de enxofre era quase insuportável, mas Aires sobreviveria. ![]() Quando ele se afastou, a visão que teve foi de tirar o fôlego. As chamas formavam uma espécie de "tenda", de onde ele havia saído. No fundo do céu enegrecido, várias montanhas formavam uma paisagem com um astro eclipsado, uma espécie de lua, que permanecia naquele estado indefinidamente. A visão era deveras perturbadora, porque ela se mesclava a gemidos vindos de todas as direções, sons de batalha, gritos de dor, ordens, e toda espécie de ruídos proferidos em idiomas desconhecidos ou perdidos, que tornavam cada vez mais difícil a percepção do paradeiro de Perséfone. Aires teria que fazer algo a esse respeito para encontrar a direção correta a seguir. |
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| Aires | Feb 18 2012, 01:58 AM Post #2 |
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Demi-God of STRENGHT (?)
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Quando estava para sair do portal, Aires não esperava ter uma visão clara do ambiente, e para sua surpresa, TUDO ali era claro, alto e absurdamente perturbador. Como um assassino voraz, os estímulos macabros rasgavam seus sentidos - em especial a audição e a visão - fazendo o mais poderoso dos espectros cair de joelhos naquele solo quente, que fedia a enxofre e ardia como os piores pecados do universo. Agora estava claro para Aires: um humano não pisaria num lugar como aquele porque era cruel demais para abrigar uma criatura tão frágil e tão insignificante; aquele era um tormento que ele próprio, se não estivesse no nível em que estava, já teria sucumbido ás lágrimas e ao desespero, pois aquilo não trazia sentimentos ruins; aquilo era a origem de todos os males. Perdido em meio á poluição dos sentidos, o juiz aos poucos sentia que sua alma se perdia também, algo que não podia permitir; ele precisava se manter firme e cumprir sua missão, pois se estava ali e podia resistir o mínimo necessário, então era capaz de levar Perséfone de volta ao Imperador, por isso ele fechou os olhos e iniciou um processo de introspecção. "Pai, aqui não podes me guiar com a tua luz ou me vigiar dos céus, mas a tua chama habita o meu coração. Seja meu guia pela chama que me habita, e consuma todo o mal que insiste em me atrapalhar". Aires orava à si mesmo em busca de sua descendência solar para clarear o caminho e eliminar aqueles estímulos terríveis que tentavam corromper a sua mente e desviá-lo de seu caminho. Através da presença de espírito e a mais profunda concentração que pôde manter, ele tentou se manter intocável, intangível aos seres terríveis daquele lugar, e assim lembrou que Perséfone não se comunicava através de sons, mas de ondas cósmicas numa frequência muito baixa, insuficiente para um ser humano conseguir captar, mesmo com seu cosmo bastante desperto, então, através da sua radiestesia, ele poderia tornar sensível o pedido de socorro da deusa, e enfim saber que rumo tomar para encontrá-la. Não seria uma tarefa muito fácil, mas o juiz acreditava em si mesmo, e só pensava em ter sua missão cumprida. |
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| Narrador Principal | Feb 18 2012, 07:03 PM Post #3 |
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Aires concentrou-se, utilizando de seus dons para conseguir distinguir a fraca emanação cósmica de Perséfone, que se assemelhava a um ruído em baixa frequência. Seus sentidos demoraram algum tempo para se habituarem ao local onde estava, mas com algum esforço, ele finalmente conseguiu. Quando rastreou de onde vinha, notou que a fonte se originava do outro lado das montanhas que ele avistava. Logo, parecia que sua sorte estava mudando, mas só parecia. Guinchos abomináveis foram ouvidos por Aires, que atrapalharam sua concentração. Um bater de asas insustentavelmente irritante e múltiplo parecia vir de todas as direções. Logo, era fácil para Aires divisar seres alados terríveis vindo de todas as direções, como em uma formação em círculo. Não dava pra saber ainda quantos eram, mas eram mais fracos individualmente que Aires, embora não muito. Coletivamente, porém, eles poderiam facilmente acabar com o juiz. O que ele faria? |
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| Aires | Feb 18 2012, 07:24 PM Post #4 |
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Demi-God of STRENGHT (?)
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[align=right]There ain't a cloud in the sky, no nothing I see the birds they fly, on something It's the summer, it's the summer, full of color baby[/align] Tudo parecia começar a dar certo, quando aquele ruído terrível começou a perturbar Aires, e ele logo percebeu as criaturas frágeis, mas numerosas, que o cercavam e tentavam atordoá-lo; esta tática de reduzir as chances de defesa e atacar em bando, típico de criaturas fracas e covardes demais para aumentar a própria força, e qualquer semelhança com a humanidade seria mera coincidência. Usar o suplício de Garuda trazia grandes vantagens, e uma delas era a visão MUITO avantajada que ela conferia, logo Aires poderia iniciar um vôo em altíssima velocidade - também graças á sua couraça divina - e ainda se antecipar aos perigos, mas para fazê-lo, ele precisava encontrar uma forma de se defender daquelas criaturas, então abriu os braços e respirou profundamente; uma cortina de luz e calor foi lentamente cobrindo seu corpo. - Mais respeito pelo portador da luz do astro maior, criaturas vis! Enfim aquela luz tomou a forma de uma proteção perfeitamente adaptada ao corpo de Aires, que se agachou ligeiramente e tomou um impulso ao alto; ele iniciou um vôo em alta velocidade para sair daquele cerco, enquanto usava sua visão da rapina para antecipar eventuais criaturas que viessem a atacá-lo, ou mesmo as famigeradas celas brilhantes que abrigam os titãs; enquanto voava, ele utilizava sua lança e seu escudo para abrir caminho, enquanto o Corpo Solar se encarregava de afastar as demais criaturas que viessem tentar atingi-lo. Não podia perder tempo lutando contra tantas criaturas, e na esperança que elas fossem as únicas naquele lugar terrível. [spoiler=Técnica Utilizada]CORPO SOLAR Categoria: Ofensiva e Estado Descrição: Quando as trevas da ambição e a noite triunfam sobre a Terra, com seus humanos rastejantes e sedentos pela luz, Aires deverá mostrar o preço da ambição deles, queimando seus olhos ansiosos pela verdade grande demais para seus pequenos cérebros humanos, e seus pés por trilharem o mesmo caminho que ele e os deuses trilham. Ativando o Corpo Solar, ele mostra aos humanos ao seu redor que tentar ser maiores que os deuses só os cegará de ambição e lhes deixará de pés queimados, impossibilitados de seguir adiante. Efeito: Com esta técnica, Aires cria uma cortina de luz e calor que o cobre completamente, como um véu, e toma o seu corpo completamente; esta cortina irradia uma grande quantidade de luz e calor por uma área de 60m de raio, causando maiores danos e desconforto à medida que as vítimas se aproximam do juiz. De duração bastante peculiar, esta técnica tem início com um gasto baixo de cosmo e pode ser mantida por até doze turnos no total, sendo que até o sexto turno haverá um aumento gradativo do esforço cósmico necessário para manter a técnica ativa, e a partir daí ela parece atingir o seu “limite”, daí pára de receber energia cósmica até completar os doze turnos completos. Para ficar mais claro como se dá este aumento, segue a tabela discriminatória dos turnos e gastos: • Primeiro turno (ativação): Gasto baixo de cosmo; • Segundo turno: Gasto baixo de cosmo; • Terceiro turno: Gasto mediano-baixo de cosmo; • Quarto turno: Gasto mediano-baixo de cosmo; • Quinto turno: Gasto médio de cosmo; • Sexto turno: Gasto médio de cosmo; • Sétimo turno: Poder equivalente ao gasto médio de cosmo – sem gasto adicional; • Oitavo turno: Poder equivalente ao gasto médio de cosmo – sem gasto adicional; • Nono turno: Poder equivalente ao gasto mediano-baixo de cosmo – sem gasto adicional; • Décimo turno: Poder equivalente ao gasto mediano-baixo de cosmo – sem gasto adicional; • Décimo primeiro turno: Poder equivalente ao gasto baixo de cosmo – sem gasto adicional; • Décimo segundo turno (final): Poder equivalente ao gasto baixo de cosmo – sem gasto adicional. Como é possível perceber, esta técnica funciona de forma parecida á trajetória do sol desde o alvorecer até o crepúsculo, onde os seis primeiros turnos representam o período do alvorecer até o meio-dia – sol a pino – e a partir do sétimo turno é a queda de seu poder – até que desapareça no horizonte. Os efeitos desta técnica são de cegueira e dano por calor: a cortina tem sua face interna em temperatura normal, enquanto que a externa lança raios ultravioleta capazes de cegar quem se aproximar demais ou tiver a visão muito aguçada. O narrador deve determinar quanto de dano as vítimas sofrem e o quanto dura a cegueira delas. Apesar deste revestimento não oferecer qualquer resistência extra, por sua altíssima temperatura e pela luminosidade, ela torna difícil a aproximação ao Juiz de Garuda, além disso, o calor emanado pode causar queimaduras externas em vários graus, assim como pode causar dano ao incauto que tentar atacá-lo fisicamente, ou mesmo agarrá-lo... enfim, que tente qualquer forma de contato físico com Aires. Contra alvos marcados com o Selo Imperial, como sempre, as possibilidades de queimadura e a sensação de desconforto se tornam bem maiores, pois a criatura marcada sente o calor externo – o Corpo Solar – e o Selo reagindo com o do Juiz, que está emanando a energia; neste processo, há a extensão dos danos – que antes vinham do ambiente externo ao interno (corpo) e agora são, simultaneamente, internos e externos. As chances de ficar cego são maiores, sendo esta cegueira, na maioria das vezes deste caso em específico, permanente, diferente do convencional, que vai depender muito da proximidade, da resistência do adversário e da quantidade de gasto cósmico empregado na realização do Selo Imperial – conforme a tabela que consta na referida técnica.[/spoiler] [spoiler=Habilidade da Armadura]• Visão de Rapina: A visão da grande ave que se ergue aos céus é suprema, e nada pode superá-la. Enquanto vestir o suplício, o juiz de Garuda consegue enxergar sem distorção qualquer a uma distância de até 1,5 Km. [/color][/spoiler] [spoiler=Armas]MAZDA Muitos se admiram com este Escudo não por sua beleza, mas pelo fato dele medir exatos 1.90m de altura! Exatamente isso, este Escudo retangular mede exatos 1.90m de altura. Com sua estrutura interna curva, e “pé” reto, formando um retângulo quase perfeito, esta arma é o típico escudo de corpo, que é apoiado no próprio corpo do portador, como uma proteção extra ao lado esquerdo. Algumas saliências côncavas estão presentes na estrutura, em especial no topo e nas pontas, para permitir que ele apóie a lança nelas e realize a famosa estocada com impacto da arma defensiva em si. Tem um grande sol dourado no centro, símbolo do Juiz de Garuda, e oferece o mesmo nível de resistência que o Suplício (S-), podendo ser melhorado conforme as regras de melhoria de armaduras, pois foi retirado do fruto que deu origem á própria proteção divina que Aires veste. Para todos os efeitos, á este escudo se aplicam todas as regras de resistência que também são aplicadas ás armaduras. GARUDAPURANA A Obra-Prima dentre as armas dos Meritíssimos Magistrados Infernais, Garudapurana é uma bela lança de madeira negra tão rígida e resistente quanto o suplício de Aires (resistência Rank S-). Medindo cerca de 1.25m de comprimento e 4cm de espessura, é leve e pode ser carregada com uma só mão – pelo menos por Aires. Tem próximo à ponta um elo dourado com o desenho em alto relevo duma águia com um sol logo atrás. A ponta desta lança é de um metal esquisito, rubro, que brilha intensamente quando o juiz empunha a arma como um todo, ou quando ele utiliza alguma técnica, e causa dano equivalente a um gasto muito baixo de cosmo (entre 3% e 5% de dano). Ele quase nunca se separa desta arma que, dizem, ser a verdadeira guia das almas dos condenados no campo de batalha e na execução de suas sentenças. Sendo Garuda a ave mitológica hindu que é citada no livro das Puranas exatamente no capítulo da transmigração da alma, o processo dela depois da morte até o retorno à vida, uma lança que se chame Garudapurana não seria simplesmente uma arma comum: ela tem o poder de aprisionar almas em sua ponta. A cada ataque realizado com a lança – e que cause algum ferimento efetivo à vítima – a ponta da arma imediatamente puxa um pedaço da alma da vítima, até que, quando está morta, tem sua alma aprisionada na arma em definitivo; enquanto estiver aprisionada na arma de Aires, a alma da criatura morta entra em estado de hibernação, permanecendo num estado semelhante à não existência, onde cada alma permanece inerte, e passa a ser propriedade do juiz de garuda, que pode fazer praticamente qualquer coisa com ela, menos destruí-la. Novamente, vítimas do Selo Imperial, quando atingidas por ataques desta lança, por sofrerem dano agravado, são mais suscetíveis aos efeitos desta arma. Criaturas que já ultrapassaram a linha proibida do cosmo – que têm pelo menos um lampejo do oitavo sentido – não podem ser aprisionadas, mas podem ser seladas desta forma; a diferença entre aprisionamento e selamento é a seguinte: • Aprisionamento: Fenômeno que vai ocorrer apenas com criaturas cujo sentido máximo seja o Sétimo Sentido completo, remete á palavra “prisão”, logo aquela alma aprisionada, como já dito antes, se torna propriedade do juiz de Garuda, que pode utilizá-la da forma que bem entender – inclusive pode libertá-la de seu cativeiro; • Selamento: Se diferencia do Aprisionamento porque não torna a alma selada em propriedade do juiz de Garuda, mas tão somente a paralisa e a remete ao mesmo estado de não existência que uma alma aprisionada é submetida, com a diferença que Aires não tem a liberdade de utilizá-la, pois no momento que o espírito se torna forte o suficiente para vislumbrar parte do Oitavo Sentido, sua proximidade ao divino o transforma em parte essencial da própria natureza, além de torná-lo tão independente da existência material que nem mesmo o próprio Hades pode controlá-lo – quanto mais um simples Juiz de seu exército – logo ele não pode utilizar aquela alma como combustível para o Expurgo Tormentoso ou mesmo libertá-la, pois isto só vai ocorrer se a própria Garudapurana for destruída. Por sua sujeição aos deuses e não ter o Nono Sentido desperto, Aires não pode se opor á intervenção divina sobre sua Arma – ainda mais quando for do próprio Imperador dos Mortos – do contrário seria uma grande ameaça ao próprio, que teria sua autoridade e onipotência seriamente questionadas; criaturas com pelo menos um lampejo do Oitavo Sentido não estão sujeitas á “drenagem” paulatina de seu espírito, como ocorre em casos de aprisionamento, logo elas só podem ser efetivamente seladas quando for derrotada por esta arma. O sucesso do aprisionamento ou selamento de uma alma fica a critério do narrador.[/color][/spoiler] [spoiler=Habilidades]NAGANTAKA: DESTRUIDOR DE SERPENTES Descrição: Descendente da raça dos soberanos do sol, Aires é, de nascença, inimigo mortal de todas as criaturas noturnas e traiçoeiras, as descendentes da raça dos soberanos da lua, portanto, em seu sangue, corre a herança dos seus ancestrais, e do seu pai maior, o sol, que lhe permite sentir a presença do inimigo a uma grande distância, além de identificar os típicos sentimentos relacionados às práticas cretinas destas criaturas desprezíveis, além de ter melhor desempenho no combate por conhecer suas formas traiçoeiras de atacar. Efeito: Por seu dom natural, Aires é capaz de sentir tendências malignas e caóticas ao seu redor, além de ser dotado duma forte intuição que lhe permite detectar intenções e pensamentos que sejam relacionados à mentira, à traição e outros domínios dos descendentes da lua. Além disso, pelo instinto natural de sua origem, ele tem maior facilidade para detectar e evitar ataques traiçoeiros, neutralizar venenos e evitar poderes que visem enganar seus sentidos, fazendo-o ver ou acreditar em algo que não existe ou que não é verdade. O narrador deverá determinar os momentos em que isto acontece. CONSTITUIÇÃO AVANÇADA Descrição: Os descendentes da raça solar são representados pela garuda, a ave da força e montaria pessoal do deus Vishnu, portanto os soberanos do sol têm, em sua maioria, constituição corporal avantajada: são mais resistentes e fortes que a média, mas o seu apego à solidez dos corpos e a rigidez de suas idéias torna seus corpos pouco ágeis e flexíveis, diferente dos soberanos da lua, que tendem a ser incrivelmente evasivos, maleáveis e pouco resistentes. Efeito: Para o padrão dos juízes – e outros personagens que tenham o seu nível - Aires é cerca de 1.7 vezes mais resistente fisicamente e mais forte também, podendo erguer muito mais peso que a média e suportar flagelações que com certeza reduziriam alguém de escala igual ou inferior a uma criança chorona. Tanto foco no corpo torna Aires pouco ágil e pouco veloz, numa margem de 1.3 vezes menos que alguém do seu nível de poder, portanto ele também é mais lento e desajeitado, sendo difícil, para ele, realizar manobras acrobáticas ou mesmo acelerar à velocidade máxima permitida ao seu nível, necessitando de mais esforço que a média para atingir tal escala de velocidade de movimento ou de ataque. Estas restrições se aplicam ao poder de voar do juiz: ele pode voar por mais tempo e carregar mais coisas enquanto voa, mas não é tão veloz ou tão ágil. Pelo poder que desenvolveu desde que se tornou juiz, Aires superou boa parte das restrições relacionadas a estas alterações corporais, daí vem a margem comparativa desproporcional, que significa exatamente este progresso que teve ao longo dos cinco anos que se passaram. NERVOS DE AÇO Descrição: Graças a sua resistência e a sua devoção àquilo que faz, Aires é um homem que parece ter uma reserva extra de energia que esvazia quando precisa: ele é capaz de receber diversas flechadas no peito, sentir a dor excruciante, tirá-las numa só pegada e continuar correndo mesmo se esvaindo em sangue (claro que ele vai tombar logo depois em plena exaustão, mas “são apenas ferimentos superficiais. A glória que vem com a vitória é o cicatrizante perfeito”). Efeito: O Espectro de Garuda consegue suportar melhor os efeitos da dor e do cansaço, dando a impressão que não é afetado por estes, mas esta resistência é meramente psicológica: enquanto ele recebe dano e gasta energia, ainda é capaz de se manter de pé por algum tempo, resistindo às dores da exaustão e dos ferimentos. Em termos mais práticos, é como se ele fosse capaz de suportar estas limitações numa margem de 1.7 vezes mais que alguém do próprio rank. Logicamente, este poder tem um limite, e nem sempre poderá funcionar porque quem dará a última palavra sobre ela é o narrador, mas serve para impedir maiores danos com ataques vitais e outros tipos de ferimentos mais graves. LANCEIRO Descrição: Treinado com sua arma principal, a lança, Aires é tem grande familiaridade com este tipo de arma, sendo capaz de confeccionar um exemplar mais rústico com objetos triviais, além de ser exímio combatente com esse tipo de arma que não chega a ser útil apenas em combate. Efeito: Por sua familiaridade com Lanças, Aires pode improvisar uma arma deste tipo com instrumentos simples e rústicos, mas não com a mesma resistência da sua, dependendo do material utilizado, além disso, ele pode realizar tarefas complicadas com a sua lança para torná-las mais fáceis, como atingir um inimigo à distância, arremessar algo a certa distância, fazer uma apresentação artística, sobreviver numa floresta, etc. Logicamente, coisas muito absurdas para se fazer com uma lança não poderão ser feitas. DESCENDENTE DOS SOBERANOS DA RAÇA SOLAR Descrição: Aires não tem propriedade cósmica definida, isto porque ele preferiu não se apegar a um estilo de uso cósmico em específico, mas sim no uso do cosmo como um todo, na esperança de, um dia, conhecer todas as formas de manifestação deste, mas isto não fez diferença à sua herança natural pela descendência divina dele. Sendo um dos Descendentes dos Soberanos da Raça Solar, ele é mais resistente a variações de temperatura, pois sua chama está sempre acesa, e o sol não será apagado; ele dificilmente sucumbe a ilusões e tem o olhar apurado duma águia, tornando truques que envolvam fótons e cegueira por luz mais difíceis de ter sucesso. Efeito: Basicamente, por sua natureza, Aires é mais resistente à temperaturas extremas, tanto para negativa quanto positiva, resguardados os limites do seu nível e o aceitável a ser superado do mesmo para efeitos de resistência. Graças a este poder, ele pode resistir melhor tanto ao frio quanto ao calor. O narrador deve analisar as condições da situação, as informações da ficha e toda e qualquer outra característica relevante para determinar qual o limite que Aires agüenta. Poderes que envolvam o domínio da luz, como cores, brilhos e projeções ilusórias, têm maior dificuldade em afetá-lo graças a este poder, afinal, as características mais marcantes do sol são, exatamente, a luz e o calor, logo ele dificilmente será ofuscado ou enganado com truques de luz. Por seu grande poder e familiaridade com estes dois elementos, poucas criaturas menores que uma divindade são capazes de efetivamente enganá-lo ou afetá-lo com estes poderes. Esta resistência não é cumulativa com a habilidade “Constituição Avançada” ou com a “Nervos de Aço”, sendo que estas, dada a existência desta habilidade, não abrangem o domínio das variações de temperatura ou de poderes relacionados à luz. [/spoiler] |
| [align=center]Coming Soon...[/align] | |
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| Narrador Principal | Feb 18 2012, 09:03 PM Post #5 |
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Aires sentiu a malícia vinda daquelas criaturas. Elas realmente não tinham quaisquer traços "humanos". Eram entidades há muito perdidas, e que só eram mencionadas em lendas. Com longas asas, corpo feminino humanóide, porém terríveis garras no dos pés, os seres abomináveis que cercavam o juiz eram as míticas Harpias. Havia seis delas, e vinham atacar Aires com uma gana incrível. ![]() Porém, o juiz transformou-se na majestosa figura do Sol, fazendo com que as Harpias recuassem num primeiro momento e chiassem de dor, devido ao calor intenso. Algumas delas pareceram ofuscadas pela cegueira e, vendo a barreira ser criada, começaram a chiar intensamente. Uma delas fazendo isso apenas não causaria quaisquer problemas ao juiz, mas todas ao mesmo tempo geravam um ataque cósmico, que ele pôde perceber. Se não fizesse nada, ele seria ferido e, muito provavelmente, perderia sua audição. O que o juiz faria a seguir? As criaturas pareciam manter uma distância de 20 metros dele, e não ameaçavam arremeter por enquanto. [spoiler=Dados da Batalha] Aires - Vitalidade: 100% - Vitalidade do Traje: 100% - Cosmo-Energia: 96% Harpia 1 - Vitalidade: 80% - Cosmo-Energia: 95% Harpia 2 - Vitalidade: 80% - Cosmo-Energia: 95% Harpia 3 - Vitalidade: 80% - Cosmo-Energia: 95% Harpia 4 - Vitalidade: 80% - Cosmo-Energia: 95% Harpia 5 - Vitalidade: 80% - Cosmo-Energia: 95% Harpia 6 - Vitalidade: 80% - Cosmo-Energia: 95% Observação de Combate: Aires recupera 3% de cosmo por turno; Harpias recuperam 1% de cosmo por turno.[/SPOILER] |
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| Aires | Feb 19 2012, 07:28 PM Post #6 |
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Aquele chiado era terrível! Aires avançou contra as criaturas, mas elas iniciaram um ataque sonoro que quase o fazia perder os sentidos - em especial a audição; ele levou as mãos aos ouvidos e urrou de dor, mas aquilo não era o suficiente para segurá-lo. O Juiz de Garuda não tinha tempo a perder com aquelas criaturas, e precisava agir rápido sem se cansar muito, pois não sabia quem era o possível sequestrador da esposa do Imperador. Lutando contra aquele efeito terrível, Aires aproveitou o fato delas estarem tão atordoadas quando ele - graças á luz solar - e arremeteu em alta velocidade para tentar se afastar delas e, enfim, poder escapar dali. O juiz sabia que as harpias podiam vir atrás dele, caso fosse apenas para cima, então ele tentou atingir uma altura considerável - pelo menos 150m de altura - e então sair voando em sua velocidade máxima. Em outra situação ele não tentaria escapar, mas quanto mais tempo ele passava ali, mais demorava a cumprir sua missão, e maiores riscos a deusa Perséfone estaria correndo.
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| [align=center]Coming Soon...[/align] | |
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| Narrador Principal | Feb 19 2012, 10:25 PM Post #7 |
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O juiz percebeu, a tempo, que seria desvantajoso ficar e batalhar com as harpias. Logo, sua velocidade de vôo foi o bastante para se afastar delas e, como ele era naturalmente mais veloz, não teve problemas para escapar. Quando já estava passando pelo cume da montanha que havia detectado ao longe, Aires notou que as harpias haviam desistido de vez. Porém, uma presença sinistra e incrivelmente veloz deixou-o atônito. Ele parou, em guarda, alertado pela cosmo-energia que o deixava tenso. E foi então que viu uma veloz criatura cruzar os céus e parar à sua frente, relativamente próxima (embora não o bastante para ser afetada pela Corpo Solar). Era também uma harpia. Mas não era como as outras. ![]() Dela, parecia que não havia escapatória. Era uma harpia-rainha. Então, Aires lembrou da lenda das harpias. Elas sempre vinham em grupos de sete, o que deveria ter alertado o juiz sobre a presença de apenas seis atacando-o. Uma mais forte estava à espreita, só esperando o desenrolar da batalha anterior. E o juiz percebia que aquela harpia parecia ser tão rápida quanto ele. Ela provavelmente não o deixaria fugir. Aires ainda teria alguma carta na manga para evitá-la? [spoiler=Dados da Batalha] Aires - Vitalidade: 100% - Vitalidade do Traje: 100% - Cosmo-Energia: 94% Harpia-Rainha - Vitalidade: 100% - Cosmo-Energia: 100% Observação de Combate: Aires recupera 3% de cosmo por turno; Harpia-Rainha recupera 2% de cosmo por turno.[/SPOILER] |
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| Aires | Feb 20 2012, 01:08 AM Post #8 |
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O sol estava nascendo: o Corpo Solar estava ficando mais intenso, e Aires sentia isso, ao mesmo tempo que aquela presença terrível - que rivalizava com seu cosmo - recebia uma identidade, que era da Rainha Harpia, uma criatura atroz, mas que parecia ser a mais fraca naquele mundo terrível. No momento que viu seu novo inimigo, Aires arregalou os olhos, surpreso com o poder dela, e então imaginou que, se AQUILO tinha o mesmo poder que o seu, e provavelmente não era a única por ali - seria uma das criaturas mais fracas daquela dimensão - ele não ia querer nem ver quais seriam as mais poderosas... Definitivamente, aquela Harpia não poderia ser deixada para trás, mas ele também não tinha tempo a perder com ela, então a ficou observando por baixo de seu manto de luz por alguns momentos, até que apontou sua lança na direção dela e apertou os olhos, em pura determinação. - Saia do meu caminho, criatura das trevas! EU ORDENO! Ao ordenar àquela Harpia que saísse de seu caminho, Aires realizou um esforço mediano-baixo de cosmo para tentar ativar o Selo Imperial nela, pois assim o monstro estaria mais vulnerável ao Corpo Solar e seus efeitos, além disso, seria mais fácil evitá-la, por consequência gastaria menos cosmo e estaria mais preparado para um eventual conflito contra o raptor de Perséfone. [spoiler=Técnica utilizada]SELO IMPERIAL Categoria: Estado Descrição: Concentrando o cosmo em suas mãos, Aires realiza um desgaste mediano de cosmo para criar uma pequena esfera que, quando acerta o seu alvo numa distância máxima de 150m, imediatamente adere à superfície e penetra nesta, criando o desenho dourado duma espada cruzando um sol. Quando aparece armadura, os efeitos estéticos são os mesmos, e aparentemente não é possível remover a vestimenta quando isto ocorre, mas é possível se livrar da marca realizando desgaste de nível semelhante ao que Aires realizou, mas apenas para este propósito, além disso, o Selo não é algo superficial, mas sim como uma tatuagem, e inicia imediatamente uma relação simbiótica com o hospedeiro, se alimentando de sua energia cósmica – que não é pouca mesmo em criaturas sem cosmo desperto – sem causar dano real, uma quantidade ínfima, apenas o suficiente para se manter ali, portanto a sua duração é, virtualmente, até que a morte os separe. Esta marca só pode ser usada em adversários, nunca em alguém que está sob juramento de lealdade ao Imperador Hades ou que não tenha cometido algum ato que seja, aos olhos do Juiz de Garuda, um crime passível de punição. Efeito: Quando conjurado o Selo Imperial sobre algo ou alguém, este alvo ganha um tipo de personalidade única, onde todos os elementos presentes em seu corpo se tornam parte dele, algo quase indivisível que partilha de todas as conseqüências deste estigma sagrado, por isso que, quando se marca um adversário sem armadura, ele fica impedido de vesti-la até que consiga se livrar dele, e quando recebe esta técnica com sua veste sagrada protegendo o corpo, ele não pode retirá-la até que a marca seja destruída, ou que um dos dois morra. Para realizar o cancelamento dos efeitos desta técnica, a vítima precisa realizar esforço cósmico (gasto cósmico, que vai variar conforme a resistência cósmica que Aires quiser atribuir á sua técnica) equivalente ao do Juiz de Garuda – sem qualquer nivelamento de rank – e deve realizar esta tarefa com o único objetivo de se livrar da marcação, logo não é apenas utilizar uma técnica de gasto alto que fará o Selo desaparecer, pois como dito antes, ele mantém uma relação quase simbiótica com a vítima. O poder do Selo Imperial vai muito além de simplesmente marcar sua vítima: ao marcá-la, a ligação do selo com o cosmo de Aires não é quebrada em momento algum, muito pelo contrário, portanto ele vai atrair as manifestações cósmicas do juiz, mas ele pode optar por não ceder à atração quando utilizar uma técnica benéfica e acabar sendo traído pela própria técnica. Em suma, o selo vai aumentar a margem de acerto das técnicas contra o alvo, vai torná-lo mais vulnerável aos seus efeitos secundários e ao dano; para isto, graças ao caráter variável do gasto cósmico a ser empregado no seu uso, a margem básica de melhoria das chances é a mesma que consta na tabela de danos: • Gasto Muito Baixo - 3% a 5% de melhoria do acerto e aumento da vulnerabilidade; • Gasto Baixo - 6% a 11% de melhoria do acerto e aumento da vulnerabilidade; • Gasto Mediano-Baixo - 12% a 17% de melhoria do acerto e aumento da vulnerabilidade; • Gasto Mediano - 18% a 23% de melhoria do acerto e aumento da vulnerabilidade; • Gasto Mediano-Alto - 24% a 29% de melhoria do acerto e aumento da vulnerabilidade; • Gasto Alto - 30% a 37% de melhoria do acerto e aumento da vulnerabilidade; • Gasto Muito Alto - 38% a 50% de melhoria do acerto e aumento da vulnerabilidade. Com relação ao aumento de dano, os valores da tabela não são aplicados, pois quem vai determinar o quanto de dano é aumentado na situação é o narrador, justificando com base no rank do personagem, gasto cósmico utilizado na técnica do Selo Imperial e outros elementos que arbitrar como determinantes no momento. É necessário observar também os sentidos despertos da vítima, pois como determinam o nível de domínio e conhecimento acerca do cosmo que possuem, isto pode vir a aumentar ou reduzir as margens básicas aqui determinadas, porém isto fica a cargo do narrador, com a devida fundamentação na situação em si.[/spoiler] [spoiler=Técnica Ativa]CORPO SOLAR Categoria: Ofensiva e Estado Descrição: Quando as trevas da ambição e a noite triunfam sobre a Terra, com seus humanos rastejantes e sedentos pela luz, Aires deverá mostrar o preço da ambição deles, queimando seus olhos ansiosos pela verdade grande demais para seus pequenos cérebros humanos, e seus pés por trilharem o mesmo caminho que ele e os deuses trilham. Ativando o Corpo Solar, ele mostra aos humanos ao seu redor que tentar ser maiores que os deuses só os cegará de ambição e lhes deixará de pés queimados, impossibilitados de seguir adiante. Efeito: Com esta técnica, Aires cria uma cortina de luz e calor que o cobre completamente, como um véu, e toma o seu corpo completamente; esta cortina irradia uma grande quantidade de luz e calor por uma área de 60m de raio, causando maiores danos e desconforto à medida que as vítimas se aproximam do juiz. De duração bastante peculiar, esta técnica tem início com um gasto baixo de cosmo e pode ser mantida por até doze turnos no total, sendo que até o sexto turno haverá um aumento gradativo do esforço cósmico necessário para manter a técnica ativa, e a partir daí ela parece atingir o seu “limite”, daí pára de receber energia cósmica até completar os doze turnos completos. Para ficar mais claro como se dá este aumento, segue a tabela discriminatória dos turnos e gastos: • Primeiro turno (ativação): Gasto baixo de cosmo; • Segundo turno: Gasto baixo de cosmo; • Terceiro turno: Gasto mediano-baixo de cosmo; • Quarto turno: Gasto mediano-baixo de cosmo; • Quinto turno: Gasto médio de cosmo; • Sexto turno: Gasto médio de cosmo; • Sétimo turno: Poder equivalente ao gasto médio de cosmo – sem gasto adicional; • Oitavo turno: Poder equivalente ao gasto médio de cosmo – sem gasto adicional; • Nono turno: Poder equivalente ao gasto mediano-baixo de cosmo – sem gasto adicional; • Décimo turno: Poder equivalente ao gasto mediano-baixo de cosmo – sem gasto adicional; • Décimo primeiro turno: Poder equivalente ao gasto baixo de cosmo – sem gasto adicional; • Décimo segundo turno (final): Poder equivalente ao gasto baixo de cosmo – sem gasto adicional. Como é possível perceber, esta técnica funciona de forma parecida á trajetória do sol desde o alvorecer até o crepúsculo, onde os seis primeiros turnos representam o período do alvorecer até o meio-dia – sol a pino – e a partir do sétimo turno é a queda de seu poder – até que desapareça no horizonte. Os efeitos desta técnica são de cegueira e dano por calor: a cortina tem sua face interna em temperatura normal, enquanto que a externa lança raios ultravioleta capazes de cegar quem se aproximar demais ou tiver a visão muito aguçada. O narrador deve determinar quanto de dano as vítimas sofrem e o quanto dura a cegueira delas. Apesar deste revestimento não oferecer qualquer resistência extra, por sua altíssima temperatura e pela luminosidade, ela torna difícil a aproximação ao Juiz de Garuda, além disso, o calor emanado pode causar queimaduras externas em vários graus, assim como pode causar dano ao incauto que tentar atacá-lo fisicamente, ou mesmo agarrá-lo... enfim, que tente qualquer forma de contato físico com Aires. Contra alvos marcados com o Selo Imperial, como sempre, as possibilidades de queimadura e a sensação de desconforto se tornam bem maiores, pois a criatura marcada sente o calor externo – o Corpo Solar – e o Selo reagindo com o do Juiz, que está emanando a energia; neste processo, há a extensão dos danos – que antes vinham do ambiente externo ao interno (corpo) e agora são, simultaneamente, internos e externos. As chances de ficar cego são maiores, sendo esta cegueira, na maioria das vezes deste caso em específico, permanente, diferente do convencional, que vai depender muito da proximidade, da resistência do adversário e da quantidade de gasto cósmico empregado na realização do Selo Imperial – conforme a tabela que consta na referida técnica.[/spoiler]
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| Narrador Principal | Feb 20 2012, 05:01 PM Post #9 |
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A tática de Aires, ao menos a princípio, parecia correta, já que a Harpia não tentou se esquivar em momento algum. O Selo Imperial afetou-a, mas isso não deteve seu movimento. Do ar, ela executou um rasante poderoso, que visou o juiz, sem temer a técnica que nele estava ativa, o Corpo Solar, que queimou-a e causou danos às suas asas assim que ela se aproximou, mas o impacto da técnica da Harpia Rainha colocou Aires em queda livre, tirando-lhe o equilíbrio e a habilidade de vôo por alguns instantes. Como ele estava concentrado demais nas outras técnicas, não conseguiu defender-se com o Mazda, ou aproveitar o momento para executar um ataque oportuno com a Garudapurana. A voracidade dela pegou-o de surpresa. O juiz ainda conseguiu se recuperar, mas não evitar a colisão com a montanha, que produziu um grande ruído, além do desmoronamento de algumas rochas, que cobriram-no. Ele facilmente sairia dali, mas havia perdido algum tempo, e talvez não conseguisse perceber imediatamente onde estaria a Harpia em seguida. [spoiler=Técnica Utilizada] Nome da Técnica: Rasante Tenaz Categoria: Ofensiva Descrição: Durante sua levitação, ela lança os braços para trás, gritando o nome da técnica. Com isso, ela investe com velocidade e força contra seu alvo. Enquanto ela gira no ar durante o rasante, a cosmo-energia se manifesta, engolfando-a e transformando-a em uma espiral rosácea em descendente. Quando atinge o inimigo, tira-o do chão, arremessando-o pro ar e jogando-o alguns metros para trás. Se o inimigo demorar a se recuperar, ela avança novamente com a mesma técnica, sem dar-lhe descanso. Efeito: É a técnica principal da Harpia-Rainha, causando dano mediano a alvos de mesmo nível e bastante dano (podendo matar) a alvos mais fracos. Sendo um ataque físico, pode ser defendido com alguns artefatos especiais (como os escudos das armaduras de Perseu e Dragão), mas causará sérias avarias aos mesmos (a critério do Narrador). A distância que o rasante pode cobrir equivale a cerca de 200 metros, mas ela deve descrever uma parábola (movimento descendente, movimento reto e depois movimento ascendente) para conseguir alcançar a distância máxima. O gasto de cosmo-energia é mediano.[/SPOILER] [spoiler=Dados da Batalha] Aires - Vitalidade: 85% - Vitalidade do Traje: 95% - Cosmo-Energia: 85% Harpia-Rainha - Vitalidade: 84% - Cosmo-Energia: 89% Observação de Combate: Aires recupera 3% de cosmo por turno; Harpia-Rainha recupera 2% de cosmo por turno.[/SPOILER] |
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| Aires | Feb 20 2012, 05:35 PM Post #10 |
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Demi-God of STRENGHT (?)
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Aquela colisão podia tê-lo tirado do vôo, mas a briga era de duas aves de rapina: a Garuda e a Harpia. Erguendo-se dos escombros, Aires já tinha consciência do Selo na criatura, então preferiu respirar fundo e tentar sentir seus movimentos, enquanto usava a própria Visão da Rapina para rastreá-la, caso fosse necessário. Quando percebeu a presença do inimigo, sua face tornou-se mais séria. - Hora do Castigo. Imediatamente, Aires utilizou o Castigo Imperial para ativar o cosmo presente no Selo, e assim causaria dano ao adversário, assim como atrasaria seus movimentos e permitiria que o juiz enfim se voltasse á ela - que provavelmente emitiria um grito bem familiar ao sentir o cosmo solar do juiz consumi-la. - Está acabado... Com um forte impulso nas rochas, Aires avançou contra a criatura atordoada, aproveitando as vantagens que o Selo lhe conferiam, e buscou acertá-la com a Garudapurana em cheio, e desta forma poderia selar a sua alma ao deixá-la próxima o suficiente para receber os danos tanto da arma quanto do Corpo Solar, que naquele momento se aproximava ainda mais do seu ápice, logo os danos á ela seriam o suficiente para acabar com aquela luta de uma vez por todas. [spoiler=Técnica utilizada]CASTIGO IMPERIAL Categoria: Estado Descrição: Técnica essencialmente defensiva, com um toque de ofensiva, só pode ser utilizada no turno de defesa do Juiz por necessitar de ação prévia do adversário, além disso, ele deve estar com o Selo Imperial em seu corpo, ou em sua armadura; pode ser lançada num raio de até 150m, o mesmo da técnica anterior, e exige pouco esforço cósmico por parte de Aires, pois a energia utilizada na conjuração do Selo Imperial é que determinará qualquer eventual dano causado ou efeito secundário produzido, e este esforço cósmico é apenas para ativar a energia. Efeito: Como todos sabem, mesmo a mínima manobra sobre-humana gasta cosmo ou em quantidade mais elevada, ou em quantidade mínima, quase ínfima, e é partindo deste princípio que Aires ativa sua técnica apenas quando o adversário realiza, previamente, uma manobra qualquer, não necessariamente ofensiva: o Selo emite um brilho avermelhado incrivelmente intenso e começa a consumir parte do cosmo gasto pela vítima, obrigando-a a dobrar seus esforços e alterando muito o quanto ela precisa desprender de cosmo e o quão deve se esforçar, transformando mesmo a tarefa mais básica em algo consideravelmente mais difícil e tormentoso. O Castigo Imperial se manifesta exatamente como o cansaço pelo uso de cosmo: dores nervosas, rompimento de capilares, veias e artérias, refluxo gástrico... enfim, todos os efeitos da exaustão normal com requintes de dor e sofrimento para exatamente coibir qualquer ato mais violento ou qualquer resistência às ordens do Juiz de Garuda – e o narrador deverá determinar a intensidade, assim como a ordem que ocorrem, segundo a quantidade de cosmo empregado na utilização do Selo Imperial, afinal esta técnica objetiva a ativação dos efeitos coercitivos da energia empregada na referida técnica.[/spoiler] [spoiler=Técnicas Ativas]SELO IMPERIAL Categoria: Estado Descrição: Concentrando o cosmo em suas mãos, Aires realiza um desgaste mediano de cosmo para criar uma pequena esfera que, quando acerta o seu alvo numa distância máxima de 150m, imediatamente adere à superfície e penetra nesta, criando o desenho dourado duma espada cruzando um sol. Quando aparece armadura, os efeitos estéticos são os mesmos, e aparentemente não é possível remover a vestimenta quando isto ocorre, mas é possível se livrar da marca realizando desgaste de nível semelhante ao que Aires realizou, mas apenas para este propósito, além disso, o Selo não é algo superficial, mas sim como uma tatuagem, e inicia imediatamente uma relação simbiótica com o hospedeiro, se alimentando de sua energia cósmica – que não é pouca mesmo em criaturas sem cosmo desperto – sem causar dano real, uma quantidade ínfima, apenas o suficiente para se manter ali, portanto a sua duração é, virtualmente, até que a morte os separe. Esta marca só pode ser usada em adversários, nunca em alguém que está sob juramento de lealdade ao Imperador Hades ou que não tenha cometido algum ato que seja, aos olhos do Juiz de Garuda, um crime passível de punição. Efeito: Quando conjurado o Selo Imperial sobre algo ou alguém, este alvo ganha um tipo de personalidade única, onde todos os elementos presentes em seu corpo se tornam parte dele, algo quase indivisível que partilha de todas as conseqüências deste estigma sagrado, por isso que, quando se marca um adversário sem armadura, ele fica impedido de vesti-la até que consiga se livrar dele, e quando recebe esta técnica com sua veste sagrada protegendo o corpo, ele não pode retirá-la até que a marca seja destruída, ou que um dos dois morra. Para realizar o cancelamento dos efeitos desta técnica, a vítima precisa realizar esforço cósmico (gasto cósmico, que vai variar conforme a resistência cósmica que Aires quiser atribuir á sua técnica) equivalente ao do Juiz de Garuda – sem qualquer nivelamento de rank – e deve realizar esta tarefa com o único objetivo de se livrar da marcação, logo não é apenas utilizar uma técnica de gasto alto que fará o Selo desaparecer, pois como dito antes, ele mantém uma relação quase simbiótica com a vítima. O poder do Selo Imperial vai muito além de simplesmente marcar sua vítima: ao marcá-la, a ligação do selo com o cosmo de Aires não é quebrada em momento algum, muito pelo contrário, portanto ele vai atrair as manifestações cósmicas do juiz, mas ele pode optar por não ceder à atração quando utilizar uma técnica benéfica e acabar sendo traído pela própria técnica. Em suma, o selo vai aumentar a margem de acerto das técnicas contra o alvo, vai torná-lo mais vulnerável aos seus efeitos secundários e ao dano; para isto, graças ao caráter variável do gasto cósmico a ser empregado no seu uso, a margem básica de melhoria das chances é a mesma que consta na tabela de danos: • Gasto Muito Baixo - 3% a 5% de melhoria do acerto e aumento da vulnerabilidade; • Gasto Baixo - 6% a 11% de melhoria do acerto e aumento da vulnerabilidade; • Gasto Mediano-Baixo - 12% a 17% de melhoria do acerto e aumento da vulnerabilidade; • Gasto Mediano - 18% a 23% de melhoria do acerto e aumento da vulnerabilidade; • Gasto Mediano-Alto - 24% a 29% de melhoria do acerto e aumento da vulnerabilidade; • Gasto Alto - 30% a 37% de melhoria do acerto e aumento da vulnerabilidade; • Gasto Muito Alto - 38% a 50% de melhoria do acerto e aumento da vulnerabilidade. Com relação ao aumento de dano, os valores da tabela não são aplicados, pois quem vai determinar o quanto de dano é aumentado na situação é o narrador, justificando com base no rank do personagem, gasto cósmico utilizado na técnica do Selo Imperial e outros elementos que arbitrar como determinantes no momento. É necessário observar também os sentidos despertos da vítima, pois como determinam o nível de domínio e conhecimento acerca do cosmo que possuem, isto pode vir a aumentar ou reduzir as margens básicas aqui determinadas, porém isto fica a cargo do narrador, com a devida fundamentação na situação em si. CORPO SOLAR Categoria: Ofensiva e Estado Descrição: Quando as trevas da ambição e a noite triunfam sobre a Terra, com seus humanos rastejantes e sedentos pela luz, Aires deverá mostrar o preço da ambição deles, queimando seus olhos ansiosos pela verdade grande demais para seus pequenos cérebros humanos, e seus pés por trilharem o mesmo caminho que ele e os deuses trilham. Ativando o Corpo Solar, ele mostra aos humanos ao seu redor que tentar ser maiores que os deuses só os cegará de ambição e lhes deixará de pés queimados, impossibilitados de seguir adiante. Efeito: Com esta técnica, Aires cria uma cortina de luz e calor que o cobre completamente, como um véu, e toma o seu corpo completamente; esta cortina irradia uma grande quantidade de luz e calor por uma área de 60m de raio, causando maiores danos e desconforto à medida que as vítimas se aproximam do juiz. De duração bastante peculiar, esta técnica tem início com um gasto baixo de cosmo e pode ser mantida por até doze turnos no total, sendo que até o sexto turno haverá um aumento gradativo do esforço cósmico necessário para manter a técnica ativa, e a partir daí ela parece atingir o seu “limite”, daí pára de receber energia cósmica até completar os doze turnos completos. Para ficar mais claro como se dá este aumento, segue a tabela discriminatória dos turnos e gastos: • Primeiro turno (ativação): Gasto baixo de cosmo; • Segundo turno: Gasto baixo de cosmo; • Terceiro turno: Gasto mediano-baixo de cosmo; • Quarto turno: Gasto mediano-baixo de cosmo; • Quinto turno: Gasto médio de cosmo; • Sexto turno: Gasto médio de cosmo; • Sétimo turno: Poder equivalente ao gasto médio de cosmo – sem gasto adicional; • Oitavo turno: Poder equivalente ao gasto médio de cosmo – sem gasto adicional; • Nono turno: Poder equivalente ao gasto mediano-baixo de cosmo – sem gasto adicional; • Décimo turno: Poder equivalente ao gasto mediano-baixo de cosmo – sem gasto adicional; • Décimo primeiro turno: Poder equivalente ao gasto baixo de cosmo – sem gasto adicional; • Décimo segundo turno (final): Poder equivalente ao gasto baixo de cosmo – sem gasto adicional. Como é possível perceber, esta técnica funciona de forma parecida á trajetória do sol desde o alvorecer até o crepúsculo, onde os seis primeiros turnos representam o período do alvorecer até o meio-dia – sol a pino – e a partir do sétimo turno é a queda de seu poder – até que desapareça no horizonte. Os efeitos desta técnica são de cegueira e dano por calor: a cortina tem sua face interna em temperatura normal, enquanto que a externa lança raios ultravioleta capazes de cegar quem se aproximar demais ou tiver a visão muito aguçada. O narrador deve determinar quanto de dano as vítimas sofrem e o quanto dura a cegueira delas. Apesar deste revestimento não oferecer qualquer resistência extra, por sua altíssima temperatura e pela luminosidade, ela torna difícil a aproximação ao Juiz de Garuda, além disso, o calor emanado pode causar queimaduras externas em vários graus, assim como pode causar dano ao incauto que tentar atacá-lo fisicamente, ou mesmo agarrá-lo... enfim, que tente qualquer forma de contato físico com Aires. Contra alvos marcados com o Selo Imperial, como sempre, as possibilidades de queimadura e a sensação de desconforto se tornam bem maiores, pois a criatura marcada sente o calor externo – o Corpo Solar – e o Selo reagindo com o do Juiz, que está emanando a energia; neste processo, há a extensão dos danos – que antes vinham do ambiente externo ao interno (corpo) e agora são, simultaneamente, internos e externos. As chances de ficar cego são maiores, sendo esta cegueira, na maioria das vezes deste caso em específico, permanente, diferente do convencional, que vai depender muito da proximidade, da resistência do adversário e da quantidade de gasto cósmico empregado na realização do Selo Imperial – conforme a tabela que consta na referida técnica.[/spoiler]
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| Narrador Principal | Feb 21 2012, 06:04 PM Post #11 |
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OFF: Uma vez que Aires fez duas ações, considerarei a narrativa para dois turnos. Assim que Aires executou o Castigo Imperial, a Harpia-Rainha se contorceu e começou a gritar. O Corpo Solar de Aires queimava cada vez mais a infeliz Harpia, e agora, com sua luz aumentada, também ofuscava-a, não deixando-a focalizar direito o Juiz. Foi nesse momento que ele percebeu que era perfeito. Ele deveria atacar com a Garudapurana e aproveitar que a harpia estava enfraquecida. Porém, assim que ele avançou, um grito estridente ecoou, e uma cacofonia de ondas sônicas preencheu uma grande área logo à frente da harpia, acertando Aires e ferindo-o. Era uma técnica poderosa, mas a vontade do Juiz era muito maior. Garuda continuou avançando, sem se importar com nada, visando apenas empalar a maldita criatura. E a satisfação percorreria seu rosto quando a lâmina do artefato venceu a carne pérfida da criatura. Todavia, a malícia no Tártaro era quase infinita, e Aires percebeu que a criatura não se entregaria facilmente. Ela segurou a arma pelo cabo, mantendo-a dentro de si por um instante, pegando Aires totalmente de surpresa. As ondas sônicas em cone, que já eram violentas, ficaram ainda mais vorazes, e Aires não conseguiu segurar-se mais na arma, sendo expulso com violência e perdendo o equilíbrio de vôo, caindo novamente na face da montanha, abrindo uma cratera com o impacto. Sua surplice já começava a apresentar algumas rachaduras mais graves, e o sangue vertia em um ferimento que o juiz adquirira no pescoço. Uma dor aguda nas costas indicava que uma de suas vértebras havia se rompido. A despeito disso, ele havia vencido a batalha. As queimaduras e ferimentos foram o bastante para a Harpia, que desistiu. A última imagem que Aires veria seria a Garudapurana aterrissando violentamente ao seu lado, cravada na montanha com a força do arremesso, e a criatura voando em fuga, totalmente estropiada. [spoiler=Técnica Utilizada (em ambos os turnos)] Nome da Técnica: Voz Titânica (Głos Tytaniczny) Categoria: Ofensiva Descrição: Gastando algum tempo para se concentrar, a Harpia começa a acumular a cosmo energia em sua garganta. Quanto mais ela acumula, mais forte é o efeito. Colocando as duas mãos em forma de “concha” para amplificar o som, ela queima seu cosmo ao máximo no momento do uso da técnica. Quando o grito é disparado, num cone que abrange uma extensa área, qualquer inimigo que estiver na mesma é quase que instantaneamente jogado para trás violentamente. Cavaleiros e oponentes mais fracos têm suas armaduras bastante danificadas (a critério do Narrador), enquanto a pele é extirpada violentamente de seus corpos pela onda de som (a critério do Narrador), arrebatando-os. Oponentes de mesmo nível sofrem avarias em suas armaduras, podendo até mesmo serem aniquilados pela técnica, caso já estejam enfraquecidos. Efeito: Causa dano em um ou mais alvos em uma área de cone, que se alonga por 150 metros em distância, embora lateralmente chegue apenas aos 75 metros. Pode chegar a matar oponentes mais fracos (causa dano alto) e enfraquece seriamente os de mesmo nível (causa dano mediano-alto), podendo causar algum dano aos mais fortes (causa dano mediano-baixo). Afeta também as armaduras, causando níveis variados de dano dependendo da resistência da armadura (e dos critérios do Narrador). Quanto mais tempo ela concentrar seu cosmo, mais forte será a técnica e maior será o gasto de cosmo-energia (portanto, o gasto varia de mediano a muito alto). [/SPOILER] [spoiler=Dados da Batalha] Aires - Vitalidade: 62% - Vitalidade do Traje: 86% - Cosmo-Energia: 71% Harpia-Rainha - Vitalidade: 4% - Cosmo-Energia: 48% Observação de Combate: Aires recupera 3% de cosmo por turno; Harpia-Rainha recupera 2% de cosmo por turno.[/SPOILER] |
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| Aires | Feb 21 2012, 06:25 PM Post #12 |
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Demi-God of STRENGHT (?)
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O desenrolar daquela batalha levou a um resultado muito próximo do esperado, mas Aires acabou recebendo mais dano que ele esperava, então se levantava com dificuldade e sentia a dor em suas costas, mas sequer podia levar uma das mãos á vertebra lesionada, pois já a usava para estancar o sangramento no pescoço. Cancelando o Corpo Solar, Aires pegou tanto o Mazda quanto a Garudapurana com a mão esquerda, enquanto a direita apertava o ferimento e, através do cosmo quente, tentava cauterizar o ferimento para vê-lo fechado. O juiz caminhava devagar na direção que Perséfone estaria; ele tentava recuperar pelo menos uma parte da fadiga, o suficiente para chegar mais inteiro ao próximo obstáculo - que com certeza devia aparecer em breve. Sua Visão da Rapina e seus sentidos o ajudariam a prever eventuais criaturas que tentassem interceptá-lo novamente. |
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| Narrador Principal | Feb 22 2012, 11:56 AM Post #13 |
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Aires sentiu que precisava diminuir o ritmo após aquele combate. Todavia, ele não teria vida fácil. O Tártaro era um lugar em que parecia praticamente impossível descansar, dada a sua natureza. Mesmo no abrigo aparentemente mais seguro, uma criatura poderia estar à espreita, só esperando o juiz baixar a guarda. De qualquer modo, as medidas que ele tomou foram eficazes, e ele evitou que o desgaste fosse maior. O problema é que ele não sabia o que teria pela frente. Somente quando atravessou a montanha e chegou ao outro lado é que teve uma exata noção de onde realmente estava. ![]() Além da cacofonia de sons, agora aquele turbilhão de imagens confundia seus sentidos. Eram tantos seres estranhos, tantas vozes, tantos acontecimentos... que Aires não sabia o que pensar. Demônios, anjos caídos, até mesmo deuses esquecidos, provavelmente, se reuniam naquele vale infernal. O cosmo de Perséfone ainda era captado pelo juiz, mas ele deveria atravessar, de alguma forma, o vale, para alcançar a montanha longínqua onde provavelmente ela estava cativa. O que ele faria? [spoiler=Atributos] Aires - Vitalidade: 65% - Vitalidade do Traje: 86% - Cosmo-Energia: 100% Observação de Combate: Aires recupera 3% de cosmo por turno.[/SPOILER] |
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| Aires | Feb 22 2012, 12:27 PM Post #14 |
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Demi-God of STRENGHT (?)
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"Não tem como dar a volta..." Aires estava numa situação bem complicada naquele momento, pois mesmo que não fossem inimigos muito poderosos - o que era bem pouco provável - ainda eram muito numerosos, e por estarem no Tártaro, nenhum deles estaria no nível de um Cavaleiro de Ouro, por exemplo, mas bem acima. O Juiz até ponderou enfrentar alguns, mas isto chamaria atenção dos outros, e seu desgaste seria ainda maior, além de eventualmente atrair outras criaturas, então a solução era voar, mas não um simples vôo, e sim um avanço em velocidade máxima para evitar ser seguido. Apesar das dores do combate anterior, Aires já sentia que parte de seu vigor já havia voltado, e seus ferimentos não estavam mais abertos, o que já era uma grande vantagem para ele. Flexionando as pernas ligeiramente, ele saltou e imediatamente buscou altura suficiente para não ser atingido facilmente por eventuais inimigos que estivessem em terra, para então iniciar seu vôo na velocidade máxima permitida ao seu rank; mesmo que viesse a ficar cansado, não seria tanto assim e chegaria até inteiro ao cativeiro de Perséfone. Novamente, seus sentidos deviam antecipá-lo dos perigos, e assim tentaria evitar maiores problemas com as criaturas do Tártaro. |
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| Narrador Principal | Feb 22 2012, 10:49 PM Post #15 |
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Ao alçar vôo, o juiz sabia que corria riscos, mas os correria de qualquer jeito se permanecesse no solo. Logo, fazia sentido e era lógico tentar ir voando. A súrplice o ajudou nesse sentido. Nos ares sentia-se um pouco mens vulnerável. Aires atravessou uma boa extensão do vale até ser notado. Todavia, quando já achava que não teria problemas, um dos vis seres, que estava apoiado em uma das rochas que se erguiam ante o riacho fervente, notou a presença e o cosmo de Aires. ![]() Logo, dezenas, talvez centenas daquelas criaturas apareceram como uma revoada vermelha e furiosa. Aires parecia ser levemente mais rápido que eles, mas o caminho mais curto, pelo que a visão de Garuda analisava, levava a um local próximo demais de um cubículo brilhante. A prisão dos titãs! Ele conseguiria escapar, mas se aproximaria dos titãs. O outro caminho restante levava a uma série de montanhas, que reduziriam sua velocidade, ao ter que se desviar delas, mas aumentava em potencial a chance de achar uma gruta onde se refugiar. O que Aires faria? Ele tinha que pensar rápido! [spoiler=Atributos] Aires - Vitalidade: 65% - Vitalidade do Traje: 86% - Cosmo-Energia: 100% Observação de Combate: Aires recupera 3% de cosmo por turno.[/SPOILER] |
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| Aires | Feb 22 2012, 11:07 PM Post #16 |
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Demi-God of STRENGHT (?)
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"Mas que inferno!", era a única coisa que se passava pela mente de Aires naquele momento; ele começava a achar aquela situação mais cômica do que grave, pois a todo instante alguém aparecia para persegui-lo, o que não era exatamente um problema porque ele ainda era mais rápido. Quando pensou que teria um pouco mais de tranquilidade, não foi mais uma aberração do tártaro que veio perturbá-lo, mas sim a prisão dos titãs que ficava logo á frente. Por um momento o coração de Aires pareceu parar, pois aquele caminho certamente o levaria direto aos braços da morte, então, sem pensar duas vezes, preferiu seguir o caminho mais longo e seguro. Quando se viu naquelas cadeias de montanhas, Aires logo pensou que seria difícil de manter a velocidade máxima, então a reduziu ao mesmo tempo que ativava o Corpo Solar novamente. - Hora de mostrar a eles o que acontece quando alguém tenta chegar perto demais do Sol... Podia estar mais lento, mas sua agilidade continuava muito boa, mesmo com seu corpo massivo, e assim ele tentava desviar dos picos das montanhas enquanto atordoava as criaturas que eventualmente tentassem atacá-lo de surpresa - ou mesmo aqueles que o perseguiam naquele momento. Com alguns giros em vôo para a esquerda no momento certo, outros para a direita e alguns momentos de arremeter, com certeza ele forçaria as criaturas a se chocarem contra os picos das montanhas e ia se livrando delas aos poucos - e aquelas que sobrassem seriam devidamente eliminadas num outro momento. |
| [align=center]Coming Soon...[/align] | |
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| Narrador Principal | Feb 23 2012, 03:46 PM Post #17 |
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Aires ativa novamente o Corpo Solar, e aparentemente está fazendo a coisa certa, já que alguns dos que estavam mais próximos se afastam. Mas as criaturas não desistem de perseguí-lo. E agora, em vez de buscar se esconder, ele virava um ponto brilhante no céu, e mais criaturas pareciam ter consciência de sua presença. Logo, pela redução de velocidade, ele seria alcançado e teria que se engalfinhar com centenas daqueles seres. Foi então que sua visão de Garuda detectou uma gruta na face de uma montanha, que era estranha. Ela parecia a boca de um imenso rosto, mas era o que havia disponível. Ele poderia se esconder ali, se fosse rápido. O problema era como ele faria isso e despistaria aquele bando de criaturas aladas ao mesmo tempo, já que o Corpo Solar o tornava bastante evidente no céu e sua velocidade tinha sido diminuída. Ele precisaria pensar em alguma coisa caso quisesse se refugiar lá a tempo, ou se preparar para enfrentar duzentos inimigos ao mesmo tempo. Emaranhar-se nas montanhas próximas era possível, já que havia vários picos próximos, mas criar uma estratégia para confundir seus captores seria muito mais difícil. ![]() [spoiler=Atributos] Aires - Vitalidade: 65% - Vitalidade do Traje: 86% - Cosmo-Energia: 96% Observação de Combate: Aires recupera 3% de cosmo por turno.[/SPOILER] |
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| Aires | Feb 23 2012, 03:57 PM Post #18 |
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Demi-God of STRENGHT (?)
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A situação ficava cada vez mais séria, e Aires começava a achar que ativar o Corpo Solar não foi uma boa idéia, mas agora não adiantava reclamar da sorte. Aquelas criaturas continuavam a persegui-lo, mesmo atordoadas pelo brilho intenso de sua técnica, e haviam mais picos á frente, além de uma estranha caverna que não parecia ser muito confiável, mas era o que estava disponível naquele momento. Existem momentos que o homem deve ser racional e sagaz, mas a força bruta é também um esforço a ser considerado, por isso Aires desativou sua técnica e tentou deixar o máximo de criaturas atrás dele; ele acelerou ao máximo que pôde para então colocar seu imenso escudo á frente do corpo e se atirar contra aquela imensa formação rochosa, assim usaria sua força semi-divina para destrui-la e atravessá-la, enquanto as criaturas - ou pelo menos a maioria delas - seriam esmagadas pelas rochas que cairiam sobre elas, enquanto as demais provavelmente ficariam para trás, atordoadas, enquanto o juiz teria tempo de se esconder naquela gruta. Caso tivesse sucesso, Aires adentraria aquela "boca" e, logo após pousar, se viraria à entrada e colocaria o escudo novamente á frente do corpo, com a lança logo acima, pronto para acertar qualquer criatura que estivesse a lhe seguir.
Edit: Gasto Mediano de cosmo para uma grande BRUTALIDADE |
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| Narrador Principal | Feb 23 2012, 04:20 PM Post #19 |
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A ideia de Aires parecia adequada. Nem quando ele desativou a técnica que mantinha ativa levantou suspeitas do que faria. A voracidade com que ele arremeteu contra a montanha, usando sua cosmo energia para furá-la como uma bala de canhão, pegou todos os seus perseguidores de surpresa. O local que ele atravessou ruiu e o pico despencou, desmoronando outras partes da montanha também, fazendo um estrago inimaginável. Poeira foi levantada e a confusão foi generalizada, dando tempo ao juiz de rumar para a estranha caverna. Ele se posicionou para combater, mas não era necessário. Os inimigos que restavam avançaram, mas assim que chegaram próximo e identificaram a caverna, recuaram e fugiram em desespero. Foi no mesmo instante que Aires percebeu que talvez tivesse cometido um erro maior do que permanecer no ar. Ele sentiu a cosmo-energia de um deus ali dentro. Quando ele se virou para encarar quem estava ali, viu uma figura estranha e bastante incomum. ![]() Era uma criatura cinzenta, com asas ósseas e aparentemente sem feição. Ela trajava um manto com capuz e não parecia ter pés. Todavia, a sensação que ela fazia Aires sentir era quase a mesma que Hades. Tinham a mesma essência, o mesmo aspecto, embora não o mesmo poder. Aquele ser, que trazia consigo uma foice, levava a morte consigo. Apesar de talvez imaginar que aquele seria um oponente, o estranho ser não pareceu agressivo. Sua voz rouca e distante foi ouvida pelo juiz, iniciando uma comunicação. - Olá, juiz dos mortos... quem diria que um dia eu receberia uma visita tão peculiar... [spoiler=Atributos] Aires - Vitalidade: 65% - Vitalidade do Traje: 86% - Cosmo-Energia: 89% Observação de Combate: Aires recupera 3% de cosmo por turno.[/SPOILER] |
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| Aires | Feb 23 2012, 04:50 PM Post #20 |
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Demi-God of STRENGHT (?)
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Num primeiro momento, Aires achou que aquela fora a melhor das idéias que tivera desde o momento que adentrou o Tártaro, pois haviam bem menos criaturas a segui-lo, mas assim que percebeu as sobreviventes fugindo de pânico ao ver a caverna para onde ele ia, logo começou a mudar de idéia. De costas para o resto da caverna, Aires ficou hesitante por alguns instantes e fechou os olhos com força, já imaginando que teria algo MUITO pior para enfrentar; suas suspeitas se tornaram parcialmente corretas quando sentiu aquele cosmo esmagador e muito parecido com o de seu Imperador; ele se virou lentamente, em 180°, para ver quem era o "dono" daquela energia, e ao ver sua aparência, seus olhos ficaram ligeiramente arregalados. Assim como Hades havia avisado, agora Aires provavelmente estava diante de um Deus, mas ele não parecia ser um prisioneiro, pois não via cela ou corrente a prendê-lo, mas também não sentia hostilidade vinda dele. Ao ouvir sua voz rouca e distante, Aires fez uma longa pausa e se manteve seguro, pois mesmo que aquela criatura fosse poderosa, pelo menos ele estava tentando criar um diálogo, então havia uma chance daquilo não virar um combate onde o Juiz de Garuda provavelmente teria muita dificuldade de vencer. - Perdoe-me por adentrar teus domínios de uma forma tão repentina, mas precisei de abrigo para fugir daquelas criaturas. Eu me chamo Aires Ansur, e como já sabe, sou um dos três juízes - Ele falava com a calma e segurança de sempre agora, pois a situação de perigo e ação já havia praticamente cessado, e aquele era um momento mais "diplomático". Posso sentir a tua energia cósmica como algo divino, muito semelhante á do meu Imperador. Seria possível dizer quem tu és? |
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| Narrador Principal | Feb 24 2012, 02:25 AM Post #21 |
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Agora que Aires conseguia analisar melhor a criatura, ela realmente parecia dotada de poder divino. Provavelmente era uma semidivindade banida para o Tártaro há muito tempo. Mas Hades era muito mais poderoso que ela, ainda assim. No Tártaro é que o poder da criatura parecia mais elevado, devido à atmosfera do lugar. E como Aires suspeitava, a criatura continuou sem ser agressiva, falando com ele em tom relativamente amigável. - Quem sou eu... ah... na verdade, você deseja saber quem um dia eu fui. Eu sou a Morte. Antes das guerras santas, antes das necessidades de julgar as almas humanas, eu era o principal consorte do seu Imperador. Eu fazia a função de vocês, juízes: encaminhava as almas para o descanso eterno. Mas nunca fui um guerreiro ou um combatente, e minha essência tornou-se inútil ao seu deus. Ele temia, também, e com alguma razão, que eu rivalizasse em poder com ele. Logo, jogar-me no Tártaro foi a decisão mais lógica. Apesar de aquela revelação causar alguma apreensão no rei de Égina, o tom da criatura não mudou. Ela não se aproximou nem se afastou, apenas permaneceu no mesmo lugar de sempre. Após uma pequena pausa, continuou, com a voz rouca de antes. - Não tenho por você nenhum ódio pelo fato de servir a Hades ou por estar aqui no Tártaro. Sou uma entidade neutra, e só me interesso por uma coisa: vitalidade espiritual. É o que me manteve vivo durante todo esse tempo, e é por isso que algumas criaturas do Tártaro me temem. Não há como resistir à minha vontade, e eu poderia fazer o que eu desejasse com você, mas como não quero precisar me esforçar para tal, e por reconhecer que você seria um oponente que me daria trabalho, eu tenho um acordo a propor. Desta feita, a criatura se aproximou, e Aires conseguiu ver o que já suspeitava: o rosto dela era uma caveira, com olhos vermelhos que brilhavam em um tom frio e macabro. Suas mãos cadavéricas se agitaram um pouco, emanando uma luz esverdeada, como se ela estivesse se preparando para algo. - Posso curar seus ferimentos e restaurar seu traje com o meu poder, e dar as informações que você desejar sobre a sua busca, bastando você me contar a respeito dela. Mas em troca, eu quero me apossar de todas as almas que estão na sua arma-artefato, e também quero um pouco da sua Vitalidade espiritual. Ou seja, você envelhecerá dez anos humanos de uma só vez. Este é o meu preço, juiz dos mortos. O juiz não parecia prisioneiro da entidade. Talvez até conseguisse fugir. Mas ele não sabia o que aquele ser faria caso ele tentasse. Se Aires lutasse, enfraquecido como estava, a luta seria extremamente desproporcional, mas sempre havia uma chance de a sorte bafejá-lo. Qual seria a decisão do rei de Égina? [spoiler=Atributos] Aires - Vitalidade: 65% - Vitalidade do Traje: 86% - Cosmo-Energia: 92% Observação de Combate: Aires recupera 3% de cosmo por turno.[/SPOILER] |
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| Aires | Feb 24 2012, 02:00 PM Post #22 |
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Demi-God of STRENGHT (?)
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Como já era previsto, a Morte propusera algo bem difícil de aceitar. Aires de Garuda se viu diante de uma das escolhas mais perigosas de sua vida, como se não bastasse estar no Tártaro, praticamente a mercê das criaturas que ali habitavam, agora ele tinha a chance de cumprir seu objetivo, mas precisaria ceder as almas que coletou e alguns anos de sua vida. Por um momento ele permaneceu pensativo e abaixou ligeiramente a cabeça, fechando os olhos enquanto ponderava sobre aquela decisão; a imagem de Chen lhe veio á cabeça, pois caso ficasse mais velho, provavelmente estaria mais próximo da destruição de seu corpo, e quando voltasse, havia uma chance enorme dela já estar morta, e a diferença de idade entre os dois seria imensa. É muito fácil, para um homem comum, colocar seus interesses pessoais á frente de sua devoção, mas Aires era um homem diferente, um espectro diferente! No momento que pensava em sua vida, lembrou-se de Éaco, da antiga guerra e do rosto de Hades quando lhe perguntou "até onde estaria disposto a ir para conquistar o meu reconhecimento? " - ... até os braços da morte, meu senhor - ele murmurou para si mesmo. Desde o princípio, Aires não temeu a morte, e não seria agora que ele o faria. Ele a olhou com segurança seriedade; seu espírito continuava repleto de luz e energia, então mesmo que seu corpo envelhecesse, sua alma ainda estaria ali, disposta a manter o corpo ativo e pronto para lutar pelo Imperador, arriscar a própria imortalidade em seu nome - como fez ao aceitar adentrar o Tártaro. Aires fincou a Garudapurana com cuidado no chão, mantendo a ponta dela para cima, e então deu dois passos para trás, observando a Morte. - Eu aceito. Pode pegar as almas e me faça envelhecer dez anos, mas me diga também onde está Perséfone, quem é seu raptor, como posso libertá-la e qual seria o ponto fraco desta criatura que a mantém em cativeiro. |
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| Narrador Principal | Feb 24 2012, 10:45 PM Post #23 |
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Imediatamente após as palavras de Aires, uma esfera de energia negra voou até Aires, cruzando os ares, e reparou o suplício do Juiz, além de cicatrizar todas as suas feridas, endireitar seus ossos, desinchar luxações e sarar todo e qualquer ferimento que ele possuísse. Momentos após Aires aceitar o acordo, um rompante de cosmo-energia foi sentido de forma absurdamente súbita. Um fino grito de liberdade ecoou a partir da Garudapurana, e uma imagem impressionante foi vista por Aires. Um pilar de luz se ergueu, iluminando a tenebrosa gruta. Vários espíritos, almas aprisionadas pela Garudapurana, preparavam-se para se libertar em regozijo, brilhando pela ânsia de finalmente ascender. ![]() Mas quando pensavam estar livres, a Morte as puxou para si com violência, criando um vácuo tão grande que mesmo Aires precisou se segurar para não ser também atraído ao buraco negro que começou a se formar da mão esquerda da cadavérica criatura. O próprio Aires sentiu parte de sua vitalidade arrancada de si. Os ossos envelheceram rapidamente, o traje pesou, e alguns fios brancos adicionais surgiram em seus cabelos, além de rugas e marcas de expressão no rosto. Quando terminou, Garudapurana não mais pulsava com energia. Não havia mais uma alma sequer nela. E Aires havia envelhecido significativamente. O acordo estava feito. A criatura, que antes parecia fenecer, readquiriu brilho, vivacidade e poder. Se antes ela assustava, agora ela parecia realmente uma divindade. Sua voz rouca e distante se tornou terrível e intimidadora. - Muito bem, humano, trato é trato. Perséfone está na direção que você a sentiu. Ela é cativa em uma masmorra, que um dia foi o palácio de uma divindade banida e esquecida. Perséfone está sendo protegida por um Hecatônquiro, uma besta mitológica que tem o poder de um semideus. Quem a raptou? Foi Hermes, mas isso foi há muitas eras. Ele dividiu a alma de Perséfone em duas e jogou a "metade ruim", segundo ele, aqui no Tártaro, obrigando o Hecatônquiro a guardá-la. Para libertá-la, você precisa apenas derrotar o Hecatônquiro e usar uma das espadas que ele carrega para romper os grilhões espirituais que a prendem. A criatura possui 100 braços e 100 espadas, mas ela não conseguirá atacar um alvo pequeno como você com todos eles ao mesmo tempo. O ponto fraco dela é exatamente ser grande e desproporcional demais. Ela deve ter pontos cegos que você poderá explorar. Contudo... saiba disto... você precisará de mais que astúcia para derrotá-la. Precisará alcançar o poder de uma divindade, e se não estiver pronto para tal feito, morrerá tentando. A criatura parecia bastante satisfeita e agora transbordava de poder. Sua cosmo-energia espantaria, certamente, qualquer das criaturas que ainda estivessem à espreita, esperando Aires sair da caverna. Sua voz foi ouvida de novo, em tom ainda mais alto. - Agora vá, antes que eu mude de ideia e resolva absorver sua Vitalidade por inteiro. Aires percebeu que a Morte se preparava para sair da gruta. Alguma coisa ela faria. Talvez revigorada pelas almas e pela Vitalidade de Aires, será que ela vagaria pelo Tártaro absorvendo mais almas? Fosse como fosse, o juiz sentiu que permanecer ali por mais tempo seria suicídio. [spoiler=Atributos] Aires - Vitalidade: 100% - Vitalidade do Traje: 100% - Cosmo-Energia: 95% Observação de Combate: Aires recupera 3% de cosmo por turno.[/SPOILER] |
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| Aires | Feb 24 2012, 11:57 PM Post #24 |
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Demi-God of STRENGHT (?)
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A vida de um homem é como a duração do Corpo Solar, e, por consequência, é muito parecido com o ciclo diário do sol; Aires agira estava em seu "pico", mas com algumas ressalvas, pois o ciclo do homem dura, em média, quarenta ou cinquenta anos, mas como seu padrão de vida, alimentação e saúde são diferentes, sua estimativa seria de, em média, oitenta a noventa anos. Aires acabara de atingir o ápice de sua trajetória, e a partir daí, seu corpo iniciaria o tão temido processo de envelhecimento na pior de todas as fases, onde sua luz ia se apagando aos poucos. Quando caiu de joelhos no chão, Aires sentiu o peso da idade sobre seus ombros e, enfim, a agonia de um ser humano, pois envelhecer podia não ser desesperador ao juiz, afinal, se sobrevivesse ao Tártaro, sua alma ainda seria imortal e consciente, mas um homem comum não tinha o seu poder, então, ao morrer, sua alma iria diretamente ao mundo dos mortos. Ele retirou seu elmo enquanto a morte se encaminhava à saída e observou seu rosto mais envelhecido; ele quase não se reconhecia e, finalmente, podia compreender porque as pessoas temiam tanto a morte: seu abraço é frio, pois ela se alimenta de vida, de calor. Com o ultimato daquela divindade para que saísse de seus "aposentos", Aires se ergueu do chão - ainda tentando se acostumar ás novas condições de seu corpo - pegou sua lança, seu escudo e alçou um vôo meio desajeitado a princípio, pois seu arsenal parecia mais pesado e ele sentia que isto o atrapalhava a princípio, tanto que demorou a desenvolver uma velocidade aceitável para continuar sua jornada, mas ele é Aires de Garuda, e alguns anos a mais são insuficientes para tirar dele o vigor que seu espírito imortal injeta em seu corpo. Quando finalmente estabilizou seu vôo, Aires rumou em velocidade na direção que o cosmo de Perséfone estava, e se fosse preciso, se tornaria um Deus para libertá-la em nome de Hades. |
| [align=center]Coming Soon...[/align] | |
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| Narrador Principal | Feb 25 2012, 10:11 PM Post #25 |
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O envelhecido juiz avançava pelo ar, aparentemente sem nenhum oponente a fazer-lhe frente. Todos os que o perseguiam fugiram ao sentir o cosmo da Morte, e isso lhe garantia caminho livre até a masmorra onde estava aprisionada Perséfone. O caminho a partir dali se tornaria cada vez mais tortuoso. Atravessou despenhadeiros escarpados que escondiam vales em cujo fundo corriam rios de magma e sangue, passou por cemitérios negros onde cadáveres de deuses apodreciam em tumbas seladas por poderes ainda mais fantásticos, e percorreu florestas ressequidas, que nem a própria Gaia conseguiria recuperar. E quando o "sinal" emitido por Perséfone ficou mais forte, ele avistou a masmorra. Ao contrário do que provavelmente Aires imaginava, tratavam-se de várias estruturas, várias torres, e não apenas um complexo. Ou seja, é bem provável que mais entidades estivessem presas ali. O cosmo de Perséfone provinha do prédio central. No céu, agora, havia uma luminosidade estranha, diferente do que Aires havia visto no Tártaro. E conforme ele se aproximava, notava que o grande complexo central, na verdade, tinha vários pequenos edifícios no nível abaixo do solo, como se afundasse de repente em uma grande depressão, sendo rodeado pelas montanhas que completavam o cenário. Foi quando chegou relativamente perto que identificou de onde vinha a fonte cósmica ![]() Era realmente uma masmorra, como a Morte havia dito. O teto da entrada parecia uma caveira, mostrando que havia um guardião mortífero naquele lugar. No chão, próximo à entrada, litros e litros de sangue seco formavam um tapete macabro para recepcionar os desavisados. Decerto muitos encontraram às portas daquele complexo a morte final. O que Aires faria? [spoiler=Atributos] Aires - Vitalidade: 100% - Vitalidade do Traje: 100% - Cosmo-Energia: 100% Observação de Combate: Aires recupera 3% de cosmo por turno.[/SPOILER] |
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| Aires | Feb 26 2012, 11:14 PM Post #26 |
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Demi-God of STRENGHT (?)
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[align=right]I reach towards the sky I've said my goodbyes My heart's always with you now I won't question why so many have died My prayers have made it through yeah 'Cause with all these things we do It don't matter when I'm coming home to you[/align] [YOUTUBE]http://www.youtube.com/watch?v=AZ6aX7lER9o&feature=fvst[/YOUTUBE] Agora que tinha um tempo de "paz", Aires começava a refletir sobre tudo o que lhe acontecera até aquele momento. O Tártaro era um lugar terrível, uma prisão de deuses onde nenhum mortal podia entrar, pois aquilo sim era o inferno; aquele lugar fazia o submundo de Hades e suas punições meros castigos indolores. Como lidar com o fato de ser uma criatura imortal e ter acesso a um poder impressionante, mas ainda assim saber que alguma coisa foi capaz de criar um local que pode pará-lo? É uma lição de humildade que apenas uma divindade é capaz de suportar, mas é demais para qualquer criatura mortal, mesmo as mais cruéis. O homem peca por ignorância, e a humanidade inteira é A ignorância. A Morte lhe disse que precisaria chegar a um nível realmente divino para vencer o terrível Hecatônquiro, mas se ele era capaz de manter Perséfone sob controle, o que faria com Aires, um Juiz dos Mortos que, apesar de seu poder e seu status semi-divino, sequer era capaz de olhar a morte de frente, como uma igual? Aquele velho monge, quando lhe ensinou sobre os sentidos, lhe falou sobre a Grande Vontade, ou o "Nono Sentido", que é o máximo de poder que pode chegar uma criatura, e o que realmente a definirá como divindade. O que é esta Grande Vontade para Aires? Como chegar até ela? Qual o sentido de ter uma vontade particular? Sujeito ao Imperador, as vontades dele eram as mesmas de seu patrono divino, e apenas o desejo de conquistar seu reconhecimento seria muito pouco, pois não é uma grande vontade; um sentido surge do ser, de suas convicções e de sua natureza, logo como chegar a um nível divino sem ter a resposta necessária: qual o maior anseio de Aires Ansur? Estava tudo acontecendo muito rápido, e em determinado momento o Juiz parou e observou a prisão de Perséfone. Era um lugar macabro e terrível, de onde sangue escorria constantemente. Aquele era um dos poucos momentos que Aires Ansur sentiu um forte aperto no coração, e enfim ele percebeu porque não conseguia seguir em frente: ele estava fazendo exatamente o que tanto condenava, que é seguir o caminho de um Deus. Seus pés estavam queimados, e seus olhos também, pois a trilha de chamas e de luz que Hades deixava eram seus guias, mas seu limite também. Ele observava aquele local por uma colina, e então sentou-se, removendo o elmo e expondo a face sofrida do tão fiel servo do Imperador; ele olhou seu rosto já envelhecido no reflexo metálico daquela parte removida de sua armadura, então levou uma mão ao rosto, deixando algumas lágrimas rolarem pelo seu rosto. Seu elmo pesava muito mais que sua coroa; seu escudo parecia arrancar seu braço esquerdo; a ponta de sua lança parecia sugar cada pedaço de sua alma para si, e ele se viu derrubado, mesmo por alguns segundos, por aquele poder terrível. Os gritos de Perséfone eram terríveis, e suas lamúrias podiam ser ouvidas por aquele que tanto lutou em nome do Imperador, e agora se via desprotegido; os perigos que passou naquele terreno inóspito, terrível, eram suficientes para fazer qualquer outro juiz estremecer e questionar sua própria fé, mas ele não. Suas lágrimas não eram de fraqueza ou de derrota, mas de sofrimento. No final das contas, até os Deuses foram e ainda são humanos, meros mortais a mercê de uma força mais poderosa, e aquela preciosa lição de humildade não viria parar o juiz, mas fortalecê-lo. Mesmo em seus lampejos, mesmo em seus múltiplos sentidos, ele sempre seria um mero mortal em busca de si mesmo, e ali, na masmorra de Perséfone, encontraria seu reflexo no sangue do Hecatônquiro, ou novamente o abraço frio da morte. Enxugou as lágrimas pela última vez e colocou seu elmo novamente. 45 anos de idade, oito sentidos despertos e lampejos de um nono; uma missão terrível a cumprir; uma divindade para resgatar; duas divindades para agradar; quatro divindades para servir, e apenas uma para ajudá-lo... ... e ela se chamaria Aires Ansur. Com suas forças renovadas e mais aliviado, o Juiz voou ao encontro de seu inimigo. A paisagem terrível continuava, mas agora a chama de seu pai, que era partilhada por ele, começava a brilhar não mais sob o sol, mas ao lado dele. Por muito tempo permaneceu cego, mas era o momento de se elevar e cumprir sua missão. |
| [align=center]Coming Soon...[/align] | |
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| Narrador Principal | Feb 27 2012, 05:23 PM Post #27 |
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[align=right]"When the end is near, nothing else matters All the dreams you dreamed All the songs you sang All the lovers you loved Just this moment interests The last breath, the last words, the missing The eternal memento of once you were Only your name won´t be cast in the shadows"[/align] [YOUTUBE]http://www.youtube.com/watch?v=CKr295fM9Ug[/YOUTUBE] Havia chegado a hora da verdade. O momento pelo qual Aires Ansur ansiava talvez mais do que tudo. A hora de pôr de lado o conforto da imortalidade e a segurança do submundo e jogar-se ao inferno, sendo nada mais que um mortal. Não havia escapatória para uma morte no Tártaro, ele bem o sabia. Não obstante, os gritos de Perséfone faziam muito mais do que motivá-lo a ir em frente. Estava em jogo muito mais que a lealdade ao seu Imperador, muito mais que o cumprimento da missão. Estava em jogo o motivo pelo qual os deuses invejavam os humanos. Seria Aires Ansur capaz de se tornar, ao menos por alguns momentos, um verdadeiro deus? Não seria errado querer ultrapassar sua mera mortalidade, não estaria ele querendo afrontar os deuses ao fazê-lo? Não importava agora. Nada mais importava. Sua decisão havia sido tomada, e ele avançava, para a terrível entrada da masmorra que poderia abrigar seu cadáver ou testemunhar sua glória. ![]() Somente quando o juiz alcançou a proximidade da masmorra é que notou o quanto ela era imensa. Sua largura, de uma parede à outra, passava facilmente dos 30 metros, e sua altura, talvez 50 ou 60 metros. Aires sentiu-se literalmente como um inseto ao ver um edifício de tamanha magnitude. Após passar por uma entrada em arco mais íngreme do que o restante da construção, a visibilidade aos poucos melhorou, e o salão alargou-se mais, tornando possível perceber que até mesmo a respiração do juiz ecoava. O salão principal parecia vazio, e em seu fundo, era possível perceber a figura de uma mulher. ![]() Não havia dúvidas de que era Perséfone, apesar de não aparentar possuir um corpo físico. Ela estava presa por grilhões brilhantes, e seu rosto sofrido mostrava dor, angústia e dúvida. Quando ela percebeu Aires, seus olhos se arregalaram e, se o juiz imaginou que ela pareceria feliz por ele tê-la encontrado, sua feição denunciou desespero. Uma fraca voz foi ouvida, ecoando como se estivesse bastante distante, mas se fez entendível ao juiz. "- Cuidado! É uma armadilha!" Do chão, repentinamente, abriu-se um portal de sombras. Aires, por reflexo, conseguiu escapar da hercúlea criatura que aparecia. Era o Hecatônquiro, ele não tinha dúvidas. Seu cosmo era opressor e quase esmagava a vontade de Aires. Aquilo era um dos braços direitos dos titãs. Com quase 20 metros de altura e provavelmente metade disso em largura, os 100 braços emergiam do portal, um por um, portando espadas feitas de um material que Aires não conhecia, mas que provavelmente era similar ao oricalco. Quando a criatura surgiu por inteiro, Aires notou que seus "pés" pareciam algo similar à raiz de uma grande árvore, e a agressividade da mesma mostrou que provavelmente não haveria conversa. O portal se fechou, e a criatura estava prestes a atacar, mas Aires tinha a vantagem da rapidez, e poderia agir antes que o Hecatônquiro investisse contra ele. Estava iniciada a batalha mais crucial de sua vida até o momento, e as consequências da mesma seriam sentidas, aclamadas ou lamentadas, do Olimpo ao Submundo. ![]() [spoiler=Atributos] Aires - Vitalidade: 100% - Vitalidade do Traje: 100% - Cosmo-Energia: 100% Hecatônquiro - Vitalidade: 100% - Cosmo-Energia: 200% Observação de Combate: Aires recupera 3% de cosmo por turno. Hecatônquiro recupera 5% de cosmo por turno. [/SPOILER] |
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| Aires | Feb 29 2012, 01:01 AM Post #28 |
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Demi-God of STRENGHT (?)
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Ao ver aquela criatura imensa, Aires arregalou os olhos e, imediatamente, sentiu uma pressão cósmica terrível quase levá-lo ao chão, mas no momento que seus joelhos flexionaram, ele forçou o corpo para cima novamente para ficar de pé e observar todos aqueles cem braços e cem cabeças que formavam uma criatura muito parecida com uma árvore macabra, mas que ao contrário deste vegetal, parecia ser capaz de se mover. Apesar de claramente mais fraco, Aires tinha a vantagem da velocidade, e outra coisa que o Hecatônquiro provavelmente nunca mais tinha visto: a luz do sol. Garuda alçou vôo para ficar á altura dos "pés" daquele monstro, afinal ele bem sabia que criaturas enormes têm maior dificuldade de atingir os pés; ele então ativou sua técnica do Corpo Solar, imaginando que, pelo número de cabeças, todas levariam a um ponto de visão em comum, e quanto mais luz ele captasse com os duzentos olhos que tinha, mais fácil seria de deixá-lo efetivamente cego - e maiores as possibilidades quando a técnica chegasse ao seu ápice. Aires não perdeu tempo: começou a rondar o "tronco" da criatura, riscando-a com sua lança enquanto tentava evitar padrões de movimentação e, principalmente, as várias laminas do Hecatônquiro - que com certeza estariam numa quantidade bem menor em sua parte inferior - próxima ao tronco, onde o juiz atacava - pela criatura ser de uma época em que criaturas titânicas - literalmente - combatiam entre si. [spoiler=técnica utilizada]CORPO SOLAR Categoria: Ofensiva e Estado Descrição: Quando as trevas da ambição e a noite triunfam sobre a Terra, com seus humanos rastejantes e sedentos pela luz, Aires deverá mostrar o preço da ambição deles, queimando seus olhos ansiosos pela verdade grande demais para seus pequenos cérebros humanos, e seus pés por trilharem o mesmo caminho que ele e os deuses trilham. Ativando o Corpo Solar, ele mostra aos humanos ao seu redor que tentar ser maiores que os deuses só os cegará de ambição e lhes deixará de pés queimados, impossibilitados de seguir adiante. Efeito: Com esta técnica, Aires cria uma cortina de luz e calor que o cobre completamente, como um véu, e toma o seu corpo completamente; esta cortina irradia uma grande quantidade de luz e calor por uma área de 60m de raio, causando maiores danos e desconforto à medida que as vítimas se aproximam do juiz. De duração bastante peculiar, esta técnica tem início com um gasto baixo de cosmo e pode ser mantida por até doze turnos no total, sendo que até o sexto turno haverá um aumento gradativo do esforço cósmico necessário para manter a técnica ativa, e a partir daí ela parece atingir o seu “limite”, daí pára de receber energia cósmica até completar os doze turnos completos. Para ficar mais claro como se dá este aumento, segue a tabela discriminatória dos turnos e gastos: • Primeiro turno (ativação): Gasto baixo de cosmo; • Segundo turno: Gasto baixo de cosmo; • Terceiro turno: Gasto mediano-baixo de cosmo; • Quarto turno: Gasto mediano-baixo de cosmo; • Quinto turno: Gasto médio de cosmo; • Sexto turno: Gasto médio de cosmo; • Sétimo turno: Poder equivalente ao gasto médio de cosmo – sem gasto adicional; • Oitavo turno: Poder equivalente ao gasto médio de cosmo – sem gasto adicional; • Nono turno: Poder equivalente ao gasto mediano-baixo de cosmo – sem gasto adicional; • Décimo turno: Poder equivalente ao gasto mediano-baixo de cosmo – sem gasto adicional; • Décimo primeiro turno: Poder equivalente ao gasto baixo de cosmo – sem gasto adicional; • Décimo segundo turno (final): Poder equivalente ao gasto baixo de cosmo – sem gasto adicional. Como é possível perceber, esta técnica funciona de forma parecida á trajetória do sol desde o alvorecer até o crepúsculo, onde os seis primeiros turnos representam o período do alvorecer até o meio-dia – sol a pino – e a partir do sétimo turno é a queda de seu poder – até que desapareça no horizonte. Os efeitos desta técnica são de cegueira e dano por calor: a cortina tem sua face interna em temperatura normal, enquanto que a externa lança raios ultravioleta capazes de cegar quem se aproximar demais ou tiver a visão muito aguçada. O narrador deve determinar quanto de dano as vítimas sofrem e o quanto dura a cegueira delas. Apesar deste revestimento não oferecer qualquer resistência extra, por sua altíssima temperatura e pela luminosidade, ela torna difícil a aproximação ao Juiz de Garuda, além disso, o calor emanado pode causar queimaduras externas em vários graus, assim como pode causar dano ao incauto que tentar atacá-lo fisicamente, ou mesmo agarrá-lo... enfim, que tente qualquer forma de contato físico com Aires. Contra alvos marcados com o Selo Imperial, como sempre, as possibilidades de queimadura e a sensação de desconforto se tornam bem maiores, pois a criatura marcada sente o calor externo – o Corpo Solar – e o Selo reagindo com o do Juiz, que está emanando a energia; neste processo, há a extensão dos danos – que antes vinham do ambiente externo ao interno (corpo) e agora são, simultaneamente, internos e externos. As chances de ficar cego são maiores, sendo esta cegueira, na maioria das vezes deste caso em específico, permanente, diferente do convencional, que vai depender muito da proximidade, da resistência do adversário e da quantidade de gasto cósmico empregado na realização do Selo Imperial – conforme a tabela que consta na referida técnica.[/spoiler] [spoiler=habilidades passivas]NAGANTAKA: DESTRUIDOR DE SERPENTES Descrição: Descendente da raça dos soberanos do sol, Aires é, de nascença, inimigo mortal de todas as criaturas noturnas e traiçoeiras, as descendentes da raça dos soberanos da lua, portanto, em seu sangue, corre a herança dos seus ancestrais, e do seu pai maior, o sol, que lhe permite sentir a presença do inimigo a uma grande distância, além de identificar os típicos sentimentos relacionados às práticas cretinas destas criaturas desprezíveis, além de ter melhor desempenho no combate por conhecer suas formas traiçoeiras de atacar. Efeito: Por seu dom natural, Aires é capaz de sentir tendências malignas e caóticas ao seu redor, além de ser dotado duma forte intuição que lhe permite detectar intenções e pensamentos que sejam relacionados à mentira, à traição e outros domínios dos descendentes da lua. Além disso, pelo instinto natural de sua origem, ele tem maior facilidade para detectar e evitar ataques traiçoeiros, neutralizar venenos e evitar poderes que visem enganar seus sentidos, fazendo-o ver ou acreditar em algo que não existe ou que não é verdade. O narrador deverá determinar os momentos em que isto acontece. CONSTITUIÇÃO AVANÇADA Descrição: Os descendentes da raça solar são representados pela garuda, a ave da força e montaria pessoal do deus Vishnu, portanto os soberanos do sol têm, em sua maioria, constituição corporal avantajada: são mais resistentes e fortes que a média, mas o seu apego à solidez dos corpos e a rigidez de suas idéias torna seus corpos pouco ágeis e flexíveis, diferente dos soberanos da lua, que tendem a ser incrivelmente evasivos, maleáveis e pouco resistentes. Efeito: Para o padrão dos juízes – e outros personagens que tenham o seu nível - Aires é cerca de 1.7 vezes mais resistente fisicamente e mais forte também, podendo erguer muito mais peso que a média e suportar flagelações que com certeza reduziriam alguém de escala igual ou inferior a uma criança chorona. Tanto foco no corpo torna Aires pouco ágil e pouco veloz, numa margem de 1.3 vezes menos que alguém do seu nível de poder, portanto ele também é mais lento e desajeitado, sendo difícil, para ele, realizar manobras acrobáticas ou mesmo acelerar à velocidade máxima permitida ao seu nível, necessitando de mais esforço que a média para atingir tal escala de velocidade de movimento ou de ataque. Estas restrições se aplicam ao poder de voar do juiz: ele pode voar por mais tempo e carregar mais coisas enquanto voa, mas não é tão veloz ou tão ágil. Pelo poder que desenvolveu desde que se tornou juiz, Aires superou boa parte das restrições relacionadas a estas alterações corporais, daí vem a margem comparativa desproporcional, que significa exatamente este progresso que teve ao longo dos cinco anos que se passaram. NERVOS DE AÇO Descrição: Graças a sua resistência e a sua devoção àquilo que faz, Aires é um homem que parece ter uma reserva extra de energia que esvazia quando precisa: ele é capaz de receber diversas flechadas no peito, sentir a dor excruciante, tirá-las numa só pegada e continuar correndo mesmo se esvaindo em sangue (claro que ele vai tombar logo depois em plena exaustão, mas “são apenas ferimentos superficiais. A glória que vem com a vitória é o cicatrizante perfeito”). Efeito: O Espectro de Garuda consegue suportar melhor os efeitos da dor e do cansaço, dando a impressão que não é afetado por estes, mas esta resistência é meramente psicológica: enquanto ele recebe dano e gasta energia, ainda é capaz de se manter de pé por algum tempo, resistindo às dores da exaustão e dos ferimentos. Em termos mais práticos, é como se ele fosse capaz de suportar estas limitações numa margem de 1.7 vezes mais que alguém do próprio rank. Logicamente, este poder tem um limite, e nem sempre poderá funcionar porque quem dará a última palavra sobre ela é o narrador, mas serve para impedir maiores danos com ataques vitais e outros tipos de ferimentos mais graves. DESCENDENTE DOS SOBERANOS DA RAÇA SOLAR Descrição: Aires não tem propriedade cósmica definida, isto porque ele preferiu não se apegar a um estilo de uso cósmico em específico, mas sim no uso do cosmo como um todo, na esperança de, um dia, conhecer todas as formas de manifestação deste, mas isto não fez diferença à sua herança natural pela descendência divina dele. Sendo um dos Descendentes dos Soberanos da Raça Solar, ele é mais resistente a variações de temperatura, pois sua chama está sempre acesa, e o sol não será apagado; ele dificilmente sucumbe a ilusões e tem o olhar apurado duma águia, tornando truques que envolvam fótons e cegueira por luz mais difíceis de ter sucesso. Efeito: Basicamente, por sua natureza, Aires é mais resistente à temperaturas extremas, tanto para negativa quanto positiva, resguardados os limites do seu nível e o aceitável a ser superado do mesmo para efeitos de resistência. Graças a este poder, ele pode resistir melhor tanto ao frio quanto ao calor. O narrador deve analisar as condições da situação, as informações da ficha e toda e qualquer outra característica relevante para determinar qual o limite que Aires agüenta. Poderes que envolvam o domínio da luz, como cores, brilhos e projeções ilusórias, têm maior dificuldade em afetá-lo graças a este poder, afinal, as características mais marcantes do sol são, exatamente, a luz e o calor, logo ele dificilmente será ofuscado ou enganado com truques de luz. Por seu grande poder e familiaridade com estes dois elementos, poucas criaturas menores que uma divindade são capazes de efetivamente enganá-lo ou afetá-lo com estes poderes. Esta resistência não é cumulativa com a habilidade “Constituição Avançada” ou com a “Nervos de Aço”, sendo que estas, dada a existência desta habilidade, não abrangem o domínio das variações de temperatura ou de poderes relacionados à luz. LANCEIRO Descrição: Treinado com sua arma principal, a lança, Aires é tem grande familiaridade com este tipo de arma, sendo capaz de confeccionar um exemplar mais rústico com objetos triviais, além de ser exímio combatente com esse tipo de arma que não chega a ser útil apenas em combate. Efeito: Por sua familiaridade com Lanças, Aires pode improvisar uma arma deste tipo com instrumentos simples e rústicos, mas não com a mesma resistência da sua, dependendo do material utilizado, além disso, ele pode realizar tarefas complicadas com a sua lança para torná-las mais fáceis, como atingir um inimigo à distância, arremessar algo a certa distância, fazer uma apresentação artística, sobreviver numa floresta, etc. Logicamente, coisas muito absurdas para se fazer com uma lança não poderão ser feitas. [/spoiler] [spoiler=habilidade da armadura]• Visão de Rapina: A visão da grande ave que se ergue aos céus é suprema, e nada pode superá-la. Enquanto vestir o suplício, o juiz de Garuda consegue enxergar sem distorção qualquer a uma distância de até 1,5 Km[/spoiler] |
| [align=center]Coming Soon...[/align] | |
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| Narrador Principal | Feb 29 2012, 09:54 PM Post #29 |
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[YOUTUBE]http://www.youtube.com/watch?v=3yieYSCJerA[/YOUTUBE] O início da batalha foi tenso para Aires. Conforme ele imaginava, a criatura era lenta, mas sua mobilidade não parecia tão prejudicada assim. E nesse momento, seu corpo começou a brilhar. O cosmo de Aires elevou-se, brilhando como o Sol em sua glória. O Hecatônquiro, apesar de sentir o calor e levemente começar a queimar, não parecia se intimidar, e a ofuscação não era ainda sentida no início do combate. As espadas, agora quentes pelo calor que absorviam, desciam como navalhas ferventes e certeiras, obrigando Aires a se deslocar o tempo todo. Enquanto o juiz lutava para desviar dos múltiplos golpes, ele tentava estocar o Hecatônquiro. Porém, os golpes de Garudapurana eram facilmente defletidos, já que ele estava em vantagem no quesito "número de armas". De forma inteligente, o Hecatônquiro avançava sem descanso, obrigando Aires a adotar os padrões de movimentação que ele gostaria de evitar, para não ser atingido. Mal havia começado a batalha e Aires se sentia exausto. A pressão cósmica exercida pelo Hecatônquiro era covarde. Os últimos golpes que ele desferira e os últimos dos quais fora obrigado a esquivar o levaram para um canto da parede. Ali, ele se viu totalmente cercado pelos braços e pelo tronco da imensa criatura, que parecia tão ágil quanto ele. Ela parecia prestes a lançar alguma técnica, ou a atacar com todos os braços ao mesmo tempo, provavelmente dando fim ao juiz ou juntando mais um cadáver à sua coleção. De longe, Perséfone parecia querer se libertar, ou tentava fazer algum esforço para ajudar Aires. O que ele faria, num momento tão crítico? [spoiler=Atributos] Aires - Vitalidade: 100% - Vitalidade do Traje: 100% - Cosmo-Energia: 95% Hecatônquiro - Vitalidade: 99% - Cosmo-Energia: 200% Observação de Combate: Aires recupera 3% de cosmo por turno. Hecatônquiro recupera 5% de cosmo por turno. [/SPOILER] |
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| Aires | Mar 2 2012, 11:12 PM Post #30 |
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Demi-God of STRENGHT (?)
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[YOUTUBE]http://www.youtube.com/watch?v=qUIhmy-HvcA&feature=BFa&list=PL692CD14717552782&lf=results_main[/YOUTUBE] Era uma luta praticamente perdida. Em desvantagem pelo número de braços de seu adversário, Aires via seus golpes defletidos e sua luz insuficiente para cegar aquele que o enfrentava, porém percebia que ela era suficiente para alimentar o poder das lâminas que o Hecatônquiro usava, logo, de alguma forma, ela conseguia absorver a luz do sol. Aquilo não era bom. O juiz tentava se esquivar como dava, e isto significava recuar sempre enquanto percebia as terríveis armas passarem próximas ao seu corpo. Enquanto tentava evitar os golpes do Hecatônquiro, foi encurralado num canto, onde a criatura percebeu estar em plena vantagem e com a luta praticamente ganha. Aires observava aquela situação pelos breves instantes que a criatura começou a preparar seu ataque e já parecia comemorar a vitória iminente sobre mais um adversário, mais uma alma que trancaria no Tártaro pela eternidade. Perséfone tentava ajudá-lo, mas não conseguia; não havia outra esperança para ela além da vitória de Aires, pois mesmo com seu poder divino, as correntes eram muito resistentes, e seus esforços pareciam em vão. Toda uma jornada para acabar como um rato, encurralado num canto e apenas esperando a morte iminente. Aires fechou seus olhos e apenas esperou o golpe fatídico, pois em seu coração já tinha a sensação de dever cumprido. Um mortal no Tártaro? Lutando contra o Hecatônquiro? Ele recebeu o abraço gélido da morte, adentrou a prisão de Perséfone e venceu criaturas de poder igual ao seu. Aquilo era o suficiente para lhe garantir uma morte digna para todos os esforços que tivera até aquele momento, a recompensa perfeita... ... mas a recompensa aos sacrifícios da vida não é a morte, é a VITÓRIA! NEW CHAPTER: THE RISE OF THE KING - NO SACRIFICE, NO VICTORY! [YOUTUBE]http://www.youtube.com/watch?v=VPtu16yJ60Q[/YOUTUBE] O mundo é um caos onde o homem é seu próprio algoz, logo, neste mundo caótico, apenas os fortes conseguem sobreviver e ganhar notoriedade suficiente. Com Aires não foi diferente: ele foi de uma farsa divina ao Juiz mais poderoso do inferno, e talvez o servo mais fiel que Hades já tivera - superando até mesmo a devoção dos próprios Deuses Gêmeos. Neste contexto, há que se entender força como duas formas diferentes: tenacidade, pois diante das dificuldades o homem deve buscar a superação de seus defeitos para buscar aquilo que deseja; retidão de caráter, pois aquele que não consegue se manter firme em suas virtudes e crenças está fadado ao fracasso pela própria insegurança. O homem que conseguir elevar estas características, com certeza será forte, e este sempre foi o objetivo maior de Aires. Eram cem braços, cem cabeças e um cosmo terrivelmente opressor, mas o Juiz não queria se submeter, não ia permitir ser derrotado em pleno Tártaro. Tanta luta por nada? Por uma morte no fim da linha? Nunca! Jamais! Ele abaixou ligeiramente a cabeça quando percebeu o Hecatônquiro preparar seu ataque, então seus dentes rangeram com a força que ele fez na mandíbula; seu sangue fervia ao calor da própria chama interior, que agora se expandia e buscava o esplendor do próprio sol; busca se tornar tão brilhante quando a própria Estrela Celeste do Heroísmo, e talvez mais! O Juiz ergueu os olhos repletos de determinação e foco; o Hecatônquiro era como uma presa a ser capturada pela Garuda, uma serpente a ter suas cem cabeças pisoteadas, uma por uma, até que nenhuma outra pudesse vislumbrar sua luz. - Eu persegui o sol e os deuses, então acabei cego. É a tua vez, criatura, de ter os olhos queimados por focá-los num DEUS! Como a morte bem lhe dissera, para derrotar a criatura que prendia a esposa do Imperador dos Mortos, Aires teria que chegar ao nível divino, e nesse momento ele lembrou rapidamente de quando ficou preso no Cocytus para pagar pelos seus pecados, e reparou na situação ironicamente parecida; com isto em mente, ele permitiu que o desejo de ser vitorioso tomasse conta de seu ser, assim como ocorreu quando foi condenado no inferno. Aires agora queimava seu cosmo ao máximo que podia e segurava sua lança com firmeza; ele pôs o escudo á frente do corpo e, para ter certeza do seu objetivo, lançou sobre a criatura o Selo Imperial = com gasto alto de cosmo - pois desta forma ela sofreria muito mais com os efeitos do Corpo Solar - que ele tentava deixar em sua potência máxima naquele momento (o suficiente para ser equivalente ao gasto mediano de cosmo). Como um raio de luz que erradica todo o mal, Aires se lançou contra o Hecatônquiro; sua lança brilhava intensamente e ele preparava sua técnica mais terrível: O Expurgo Tormentoso - O Exaustor de Almas, mas diferente do que poderiam imaginar, ele não colocou sua arma no chão e a ativou: ele se lançou contra as "pernas" do Hecatônquiro para usar a técnica diretamente em seu corpo! Como o adversário tem o Oitavo Sentido completo, no mínimo, o Garuda precisa utilizar a Lança na realização da técnica, do contrário ela não afetará seu adversário, logo ela vai atuar como receptor de toda a energia, mas ao invés de usar numa superfície como o chão, ele decidiu utilizar diretamente no corpo da criatura, e o faria cravando a lança na sua parte mais vulnerável: as Pernas. Ainda que os cem braços do Hecatônquiro tentem atingir Aires, como o Selo Imperial melhora suas chances de acerto, isto permite que ele seja naturalmente guiado pelo seu cosmo até seu adversário, e como ele estará devidamente identificado, a habilidade "NAGANTAKA: DESTRUIDOR DE SERPENTES" recebe uma grande melhoria por permitir que o juiz perceba eventuais ataques pelas costas e por pontos cegos, o que aumenta bastante os seus reflexos. É chegado o momento de provar ser forte, e é terminantemente proibido morrer! [spoiler=Técnicas Utilizadas]SELO IMPERIAL Categoria: Estado Descrição: Concentrando o cosmo em suas mãos, Aires realiza um desgaste mediano de cosmo para criar uma pequena esfera que, quando acerta o seu alvo numa distância máxima de 150m, imediatamente adere à superfície e penetra nesta, criando o desenho dourado duma espada cruzando um sol. Quando aparece armadura, os efeitos estéticos são os mesmos, e aparentemente não é possível remover a vestimenta quando isto ocorre, mas é possível se livrar da marca realizando desgaste de nível semelhante ao que Aires realizou, mas apenas para este propósito, além disso, o Selo não é algo superficial, mas sim como uma tatuagem, e inicia imediatamente uma relação simbiótica com o hospedeiro, se alimentando de sua energia cósmica – que não é pouca mesmo em criaturas sem cosmo desperto – sem causar dano real, uma quantidade ínfima, apenas o suficiente para se manter ali, portanto a sua duração é, virtualmente, até que a morte os separe. Esta marca só pode ser usada em adversários, nunca em alguém que está sob juramento de lealdade ao Imperador Hades ou que não tenha cometido algum ato que seja, aos olhos do Juiz de Garuda, um crime passível de punição. Efeito: Quando conjurado o Selo Imperial sobre algo ou alguém, este alvo ganha um tipo de personalidade única, onde todos os elementos presentes em seu corpo se tornam parte dele, algo quase indivisível que partilha de todas as conseqüências deste estigma sagrado, por isso que, quando se marca um adversário sem armadura, ele fica impedido de vesti-la até que consiga se livrar dele, e quando recebe esta técnica com sua veste sagrada protegendo o corpo, ele não pode retirá-la até que a marca seja destruída, ou que um dos dois morra. Para realizar o cancelamento dos efeitos desta técnica, a vítima precisa realizar esforço cósmico (gasto cósmico, que vai variar conforme a resistência cósmica que Aires quiser atribuir á sua técnica) equivalente ao do Juiz de Garuda – sem qualquer nivelamento de rank – e deve realizar esta tarefa com o único objetivo de se livrar da marcação, logo não é apenas utilizar uma técnica de gasto alto que fará o Selo desaparecer, pois como dito antes, ele mantém uma relação quase simbiótica com a vítima. O poder do Selo Imperial vai muito além de simplesmente marcar sua vítima: ao marcá-la, a ligação do selo com o cosmo de Aires não é quebrada em momento algum, muito pelo contrário, portanto ele vai atrair as manifestações cósmicas do juiz, mas ele pode optar por não ceder à atração quando utilizar uma técnica benéfica e acabar sendo traído pela própria técnica. Em suma, o selo vai aumentar a margem de acerto das técnicas contra o alvo, vai torná-lo mais vulnerável aos seus efeitos secundários e ao dano; para isto, graças ao caráter variável do gasto cósmico a ser empregado no seu uso, a margem básica de melhoria das chances é a mesma que consta na tabela de danos: • Gasto Muito Baixo - 3% a 5% de melhoria do acerto e aumento da vulnerabilidade; • Gasto Baixo - 6% a 11% de melhoria do acerto e aumento da vulnerabilidade; • Gasto Mediano-Baixo - 12% a 17% de melhoria do acerto e aumento da vulnerabilidade; • Gasto Mediano - 18% a 23% de melhoria do acerto e aumento da vulnerabilidade; • Gasto Mediano-Alto - 24% a 29% de melhoria do acerto e aumento da vulnerabilidade; • Gasto Alto - 30% a 37% de melhoria do acerto e aumento da vulnerabilidade; • Gasto Muito Alto - 38% a 50% de melhoria do acerto e aumento da vulnerabilidade. Com relação ao aumento de dano, os valores da tabela não são aplicados, pois quem vai determinar o quanto de dano é aumentado na situação é o narrador, justificando com base no rank do personagem, gasto cósmico utilizado na técnica do Selo Imperial e outros elementos que arbitrar como determinantes no momento. É necessário observar também os sentidos despertos da vítima, pois como determinam o nível de domínio e conhecimento acerca do cosmo que possuem, isto pode vir a aumentar ou reduzir as margens básicas aqui determinadas, porém isto fica a cargo do narrador, com a devida fundamentação na situação em si. EXPURGO TORMENTOSO: O EXAUSTOR DE ALMAS Categoria Ofensiva[/b] Descrição: O papel de um Juiz é, acima de tudo, garantir que as almas sigam seu caminho merecido: as prisões do inferno ou os campos elísios, e para isto, logicamente, elas devem estar mortas; quando se destrói uma alma, ela simplesmente não pode retornar, pois deixam de existir, e é exatamente sobre este fato até cruel e reprovado por muitos – inclusive o próprio Garuda – que repousa o poder desta técnica. Primeiramente, para TENTAR destruir uma alma, é necessário esforço cósmico muito elevado, mesmo para um Juiz Infernal, portanto esta técnica vai exigir muito do próprio Aires, ainda mais por ser lançada em área: ele concentra todo o cosmo acumulado no corpo e descarrega no solo, cobrindo 200m de diâmetro – 100m de raio – numa meia-esfera que forma um sol dourado ao redor dele e descarrega ao alto, quase instantaneamente, ondas e mais ondas douradas de luz e calor tão intensas que podem derreter até as geleiras imortais do norte (um pequeno exagero para deixar mais interessante a descrição, mas sem efeito real.) num único e possivelmente fulminante assalto. Aqueles previamente escolhidos como “danados”, ou simplesmente “profanados” (aqueles que carregam o Selo Imperial) encontrarão seu verdadeiro castigo nas chamas impiedosas do grande sol: ele queimará suas almas com seu abraço caloroso; derreterá seus ossos quando tentarem seguir seus passos; coserá seus olhos por desejarem algo que não podiam alcançar e por terem tapado os olhos daqueles que não puderam ver o que havia por trás de suas ações. Efeito: Quando a energia acumulada toma conta do solo, ela forma um tipo de meia-esfera, como dito anteriormente, e como esta energia é luminosa, logicamente ela tem calor – no caso tem MUITO calor – causando danos sérios por queimaduras aos que não estiverem devidamente protegidos. Esta é uma técnica que causa muita dor aos adversários e não afeta Aires, pois a energia do mesmo não se volta contra ele, mas tem boa chance de causar cegueira às vítimas sobreviventes, além de dores terríveis por conta de eventuais queimaduras. O cálculo de dano desta técnica começa sempre do mínimo possível pelo nível de esforço cósmico empregado – que é 38% - e atinge os adversários em área; sua luz quente e dourada carrega o cosmo justiceiro do juiz de Garuda, e ele não exatamente extingue a alma de suas vítimas: a energia dele consome o espírito de suas vítimas, purificando-o e assimilando de tal forma que todas as almas vitimadas por esta técnica servem de combustível à ela, podendo aumentar sua duração e seu dano causado, até o limite de 50% de dano – o máximo permitido para esta quantidade de cosmo empregada. O narrador deve determinar este aumento, tanto de tempo quanto de duração e a probabilidade de gerar os efeitos negativos de cegueira (que pode chegar a ser permanente em alguns casos), com base nos sentidos que as vítimas tinham como despertos, pois isto significa que seus espíritos eram mais poderosos e estavam mais próximos daqueles sentidos relacionados ao espírito (oitavo e nono), logo provém reserva de energia acima da média. Criaturas que sejam portadoras do Selo Imperial chegam a temer esta técnica até mais do que uma punição no inferno, pois além do aumento de dano baseado na quantidade de cosmo utilizada na referida técnica, ainda pode ser determinado pelo narrador que o aumento de dano para estas criaturas supere o valor básico de 50% por causa das almas absorvidas; por ser uma técnica de área, a melhoria nas chances de acerto que o selo concede se converte em redução da velocidade de movimento, o que dificulta a fuga da área de ação desta técnica e reduz as chances de evitá-la (a cargo do narrador). Como é bem sabido, quando alguém conquista um lampejo do Oitavo Sentido, sua alma já não pode ser destruída, pois sua jornada pelos sentidos da alma teve início e a pessoa em si inicia o despertar da essência divina em si, e por isso a técnica do Expurgo Tormentoso não vai funcionar contra estas criaturas sem que o cosmo a ser utilizado seja emitido através da Garudapurana, a Arma pessoal de Aires; isto ocorre porque este tipo de vítima não terá sua alma destruída, caso seja derrotada, mas poderá ser selada na Lança. Para que isto ocorra, a mecânica a ser seguida é a mesma dos Selamentos que consta na descrição da própria arma. Caso existam criaturas sem algum lampejo do Oitavo Sentido na área de efeito da técnica, e a Garudapurana for utilizada em sua execução, não haverá alteração nos efeitos da técnica, pois a presença da Lança é necessária apenas para acrescer o efeito do Selamento e viabilizar o dano às criaturas divinas ou semi-divinas. CORPO SOLAR Categoria: Ofensiva e Estado Descrição: Quando as trevas da ambição e a noite triunfam sobre a Terra, com seus humanos rastejantes e sedentos pela luz, Aires deverá mostrar o preço da ambição deles, queimando seus olhos ansiosos pela verdade grande demais para seus pequenos cérebros humanos, e seus pés por trilharem o mesmo caminho que ele e os deuses trilham. Ativando o Corpo Solar, ele mostra aos humanos ao seu redor que tentar ser maiores que os deuses só os cegará de ambição e lhes deixará de pés queimados, impossibilitados de seguir adiante. Efeito: Com esta técnica, Aires cria uma cortina de luz e calor que o cobre completamente, como um véu, e toma o seu corpo completamente; esta cortina irradia uma grande quantidade de luz e calor por uma área de 60m de raio, causando maiores danos e desconforto à medida que as vítimas se aproximam do juiz. De duração bastante peculiar, esta técnica tem início com um gasto baixo de cosmo e pode ser mantida por até doze turnos no total, sendo que até o sexto turno haverá um aumento gradativo do esforço cósmico necessário para manter a técnica ativa, e a partir daí ela parece atingir o seu “limite”, daí pára de receber energia cósmica até completar os doze turnos completos. Para ficar mais claro como se dá este aumento, segue a tabela discriminatória dos turnos e gastos: • Primeiro turno (ativação): Gasto baixo de cosmo; • Segundo turno: Gasto baixo de cosmo; • Terceiro turno: Gasto mediano-baixo de cosmo; • Quarto turno: Gasto mediano-baixo de cosmo; • Quinto turno: Gasto médio de cosmo; • Sexto turno: Gasto médio de cosmo; • Sétimo turno: Poder equivalente ao gasto médio de cosmo – sem gasto adicional; • Oitavo turno: Poder equivalente ao gasto médio de cosmo – sem gasto adicional; • Nono turno: Poder equivalente ao gasto mediano-baixo de cosmo – sem gasto adicional; • Décimo turno: Poder equivalente ao gasto mediano-baixo de cosmo – sem gasto adicional; • Décimo primeiro turno: Poder equivalente ao gasto baixo de cosmo – sem gasto adicional; • Décimo segundo turno (final): Poder equivalente ao gasto baixo de cosmo – sem gasto adicional. Como é possível perceber, esta técnica funciona de forma parecida á trajetória do sol desde o alvorecer até o crepúsculo, onde os seis primeiros turnos representam o período do alvorecer até o meio-dia – sol a pino – e a partir do sétimo turno é a queda de seu poder – até que desapareça no horizonte. Os efeitos desta técnica são de cegueira e dano por calor: a cortina tem sua face interna em temperatura normal, enquanto que a externa lança raios ultravioleta capazes de cegar quem se aproximar demais ou tiver a visão muito aguçada. O narrador deve determinar quanto de dano as vítimas sofrem e o quanto dura a cegueira delas. Apesar deste revestimento não oferecer qualquer resistência extra, por sua altíssima temperatura e pela luminosidade, ela torna difícil a aproximação ao Juiz de Garuda, além disso, o calor emanado pode causar queimaduras externas em vários graus, assim como pode causar dano ao incauto que tentar atacá-lo fisicamente, ou mesmo agarrá-lo... enfim, que tente qualquer forma de contato físico com Aires. Contra alvos marcados com o Selo Imperial, como sempre, as possibilidades de queimadura e a sensação de desconforto se tornam bem maiores, pois a criatura marcada sente o calor externo – o Corpo Solar – e o Selo reagindo com o do Juiz, que está emanando a energia; neste processo, há a extensão dos danos – que antes vinham do ambiente externo ao interno (corpo) e agora são, simultaneamente, internos e externos. As chances de ficar cego são maiores, sendo esta cegueira, na maioria das vezes deste caso em específico, permanente, diferente do convencional, que vai depender muito da proximidade, da resistência do adversário e da quantidade de gasto cósmico empregado na realização do Selo Imperial – conforme a tabela que consta na referida técnica.[/spoiler] [spoiler=habilidades ativas]Todas as que estavam no turno anterior - incluindo as da armdura.[/spoiler] |
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