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| Grou; Lunion | |
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| Tweet Topic Started: Aug 13 2012, 04:26 AM (1,684 Views) | |
| Maeveen de Sagitario | Aug 13 2012, 04:26 AM Post #1 |
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O Mais Veloz entre os Cavaleiros
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[align=right]INFORMAÇÕES BÁSICAS[/align] Nome: Lunion Idade real: 302 anos Idade aparente: 20 anos Data de nascimento: 6 de Julho de 1246 Signo: Câncer Local de nascimento: Portugal Local de treinamento: Ilha do Monte Penglai no Mar de Bohai – China, reduto de Po Nya – Himalaia. Raça: Humano Idiomas falados: Lemuriano (intermediário), Grego (fluente), Latim (fluente), Mandarim (intermediário), Português (intermediário). Aparência: Lunion é um jovem rapaz humano que acordou recentemente de um transe profundo (causado pelo Misophetamenos que recebeu) de mais de 200 anos. Ele tem 1,73m de altura e pesa 80 Kg. Cabelos brancos longos (cor adquirida após vestir pela primeira vez a armadura de grou), usa uma tiara de ouro sobre a cabeça, presente de seu antigo mestre, o lemuriano Bai Qíshi que era discípulo de Po Nya. Lunion usa sempre uma cota de couro prateada, item desenvolvido por Bai Qíshi para proteção nos treinamentos de combate. E calça de linho de cor caqui, com sapatilhas chinesas pretas. Sua pele é branca, devido à sua ascendência européia. Seus olhos possuem uma tonalidade acinzentada, quase prateada, herdada de seu pai, e são profundos e para os aliados sempre é reconfortante e afetuoso o olhar deste cavaleiro. Nariz pequeno, levemente fino. Boca e lábios pequenos. Seu físico é magro e com músculos bem trabalhados. Personalidade: Lunion é sério, sereno e pacato. Com amigos, é sempre atencioso e muito carismático. Observador, articulador e benevolente. Devido à sua espiritualidade aguçada, ele se mantém centrado quase o tempo todo. Apesar de não haver experimentado emoções conflitantes com frequência, alguma situação crítica pode causar uma mudança nesse seu estado “imaculado”; apenas não ocorreu ainda tal situação. Ser um cavaleiro é mais que um dever, é o seu destino, já que abdicou de viver em sua época para abraçar a missão que Athena lhe concedeu. A primeira guerra pareceu-lhe um pesadelo distante, cujo final apenas foi sentido por Lunion. Porém, ao perceber a libertação dos espectros ao fim de sua vigília, ele teve uma real noção do que lhe aguarda. Durante uma batalha, ele nem sempre é o primeiro a agir, a não ser contra espectros ou soldados do mundo inferior. Procura o melhor movimento ofensivo que lhe garanta uma vantagem, embora sempre vise a defesa dos mais fracos como primeira opção. Suas técnicas são voltadas para finalizar a batalha rapidamente, seja matando o inimigo ou cancelando efeitos benéficos que estejam ativos no oponente. Se houver inocentes por perto e ele for a única opção para defendê-los, ele o fará, contrariando seus instintos. [align=right]COSMO[/align] Manifestação: O cosmo de Lunion se manifesta em um tom branco azulado, que sempre é visto por aqueles que estão próximos a ele. Aos de coração puro, ainda é possível enxergar um par de asas de anjos semitransparente em suas costas. Quando alcança o ápice, é possível notar, além das asas uma imagem de um Grou branco em toda a sua extensão, inclusive refletindo a luz das estrelas desta constelação. Já os soldados de submundo veem um Grou de duas cabeças, símbolo da destruição das serpentes do mal. A cosmo-energia de Lunion, no sétimo sentido, começa a se manifestar em tom dourado também, mas gradualmente atinge uma cor branca azulada, e várias almas parecem se revolver ao seu redor. Quando atinge o ápice, a cosmo-energia cria um brilho ofuscante tão branco que a luz divina é mais forte do que os olhos dos impuros que o observam podem suportar, além de parecer sugar as almas que estavam ao seu redor continuamente, ameaçando absorver também as almas dos que observam o fenômeno. Sensação: Aqueles de coração puro (mesmo que sejam espectros) sentem-se confortados espiritualmente na presença de Lunion. Seu cosmo os inunda com a tranquilidade de um santuário sagrado, trazendo-lhes confiança e paz de espírito. Quando seu cosmo chega ao extremo, esta sensação reconfortante fica tão forte que é capaz até mesmo de acalmar um espírito horrorizado ou devolver a lucidez a uma vítima que tenha experimentado a loucura. Já os impuros sentem-se terrivelmente desconfortáveis. O tempo inteiro o cosmo do cavaleiro de Grou parece emanar uma aura de cura, reestabelecendo fisicamente e espiritualmente os de coração puro próximo ao cavaleiro. Para os impuros (mesmo que sejam cavaleiros de Athena), quando seu cosmo chega ao extremo, a sensação de desconforto se eleva a uma sensação de desespero, que pode levar uma mente mais frágil à loucura, a sensação de queimadura é tão alta que a dor, além de física é também espiritual ao redor do cavaleiro. Motivação: Lunion é movido por sua fé em Athena e pela convicção de que ele existe para um propósito maior. Todas as suas experiências e o tempo de vida prolongado que teve reforçam essa impressão. Além disso, mesmo após ter cumprido a missão de guardar a torre dos espectros, ele continuou vivo e ainda foi poupado de uma batalha, reforçando esta certeza, além de ter feito uma promessa de voltar vivo para viver um amor com Meiling. Por outro lado, Lunion está cercado de aliados e oponentes muito poderosos. Por vezes mesmo toda a extensão de seu poder não será o suficiente para equivalê-los, fazendo-o às vezes duvidar de sua “condição especial”. Por exemplo, muitas vezes Lunion precisará agir ao lado de cavaleiros de prata mais experientes, cavaleiros de bronze promissores, cavaleiros de ouro muitíssimo poderosos e até deuses, o que diminuirá sensivelmente seu protagonismo. Afinal, se existem tantos aliados poderosos, por quê ele, que não é tão poderoso assim, seria escolhido para um propósito maior? Toda vez que a dúvida assalta o seu coração seu cosmo esmorece. Domínio: Rank de Poder Geral: B+ Domínio dos Cinco Sentidos: Normal Domínio do Sexto Sentido: Pleno (Intuição, Sintonia, Telepatia, Clarividência, Telecinesia, Teleportação) Domínio do Sétimo Sentido: Intermediário (Terra, Água, Fogo, Ar e Som) Domínio do Oitavo Sentido: Nenhum Domínio do Nono Sentido: Nenhum [align=right]TRAJE [/align] Mudanças: Tenho uma arte para o traje, parecida com um dos fanarts (mais masculino, pois o da Yuzuriha é bem feminino), aqui: Imagem Rank do Traje: B Características do Traje: Sugestão de mudança: Devido à lenda do Grou, que segue no texto abaixo, gostaria de sugerir uma mudança na habilidade da armadura. Na Ásia os grous são símbolos de longevidade e imortalidade; o grou branco pode voar para os céus e é um símbolo chinês da grande sabedoria, sendo por vezes chamado de grou “celestial” ou “abençoado; os grous são mensageiros dos deuses e na China voam para a “ilha dos imortais”, a lendária terra dos oito imortais; talvez também por isso os seus ovos são utilizados em poções mágicas que garantem a vida eterna. Em muitas outras regiões do mundo os grous também são considerados como mensageiros dos deuses: no antigo Egipto dizia a lenda que um grou de duas cabeças chegara a ser visto a sobrevoar o Nilo, para anunciar uma nova era de alegria e prosperidade. Para além desta imagem de veículo entre o Céu e a Terra os grous, pela sua apetência em matar cobras, são considerados inimigos de satanás. A sua longa migração torna-os símbolos de resistência e as suas asas são frequentemente usadas como talismãs para proteger os viajantes da exaustão. O retorno dos grous a cada primavera simboliza a ressurreição. Bênção de Deméter: Na mitologia greco-romana o grou era sagrado para a deusa mãe, Demeter, que renovou a Terra a cada primavera, quando a sua filha, Perséfone, foi libertada do submundo. Assim como Deméter renova a Terra a cada primavera, a juventude do cavaleiro de Grou é renovada a cada primavera. Ele envelhece numa taxa ¼ menor que uma pessoa comum de sua raça (pois sua juventude se renova durante os três meses de cada primavera) e, durante esta estação do ano (referência à primavera na Grécia) tanto a armadura quanto o usuário são “regenerados” continuamente (1% de Vitalidade por hora ao traje – mesmo fora da caixa de Pandora - e ao seu usuário). A armadura precisa estar próxima do usuário – dentro ou fora da caixa de Pandora - em no máximo 10 metros para que ambos os efeitos se mantenham. O Narrador terá a palavra final em situações em que esta habilidade não possa funcionar. [align=right]TÉCNICAS[/align] Nome da Técnica: Palavra de Poder: He Xian Gu – A Flor de Lótus Categoria: Suporte Descrição: Uma dos integrantes do grupo dos Oito Imortais taoístas e a única representante feminina dentre eles, He Xian Gu viveu durante a Dinastia Tang e passou sua vida como eremita nas montanhas. He Xian Gu é conhecida por transportar uma vara grande com uma tigela ou bacia na ponta. Nesta bacia são levadas várias ervas e alimentos associados à imortalidade, tais como o pêssego, ramos de pinheiro e bambu, e fungos. No entanto, em outras representações suas, ao final da vara está pendurada uma flor de lótus, o símbolo do seu tesouro. A flor de lótus, assim como as frutas e as ervas na cesta, tem o poder de melhorar a saúde física e mental, levando, consequentemente, à imortalidade. É esse poder de saúde física e mental que foi assimilado por Lunion, levando-o a utilizar-se dos dons deste espírito imortal em seu benefício. Uma flor de lótus aparece, sobrepondo-se ao Grou de sua constelação, e um vento moderado passa por ele, de leste para oeste, abençoando-o com a saúde física e mental concedida por He Xian Gu. Efeito: Só afeta ao próprio Lunion. Essa técnica melhora sua saúde física, tornando-o mais vigoroso e resistente a danos físicos comuns ou de técnicas físicas (a cargo do Narrador) e mais resistente mentalmente, utilizando-se de sua capacidade de Telepatia para fortalecer sua mente, efetivamente dobrando a necessidade de esforço de qualquer oponente de seu nível para afetá-lo com alguma técnica que vise prejudicar sua mente (a cargo do Narrador). A técnica tem gasto cósmico mediano para executar e baixo para manter, e pode ser mantida durante o tempo que Lunion desejar. A eficácia da técnica contra oponentes mais fortes ou mais fracos também está a cargo da Narração. Nome da Técnica: Palavra de Poder: Cao Guo Jiu – A tábua de jade. Categoria: Defensiva Descrição: Membro do grupo conhecido como Os Oito Imortais do Taoísmo, Cao Guo Jiu era filho de um comandante militar e irmão da Imperatriz Cao Hou, da Dinastia Song. “Guo Jiu” era um título semi-oficial dado aos irmãos da Imperatriz. Cao Guo Jiu é representado usando uma vestimenta oficial da corte, segurando castanholas junto a uma tábua de jade imperial,sendo este o seu tesouro, que indica a sua posição e lhe dá acesso às audiências do palácio, e que também possui o poder de purificar o ambiente. Assim, também Lunion aprendeu a “purificar” o ambiente, evitando cosmo-energias hostis. Quando utiliza esta técnica, ele cria uma barreira verde-brilhante, semelhante à tábua de Jade do Imortal Cao Guo Jiu. A mesma se coloca à frente de Lunion, protegendo-o contra ataques lançados por impuros. Efeito: A tábua mede 10 metros x 10 metros, e sempre estará posicionada à frente de Lunion. Ela é feita de energia cósmica, e é possível enxergar através dela. Lunion pode se mover livremente enquanto a técnica permanecer ativa, mas não pode invocar outras formas de defesa cósmica enquanto a mesma estiver em operação. Oponentes “impuros” (a cargo da Narração) sempre terão seus ataques cósmicos interceptados pela barreira (não funciona contra ataques físicos, somente rajadas cósmicas, o que quer dizer que ataques mentais não são bloqueados pela tábua), que terá um Rank defensivo semelhante ao Rank de Poder de Lunion (B+, atualmente), podendo ser menos eficaz contra oponentes mais poderosos ou mais eficaz contra oponentes mais fracos, a cargo da Narração. Oponentes que não sejam “impuros”, de acordo com o que decidir o Narrador, não serão afetados pela barreira. Aliados podem se proteger atrás da barreira, se desejarem, mas Lunion deverá permiti-lo, caso contrário não receberão os benefícios da mesma. O gasto cósmico é mediano-baixo para conjurar e baixo para mantê-la. O narrador pode decidir que um ataque cósmico muito poderoso que consiga “vazar” a barreira completamente (causar o dobro do dano que ela poderia agüentar por seu rank, por exemplo) a destruirá. Nome da Técnica: Palavra de Poder: Tieguai Li – Chamas de Gilin/ Turbilhão de Fogo Categoria: Ofensiva Descrição: Tieguai Li é o mais velho dentre os membros do grupo dos Oito Imortais taoísta. Patrono dos feridos e dos doentes, este Imortal estudou com Lao Tsé por quarenta anos, passando longos períodos sem comida e sem dormir com o objetivo de focar unicamente na prática da meditação. Tieguai Li, como todos os Imortais, é frequentemente mostrado carregando o seu tesouro, uma cabaça. Acima dela, espiralando para o céu, há uma nuvem de neblina, que contém o hun do Imortal Li, isto é, a sua alma etérea. Em suas representações gráficas, ele aparece com sua muleta de ferro; em textos, há menção de que se locomove montado em um qilin, uma criatura chinesa quimérica, semelhante a um dragão, cujos cascos estão envoltos em chamas. Assim como Tieguai Li, o hun de Lunion arde com as chamas dos cascos de gilin. Clamando a força deste imortal, o gilin aparece, rodeando a constelação de Grou, enquanto suas chamas formam uma espécie de Mandala no céu. Após isso, as chamas espirituais brilham num dourado intenso e vão até direita de Lunion, que as dispara num cone mortífero. Muitas vezes, Lunion chama essa técnica de “Turbilhão de Fogo” Efeito: Afeta um cone de 100 metros, por 35 metros de largura. Todos os presentes na área afetada recebem dano mediano-alto, se forem de mesmo nível cósmico que Lunion. Oponentes de nível maior recebem menos dano, e oponentes mais fracos recebem mais dano, mas as variações estão a cargo do Narrador. O gasto cósmico é mediano-alto. Para escapar, é necessário esquivar-se da técnica de alguma maneira ou deixar a área afetada antes da execução. Algumas barreiras ou artefatos especiais, como escudos de armaduras, podem evitar parcial ou totalmente o dano, a cargo da Narração. Nome da Técnica: Palavra de Poder: Lan Caihe – Flores do Elísio Categoria: Estado Descrição: Lan Caihe é considerado por muitos o mais misterioso dentre os Oito Imortais do taoísmo. Isso porque por vezes ele é retratado como um velho, outras vezes, como uma jovem, e ainda como um menino. Sendo o padroeiro das flores, seu tesouro é uma cesta de flores. Em suas retratações, a cesta é levada na ponta de uma enxada, repleta de ervas e flores associadas com as artes taoístas de longevidade, tais como certos fungos considerados mágicos, o crisântemo, ramos de pinheiro e de bambu. Lunion associou o cesto de flores do Imortal às flores do Jardim do Elísio, já que é nessa dimensão que vivem os “imortais” e, usando sua Telepatia, desenvolveu uma técnica que leva o alvo a crer que está realmente no Elísio. Muitos dos que sucumbiram ao transe jamais acordaram pois, para muitos, o desejo de permanecer no paraíso é maior que o de voltar para a Terra. Lunion costuma usar esta técnica naqueles à beira da morte, principalmente os acometidos pela peste, para que consigam ter um vislumbre do paraíso antes de perecerem. Quando executa esta técnica, um grou cósmico surge, voando pelo campo de batalha e espalhando pétalas de flores por toda a sua extensão. Ao sorver o aroma, o oponente é afetado. Efeito: Afeta apenas um oponente por vez, e ele deve estar a até 50 metros de distância (em raio). Embora o aroma adocicado esteja por toda parte, somente o oponente designado sofrerá os efeitos da técnica. Ele será assaltado por uma sonolência extrema, e começará a “sonhar acordado” com visões do paraíso. Se as mesmas o relaxarem, ele entrará em transe e nele permanecerá até que acorde ou o efeito da técnica acabe. Uma projeção onírica do alvo é enviada ao Elísio, guiada pelo espírito imortal de Lan Caihe, e lá permanece, até acordar. O gasto cósmico é mediano, e a técnica dura, no máximo, 4 turnos, após os quais o oponente acorda. Se algo acontecer com seu corpo (ferimento, ou até mesmo uma sacudida) ele acorda imediatamente. O Narrador sempre terá a palavra final se o alvo será ou não afetado pela técnica, já que oponentes muito poderosos ou resistentes mentalmente (ou que smplesmente nunca desejaram ver o paraíso) podem ser resistentes a essa técnica. Nome da Técnica: Palavra de Poder: Lu Dongbin – Espada Sagrada / Execução Imperial Categoria: Ofensiva Descrição: Lu Dongbin é o mais famoso dentre os Oito Imortais Taoístas. Às vezes costuma ser retratado como seu líder, talvez porque ele também aparece em várias histórias como sendo aquele que conduziu os outros Imortais à longevidade. É o patrono dos malabaristas e dos mágicos, embora seja conhecido também por ser conquistador e propenso a crises de embriaguês. O tesouro de Lu Dongbin é uma espada mágica de dois gumes, que dissipa os maus espíritos e lhe dá o poder da invisibilidade. Lunion, aproveitando-se da essência deste espírito imortal, invoca a constelação de Grou, unindo as duas mãos no ar. As estrelas brilham e se unem num único filete de energia, que percorre os braços do cavaleiro. Por um instante, ele se converte em um espírito, “sumindo” da vista de seu oponente (através de sua capacidade de Teletransporte), e o ataca, num golpe vertical, que normalmente é letal. Lunion às vezes chama esta técnica de “Execução Imperial”. Efeito: Apenas um oponente pode ser afetado por vez. Lunion deve seguir numa linha reta de no máximo 125 metros, e seu oponente deve estar até, no máximo, esta distância. A técnica causa dano alto a oponentes de mesmo nível cósmico, tendo gasto cósmico mediano-alto. Fica a cargo do Narrador a variação do dano a oponentes mais fortes ou mais fracos que Lunion. A técnica é de difícil esquiva, devido ao momento em que Lunion “some”, quando entra em conjunção com o poder da espada lendária do imortal Lu Dongbin. Assim, pelos cinco sentidos ordinários será extremamente difícil perceber sua aproximação, sendo necessário o uso de alguma capacidade extrassensorial (do sexto sentido) para fazê-lo. Todavia, o Narrador tem a palavra final sobre esta nuance da técnica. Nome da Técnica: Palavra de Poder: Han Xiang Zi – A Flauta da Vida / Consagração Divina Categoria: Suporte Descrição: Han Xiang Zi, também chamado Filósofo Han Xiang, é outro membro que compõe o grupo dos Oito Imortais Taoístas. Patrono dos músicos, este Imortal foi aluno de Lu Dongbin, tendo com ele estudado os clássicos taoístas. Han Xiang Zi é representado com o seu tesouro, uma flauta mágica que concede a vida, razão pela qual foi considerado o Patrono dos Músicos. Lunion, apetecido pela música do imortal, tentou reproduzi-la com uma técnica sua, na qual utiliza as propriedades curativas do espírito imortal Han Xiang Zi para curar a si e a seus aliados. A constelação de Grou se forma no céu, e as estrelas se unem, transformando-se numa flauta, que voa até as mãos de Lunion. Enquanto Lunion tocá-la, a vida de seus aliados será mantida. Lunion às vezes chama esta técnica de “Consagração Divina”. Efeito: Afeta a todos os aliados num raio de 50 metros (ou seja, apenas quem Lunion escolher afetar). Lunion precisa se concentrar apenas nesta técnica para que ela surta efeito. Enquanto tocar a flauta, Lunion curará a si mesmo e a seus aliados o equivalente a 1% de Vitalidade. A técnica exige gasto de cosmo mediano-baixo para executar e baixo para manter. Esta técnica pode manter consciente e vivo um aliado que esteja prestes a morrer, até que ele seja curado ou cuidado de alguma maneira, mas isso ficará a critério da Narração. [align=right]HABILIDADES[/align] Nome da Habilidade: Teletransporte Descrição: Lunion começou seu treinamento com seu mestre há muitos anos. A habilidade de teletransporte para um humano beira o limite do impossível. Desaparecer no ar, sem deixar vestígios não é uma habilidade que se domina com suor e dedicação apenas. É preciso compreender o cosmos, a capacidade humana e a os segredos do universo. Por ser extremamente complexa, ele ainda está no começo da compreensão da mesma. Efeito: Quando ativa esta habilidade, Lunion se move tão rapidamente que parece piscar. Esse efeito pode ser ativo em qualquer momento de abrande uma área de até 500 metros. As suas limitações são a duração de seu cosmo e que, conforme a distância, o gasto de cosmo aumenta. Além do cosmo, a sua outra limitação é que ele precisa saber com certeza aonde se teleportar (se estiver fora do alcance de sua visão, precisa já ter estado lá antes). Pode ser atrás de uma pilastra ou o terraço de alguma construção. Esta habilidade precisa de ativação. O efeito só pode ser usado em uma pessoa. Isso quer dizer, que Lunion pode usar em si mesmo ou em outra pessoa apenas, e neste caso Lunion deve tocá-la. Neste caso, a pessoa afetada é levada a uma área aleatória dentro de um raio 100 metros (para a outra pessoa ele não pode controlar o destino). Entretanto, se a distância for maior que isso, máximo de 500 metros, ele ficará desgastado e não poderá lutar em seguida (ou simplesmente não conseguirá se teletransportar, a cargo do Narrador), tendo que esperar sua cosmo-energia se recuperar. Gasto Cósmico Individual: Distâncias a até 500 metros – Gasta 15% Gasto Cósmico para mandar outra pessoa (deve tocá-la): Distâncias a até 100 metros (direção aleatória) – Gasta 30% Nome da Habilidade: Telepatia Descrição: Consiste em poder ler a mente e conversar com outras pessoas que possuam a capacidade "Telepatia" do Sexto Sentido desenvolvida (em caso de pessoas comuns) ou com usuários de cosmo-energia. Lunion, praticava assiduamente essas habilidade com seu mestre, pois desenvolvera isso para se comunicar com espíritos que não tinham forças para se comunicar com vozes). Lunion, ainda possui o status de aprendiz nesta habilidade. Ele pode se comunicar com qualquer pessoa em uma área de 50 metros, mas não pode se conectar com várias mentes ao mesmo tempo. Efeito: Lunion precisa ter um mínimo conhecimento do seu alvo (qualquer tipo de conhecimento, como nome, cor dos olhos, etc). Ele "sonda" a área 50 metros, procurando por mentes conscientes aptas a receber suas mensagens. Para executar esta habilidade, Lunion gasta 10% de cosmo-energia por turno. Porém, caso queira extrapolar a distância máxima, a quantia de cosmo-energia extra (e a possibilidade de fazê-lo) ficará a critério do Narrador. Alguns oponentes podem bloquear esta habilidade e telepatas mais experientes podem evitar ter suas mentes sondadas por Lunion, a cargo da Narração. Nome da Habilidade: Telecinese Descrição: A telecinese consiste em mover objetos pela mente, fazendo-os flutuar e se locomover pelo ar até Lunion. Ele precisa ver o objeto em questão para poder ativá-la. Ele pode levitar seu próprio corpo se assim desejar com a Telecinese, mas isso o cansará com o tempo. Efeito: Lunion pode mover pelo ar objetos ou corpos mais leves que a metade do peso de seu próprio corpo sem gasto de cosmo-energia. Ele pode mover mais de um objeto ou corpo, contanto que a distância entre os mesmos não supere 10 metros, e que a área total afetada não seja superior a 50 metros de raio. Caso o peso ultrapasse a metade do seu de peso corporal, ele despenderá um gasto cósmico baixo, que aumentará conforme o peso do que ele tenta movimentar também aumentar (a critério do Narrador). Nome da Habilidade: Post Mortem. Descrição: Lunion, desde pequeno, tinha uma conexão sobrenatural com os espíritos errantes. Desde os presos à Terra até os caminhantes do Yomotsu, suas vozes lhe eram acessíveis através da capacidade do sexto sentido “Telepatia”. Todavia, inicialmente, só os espíritos presos à esfera Terrestre (Sekai). Assim, desde que Bai Qishi foi morto, Lunion consegue também comunicar-se com ele, vendo através dos seus olhos. Somente assim os espíritos que vagam pelo Yomotsu podem falar com ele. Para ativar esta habilidade, Lunion entra em “transe” com o Sekai (ou com o Yomotsu, através do espírito de seu mestre), comunicando-se com os espíritos que desejam falar com ele. Efeito: Não há gasto cósmico normalmente para esta habilidade, mas alguns espíritos poderosos podem necessitar de “estímulo” para perceberem a tentativa de comunicação de Lunion (a cargo da Narração), principalmente se estiverem no Yomotsu. Lunion consegue conversar com tantos espíritos quantos forem possíveis, mas nada garantirá que serão amistosos em relação a ele (o que no máximo fará com que os espíritos o ignorem). O Narrador determinará todos os efeitos desta habilidade. Nome da Habilidade: Os Oito Imortais Descrição: Na Ásia, os grous são símbolos de longevidade e imortalidade; o grou branco pode voar para os céus e é um símbolo chinês da grande sabedoria, sendo por vezes chamado de grou “celestial” ou “abençoado; os grous são mensageiros dos deuses e na China voam para a “ilha dos imortais”, a lendária terra dos oito imortais. Eles são Hé Xiān Gū (He, a mulher imortal), Cáo Guó Jiù (Cao, o tio real), Lǐ Tiěguǎi (Li Bengala de Ferro), Lan Caihe, Lǚ Dòngbīn (líder), Hán Xiāng Zi (Filósofo Han Xiang), Zhāng Guǒ Lǎo (Velho Zhang Guo) e Zhōnglí Quán. Através do doutrinamento de seu mestre, Lunion conseguiu estabelecer uma sintonia com os oito espíritos imortais, provando-se digno a cada um deles durante seu treinamento. Devido a isso, eles aceitam que Lunion os represente, ouvindo seu chamado e outorgando-lhes parte de seu poder. Efeito: Esta habilidade é a base para todas as técnicas de Lunion, pois sua harmonia com os espíritos dos Oito Imortais, tornando-se seu legítimo representante no Sekai é que lhe possibilitou derivar suas técnicas de cada um dos “tesouros” ou “características” dos mesmos. Logo, Lunion também pode utilizar a habilidade Post Mortem para entrar em contato com um dos oito espíritos, buscando aconselhamento. Todavia, como são entidades muito ocupadas, não há garantias de que o atenderão sempre (a cargo da Narração). |
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| Maeveen de Sagitario | Aug 13 2012, 04:32 AM Post #2 |
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O Mais Veloz entre os Cavaleiros
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[align=right]HISTÓRIA[/align] [align=center]A Fuga[/align] D. Afonso Henriques, logo que conseguiu a independência do Condado Portucalense, procurou alargar o território para conquistar terras a Sul do rio Tejo, lutando contra os árabes (mouros). Conquistou cidades como Leiria, Santarém, Lisboa, Alcácer do Sal e Évora. Nestas lutas, os portugueses foram ajudados pelos Cruzados, Nobreza, Clero e o Povo, que em nome da fé cristã combatiam os mouros. Mas nestas batalhas, o rei foi perdendo algumas terras que havia conquistado porquue não havia ninguém para as habitar e defender. As lutas entre portugueses e os mouros duraram muitos anos: umas vezes os portugueses conseguiam empurrar os mouros para o Sul, outras vezes os mouros empurravam os portugueses para o norte. Mas só em 1249, no reinado de D. Afonso III os Mouros foram expulsos definitivamente do território que é hoje Portugal, mais própriamente do Algarve. Origem do nome de Lunion se deve ao fato de: seu pai ter descendência romana e sempre jurou dar o ao seu primeiro filho nome de um guerreiro romano, daí o sufixo “ION”. Já, por parte da mãe que sempre admirava a lua mais do que qualquer outro astro, em homenagem a mesma colocou no início do meu nome a palavra Lun de “LUNA”, que significa Lua em espanhol. Lunion, uma pequena criança com apenas 3 anos de idade, filho de Mário e Ermerita, um casal de nobres que fugiam em alta velocidade de uma região arrasada pelos mouros e pela peste. Naquela época a peste avançava ferozmente pela Europa Ocidental. Pela janela da carruagem viam-se as fogueiras dos corpos queimados aos montes pelos grupos de voluntários, parentes e familiares das vitimas. Os mouros deixavam o território português, mas antes, quando não eram escoltados pelos soldados portugueses e seus aliados, aproveitavam a derrocada para destruir casas e matar quem estivesse em menor número e que cruzassem seu caminho. A carruagem, em sua investida cruza por um grupo de mouros que partiam em debandada. Ao notar a carruagem, logo os soldados mouros, cerca de 20 homens montados a cavalo partem em perseguição a carruagem. Na fuga, o cocheiro é atingido por uma pedrada que fora dada por um dos soldados mouros que os alcançara. Valentemente o cocheiro tenta manter o controle da carruagem, sabendo que se vacilasse, não só ele estaria morto nas mãos dos bárbaros mouros, mas também, o casal de nobres e seu filinho pequeno. Já quase sem força, sangrando muito na parte da nuca, o cocheiro avisa que não dará tempo de chegar até o destino combinado e precisa coloca-los em segurança. Mas a única saída é um rancho no alto da colina, no fim da estrada que agora seguiam. Teriam algum tempo se alcançassem o portão. Pois largariam a carroça na entrada atrasando os mouros de invadirem na esperança de que existisse alguém no interior do palacete. Era uma construção bela. Aparentemente um castelo. Muito destruído com vestígios de guerra. Ao alcançarem a entrada do rancho, o cocheiro ajuda o casal a sair da carruagem com seu filhinho e pede para que corram na direção da casa e peçam ajuda. Enquanto isso, ele ficaria ali para retardar os mouros. Ele ateia fogo na carroça que imediatamente virou uma grande labareda. O fogo se espalha por um longo pedaço do paredão que cercavam o palacete. Mário, outrora pertencia a corte portuguesa e sabia que sua vida seria ceifada, não só a dele, mas como as de sua mulher e filho. Os mouros já haviam percebido que eram nobres e mesmo que fossem dignos de clemência, os sanguinários mouros não deixariam o nome português vivo. Era o momento de deixar um sinal. Um aviso, uma vingança ao império português. Mario percebe que não existe nenhuma chance de sobrevivência se ficar no interior da casa, e nota um ancoradouro abaixo da colina, no lado oposto da casa. Com sua mulher e filho, Mario tenta alcançar o ancoradouro e percebe que os mouros já haviam vencido a barreira de fogo e o pobre homem (o cocheiro) jazia ali, caído, sem vida. Com uma espada cravada em seu peito. Mário localiza uma pequena embarcação e, às pressas, desamarra as cordas das amarras liberando o barco. Já havia batido o desespero em sua mulher e seu filho. Os mouros invadem o ancoradouro e arremessam de tudo na intenção de acertar o casal. Gritos, choro, sensação de desconforto e perigo, tudo isso assalta a mente da inocente criança, que vê todo o seu mundo desabar de uma hora para outra. Seus pais pareciam desesperados ante o ataque dos mouros. Impotentes. Seus pais, eles, que sempre foram a sua fortaleza, o seu castelo, agora não pareciam mais fortes do que ele próprio. O fogo consumia lentamente os arredores, e a fumaça quase sufocava Lunion. Tudo isso, de alguma forma, mexeu com ele. Lunion quis, pela primeira vez, mesmo com tão pouca idade, proteger alguém que amava. E quando percebeu que seus pais seriam alvos fáceis dos projéteis, algo emanou de si, de forma instintiva, e desviou tudo o que estava fadado a ceifar a vida daqueles que amava. Mais tarde, ele saberia que pela primeira vez ele havia usado de uma força psíquica inconscientemente (Telecinese). Enquanto seus pais abaixam a cabeça tentando se esquivar-se. Finalmente conseguem entrar no barco. Ao dar impulso para que a embarcação tomasse velocidade para se afastar do deck, o remo cai sem que percebam e o barco se afasta a salvo dos mouros, porem... A deriva em mar aberto. [align=center]Adeus mãe, adeus pai![/align] A pequena embarcação segue a deriva em mar aberto por cerca de 7 dias, até que são avistados por um navio. A tripulação da Nau recolhe a família. Todos já muito fracos pelos dias em mar aberto, com fome e sede. Lunion estava desacordado já algumas horas. No interior da embarcação, recebem cuidados médicos, são lavados, recebem comida e água. Mario, agradece a ao senhor com longas barbas e roupas esfarrapadas que cuidou de sua família e de si mesmo. Mas percebe um amontoado de corpos enrolados, como múmias deitados em camas no interior do salão. Sinal da peste. Sua preocupação tinha fundamentos e sabia que não podiam ficar um minuto sequer dentro daquele navio. Corriam sérios riscos, por causa da praga. Ermerita já apresentava sinais que comprometiam a sua saúde. Já vira aqueles sinais. Ele a olhava com o olhar de lamentação, mas tentava não se deixar abater. Ermerita por sua vez, já sabia que não tinha mais muitos dias de vida, e mal tocava seu filho. Eles decidiram permanecer no navio, mas mandaram Lunion sair da embarcação imediatamente com alguns tripulantes que não apresentavam sinais de infecção e saíra de quarentena naquela manhã. A mãe de Lunion falecera naquele mesmo dia, e seu pai já estava muito debilitado. Lunion sabia que não veria mais seus pais a partir daquele dia e se abateu, morrendo três dias depois. A bordo de uma pequena embarcação, Lunion e mais 8 tripulantes deixam o navio, 3 dias depois de ser salvo com seus pais e serem levados para dentro do navio assassino, onde sua família encontrou o seu fim. De tanto que fugiram, caíram para a peste bubônica. Navegaram na pequena, mas estável, embarcação por mais quatro semanas. Notaram o clima mudar drasticamente. Ao avistarem terra firme, seguem imediatamente para o litoral. O Território tinha uma capa branca intensa. Nevara muito naquela região. Chegam à costa da Espanha no mesmo dia. [align=center]Bai Qíshi, o cavaleiro branco.[/align] Ao chegar ao porto espanhol, saem da embarcação e seguem diretamente a primeira taverna que encontram, mas não esperavam que um de seus companheiros começasse uma briga generalizada na taverna. Na confusão, Lunion se perde da companhia dos marinheiros e vaga sozinhos pelos arredores da cidade. Dias se passam, e Lunion sozinho vaga pela cidadezinha. Para se proteger do frio, ele encontra um amontoado de lona e palha e se abriga, logo adormece. Um homem de cabelos brancos bastante longos, vestido com uma longa túnica de pele de várias camadas para se proteger do frio e apesar da cor de seus cabelos, o estranho aparentava ter uns 40 a 43 anos, era alto, tinha a pele branca, olhos azuis celestes e rosto fino, com duas espécies de pintinhas na altura da testa. Seu nome era Bai Qíshi (Cavaleiro Branco em chinês), um lemuriano. Ele pressente que existia ali alguém dotado de cosmo-energia e decidiu vasculhar a região. Se guiando pela sua intuição, logo descobre o garoto adormecido em um monte de palhas. Ao tocar no corpo do garoto, percebe que estava queimando em febre. Precisava fazer algo. Tirar o menino do relento, ou ele poderia não sobreviver. Estava sozinho, ele garantiu. Ele toma o garoto em seus braços e o carrega consigo. Bai Qíshi era um soldado das forças de Athena e estava na Espanha, na ocasião em que encontrara o garoto, devido a uma missão designada pelo seu mestre Po Nya a muitos anos atrás. Ao encontrar o garoto e sem perder muito tempo naquela região, Bai se teletransporta juntamente com Lunion para a China, relativamente próximo de onde Bai fixara residência. Lunion despertar no raiar do sol percebe então, que havia se escondido dentro de uma carroça e já não estava mais naquela cidade aonde chegou com os marinheiros. Perdeu a noção de quanto tempo dormira, mas sabia que não estava mais no mesmo lugar. Colocando a cabeça do lado de fora da carroça, ainda em andamento, puxada por cachorros e subindo uma longa ladeira, nota que havia viajado bastante e agora, subia um morro. A carroça pára. Bai Qíshi surge diante da entrada da carroça e percebe o garoto tremendo de frio e medo encolhido sob as mantas. Ele o estava levando direto ao templo onde morava no topo da colina. Bái Qíshi permaneceu diante a entrada traseira da carroça observando o garoto que já soluçava e delirava, e percebeu que ele precisava de ajuda. Antes de voltar a carroça e retomar a subida da colina, como era de seu costume, deu uma observada em 360º ao seu redor para se certificar que ele, ou o menino não estariam sendo seguidos. Afinal, ser um lemuriano fora de Jamiel não era algo muito seguro. Alguns dias depois, Lunion abrira os olhos e fica completamente assustado. Estava em um lugar completamente isolado, frio e um pouco escuro. Ao perceber uma janela as suas costas ele decide observar. Da janela podia se ver uma espécie de cemitério. Algumas lápides expostas, a maioria pela metade, devido ao desgaste do tempo. Bai Qíshi, inusitadamente surge no quarto e surpreende o garoto que toma um tremendo susto. Após o garoto ter se acalmado, Bai Qíshi decide extrai do garoto informações sobre a sua vida e se convalescendo do garoto ele decide cuidar, mesmo que temporariamente do jovenzinho. Aos poucos Lunion e Bai Qíshi vão se tornando cada vez mais amigos e o lemuriano passa a ensinar como se virar no monte. O respeito e a admiração de Lunion pelo cavaleiro era tão grande, que já o considerava um pai. Bai Qíshi por sua vez, não era acostumado a ter companhia há muitos anos e se punha a pensar quase sempre, como se fizesse uma reflexão de seu passado. Mas sua atenção era cortada sempre que Lunion cruzava por suas vistas, lhe devolvendo um pouco de alegria e descontração. Um certo dia, após quatro anos, Bai Qíshi treinava no monte e avista o garoto saindo de templo onde viviam indo em direção ao cemitério. Hoje, já tomado de alguns punhados de grama e algumas flores, que davam um tom menos bizarro ao terreno. O lemuriano observa e nota que Lunion parecia conversar com alguém. Notava que o garoto ria e brincava muito deste lado do templo, sem nunca ter dito nada e nem reclamar de sustos de fantasmas ou ruídos estranhos. Para um garoto daquela idade, um bicho papão já lhe tirava o sono. Bai Qíshi era dotado de grandes poderes, e decide então prestar mais atenção as atitudes do garoto e passa a observa-lo com outros olhos. Utilizando seu sexto sentido, Bai Qíshi nota que Lunion nunca estivera sozinho todo esse tempo, desde quando passou a rondar pelos arredores do templo. Lunion tinha feito amizade com os fantasmas, espíritos do Monte Penglai. Mas este fantasma não era um fantasma comum. Era a filha de um dos grandes imortais que, em pessoa se materializava para o garoto todos os dias. Bai notou então que Lunion tinha alguma de especial e passou a observá-lo mais atentamente. Alguns dias se passaram e Bai já adotara uma prática de meditação e fizera Lunion o acompanhar. Percebera que Lunion podia ser muito bem disciplinado e com a doutrina correta, poderia ser de grande utilidade para os conceitos que acreditava. Os dias se passam e Bai Qíshi e Lunion passam a praticar cada vez mais exercícios mentais e espirituais. O lemuriano percebe que Lunion realmente possui uma grande capacidade de interação com os espíritos, muito mais que um simples vidente e decide então, iniciar Lunion nos ensinamentos dos Oito Imortais. Um certo dia pela manha Bai retorna de mais um de seus treinamentos no monte e percebe a que Lunion não brincara nesta manhã. Ao retornar ao templo Bai Qíshi procura por Lunion. Segue ate seu quarto e nota que o menino ainda se encontrava dormindo. Mas o Lemuriano percebe que algo estava errado. Lunion estava em um sono profundo e seu corpo queimava feito brasa. Imediatamente Bai Qíshi inicia um processo mental para tentar trazer o garoto de volta à consciência. É quando percebe um amontoado de espíritos no fundo do quarto zelando pelo corpo do menino. Bai, que também tinha acesso ao mundo dos mortos decide perguntar a um dos espíritos que explica o motivo da inconsciência do garoto. Tratava-se de um teste. Um teste de merecimento: “--Essa é a sua experiência mística direta com a verdade, que ele aceita por completo, alegre e inquestionavelmente, e que lhe proporciona conforto em momentos traumáticos e assustadores. Sem a limitação do filtro mental de um adulto do que seja "certo" ou "errado" pensar ou acreditar, esta criança é capaz de aceitar tanto uma fonte de orientação direta quanto uma experiência direta de espiritualidade. Este menino é predestinado, seu fogo interior queima como brasa em chamas douradas. Chamas imortais. Chamas divinas. Quando ele acordar... Se ele acordar... Ele deve ser doutrinado dentro dos ensinamentos Lemurianos.” Bai Qíshi entende o motivo depois de longa conversa com os espíritos que agora cercavam o lemuriano como se exigissem sua resposta positiva. Dias passam sem que houvesse nenhuma mudança no estado do menino. Os espíritos permaneciam ao redor do garoto. No oitavo dia de hibernação, quando Bai Qíshi meditava diante do corpo do menino juntamente com os espíritos, uma aura azul cintilante emana do corpo do menino pulsando energia. Bai percebe que aqui se trava do cosmo. O menino despertara a energia predominante do universo, como e por que ele não conseguia entender. Bai continuou observando o menino atônito. Manteve-se na posição de lótus, mas não meditava mais. Não conseguia se concentrar. Queria ficar atento a cada sinal daquela situação e estava preparado para agir e fazer o que fosse preciso para salvar a vida do menino, embora, não soubesse o que fazer se fosse necessário. A energia do garoto foi ficando cada vez mais forte e pulsante. A cor de seu cosmos mudava constantemente de azul para branco azulado com flashs douradas. Em algumas vezes se tornava um violeta intenso e depois mantinham se branco azulado. Era um jogo de cores. O cosmos de Lunion estava sendo liberto e tomando forma. Criando uma marca. Uma assinatura. A sua identidade. No processo de emanação do cosmos, Lunion reage. Alguns cortes aparecem em suas mãos e pernas. Um hematoma surge em sua testa. Com a dor o garoto solta uma grito ensurdecedor e seu cosmo finalmente explode. Bai tampa os olhos e jogado para trás devido ao tamanho impacto de energia. Bai nota que os espíritos começam a se desintegrar se tornando nevoa e sendo tragados pelo poderoso cosmo. Com o último espírito, o cosmo de Lunion se apaga e ele acorda logo depois. Momentaneamente um silêncio tomou conta do recinto. Bai Qíshi olhava atônito na direção do garoto que, agora olhava fixo para o teto sem nenhuma emanação cósmica ou espiritual. Tudo voltara ao normal. Pelo menos, era o que aparentava. Lunion, depois que desperta, retoma sua consciência normalmente. Bai precisava de informações. Precisava saber o que aconteceu com o garoto. Mas Lunion dizia não lembrar-se muito. O que lembrava eram pequenos flashes. Parecia estar salvando uma pessoa que despencava de um precipício. E depois se via envolto de chamas. Lembra também de uma explosão e depois, de acordar. Com isso, Bai não tinha muito o que dizer, então decidiu dar tempo ao tempo e esperar que no futuro, Lunion lembrar-se do ocorrido e que um dia, tudo pudesse fazer sentido. Os Oito Imortais o haviam testado, e ele fora aprovado com louvor. Dois dias depois do despertar de Lunion, Bai Qíshi inicia uma seção de treinamentos com o garoto. [align=center]Lembranças de outrora.[/align] [align=center] Bai Qíshi era discípulo de Po Nya. Um articuloso guerreiro do de Athena. Po Nya exercia um função extra oficial a pedido pessoal da Deusa. Na ocasião, treinara Bai Qíshi para se tornar um cavaleiro de Athena e sendo assim, servir ao santuário na guerra santa que estava próxima. Bai era um discípulo dedicado. Po Nya o via como um filho e não media esforços para doutriná-lo como cavaleiro de Athena. Bai sabia que seu futuro como cavaleiro de Athena era incerto, pois se apaixonara por Yuzuka. Uma lemuriana que vivia em Jamiel e morreu no Monte Penglai atingido por um golpe disparado por um dos espectros de Hades. Yuzuka morreu guardando o segredo de não revelar onde era guardada a sagrada armadura de Grou. A armadura, que pela lenda se dizia ter o poder da vida eterna. O poder da cura, da fonte da juventude e da vida eterna. Na ocasião, Baí Qíshi, Po Nya e Yuzuka viajaram até o Monte Penglai para o último teste para a armadura de Grou. Po Nya deixou instruções com Bai Qíshi e partiu de volta a Jamiel. Combinaram de se reencontrarem nas terras de Jamiel quando Bai retornasse com a armadura. Bai parte em busca da armadura de grou entrando no templo do Monte Penglai e descendo até a entrada de uma gruta no interior do templo. Yuzuka haveria de aguarda-lo no lado de fora do templo para o próprio bem dela. Pois o teste da armadura era a maior prova de sobrevivência para um pretendente a cavaleiro e geralmente mortal. Enquanto Bai lutava pela sua vida no interior da gruta escondida no templo, Yuzuka era atacada por Lorien de Benu, Estrela Celeste da Violência. Que ameaçava a sua vida se não contasse onde o cavaleiro e a armadura estavam. Bai Qíshi pressente em seu cosmo a presença do inimigo e por pouco não é cai em uma armadilha no interior da gruta. Yuzuka estava em perigo. Ele imediatamente decide fazer o caminho de volta e em grande velocidade retorna a superfície do templo e percebe o corpo de Yuzuka estendido no chão, já sem vida. Bai Qíshi, eleva seu cosmo ao máximo emanando o sétimo sentido e percebe a presença do inimigo antes que fosse atingido pelo golpe fatal do espectro. Bai se esquiva no momento exato e aplica um poderoso golpe que aprendera com seu mestre Po Nya: “Turbilhão de Fogo”. Um túnel de fogo celestial (fogo branco) se forma na direção do alvo atingindo o alvo físico e espiritualmente se o oponente for das facções do submundo. O alvo se vê em meio a um turbilhão de fogo branco e centenas de rajas cortam seu corpo arremessando o alvo para o alto o deixando em queda livre. O espectro é atingido e sofre um poderoso dano, com muita dificuldade se ergue novamente e diz que seu trabalho já havia sido feito. O espectro explica que o seu trabalho era impedir que o cavaleiro de grou entrasse na guerra santa. Não importa os termos para que isso se concretizasse. Vencer um discípulo de Po Nya era algo realmente improvável. Mas possuir o espírito de sua amada não. O espectro cai logo em seguida e vira cinzas. Então, tirando a vida de Yuzuka o espectro conseguiu, mesmo que indiretamente, o seu objetivo. Devido a morte de Yuzuka, o espírito da moça agora vagaria no Monte Penglai eternamente e Bai Qíshi não mais, iria em busca da armadura. Desde então, Bai se isolou do mundo e nunca mais voltou a Jamiel, não obteve mais notícias a respeito do santuário e nunca mais teve contato com seu antigo mestre. A armadura de Grou continuou esquecida no fundo do Monte Penglai e hoje não se sabe ao certo da existência desta armadura em verdade. Lendas dizem que a armadura foi levada por Zeus em pessoa para o Olimpo, pois essa armadura podia dar novos rumos as batalhas desfavorecendo e muito o lado oposto de quem a controla, dando grande vantagem sobre as forças inimigas. Desde então, Bai manteve-se em treinamento constante, mas nunca mais abandonou o monte e nunca teve a companhia de nenhum outro homem ou lemuriano, pelo menos vivo. Por um longo tempo, ele teve a companhia de seu amor, Yuzuka em forma de espírito. Mas já alguns anos, o espírito da moça não aparecia mais a ele. No início foi difícil a ausência da alma da mulher. Tentou de diversas formas buscar por ela no Yomotsu, mas não obteve êxito. Então, desistiu.[/align] Bai agora tinha um discípulo e já estava cansado mentalmente. Mas decidira passar os ensinamentos do seu antigo mestre para Lunion e testa-lo ao extremo. Quem sabe, ele não poderia continuar de onde parou, pensava Bai Qíshi, que nunca havia se esquecido do antigo mestre e que por vergonha não o procurava novamente. Lunion se empenhava. Tinha grande dedicação e muito talento. Foi quando Bai percebeu que o garoto poderia se tornar, quem sabe, um cavaleiro de Athena. Passou então a treina-lo como cavaleiro, aumentando gradativamente seus treinamentos e os riscos neles contidos. Lunion parecia se adaptar bem e a executar tudo com tamanha destreza. Lunion treinou por 10 anos. A guerra santa tinha início. Os cavaleiros de Athena se juntavam no santuário, momentos que antecediam a batalha. Dominando o seu cosmo e os ensinamentos de seu mestre, faltava para Lunion, o último teste. Recuperar a armadura, se é que ela realmente existia! Tudo estava em cheque, agora. Bai preparava Lunion para iniciar o caminho para dentro da gruta. Não podia ir com ele, então deu todas as possíveis dicas. Também sabia que a descoberta desta armadura iria contra muitas leis naturais das coisas impostas pelos deuses e o destino se encarregaria pessoalmente para que a busca falhassem. E quanto mais perto da armadura estivesse chegando, mais as chances de voltar com vida diminuíam. A guerra tinha início e os cavaleiros de Athena entrava de vez na batalha. Os ataques das tropas de Hades já estavam em execução. Bai se lembrava do passado. O dia que Yuzuka havia sido assassinada pelo espectro. Havia contado isso a Lunion no passado, mas nunca dissera que poderia acontecer novamente. Era uma forma de manter o aspirante a cavaleiro focado. O teste começa e Lunion entra na gruta, demorou meio dia para que as primeiras armadilhas entrassem em ação para impedir que o Lunion ousasse entrar na gruta do monte. Uma mensagem na entrada da gruta dizia: “Os de corações impuros entrarão, mas não sairão”. O primeiro teste deveria testar o equilíbrio de Lunion, pois ele deveria atravessar um desfiladeiro sem fundo, saltando de toras que se erguiam da escuridão do fundo do desfiladeiro até a altura de seus pés. Tinha de optar pelo caminho certo, caso contrario despencaria na escuridão. Do lado de fora da gruta, Bai recebia a visita de três espectros de Hades. Bai já suspeitava que Hades agiria assim que a tentativa pela recuperação da armadura sagrada de grou começasse. Como a 100 anos atrás, quando Yuzuka foi assassinada. Bai não esperaria ser atacado desta vez. Ele decidira agir antes. Bai queima seu cosmo ao máximo e parte para a batalha aplicando poderosos golpes dilacerando um dos espectros de Hades com seu primeiro ataque. Restavam dois ainda. Dentro da gruta, Lunion ia seguindo cada vez mais para o interior da caverna. Cruzava pelos obstáculos com tamanha excelência que colocava em provação toda a sua técnica. Lunion sentia o interior de seu cosmo alertando da presença de cosmos ameaçadores. Pressentia que seu mestre enfrentara inimigos poderosos e tentava confiar na vitória dele. Hesitou em prosseguir para retonar a superfície e ajudar na batalha contra os espectros, mas sabia que isso, era o que as forças de Hades queriam. Como no passado, quando seu mestre foi atacado. Lunion decide continuar, mesmo contra seus instintos, mantendo se firme a seu objetivo e a promessa que fizera a seu mestre: haja o que houvesse, jamais retornaria sem a armadura, mesmo que isso representasse a sua morte. Lunion prossegue e chega a uma câmara extensa. Era um local com o teto alto e com uma vasta extensão de água. Que mais parecia um piso de cristal. Na extremidade oposta do lago, uma pequena labareda surge mudando a cor da água, do preto escuro para um tom prateado. A labareda se espalha com tamanha velocidade que Lunion, antes mesmo de tocar a água com seus dois pés, teve de saltar para traz com um pulo acrobático sobre-humano para não ser atingido pelo estranho fogo. Mas não antes de sentir a temperatura das chamas que quase tocaram sua perna. No local, um ferimento que mais lembrava uma queimadura grave. Queimadura causada apenas pelo calor intenso das chamas misteriosas. A dor era tamanha, o suficiente para Lunion cair ao tocar no chão desequilibrado e soltar um grito ensurdecedor de dor. Antes mesmo de a dor passar, uma estranha figura se revela diante de Lunion em tom desafiador. Era Aqueronte, Estrela Celeste do Espaço. Diante da figura negra, Lunion se ergue. Aqueronte desafia Lunion e promete matá-lo antes que encontrasse a sagrada armadura de prata. Assim como seu mestre, que enfrentava dois espectros na superfície. Os indícios do início da guerra santa eram eminentes e antes mesmo de conquistar o direito de vestir uma armadura de cavaleiro a guerra já havia alcançado Lunion e seu mestre. Aqueronte, não hesitava em desferir golpes poderosos castigando o corpo de Lunion, enquanto o aspirante a cavaleiro tentava ao menos resistir. As forças de Lunion já começaram a se extinguir e Aqueronte percebia isso. Mas brincava com sua vítima como um gato brincava com ratos, antes de matá-los e depois devorá-los. Lunion tentava resistir ao máximo e sabia que seu mestre não poderia ajudá-lo. Temendo por sua morte, Lunion resolve tentar um plano: se conseguisse trocar de lado com o espectro para que ele desse as costas para o lago, desferiria um poderoso golpe e, quem sabe, o espectro cairia no lago, e o fogo prateado se encarregaria do resto. Lunion executa seu plano e atrai o espectro para o ponto exato. Lunion invoca seu cosmo e aplica seu golpe: “Turbilhão de Fogo”. Assim como aprendera com Bai Qíshi, o turbilhão de fogo (normal) atinge o espetro e uma grandiosa explosão se segue. Segundos depois, Lunion percebe Aqueronte, a Estrela Celeste do Espaço rindo histericamente. Seu golpe não causara efeito no espectro que, agora, o insultava. Antes mesmo que Lunion notasse, Aqueronte se move tão rapidamente, sem que Lunion percebesse e se postava a suas costas. Antes de se dar conta do movimento do inimigo, Lunion sente uma tremenda dor nas suas costas. Era o espectro aplicando uma de suas técnicas que dilacerava as costas do rapaz. Lunion caia desacordado. Valentemente, o jovem aspirante a cavaleiro, ainda tentava lutar contra seu inimigo tão superior em nível de poder, e o pior, ainda sem armadura. Era uma luta injusta. Mas não podia se entregar. Os cavaleiros de Athena eram assim. Assim lembrou Lunion dos ensinamentos de seu mestre que, no mesmo instante... Bai queimava seu cosmo mais poderoso e preparava sua técnica para colidir com a técnica do último espetro ainda vivo. Bai acabara com o outro também. No mesmo instante, Lunion estava em volto a uma energia branca azulada e seu punho incandescente. Lunion levanta sua mão para o céu, e com os dedos unidos dizia em voz alta: “Execução Imperial”! Uma poderosa raja da energia é disparada na direção do espectro que é atingido e arremessado agressivamente para trás. Aqueronte fraqueja ao levantar, se sentido insultado por ter sido atingido desta magnitude por um aspirante a cavaleiro, que nem armadura possuía, invoca sua técnica mais poderosa e dispara na direção de Lunion que é atingido sem chances de defesa. Lunion é arremessado dentro do lago em chamas com seu corpo totalmente ferido e ossos quebrados. Lunion caia na água, beirando a morte e afunda. Imediatamente ao tocar na água, o fogo sobre as águas se extingue. Aqueronte sai vitorioso. [align=center]Esperança prateada: Surge o lendário cavaleiro de prata de Grou.[/align] Submerso, Lunion não se movia. Estava sem os cinco sentidos, inerte, afundando no lago quando, ouve uma voz. Uma voz de mulher. Suave que chamava pelo seu nome. Era o chamado de Athena. Instantes depois, parecia ouvir a voz de seu pai. “Lunion! Você, meu filho! Eu e sua mãe estamos sempre com você. Nós sabíamos que você teria um papel fundamental neste mundo. Chegou sua hora. Por nós, erga-se e proteja o nosso mundo do mau.” – Lunion ouvira seu pai e sua mãe falando junto a sua alma e um enorme fogo queimava no fundo de seu âmago. Ao recobrar a consciência, Lunion abre os olhos e percebe diante de si, um clarão como nunca descrito. Num instante, achava que havia morrido e cruzara a porta para o paraíso. Mas percebe que estava mais vivo do que nunca e de dentro do clarão, uma energia salta para fora em movimentos circulares e atinge seu corpo. Seus ferimentos são curados imediatamente e sua energia revigorada. Não só isso, mas se sentia mais forte que nunca, protegido. E o melhor... Confiante na vitoria. Lunion ergue o pescoço para cima fitando a superfície da água evocando uma força descomunal que o atira para fora da água em uma explosão de cosmo, digna de um verdadeiro e perigoso guerreiro de Athena. Asas sobrenaturais, semi-transparentes parecem manter Lunion em pleno ar, enquanto Lunion aplica seu golpe: “Turbilhão de fogo” na direção do inimigo que estava atônito diante do lago, sem entender o que acontecia. O turbilhão se forma na direção de Aqueronte com chamas amareladas e formam um poderoso redemoinho de fogo. Aqueronte, em um momento zomba da técnica de Lunion, segundos depois percebe que as chamas se tornam mais extensas, quentes e sua cor, passa de amarelo padrão para um tom branco. “--Prove as chamas do mundo celestial! O fogo da purificação, as chamas de gilin, o dragão de Tieguai Li, um dos Oito Imortais, seu espectro maldito”!- Gritava Lunion. Lunion estava vestido com a lendária armadura de prata de Grou e agora era um legítimo representante de Athena. Seu teste estava completo e o espectro caído aos seus pés, morto. Depois da vitória, Lunion observa a armadura em seu corpo e se sente revigorado e privilegiado em envergar esta poderosa armadura. Todas as lendas se fazem verdade neste instante. Lunion então, se lembra de Bai Qíshi e pressente que precisava de ajuda e corre para a superfície. Ao chegar à superfície, nota o corpo de Bai Qíshi no chão, estendido. Desesperado, Lunion correr para acudir seu mestre. Lunion nota que Bai acabara com três espectros de Hades, mas embora tivesse vencido os inimigos, os seus ferimentos eram mortais e não lhe restava mais muito tempo de vida. Por um instante, questionou-se por quê a armadura não viera em seu auxílio anteriormente, ou mesmo de seu mestre, que agora jazia no fim de sua vida. Por fim, lembrou-se que Bai Qíshi havia desistido do caminho do guerreiro de Athena, e Lunion compreendeu que só quando conseguiu alcançar o poder para suportar a armadura em seu corpo ou ser reconhecido por ela, é que ela veio em seu auxílio. Tarde demais, infelizmente. Esta demora lhe custaria muito caro. Com um sopro de vida e uma fagulha de poder que restava, Bai Qíshi explica a Lunion que a partir de agora, ele estava por conta própria e que havia lhe ensinado tudo. Agora, o Cavaleiro de Grou deveria voar com suas próprias asas e que agora, ele deveria seguir o seu destino. Naquele instante, Bai estende a mão a Lunion que o retribui segurando a mão de seu meste. Bai, diz a Lunion que sempre estariam ligados e após isso, a mão de Bai Qíshi brilha intensamente segurando a mão de Lunion. Lunion é teleportado para uma floresta. Não estavam mais em Penglai. Estava agora no Camboja e dali onde estava podia avistar uma enorme torre por de trás das colinas. Lunion desconfiando daquela visão se põe em guarda e analisa o terreno hostil que se encontrava. Um rastro de sangue se estendia a sua frente e sumia entre os primeiros arbustos diante dele. Seguindo o rastro, uma sensação de calma e alegria tomava conta de seu cosmo a cada passo na direção dos arbustos, quando nota uma jovem. Ela usava uma armadura dourada que cobria todo seu corpo. Na parte inferior, uma saia de puro metal dourado. Seu corpo esvaía em sangue. Lunion ao perceber os ferimentos da garota tenta se aproximar, mas é impedido pela própria moça. Ele reconhece a moça quando ela se vira em sua direção, antes de costas. Era Athena. A deusa em pessoa, diante dele. Ela estava translúcida, sua imagem fraquejava. Imediatamente, Lunion se ajoelha e antes mesmo que conseguisse fazer perguntas, é Athena quem começa falando ao cavaleiro. Ela dá as boas vindas ao cavaleiro de grou e diz que a guerra santa estava terminada. O bem havia vencido novamente, mas algumas medidas precisariam ser tomadas a fim de manter a paz e a vigilância para que a Terra continuasse segura. Para isso, contaria com Lunion para desempenha um papel predominantemente fundamental para o futuro de nosso planeta. Lunion deveria guardar a torre dos espectros ficando de guarda até que o selo enfraquecesse e os espectros despertassem. E quando isso acontecesse que viesse ao santuário para alerta-los e juntasse as forças de frente contra Hades. Na próxima guerra santa, se reencontrariam. Para isso, Lunion deveria sobreviver enquanto durasse o selo e devido a isso, Athena aplicou a técnica antiga: Misophetamenos em Lunion preservando seu poder e sua vitalidade até a próxima era. Após isso, Athena explica que precisa partir para manter a paz e promete reencontrar o cavaleiro na próxima reencarnação e se despede desejando boa sorte ao cavaleiro de grou e desaparece em brilho ofuscante, subindo aos céus e desaparecendo por uma abertura temporal. Lunion passa alguns minutos refletindo sobre o que acontecera e logo depois se apega à fé pela deusa e começa a cumprir sua missão. Instintivamente, Lunion exige que sua armadura desacoplasse de seu corpo e se cristaliza a sua frente montando o esquema de grou que alça vou e pousa dentro de uma urna que se materializa no ar (urna da armadura de prata). O grou pousa na base da urna que se fecha e afunda sob o lago abaixo do desfiladeiro que Lunion se encontrava. Lunion senta formando a posição de lótus e entra em sintonia com o universo iniciando sua missão “eterna”. [align=center]Misophetamenos e a oração dos lemurianos.[/align] Dias se passam, até que Lunion começa a receber visitas diariamente de alguns lemurianos enviado por Po Nya que já havia o premeditado. Esses lemurianos sempre traziam comida e em alguns casos passavam horas rezando ao lado do cavaleiro de grou. E assim foi durante os próximos duzentos anos, ou quase isso. A habilidade natural de imortalidade (virtualidade) de sua armadura, preservou a aparência de Lunion durante todo esse tempo. Lunion por todo esse tempo, pouco se afastou do local onde estivera todos esses anos. Mas conforme os anos foram passando, foi nítida a impressão do enfraquecimento do selo que aprisionava os espectros. Sua vigília, imóvel naquele local fez com Lunion praticasse ainda mais sua meditação e a sua ligação com o mundo dos mortos. Durante os transes, que no início de sua jornada, eram frequentes e incontroláveis no nível que havia alcançado. Lunion passou a ter visões estranhas. Algumas ligadas ao futuro, onde a mesma frase era repetida por uma voz misteriosa de uma mulher: Você é peça fundamental. E deverá sobreviver para desempenhar o seu papel. Os sonhos eram cada vez mais reais e a voz, cada vez mais próxima. Com o aperfeiçoamento da prática, Lunion passou ater mais controle sobre essa misteriosa ligação com o mundo dos mortos, até que um dia, Lunion foi contatado com uma mensagem direta de seu antigo mestre que falava direto ao seu cosmo. Bai Qíshi. Bai, explica agora que sua morte era necessária e, como ele dominava os conhecimentos ocultos da cosmo-energia, ele havia despertado o Arayashiki (o 8º sentido). Lunion então passou a ter mais contato com o espírito de seu antigo mestre e passou a recorrer a ele por respostas sempre que não às tinha. Desta forma, Lunion desenvolveu a habilidade que, em conjunto com seu mestre, o possibilitava de adentrar o Yomotsu através dos olhos e corpo de seu mestre, para que pudesse vagar por toda a região. Mas em alguns casos, quase que sempre que seu corpo adormecia, visões relacionadas a deusa Deméter eram constantes. Ele percebe que a tal voz misteriosa era da deusa, mas não entendia o significado e nem porque Deméter falara diretamente com ele. No ano de 1542, Lunion pressente a energia do selo de Athena enfraquecendo e uma monstruosa energia maléfica sobrepujando a energia do selo. E que mais desejava que acontecesse, aconteceu. Lunion fitava a torre dos espectros e percebe que uma folha de papel se desprendendo ao longe na torre. Logo depois, a torre começa a tremer e abalar toda aquela região com tremores de terra. Naquele instante, energias de puro cosmos negro saem da torre como vapor. A torre parecia um grande defumador de vapores pretos. A cosmo energia de Lunion desperta e no mesmo instante ele desperta do Misophetamenos aplicado pela deusa Athena a tempos remotos. As ordens de Athena eram claras. Ao perceber a fuga dos primeiro espectros, Lunion deveria ir imediatamente ao santuário sagrado alertar o grande mestre. Se não fossem ordens diretamente de Athena, Lunion vestiria sua armadura de prata e atacaria imediatamente os espectros fujões. Mas a lealdade a Athena era maior e decidiu partir em direção ao Santuário. Mas antes de iniciar qualquer reação, Lunion fora cercado por quatro espectros que se preparavam para atacá-lo. Lunion invoca sua armadura, que surge reluzente do fundo do lago com sua urna, queima o seu cosmo no máximo e atinge o seu ápice. Tudo começa a tremer com a força da cosmo-energia do cavaleiro de grou até que os espectros investem contra Lunion. Naquele instante, no ápice de sua força, atingindo o sétimo sentido, uma explosão se segue arremessando os espectros ao longe e teletransportando Lunion diretamente para um lugar que ele julgava ser próximo ao Santuário sagrado. Ao se materializar numa colina, Lunion, quase sem forças devido à dura batalha que exauriu praticamente todo o seu cosmo fraqueja ao se manter de pé, mas percebe um ancião à sua frente que o observava com atenção. Lunion cai desacordado. [align=center]O mestre do meu mestre é meu mestre![/align] Este misterioso ancião era Po Nya, mestre de seu mestre. Algumas horas se passam e Lunion tem suas forças reestabelecidas pelo descanso merecido. Ao acordar percebe o ancião de sentado em posição de lótus a sua frente. Po Nya se apresenta ao cavaleiro e explica tudo para ele. Inclusive o porquê de tê-lo trago para o Himalaia. Lunion fica surpreso. Po Nya diz que pelo tempo que Lunion se manteve no Camboja,não mais praticou suas técnicas físicas e sendo assim, suas capacidades tais como, mobilidade e precisão, golpes e tudo mais estava comprometido. Apenas sua mente estivera em tamanha atividade. Isso era bom, mas não essencial. Precisava treinar mais se quisesse servir na grande guerra e ser útil. Po Nya explicara também que por todo aquele tempo, as pessoas que lhe serviam e oravam haviam sido enviadas por ele. O grande mestre já havia sido informado da fuga dos espectros e Lunion da existência de Sage e Hakurei. Lunion e Po Nya passam a conviver naquele período e começa uma nova jornada de treinamentos, ainda mais pesados. Po Nya, precisava corresponder ao santuário e por diversas vezes teve de deixar Lunion em seu treinamento e durante a ausência do mestre, outros pupilos de Po Nya aplicam os treinamentos fortalecendo ainda mais, Lunion naquilo que ainda não havia dominado completamente. Além disso, Po Nya lhe atualizou quanto aos idiomas falados naquela era, complementando o conhecimento ensinado por Bai Qishi. O treinamento de Lunion se segue por mais 6 anos (1542 a 1548). Durante esse treinamento, Lunion conhece Meiling, uma lemuriana sobrinha-neta de Yozuka, a quem muito tempo foi amada por Bai Qíshi. Meiling era uma jovem menina que aparentava uns 16 ou 18 anos. Tinha um corpo belo, de beleza humana, seus seios eram fartos e pernas levemente grossas. Sua cintura era curvilíneos e longos cabelos negros. Seus olhos verdes lembravam as gemas de uma esmeralda e as duas pintinhas de cor castanha na sua testa dava a Meiling uma característica angelical. Meiling era pupila de Po Nya, mas suas habilidades eram além das artes marciais. Meiling estava sendo doutrinada na habilidade extrassensorial da cura e na recuperação das armaduras. Mesmo em caminhos diferentes, Lunion e Meiling se tornaram grandes amigos e quase sempre eram vistos juntos. Com o tempo, os sentimentos de um pelo outro foram ficando cada vez mais evidentes, mas nenhum dos dois assumia. Não sabiam ao certo como seria se, se declarassem um para o outro. Os anos iam passando e Lunion em seu treinamento intenso, mas a cada folga, ou a cada ferimento que precisasse ser tratado, Meiling estava sempre por perto. E cada vez mais, Meiling ficava mais preocupada com o futuro de Lunion. Ela não queria acreditar que um dia, eles deveriam se separar, pois Lunion partiria para a guerra santa. Era para isso que treinava. Mas ela decidira se declarar antes de Lunion partir. So não havia decidido como faria. [align=center]A hora chegou![/align] 1548... Lunion voltava de mais um dia ostensivo de treinamentos forçados. Po Nya é que o recebe com um jarro de água. Lunion pega o jarro das mãos de Po Nya e bebe de uma vez só todo o conteúdo. Durante o gole, Po Nya se encarrega de ter com Lunion um momento só para uma conversa. Meiling observava de longe e sabia que o momento havia chegado. Po Nya explica a Lunion sobre a real situação e repassa informações fundamentais em relação a guerra e o posicionamento das forças de Hades. Aproveita a situação para repassar os últimos ensinamentos e avisar, que a hora finalmente havia chegado. Após a longa conversa, Po Nya deixa Lunion refletindo sobre tudo o que ouvira e Meiling se aproxima. A garota percebe Lunion sentado sobre uma pedra com cerca de uns 80cm e se apoia sobre a perna do cavaleiro. Lunion estava pensativo e compenetrado. Estava na hora de entrar de vez na guerra. Tinha receio de não corresponder às expectativas que eram depositadas nele. Meiling afaga o cavaleiro e tenta motiva-lo. Ela pensa duas vezes e embora sua vontade fosse desencorajar o cavaleiro de entrar na guerra santa, sua obrigação dizia o contrário. Meiling consegue tocar o cavaleiro e na ocasião oportuna, resolve pedir que Lunion, no momento da luta não pensasse somente em vencer. Mas que pensasse também em sobreviver, sobreviver por ela. E depois toma coragem e pede para que Lunion sobreviva e vença pelo seu amor e pelo amor que ela, Meiling, sentia por ele. Naquele momento, os dois se olham nos olhos... mas antes que tomassem alguma atitude, Po Nya chama por Lunion com urgência e o cavaleiro toma as mãos de Meiling e correm até o mestre. Ao se aproximar do mestre, Lunion nota a urna de sua armadura logo na saída da cabana onde morava desde o dia que chegou ao Himalaia. Po Nya diz que é hora de partir, pois esse seria o melhor momento para chegar ao santuário. Lunion olha nos olhos de Meiling que se emociona com a ordem do mestre, mas se mantém firme ao ser observada por Lunion. O cavaleiro entende que esse seria o melhor momento e sem questionar o mestre pega sua urna, se despede de seu mestre e depois de Meiling. Até que finalmente, ele parte para santuário. [align=right]HISTÓRICO DA ARMADURA (AQUERONTE, ESTRELA CELESTE DO ESPAÇO)[/align] Nome do Usuário: Gallagen de Aqueronte Período de uso: 1232 – 1261 Histórico resumido: Gallagen era um homem do mar. No passado, Gallagen servia ao santuário de Atena, seus serviços eram empregados na segurança marítima na Grécia. Gallagen não era um cavaleiro, mas o seu cosmo era desperto a um nível de um cavaleiro de bronze. Certa vez, em meio ao mediterrâneo sua embarcação sofre uma emboscada de piratas. Com sua habilidade, Gallagen luta bravamente e derruba diversos oponentes, mas é atingido de surpresa na cabeça por inimigo e cai desacordado. Ao recobrar a consciência, ele nota que está preso em correntes ao mastro do navio. Não podia se mexer enquanto os piratas faziam que a tripulação da embarcação de Gallagen pulassem, um a um ao mar, pressionados por um dos piratas que espetavam os reféns com sua espada. Gallagen tentou emanar seu cosmo, mas ainda estava fraco. Tentou rogar a Atena. Sentiu seu cosmo se fortalecer e sua força aumentar. Com o efeito da oração e com a ajuda de Atena, Gallagen arrebenta as correntes e invoca um poderoso golpe que acerta o pirata assassino que obrigava os saltos mortais no mar aberto o arremessando longe no oceano. O que se viu ali foi uma chacina executada pelo cavaleiro tomado pelo ódio contra os piratas. Ao eliminar todos os inimigos, Gallagen se joga ao mar para tentar resgatar os que ainda tinham vida. Com o solavanco da maré e a necessidade de juntar os sobreviventes, Gallagen é arremessado com violência pela força das águas contra a embarcação e afunda. Ele é resgatados por alguns sobreviventes e levado de volta a embarcação. Seus braços haviam sido esmagados pela força do impacto. Fora salvo pelos curandeiros da tripulação que seguiam com ele na embarcação. Ao retornarem ao santuário sagrado, Gallagen é recebido como herói, mas nem tudo era felicidade. Pois dias depois, Gallagen era liberado de suas obrigações para com o santuário, devido a sua deficiência (havia perdido seus dois braços). Os dias que se sucederam foram de total terror e lamentação para Gallagen que tentou suicídios por diversas vezes. Não tinha mais razão para viver. Mas a morte não o queria, pelo menos era essa sua impressão. Até que desistiu. Dias depois, num sonho, uma estranha figura apareceu fazendo-lhe uma oferta. Essa figura, instantes depois se revelava Hades e lhe fazia uma proposta: se aceitasse juntar-se ao seu exército, ele devolveria seus dois braços, coisa que Atena deveria ter-lhe oferecido, até por merecimento por serviços prestados e sua lealdade incorruptível, mas não o fez. Gallagen resiste no início, mas sucumbi a tentação de ter seus braços de volta e jurara vingança a Atena. Assumindo a identidade de Aqueronte, a Estrela Celeste do Espaço. Aqueronte foi derrotado por Lunion na gruta de Penglai. Situação Atual: A súplice de Aqueronte já está de volta ao inferno e a alma de seu último portador aprisionado na torre dos espectros. [align=right]HISTÓRICO DA ARMADURA (BENU, ESTRELA CELESTE DA VIOLÊNCIA)[/align] Nome do Usuário: Lorien de Benu Período de uso: 1100 - 1123 Histórico resumido: Lorien nasceu em uma pequena cidadezinha da Romênia. Nascido em família pobre, em uma cidade de outrora pessoas de bem, mas que foram corrompidas. Uma figura surgiu na cidade se misturando aos nativos daquela aldeia. Essa figura era estranha e muitos acontecimentos macabros daquela cidade foram colocados na sua conta. Uma certa vez, essa figura ameaçou a exterminar a cidade com uma praga na próxima lua cheia. E a única maneira de salvar a cidade era que seus lideres entregassem uma criança a escolha deles. Feito isso, essa estranha figura iria embora sem causar mais males a cidade. No dia marcado, após longa assembleia eles escolheram uma criança entre as disponíveis. Essa criança foi entregue contra a vontade de seus pais e a tal figura se foi levando a criança. Seus pais nunca se perdoaram pelo fardo e se suicidaram meses depois. Lorien foi levado a redutos afastados onde o culto de Hades ainda proliferava. Aos 18 anos, Lorien despertou seu cosmo e a estrela de Benu brilhou mais forte e passou a regê-lo, sendo este um dos primeiros espectros a despertar para a nova guerra santa que ocorreria muitos anos depois. Benu foi morto por Bai Qíshi em combate e sua alma aprisionada no Yomotsu. Situação Atual: A súrplice de Benu já está de volta ao inferno e a alma de seu último portador presa no Yomotsu. [align=right]HISTÓRICO DA ARMADURA (GROU)[/align] Nome do Usuário: Lunion Período de uso: 1261-? Histórico resumido: Lunion nasceu em Portugal, e viveu uma vida tranqüila somente até os três anos de idade, quando seus pais foram obrigados a fugir de onde viviam para escapar da peste e da devastação causada pelos mouros. Apesar de conseguirem fugir para a Espanha após ficarem à deriva em mar aberto, apenas o pequeno Lunion sobreviveu. Sua sorte mudou quando Bai Qishi, um lemuriano que viajava pela Espanha, percebeu a cosmo-energia latente em Lunion que despertara quando tentara defender os pais do ataque dos mouros, quando ainda estavam em Portugal. O lemuriano o levou para treinar no monte Penglai por anos, até que estivesse preparado para o teste de sua armadura. Quando este evento ocorreu, a guerra santa do século XIII estava quase no fim e, após abater um espectro celeste que tentara assassiná-lo e ver seu mestre morrendo após ter abatido três outros espectros, Lunion descobre que teria uma missão especial. Seu mestre o envia a uma floresta no Camboja, e ele descobre que, como Daichi uma vez o fora, ele seria o encarregado de guardar a torre dos espectros até que uma nova era chegasse, tendo recebido o Misophetamenos da própria Athena. Após despertar, quase 300 anos mais tarde, Lunion tenta escapar para o Santuário para avisar a deusa, mas é cercado por espectros e tenta lutar. Quando parece que não há esperanças, Po Nya, mestre de Bai Qishi, surge, derrota os espectros e leva Lunion consigo para o Himalaia. Lá ele é treinado pelo lemuriano, para se preparar para a verdadeira guerra, que ainda estava para começar. Situação Atual: Atualmente, Lunion é o portador da armadura de Grou, e volta ao Santuário para cumprir o restante de sua missão que atravessou os séculos. |
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