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| Capricórnio; Gydion Pendragon | |
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| Tweet Topic Started: Nov 20 2012, 07:54 PM (869 Views) | |
| Maeveen de Sagitario | Nov 20 2012, 07:54 PM Post #1 |
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O Mais Veloz entre os Cavaleiros
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[align=right]INFORMAÇÕES BÁSICAS[/align] Nome: Gydion Pendragon Idade Real: 22 anos Idade Aparente: 19 anos Data de Nascimento: 15 de janeiro de 1526 Signo: Capricórnio Local de nascimento: Bretanha (Londres) Local de treinamento: África (vila dos Meio-Gigantes de Turak) Raça: Humano Idiomas falados: Grego (Avançado), Latim (Avançado), Bretão (Avançado), Swahili (Fluente). Aparência: Gydion aparenta ser um jovem que ainda não passou das vinte primaveras. Apesar disso, já conta com 22 anos. Muito bonito, não possui a aparência comum européia. Em vez disso, possui pele morena, longos cabelos negros, um corpo musculoso e bem distribuído, com 1,98m de altura e 120 kg. Seu olhar taciturno passa a impressão de ser alguém que passou por grande sofrimento e carrega muitas feridas em seu coração. Quando está sem a armadura de Capricórnio, o jovem sempre veste as roupas típicas de um soldado do Santuário, fator que lhe permite ser confundido facilmente com um guerreiro comum. Porém, quando está trajando sua armadura, sempre utiliza uma capa branca impecável. Quanto ao elmo, somente usa-o em batalha. Fora dela, o cavaleiro permanece com os cabelos soltos. Personalidade: Por tudo que passou, Gydion tornou-se uma pessoa solitária e taciturna. A recente morte de sua irmã ainda vive em sua mente. Este fator deixa-o parecer muito frio e distante para com todas as pessoas a sua volta. O principal hobby do cavaleiro é a leitura. Sempre que pode, ele costuma ler algum livro cujos assuntos são variados. Na maioria das vezes, Gydion é exigente, honesto e às vezes um pouco teimoso. É muito reservado e por este motivo, é difícil pra ele fazer amizades. Em batalha, Gydion é sempre prático e direto. Sendo cauteloso, o jovem guerreiro não ataca a esmo. Ele está sempre procurando um lado mais frágil para poder atacar e vencer sem perder muito tempo. Além disto, é tenaz e não gosta de deixar amigos em perigo. [align=right]COSMO[/align] Manifestação: Em menor intensidade, uma aura dourada cerca Gydion. À medida em que o seu cosmo aumenta, o dourado fica cada vez mais brilhante. Em seu ápice, pode ser visto um enorme colosso de terra e, no alto, a constelação de Capricórnio surge em todo seu esplendor. Durante a elevação máxima, todos podem ver a terra rachar em fissuras a cada passo que o dourado dá em direção aos seus inimigos. Quem vê essa manifestação, sente como é terrível a fúria titânica do sagrado e leal cavaleiro de Capricórnio. Sensação: Pequenas ondas sísmicas podem ser sentidas quando o cosmo de Gydion se eleva. Os tremores aumentam juntamente com a elevação do cosmo do dourado. Uma aura de segurança e respeito é sentida por todos os cavaleiros de Athena. Quanto a seus inimigos, todos sentem a poderosa fúria dos titãs que recai sobre eles. Os oponentes de nível muito inferior mal conseguem se mexer diante da figura titânica do dourado. Os adversários do mesmo nível sentem que estão indo de encontro a um grande desafio. Já os inimigos de nível superior notam que não poderão vacilar contra o tenaz dourado ou serão aniquilados pela sua força, pois a mesma terra que traz a vida pode trazer uma terrível morte. Motivação: A busca da paz através do respeito, da lealdade através do amor e da dignidade através da esperança. Esse é o combustível do sagrado cavaleiro de ouro de Capricórnio. Lutar pela justiça é o verdadeiro ideal do santo dourado; batalhar pelos ideais certos e justiça para todos sempre dará forças para Gydion. A morte de seus companheiros e de pessoas inocentes que nada tem a ver com a guerra desmotiva o cosmo de Gydion a brilhar, pois ele sempre se culpará por não ter conseguido protegê-los. Domínio: Rank de Poder Geral: A Domínio dos Cinco Sentidos: Pleno Domínio do Sexto Sentido: Pleno (Intuição, Empatia , Clarividência, Sintonia, Psicometria e Precognição.) Domínio do Sétimo Sentido: Pleno Domínio do Oitavo Sentido: Nenhum Domínio do Nono Sentido: Nenhum [align=right]TRAJE [/align] Mudanças: Não houve qualquer alteração na armadura, que apenas adaptou-se ao corpo de Gydion. Rank do Traje: A Características do Traje: Pânico de Pã: A constelação de Capricórnio é simbolizada pelo deus Pã. Embora ele represente a alegria e as festas, ele possuía uma habilidade especial. O deus provocava medo sem motivo, o pânico. Foi utilizando esta habilidade que Pã auxiliou Zeus na guerra de dez anos contra os gigantes e deixou o deus dos deuses eternamente grato. O usuário da armadura de Capricórnio, enquanto estiver em sua casa zodiacal, exibe uma aura de confiança que amedronta seu oponente. Conforme a batalha se desenrola (três primeiros turnos), o cavaleiro de Capricórnio começa a parecer invencível aos olhos de oponentes com Rank A- ou inferior, e a maioria deles sentirá uma vontade irracional de fugir, pois entrarão em pânico. O Narrador terá a palavra final sobre este efeito. [align=right]TÉCNICAS[/align] Nome da Técnica:Punho Titânico. Imagem elemental Clique aqui para ver. Categoria: Ofensiva Descrição:Utilizando sua habilidade Maestria da terra, Gydion é capaz de acumular rochas em seu punho para desferir um majestoso ataque. Concentrando-se, o cavaleiro desaparece, sendo substituído pela “imagem” de um grande colosso de terra que desfere um soco no oponente. O enorme braço varre uma grande área na linha que passa, explodindo em milhares de pedaços ao simples contato com o oponente. Efeito: Esta técnica acumula uma grande quantidade de rochas graças ao uso da habilidade Maestria da Terra. O alcance do golpe é numa linha reta de 125 metros que explode em contato com o alvo. O gasto cósmico é mediano e o efeito da explosão fica totalmente a cargo da narração. Muito Superior Superior [A+]: 14% á 19% (mediano-baixo) Mesmo Nível [A]: 20% á 25% (mediano) Inferior [B+]: 26% á 31% (mediano-alto) Muito Inferior [B-]: 32% á 37% (alto) Nome da Técnica: Fúria do Titã. Categoria: Ofensiva Descrição: Utilizando sua força descomunal, Gydion agarra o oponente para arremessá-lo em direção ao solo. Após agarrar o oponente (seja pelo braço ou pelas pernas, a critério da narração), o cavaleiro salta em linha reta em direção ao céu. Neste momento, Gydion eleva seu cosmo e desaparece, sendo substituído pela “imagem” de um grande colosso de terra que arremessa o oponente rumo ao chão, abrindo uma grande cratera devido à força do impacto. Efeito: Gydion agarra a canela de seu oponente e salta, girando-o 360 graus antes de arremessá-lo com toda sua força cósmica. O dano só é contado se o oponente colidir contra o solo. Porém, é possível amenizar a queda com alguns movimentos. O dano na proteção fica completamente a cargo da narração, já o dano no oponente varia de acordo com seu rank. Esta técnica possui gasto cósmico Mediano-alto. Muito Superior Superior [A+]: 18% á 23% (mediano) Mesmo Nível [A]: 24% á 29% (mediano-alto) Inferior [B+]: 30% á 37% (alto) Muito Inferior [B-]: 38% á 50% (muito-alto) Nome da Técnica: Proteção de Ceridwen. Categoria: Defensiva Descrição: As lendas dizem que alguns druidas tinham a habilidade de se unir à terra. Alguns eram tão agraciados pela Mãe Terra que tinham uma “Armadura” que protegia o seu corpo. Antes de conseguir ferir Gydion, seus oponentes precisam superar sua defesa perfeita e quebrar a “armadura” de terra que o protege. Só assim poderão derrotar o sagrado cavaleiro de Capricórnio. Não há qualquer alteração física na aparência de Gydion. Somente quando o inimigo consegue superar a defesa, ela vai rachando como uma casca, mostrando o “verdadeiro” corpo de Gydion. Efeito: Esta técnica de Gydion possui um gasto cósmico muito alto (25%). É necessário um turno para construir a armadura. Esta proteção confere 30% de proteção contra todo tipo de ataque que for direcionado ao Cavaleiro de Capricórnio. O cavaleiro só começa a tomar dano quando o adversário destrói essa proteção de 30% que a “armadura” oferece. (Exemplo: Gydion está numa batalha e recebe 20% de dano. Esse dano não é subtraído da saúde e sim da proteção. Portanto, ele ainda teria 100% de vitalidade e a proteção iria pra 10%.) A “casca” não precisa de gasto cósmico para ser mantida e precisa ser feita antes do combate, pelo menos um turno antes. [/b] Nome da Técnica: Magnitude Titânica. Categoria: Ofensiva/ Estado Descrição:Saltando, Gydion eleva seu cosmo ao máximo. Neste momento, a imagem de Gydion desaparece, sendo substituída pela constelação de Capricórnio que desce até o solo, batendo seus cascos dianteiros no chão e gerando uma fissura de proporções gigantescas. Seus oponentes caem dentro da fenda e, em seguida, utilizando seu poder elemental , o cavaleiro é capaz de enterrá-los vivos. Efeito:Essa técnica possui dois turnos. No primeiro, um terremoto atinge todos num cone de 125 metros de comprimento por 50 metros de largura. Durante o terremoto, além das rochas, vapores ácidos atacam todos dentro da área de efeito, seguindo a tabela abaixo. No segundo turno, utilizando a habilidade Maestria da Terra, Gydion prende dentro da terra o adversário, que é obrigado a escapar da prisão criada por meios próprios. Os efeitos e danos gerados durante o tempo em que o adversário permanecer preso dentro da terra (todos a critério da Narração) geram o efeito de estado. O dano varia de acordo com o rank cósmico e seu gasto cósmico é Alto. Muito Superior Superior [A+]: 30% a 37% (alto) Mesmo nível ou Menor: 38% a 50% (muito alto) [align=right]HABILIDADES[/align] Nome da Habilidade: Maestria da Terra Descrição: Esta habilidade serve para Gydion controlar a terra propriamente dita. Utilizando seu cosmo, ele consegue fazer qualquer coisa, desde brincadeiras com rochas até ataques. Sua única limitação é que ele só pode controlar a terra existente no meio-ambiente e criar mais a partir de terra já existente. Efeito:Utilizada para controlar a terra existente no meio-ambiente e criar mais a partir de terra já existente. Seus pré-requisitos são a elevação do cosmo e também a existência de uma molécula de terra. Nome da Habilidade: Maestria do Ácido Descrição:Esta habilidade serve para Gydion controlar e criar ácidos. Utilizando seu cosmo, ele consegue fazer qualquer coisa. Efeito:É utilizada para controlar ácidos e criar. Sua ativação se dá pela elevação do cosmo e o gasto cósmico para a criação é baixo (de 8% á 13%). Nome da Habilidade: A Visão Descrição:Assim como os druidas e as sacerdotisas de Avalon, Gydion tem o poder de prever o futuro. Ele consegue, por intermédio da concentração cósmica, visualizar fatos que poderão ocorrer num futuro próximo ou distante . Ele também pode sentir a aproximação de inimigos e quando podem chegar. Além disto, é também capaz de prever fatos da vida de uma pessoa. Efeito:Ele pode ver o futuro através da elevação cósmica. Ao custo baixo poderá a narração dizer o que vai acontecer em futuro próximo ou longe, a interpretação do que foi visto, fica a cargo do jogador e a visão fica toda a cargo da narração. Podendo essa habilidade ficar sujeita toda a carga na narração. Nome da Habilidade: Harmonia com o Elemento. Descrição:Gydion tem uma forte ligação com seu elemento. Ele foi abençoado com uma imunidade a doenças e uma recuperação rápida quando está fora de combate. Efeito:Para efeitos práticos, Gydion é imune a doenças mundanas (As doenças geradas por energias cósmicas ficam a critério da narração) e sua taxa de recuperação é dobrada quando está em repouso .Para ter efeito, Gydion precisa estar em contato com à terra. Nome da Habilidade:Sentido Sísmico. Descrição:Gydion pode localizar qualquer pessoa que entre em seu campo de ação, mesmo estando cego, através das ondas sísmicas geradas pela reverberação dos passos . Efeito: Esta habilidade mostra como Gydion é sensível às vibrações do solo e pode determinar a localização de qualquer objeto ou pessoa numa área de 100 metros. Dentro de sua casa zodiacal, esta habilidade se estende para todo o perímetro. Nome da Habilidade: Sangue Ancestral de Taliesin. Descrição:Esse foi o poder que o grande Merlin Taliesin deixou para seus descendentes. A maior sabedoria é saber para onde se quer ir e ter o dom do aprendizado. Esta habilidade é um dom que será transmitido para as gerações futuras através do sangue dos do clã Pendragon. Efeito:Para efeitos práticos do jogo, Gydion é capaz de aprender na metade do tempo qualquer coisa que lhe for transmitida por mestre ou tutor. Quando dominar plenamente o Oitavo Sentido , no entanto, ele será capaz de abrir portais para dimensões fora do reino da Terra com o uso de uma simples gota de seu sangue como, por exemplo, o mundo dos sonhos. Porém, esta habilidade possui uma enorme desvantagem, pois se seu sangue for usado em um ritual, ele irá morrer porque todo o seu sangue será usado para lacrar o caminho dos deuses. Além disto, de maneira nenhuma, Gydion poderá lacrar por vontade própria qualquer portal. Por ser uma habilidade capaz de produzir efeitos poderosos, seu funcionamento está totalmente a cargo da Narração. [align=right]HISTÓRIA[/align] [align=center]Prelúdio 590 D.C[/align] “Evil warning You're much too fast and much too high, No time to worry! It's over, no more remaining time to cry and feel the pain... In the morning You stagger up to start the fight, You get so lonely..." Evil Warning (Angra) Imagem da arvore genealógica Clique aqui para ver. Era frio no País do Verão. Assim era chamada a ilha de Avalon, após a morte de Arthur. Taliesin, também conhecido como Merlin, estava estudando no circulo do Tor onde estavam as pedras sagradas dos Druidas. Sentindo que uma força com poderes além da compreensão está vindo ao seu encontro, cada vez mais fica perceptível que tal força vem do caos e gera as sensações de guerra e morte. Um homem vem andando devagar. Seu corpo é enorme e possuí grande massa muscular, fator que faz o velho Druida perguntar “O que a força da guerra faz ali?”. O velho Druida já estava preparado para um ataque, mas ficou surpreso quando o homem apenas lhe questionou se era ele que possuía o titulo de Merlin, intrigando-o com tal pergunta, porque depois de fingir sua morte, ele havia perdido este titulo. Portanto, este homem não era um mero subordinado e sim a própria Guerra em pessoa. Taliesin esperava que os clérigos da Guerra viessem ao seu encalço, mas ele nunca imaginaria que o próprio Deus da Guerra seguiria seus passos até o Tor. Anos de estudo sobre os mistérios do mundo fizeram com que o velho sábio chegasse ao ponto de entender os sentidos dos Deuses, sendo assim o mortal mais poderoso que andava pela terra. Em conseqüência disto, seu sangue tornou-se uma raridade, pois o mortal que consegue entender os mistérios das Divindades traz em seu corpo a marca e o sangue capaz de selar o caminho por onde Elas andam. Por muito tempo, o velho Druida conseguiu esconder-se para que seu sangue não fosse usado de forma indevida na guerra entre os deuses, mas agora ele se encontrava diante de Ares, o Deus da Guerra. Seu propósito era claríssimo. Tomar o sangue de Merlin e selar o portal do caminho dos Deuses, prendendo, assim, todos os outros Deuses olímpicos para que ele seja o único a caminhar sobre a Terra, reinando supremo sobre a criação de Zeus, os humanos. E assim foi feito. Ares atacou o velho Druida impiedosamente, levando-o para sua fortaleza onde já haviam sido feitos os preparativos para o ritual. Os clérigos fizeram tudo como seu Deus havia dito, mas não houve efeito algum, detalhe que deixou Ares furioso por não haver alcançado seu objetivo. Caminhando em direção ao corpo moribundo do velho, o poderoso Deus da Guerra viu um sorriso sarcástico juntamente com suas últimas palavras: “Minha dádiva foi transmitida para meus descendentes, e deles será transmitida para seus filhos e assim você nunca saberá onde eles se encontram”. Assim morreu Merlin de Bretanha, avô de Arthur Pendragon e Morgana de Cornualha. Ares deu um grito tão alto e feroz que fez as fundações da Terra tremerem naquele dia tão obscuro, onde a humanidade havia perdido seu mais sábio Druida. No mesmo dia, Morgana exilava-se na parte mais inóspita da Inglaterra, carregando em seu ventre uma criança que provinha de Accolon, seu amante e filho de seu marido, o Rei Uriens de Gales do Norte. Quando a criança nasceu, Morgana percebeu que ela possuía em sua pele um sinal que parecia a imagem do Pendragon. Ela jamais chegou a desconfiar que esta era a marca que seu avô Taliesin deixou, juntamente com os poderes que ele havia descoberto. [align=center]1526-1538: Nasce o herdeiro do sangue. [/align] “Somehow I know That things are gonna change New boundaries on the way Like never were before Find a meaning to your life Healing whispers of the angels Bring the sunrise again” Nova era (Angra) Assim, a verdade tornou-se uma lenda, a lenda tornou-se um mito e muita coisa se perdeu com o passar dos anos. Em 15 de janeiro de 1526, nasce o primeiro filho da família Laymann, batizado com o nome de Gydion. Nele havia uma marca de nascença que lembrava um dragão, como nos antigos contos celtas. Dois anos mais tarde, nasce Anna, irmã de Gydion. Durante muito tempo, os dois irmãos viveram bem como crianças normais, vindas de uma família nobre, recebendo educação e todo tipo de conforto. Os irmãos sempre foram muito unidos. Um amava o outro e Gydion sempre protegia sua irmã mais nova. Ela o chamava de “meu cavaleiro”. Porém, o que Gydion não sabia era que o único motivo dela chamá-lo assim era o fato de que ela via seu destino com a “visão” que a deusa lhe deu através de seu ancestral. A garota sabia que o destino de seu irmão era ser um cavaleiro. Quando completou nove anos, o pai de Gydion levou-o para treinar com os Cavaleiros Hospitalários de Glastonbury, afastando-o assim de Anna. Sua partida foi muito triste, mas ele jurou voltar para junto de sua amada irmã. Chegando a Glastonbury, Richard, o pai de Gydion, deixou-o sob os cuidados de Jakob para que fosse iniciado como cavaleiro a fim de lutar pela Santa Igreja, ficando sobre a tutela de seu mentor. [align=center]1539-1540: Caminhos que se cruzam. [/align] “Old friends like enemies Be strong, and hide all your tears Revolting the high command Don't let it drown” Running Alone (Angra) Já era dia e o Sol brilhava há algumas horas quando Gydion Laymann, um jovem noviço de Glastonbury, passou pelo portão para sair do monastério onde trabalhava. Talvez ele fosse honrado por seu grande empenho durante o último julgamento, quando prestou assistência à alma de Else Vogler, que estava com sua alma nas mãos do demônio, antes de ser purificada pelas chamas. O jovem não tinha certeza, mas parecia que os Hospitalários mais velhos do monastério, especialmente seu mentor Jakob, com quem ele dividiu a responsabilidade pela alma do possuído, gostaram da maneira com que o rapaz encarou a situação na cela da prisão da bruxa, denunciada porque foi surpreendida lendo escrituras pagãs. Jakob deveria estar muito orgulhoso dele, pois mencionou várias vezes o quão impressionado estava pela sensibilidade de Gydion e de como ele atuou em todas aquelas situações, quando o demônio retornou ao corpo de Else Vogler para falar por sua boca e quando ele se foi para retornar novamente. E, apesar de não ter sido fácil ver o ser humano por trás daquela mulher histérica, Gydion sempre teve em mente que ela uma vez foi um ser humano exatamente como ele, até que o velho espírito maligno levou embora sua sanidade. Imediatamente ele recebeu a recompensa: hoje ele seria mandado por conta própria pela primeira vez até a torre das bruxas, onde aquelas que perderam o caminho correto esperavam pelo que mereciam. Mas quando abriu a pesada porta de madeira para dar uma olhada naquela que estava deitada ali no chão frio e coberto por poucas palhas, ele se sentiu como se um raio o atingisse. Ele olhou uma vez, mais uma vez e finalmente não podia mais deixar de olhar para sua “cliente” Anna Laymann! Ela estava lá deitada, olhando para ele, mas parecia fraca demais para reconhecê-lo. Para reconhecer seu próprio irmão, quando eles eram jovens crianças. Quando ele teve que deixá-la aos nove anos para juntar-se aos cavaleiros da Hospitalários prometeu a ela que eles certamente se encontrariam novamente algum dia. Mas desse modo? Anna Laymann? Uma bruxa? Quando ele era uma criança nunca pensara que o demônio poderia ser capaz de possuí-la algum dia. Mas claro que ele não conhecia nada sobre bruxaria e sobre o jogo do velho demônio naquela época. O que quer que fosse, falou através dos lábios de Anna que era inocente. Sem dúvida, um demônio não era um demônio, se revelasse sua identidade tão rapidamente. Às vezes demorava semanas até que fizesse com que o corpo o qual possuíra confessar. Mas, tinha que haver pelo menos uma pequena chance, de que sua prisão teria sido um grande erro da lei. De qualquer modo, havia apenas um jeito de descobrir. Jakob ajudaria Gydion se houvesse algo de errado acontecendo. E ele descobriria se havia algo estranho ocorrendo. Cuidadosamente Gydion abriu a porta e o brilho de algumas velas de dentro da biblioteca iluminaram o corredor do monastério através da fresta da porta. Procurara por Jakob por toda a tarde e começo da noite, mas, percebendo que não podia encontrá-lo em lugar algum, decidiu visitá-lo mais tarde na biblioteca. Jakob sempre tinha a mente aberta para qualquer problema enquanto ele estivesse ali sentado e lendo. E as chances de encontrá-lo ali eram muito boas, porque ele se encontrava ali quase todas as noites. Então Gydion entrou no aposento, e quando o velho Cruzado percebeu sua presença, ele imediatamente fechou o livro que estava lendo e o colocou de volta na prateleira, bem na verdade, ele mais o atirou de volta na prateleira do que o colocou de volta Será que ele queria esconder alguma coisa? Não pode ser! Jakob era um dessas pessoas que pode realmente se concentrar em sua leitura, provavelmente, ele simplesmente se assustou quando percebeu que não estava sozinho no aposento. Apesar de tudo o velho ouviu ao problema de Gydion e prometeu que ele faria a prisão e o julgamento de Anna do modo mais confortável possível para ela. Até que sua inocência ou culpa fosse provada. Mais tarde ele disse para Gydion que ele começaria as investigações sobre o arquivo para descobrir se havia alguma coisa de errado. Com algumas palavras reconfortantes ele o deixou, até que retornou a seu quarto e não conseguiu dormir. O que estava acontecendo com ele? Claro que Jakob prometera ajudar, mas suas palavras eram honestas? Ele agiu tão estranhamente quando Gydion entrou na biblioteca. E por que ele se assustara tanto o que estava lendo? Talvez houvesse algo de estranho com aquele livro. Sim, o livro, talvez ele pudesse trazer alguma luz aos pensamentos de Gydion. Mas e se não? Talvez aquele fosse um livro pagão sobre o qual não devesse saber nada a respeito. Talvez fosse um dos livros satânicos que eles confiscaram de Else Vogler, a bruxa. Apesar de ele estar envolvido com o julgamento, ele nunca vira algum dos livros os quais ela fora acusada de ter lido. Mas o livro não poderia ajudar na libertação sua irmã Anna, ou será que podia? Será que não seria melhor se tentasse libertar sua irmã? Será que ela estava mesmo possuída pelo demônio? De qualquer modo não conseguia dormir, então ele pensou que valeria a pela um esforço para dar uma olhada no livro. Silenciosamente, esgueirou-se até a biblioteca. E mesmo que o livro representasse um perigo em potencial para seu leitor, a crença de Gydion era forte o suficiente para encarar quaisquer forças malignas. Velho, ele parecia muito velho. E seu cheiro fez saber com certeza: o livro era maligno! Simplesmente maligno! Fixado à parte de dentro de sua capa de couro havia uma placa triangular tão grande quanto uma mão, que parecia ser feita de algum tipo de metal. Ele não conseguiu entender a maioria das coisas do livro porque ele não conhecia o idioma no qual elas estavam escritas. Conseguiu ler apenas uns poucos parágrafos, que alguém adicionara depois, provavelmente muito tempo após o livro ter sido escrito. Mas apesar dele ter podido lê-las, aquelas palavras não fizeram sentido algum para ele: “Muitos caminhos levam ao Santuário. Sete vezes um caminho para todos que levam para um mundo além da nossa compreensão.” Se havia alguém que pudesse entender aquilo, certamente não era Gydion. Ele continuou folheando o livro, a fim de encontrar alguma outra coisa legível para ele. E seus esforços foram recompensados: na parte de trás do livro ele encontrou uma carta que fora colocada entre as páginas, que fora escrita por Lugaid Vandroiy para Else Vogler. E agora sabia que tipo de livro era aquele, mas, ainda assim, ele não podia largá-lo e então começou a ler a carta, apesar de não se sentir muito à vontade lendo algo provavelmente muito particular, que obviamente não era destinado a ele. O autor da carta dizia que era o legítimo dono do livro, que havia sido roubado dele há muito tempo atrás. E que ficou sabendo que ela tinha comprado-o por meio de alguns contatos que possuía, e como ele queria o livro de volta, avisou que iria visitá-la em alguma noite durante o verão para comprá-lo novamente. Gydion estava um pouco confuso, porque ele esperava encontrar algo muito mais excitante quando pensou em ler um livro de bruxaria. Desapontado, ele colocou o livro de volta no lugar e deixou a biblioteca, para voltar pra cama e descansar um pouco, apesar de não conseguir dormir sequer um pouco. Talvez, ele tivesse chance de descobrir algo no dia seguinte. Era por volta das oito horas da manhã quando foi até a fonte para lavar seus dedos. Mas as manchas negras não desapareciam, não importava o quanto esfregasse. Seria a morte negra o perseguindo por dentro das paredes do monastério? Gydion estava assustado com seus pensamentos, mas no mesmo momento esqueceu seus temores, pois alguém o chamava por suas costas, então o noviço virou-se. Jakob o cumprimentou sinceramente, pedindo desculpas por seu estranho comportamento na noite anterior. Suspirou de alívio quando percebeu que seu amigo paternal não estava zangado com ele e não havia motivo para o velho ficar irritado apenas pelo fato do noviço ter entrado na biblioteca, pois não havia como saber se o seu mentor estava lendo algo, talvez, secreto. Mas no mesmo momento o velho monge franziu a testa: “Você esteve sozinho na biblioteca sem permissão!” gritou ele, nervoso, apontando para os dedos sujos de Gydion. E agora sabia do que se tratavam as manchas em seus dedos. Alguém marcara o livro para que ninguém pudesse lê-lo clandestinamente. “Você fez mal uso de minha confiança e leu o livro proibido! Vá para a capela e reze por perdão!”, Jakob declarou em fúria. “Somente Deus terá misericórdia daquele que quebrou a sagrada lei do monastério”. Aquela foi à última vez que o cavaleiro falou com Gydion, porque quando Jakob juntou-se aos soldados para prender seu pupilo, que estava ajoelhado no altar, o velho apenas olhava para o chão, permanecendo em silêncio. [align=center]1540: O druida e o Noviço [/align] “A broken dignity An upsurge soon to be Within these books I find my hope And liberty” Awake from the darkness (Angra) imagem Lugaid Clique aqui para ver. Já deveria ser noite nas ruas, pois somente uma fraca luz entrava através da janela, na parede, atingindo o chão rochoso e frio da cela da prisão. Gydion estava sentando no chão, agachado, não prestando muita atenção em seu companheiro de cela, que estava a andar em círculos, impaciente. Apesar de eles já terem passado algumas horas juntos em seu aprisionamento, a todo tempo, Gydion perguntava a si o que havia acontecido com consigo nas últimas horas. E quanta mais pergunta fazia mais perguntas apareciam em sua mente. Ele conta toda sua história para seu companheiro de cela. Por que ele, um cavaleiro, está na prisão? E apesar de saber que o estranho obviamente não poderia ajudá-lo, sentia-se muito melhor após ter falado sobre tudo. Na conversa, o estranho, com um sotaque estrangeiro, diz que alguém armara uma cilada para ele quando veio para Glastonbury, porque ele era aquele que assinou a carta citada seu nome. Ele era Lugaid Vandroiy. Surpreendeu-se ao ter essa revelação e pôs-se a conversar com ele, o que durou a noite toda. O estranho revelou que ele é um dos últimos druidas no mundo todo, um membro de um antigo e secreto clã de Celtas na Irlanda que tinham uma aliança com a deusa da humanidade. Falava muitas coisas sobre sua terra. Apesar do jovem não entender muito bem sobre o que aquele cara velho, de barba cinza, estava falando, as poucas coisas que ele pôde entender mostraram-lhe um jeito totalmente novo de olhar a vida. O pouco sono que conseguiu durante as noites seguintes não foi muito relaxante; pesadelos enviados por sua consciência o assombraram a cada momento em que ele fechava seus olhos ousando tentar dormir. O julgamento daquela que foi tratada como um demônio. Depois de três dias de aprisionamento, Lugaid conseguiu convencer Gydion de que não havia sentido ceder ao destino e esperar por justiça ou como parecia que aconteceria injustiça. E ele percebeu que Anna não poderia ser ajudada se ele continuasse ali acorrentado. Lugaid percebe facilmente que Gydion tem menos medo de sua própria morte do que tem da morte de Anna. Ambos sabem que eles têm que fugir, porque aos olhos da lei Lugaid é um herege, e Gydion é um renegado! Então, na terceira manhã de prisão, eles aguardaram a vinda do guarda que lhes trazia água e uma humilhante refeição para o dia. O olhar de Gydion não pôde acompanhar a ação de Vandroiy, um homem velho e rápido, que ainda suporta bem a idade. Com muita facilidade ele nocauteia o guarda e pega a chave para abrir primeiro as próprias algemas, e depois as de Gydion. Sem entender o que havia acontecido, Gydion segue o apressado druida através da porta. Fugindo do aprisionamento. E desta distorcida forma de ver a vida. Não faria nada a não ser correr diretamente para a torre das bruxas onde Anna está acorrentada, mas Vandroiy o lembra do fato que o jovem não faz mais parte daqueles que aprisionaram Anna. Ele não é mais um cavaleiro, mas sim um renegado! Eles provavelmente estariam prontos à espera para prendê-lo novamente. E a chance de escapar então seria praticamente nula, Por fim Gydion ouve o conselho de Vandroiy e concorda quando o velho druida manda que saiam da cidade o mais rápido possível. Gydion não faz idéia de quantos passos eles deram durante o dia, mas na tarde de seu primeiro dia de fuga ele mal podia sentir seus pés. E ele se sente um fracassado, porque Anna ainda está presa. Por quantas vezes ele não sonhou em encontrá-la novamente durante todos estes ano. Agora ele a encontrou novamente, mas, de acordo com seu constante pesadelo, pensamentos com Anna acorrentada, ele preferia que este encontro nunca tivesse acontecido. [align=center]1540: A vila escondida do mundo e o duro treinamento. [/align] “Follow your steps and you will find The unknown ways are on your mind Need nothing else than just your pride to get there... Now we'll have to face another day You won't be alone” Carry on (Angra) Juntos escaparam da prisão e daqueles que tinham interesse nela. Ele e Lugaid seguiram o caminho para onde estavam as pedras sagradas. De alguma maneira, o velho druida viu através de sua habilidade de prever o futuro, que todos em Glastonbury estavam atrás de membros da mesma família; e uma visão do corpo morto o fez acelerar sua fuga em seu caminho para o Tor. Ao chegar lá, o velho eleva seu cosmo para ativa as pedras, fazendo o jovem Gydion estremecer e não conseguir dar um passo a frente. Abrindo um portal e logo mandava Gydion entrar, mais ele não se movia paralisado pelo medo. O velho agarrou o jovem e o jogou através do portal, atravessando o mesmo depois. O jovem se vê diante de uma enorme montanha e uma vasta savana, então Lugaid pôs-se a explicar que eles estavam no ponto mais remoto da África, onde encontrariam abrigo em uma tribo de aliados. Depois de alguns minutos caminhando, com o sol castigando-lhes, eles avistam uma vila no meio das montanhas. Gydion tinha reparado que as casas eram mais altas que o normal, durante o percurso o velho explica que as pessoas que moram ali têm uma condição de vida onde são caçados por serem diferentes, Gydion logo vê do que Lugaid falava: eram meios gigantes. Durante o dia, o velho druida conversou bastante com o líder da tribo. Ao cair da noite Lugaid fala ao jovem que eles ficariam na vila, durante o resto da noite Gydion fez muitas perguntas a Lugaid sobre o aquele poder que o deixou paralisado ele respondeu sua perguntas, e perguntou se Gydion gostaria de ser seu pupilo, pois a velhice estava às portas e ele precisava passar seu conhecimento para uma pessoa de valor. Na manhã seguinte depois de muita conversa Gydion aceitou a oferta de Lugaid [align=center]1540: Enquanto isso em Glastonbury. [/align] Rodas de carruagens causam estrondos pelo chão. O bispo de Glastonbury dá uma olhada para fora da janela e se impressiona com as fachadas em sua eterna beleza e esplendor. Ele tem a vantagem de acompanhar o regente Johann Adam Von Bicken em sua jornada, porque foi nada mais nada menos que Von Bicken quem conduziu o julgamento de Else Vogler. O julgamento, durante o qual confiscou o livro que está com o clérigo agora. Com o bispo, estava também Jakob, um dos melhores amigos do bispo, que era sempre grato por qualquer conselho. Jakob também parece estar impressionado com o esplendor do objeto, apesar de seus olhos não apresentarem o mesmo brilho que os olhos de Von Bicken, que está apenas lendo. Parece que ele não se importa com outra coisa a não ser o livro de Else que carrega em suas mãos e talvez o encontro com seu senhor. Mais tarde todos estavam sentados a uma esplêndida mesa. Ele apenas aproveita os elegantes eventos em que seu senhor sempre aparecia. Então aparece um homem alto, loiro de olhos verdes, com uma túnica muito bonita e uma presença aterradora, convidando Von Bicken e seu amigo Jakob, que estão ambos com medo apesar de não demonstrar, a acompanhá-lo. Seu nome é Clemens. O último livro que tem a pista sobre um lacre; eles teriam que levar o lacre completo ao centro do castelo de seu senhor. E como lhes foi predito por “incrivelmente velhos, secretos e sagrados”, aqueles que puderem trazer o lacre sagrado da luz ao centro do mundo irá alcançar a sabedoria e a iluminação definitivas e a verdade absoluta. E sabedoria significa poder. Durante a noite seguinte, Clemens, o bispo e Jakob esgueiraram-se através dos corredores, em direção a sua missão. Uma missão secreta, uma vez que Clemens os proibira de falar sobre isso com qualquer pessoa, tendo em vista que isso é uma enorme responsabilidade. Ares não gostaria que as pessoas vissem o que Clemens e os dois estariam a ver esta noite e não quer que as pessoas saibam de tudo. A sabedoria não deveria iluminar mentes erradas, porque na Terra há muitas pessoas que não têm a força para encarar toda a verdade. E como ordenado pelas palavras sagradas, segundo Clemens, eles deveriam selar o santuário dos hereges. Depois de andar por infinitos corredores e destrancado inúmeras portas, eles chegam ao portal de madeira pelo qual estavam procurando. Despojando-se do pesado saco que estava carregando, Clemens tira uma placa triangular, que Jakob reconhece como sendo muito similar àquela estampada na capa do livro que uma vez confiscaram de Else Vogler. Dirigente de Ares na terra, Clemens pega a placa e com as duas mãos a segura contra outra placa fixada na pesada porta. E sem usar qualquer chave ou maçaneta, o portal se abre. Fortes ventos sopram em seus rostos e apesar do papa tentar manter a aparência relaxada, os outros dois que estão morrendo de medo podem ver que também Clemens se sente muito à vontade. Envoltos em vários sentimentos, eles escutam passos vindo de trás do portal, então Ares se revela aos seus fies subordinados e diz que o sangue dos Pendragon será necessário para selar o santuário. Agora essa será a missão de Clemens e aquele que tem a marca do dragão tem que ser trazido vivo. Então Jakob Balbuciou o nome “Gydion”. [align=center]1540: Verdadeiras intenções. [/align] Depois de dois dias de descanso e recuperação Lugaid se foi, Turak começou o treinamento físico de Gydion a pedido de Lugaid para torná-lo um verdadeiro guerreiro. Seu espírito combativo foi levado ao extremo para nunca se render, ele aprendeu com Turak os princípios básicos do cosmo e dos seis sentindo, expandido sua alma teve acesso ao dom de sua família: a “visão”, um dom premonitório que os druidas e as sacerdotisas de Avalon tinham acesso. Meio ano tinha se passado até a volta Lugaid. Depois que voltou, o treinamento foi ministrado por ele, sendo agora focado nas habilidades cósmicas de Gydion. Durante um dia o velho druida contou para o jovem o que descobriu, depois de se encontrar com um amigo em um lugar muito distante chamado de Lemuria, o velho passou a estudar os antepassados de Gydion e conseguiu descobrir que sua linhagem vinha de Taliesin, o Grande Merlin, morto em ritual estranho. E ficou sabendo também que Gydion e Anna são herdeiros do sangue do grande Merlin que tem poderes sobre-humanos, e assim o velho descobriu, também, que os dois irmãos são a base para um esquema que pode mudar a direção da guerra santa para sempre, pois o sangue do herdeiro pode ter o poder de selar o caminho dos deuses, assim evitando deles reencarnarem na terra novamente e que Jakob e todos os lideres da Glastonbury são na verdade servos do Deus da guerra – Ares - que matou Taliesin e agora procura pelo herdeiro para concretizar seu plano louco de selar o caminho. Gydion e Lugaid desconfiam que a verdadeiro herdeiro seja Gydion, pois ele tem a marca do Dragão e a “visão”, dom que só a família Pendragon tinha. [align=center]1540-1547: O treinamento de Lugaid. [/align] "Live and learn with your mind Find a way out of madness You dream of paradise Who's gonna take you there?" Live and learn (Angra) Lugaid disse para Gydion que eles não matariam Anna, pois todos acham que o jovem é o verdadeiro herdeiro e que eles a usariam para atraí-lo até a torre. Assim, Gydion acalmou seu coração e colocou-se a disposição do treino de Lugaid de corpo e alma. Durante os primeiros meses, o velho Druida viu que o jovem tinha uma grande ligação com o elemento terra e, também, com acido. O velho o ensinou a maestria da terra, pois também é usuário desse elemento, ensinou sobre o sexto e sétimo sentindo e todos os seus Kyklos. Os dias pareciam longos e cansativos, com passar do tempo Lugaid percebeu que o jovem tinha uma aptidão inata para aprender, uma sede de conhecimento inigualável (totem do conhecimento do salmão), que sua força estava ficando fora dos padrões normais mesmo para os cavaleiros (totem da força do urso), sua resistência era muito mais alto que os Padrões também (Totem do vigor de Touro).Durante um dia de treinamento Gydion ficou imóvel, como se estivesse vendo algo ao qual o velho Druida não conseguia ver, nesse momento o Lugaid percebe que seu aprendiz está tendo uma visão premonitória, ele pergunta o que o jovem vê; ele responde que vê um enorme mostro de terra derrubar uma torre e um homem de armadura de cristal rindo no topo da torre, terminando ali a sua visão. O velho Druida ao saber disso, começa a ensiná-lo sobre esse dom. Mas Lugaid percebeu que o jovem não conseguiu transcender ao sétimo sentindo, por causa da culpa que carregava em seu coração por Anna ainda ser cativa na torre das bruxas. Lugaid ensinou o Grego para Gydion, aprimorou seu Latim e seu Bretão e o ensinou a falar Suaíle, que era a língua que os gigantes falavam e é lógico toda historia de Athena e do santuário. E assim no início de 1547 Lugaid faz uma proposta para Gydion. [align=center]1547: O resgate de Anna. [/align] "Oh! The sun will rise The beginning of creation Oh! Into the skies On the Winds of Destination Carry us away…" Winds of Destination (Angra) imagem de Clemens Clique aqui para ver. Naquele dia o velho druida e seu aprendiz agradeceram Turak pela hospitalidade e pela ajuda nos treinos. Mas agora tudo que o jovem tinha aprendido seria posta à prova. Eles foram em direção ao mesmo lugar em que chegaram sete anos atrás; ali Lugaid, novamente, fez o ritual para abrir o portal; Gydion se despediu de Turak e adentrou no portal, seguido do velho Druida. Quando saíram, estavam novamente no Tor, que ficava a algumas horas de Glastonbury. Logo eles partiram numa corrida alucinada que durou cerca de alguns minutos e como já era altas horas da noite não levantaram suspeitas. O jovem avistou a torre das bruxas, onde tudo começou, sete anos tinham se passado desde que esteve aqui; agora ele sente que tem poder para salvar Anna. Lugaid explica que essa missão tem ser rápida, pois se Clemens conseguir captura-lo será o fim e Ares terá a vantagem que tanto quer, “lembre-se estamos aqui apenas para resgatar Anna e nada mais”. Com esse ultimo aviso eles se dividem. Os guardas não são grande desafio para a força de Gydion, agora ele compreende como o velho Druida o tirou daí. A subida foi árdua, o jovem foi até o topo da torre. Enquanto isso, Lugaid foi de sala em sala procurando pelo livro que Jakob tinha tomado de Else Vogler. Depois de muito procurar, ele acha a biblioteca e o livro, mais é atacado Jakob. A luta é árdua para Lugaid, que derrota Jakob com muito esforço, mas antes de morrer Jakob diz que sua missão estava completa, pois Clemens e Von Bicken estavam esperando Gydion na torre das bruxas. Um calafrio percorreu o corpo do velho druida, talvez seu pupilo não fosse páreo para as forças combinadas de Von Bicken e Clemens, e assim ele usa toda sua velocidade para chegar até a torre. Já no local, Gydion chega à ala dos prisioneiros, ele nota que não há presença alguma em todas as celas. O que teria acontecido com todos os prisioneiros e guardas? E assim ele segue até o topo onde eram realizados os julgamentos. Lá ele ouve a fraca voz de Anna, mas não consegue distinguir o aviso. [align=center]1547: O dom que me foi passado que seja dado. [/align] "Now I know that the end comes You knew since the beginning Didn't want to believe it's true You are alone again, my soul will be with you." Bleeding heart (Angra) Quando o jovem consegue notar o que estava acontecendo era tarde demais. Ali está Anna acorrentada, em seu lado direito se encontra Clemens com uma bonita armadura de cristal e uma espada magnífica; do lado esquerdo ele observa a figura esguia de Von Bicken. Uma batalha começa entre os três. Cruel foi modo que o jovem é atacado pelos dois sanguinários guerreiros de Ares, o jovem derrota Von Bicken, mas Clemens é deveras poderoso para ser derrotado pelo atual poder de Gydion. Durante a luta com Clemens, os dois deixam de notar Anna, que é solta por Lugaid, e logo juntos começam a peleja contra o insano Papa de Ares. Durante toda a luta, Clemens se mostra superior ao poder cósmico dos dois santos de Athena, pois Lugaid já está velho e não tem mesmo vigor de antes. Ao ser acertado em cheio com um golpe ele cai entre os escombros que estavam no canto esquerdo da torre e Gydion foi arremessado em direção contrária de seu mestre. Quando Clemens estava preste a desferir o golpe final, Gydion vê tudo turvo e só enxerga uma sombra em sua frente e logo Anna cai ferida mortalmente em seus braços. Em seguida, Lugaid desfere um poderoso golpe que joga Clemens para longe. Com olhar mais sereno, Anna passa a mão no rosto de seu irmão proferindo suas ultimas palavras: “Não fique triste, nem tenha vergonha e nem se sinta culpado. Eis que nem mesmo o mais sábio poderia prever isto, meu amor, meu cavaleiro, deixa a ti meu dom.” E assim Anna eleva seu cosmo, que se funde com de Gydion, tornando um só; logo em seguida Anna, a amada irmã, morre, passando seu dom para seu irmão. Nesse exato momento Clemens se levanta e ao ver a cena fica irado em sabe que todo tempo, aquela franzina menina era a verdadeira portadora do dom de Taliesin. Gydion coloca o corpo sem vida da irmã no chão com cuidado. Ele sente a fúria titânica crescendo dentro de si, as estrelas parecem estar abençoando o guerreiro em suas costas e aparece a constelação de capricórnio. Agora, Lugaid vê que seu pupilo foi escolhido pela sua estrela natal. O cosmo envolta de Gydion é majestoso e ultrapassa o limite, Clemens agora treme de medo diante da fúria titânica do escolhido da estrela de Capricórnio. Um novo embate começa. Agora Gydion finalmente se libertou, ele quebrou seus limites, a batalha fica equilibrada. Durante a luta, o velho druida pega o corpo de Anna, e sai de perto dos dois titãs. Durante a sua fúria, Gydion usa seu golpe mais poderoso: “Magnitude Titânica”. Um lindo cavalo com longos chifres começa a bater com os cascos no chão, fazendo fissuras na torre, fazendo-a começar a ruir e os dois caem. Durante a queda o embate não cessa, Clemens ataca Gydion incessantemente. Os dois podem ver o chão se aproximar, mas um brilho dourado vem dos céus pra salvar Gydion. A sagrada armadura dourada de Capricórnio aceita-o como seu usuário protegendo-o da queda. No momento da queda a armadura que protegia Clemens o abandona, vendo sua iminente derrota e assim morre na queda Clemens. [align=center]1547-1548: O juramento sagrado. [/align] "Ride the winds of a brand new day High where mountain's stand Found my hope and pride again Rebirth of a man" Rebirth (Angra) Durante o alvorecer, Gydion enterra o corpo da irmã. Sua dor é enorme. Lugaid pergunta o que ele fará agora, pois a forças de Ares virão atrás deles. Com lágrimas nos olhos o jovem responde ao seu mestre e mentor que o melhor seria ir para santuário, onde agora ele lutaria contra toda a tirania e as forças ocultas do mal. Ele jurou para sua amada irmã que nuca deixaria o mal prevalecer nesse mundo e que lutaria com todas suas forças, e colocava a caixa dourada nas costas, sob o nascer do sol eles se vão. Ele ainda tem muito que aprender e Lugaid terá tempo para ensiná-lo no santuário. E assim nasce o novo santo dourado de Athena, que adota o nome de seu ancestral “Gydion Pendragon Cavaleiro de ouro de Capricórnio”. [align=right]HISTÓRICO DA ARMADURA (CAPRICÓRNIO)[/align] Nome do Usuário: Lugaid Vandroiy Período de uso: 1500-1520 Histórico resumido: Lugaid foi cavaleiro de ouro de capricórnio durante vinte anos servindo a Athena e sua causa. Deixou a armadura para voltar a sua terra na Irlanda, para ajudar seu povo a sobrevivar à peste negra. Escreveu um livro sobre um estudo dos caminhos secretos do santuário que foi roubado, depois disso passou muito tempo buscando esse livro para que não caísse em mãos erradas, quando finalmente acho o livro cauí em uma armadilhas dos servos de Ares. Nisso conheceu Gydion onde viu uma grande força de vontade que sobrepujou sua vontade de viver para dar sua vida pela irmã e tomou como pupilo. Situação atual: Agora Lugaid se encontra junto com seu pupilo, indo para santuário onde irá apresentar seu sucessor e finamente se aposentar como cavaleiro. [align=right]HISTÓRICO DA ARMADURA (CAPRICÓRNIO)[/align] Nome do Usuário: Gydion Pendragon Período de uso: 1547-???? Histórico resumido: Gydion assumiu a sagrada armadura de Capricórnio durante sua batalha contra Clemens, o insano Papa de Ares que estava mantendo sua irmã Anna cativa, durante a queda que seria fatal a sagrada armadura veio ao seu encontro salvar sua vida. Assim aceitando-o como seu novo usuário e novo guardião da 10ª casa do santuário. Situação atual: Gydion se encontra numa peregrinação até o santuário, deve chegar em 1548, pois tem que se manter escondido de seus inimigos ocultos. |
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