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Relatório de Quest: Consciência Hieroglífica; Mathra de Virgem
Topic Started: Nov 30 2012, 03:06 AM (222 Views)
Virgo Mathra
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O Mestre de Bayon
Cavaleiro de Virgem
Personagens que participaram do tópico: Mathra de Virgem/Athotep, Khalid de Escorpião, Ammit

Link: Aqui!

Resumo: A jornada de Mathra se inicou a pedido do Grande Patriarca, que tinha previsto nas estrelas um evento incomum, ligado às regências cósmicas do cavaleiro de Virgem. O monge viajou ao Egito, inicialmente sem destino certo, para próximo da cidade de Alexandria. Dependendo somente de sua percepção e habilidade, negociou para que um guia o ajudasse a desbravar o deserto em direção ao sul. Seguiu na perseguição de uma energia cósmica muito diferente do que jamais tinha sentido, um cosmo ancestral e dormente, mas muito poderoso. Enfrentou duas criaturas criadas por cosmo, dois escorpiões gigantes, muito poderosos que atacam quase com a velocidade de Mathra. Apesar de uma luta prolongada, o cavaleiro de ouro prevaleceu ao usar suas técnicas secretas.

Na busca por aquela energia cósmica, encontrou o cavaleiro Khalid de Escorpião na cidade do Cairo, que rastreou a energia de Mathra e acabou se juntando ao cavaleiro de Virgem na investigação. Juntos, rumaram para as grandes pirâmides e foram alvos de diversas armadilhas, criadas pela mesma cosmoenergia que criara os escorpiões gigantes. Juntos, adentraram a pirâmide, e tiveram que superar um ambiente totalmente hostil para prosseguir. Toda a pirâmide estava permeada com a cosmoenergia nociva, e os ameaçava a todo instante.

Sem muita demora, porém, os cavaleiros foram separados. Mathra caiu num fosso, e a partir desse momento encararia o abismo abaixo da pirâmide e os densos caminhos inferiores. Nesse momento, passou a ter certos flashes, visões advindas de um passado distante, remetendo às vidas passadas do Cavaleiro de Virgem. Nesse momento, Mathra começaria a entender o propósito de sua jornada. Tudo começou a ficar confuso, e Mathra passou a ter contínuas visões do passado. Viu-se em outra vida, encarnado como um poderoso sacerdote de Anúbis. Nos momentos em que voltava a realidade, se viu obrigado a usar suas técnicas para sobreviver ao ambiente hostil. Teve que se opor à areia e pedra, a um vasto labirinto e um infindável e desgastante corredor frio. A presença do cosmo inimigo era constante e crescente.

Com o decorrer das visões, Mathra passou a entender o que aconteceu com aquela existência, que entrava em contato com ele agora. Nessa antiga vida, Mathra, então chamado Athotep, se tornou o inimigo do faraó do império egípcio. Depois de ser punido, fraquejou e cedeu a um acordo para servir o voraz deus do submundo egípcio, Ammit, em troca de ser seu porta voz e ceifador. Nesse acordo, Athotep era obrigado a derrotar os desdobramentos da sua alma que o superassem em poder. Era por isso que Mathra estava ali. A evolução de seu cosmo o levara a tal lugar, para aquela determinada situação. Mathra observou o desespero e o medo de Athotep, e a força e imposição do voraz deus-crocodilo. Quando toda essa situação ficou clara, Athotep se mostrou para Mathra. As duas faces de uma mesma alma se encaravam, na tensão de uma possível resolução final. Mathra buscava o encontro, Athotep buscava subjulgar.

Quando as duas figuras finalmente se engajaram em um embate, Mathra notou a forma com que Athotep se apropriava do vórtice de energia de Ammit. Tal vórtice era uma força faminta, que tragava a energia das almas para si, a fim de consumí-las pela eternidade. Nessa visão, Mathra pôde perceber inúmeras outras de suas próprias existências, vidas passadas, todas arrebatadas por Athotep. Tal percepção salvou Mathra de um destino igual ao daquelas almas, possibilitando que entendesse que só poderia superar a energia daquele vórtice de espíritos caso tivesse o apoio dessas tantas outras existências. Num gesto integrativo, o monge expôs suas intenções à todos aqueles espectros aflitos. Em um gesto de autoconsciência e rebelião, tais espíritos se opuseram à vontade forte de Athotep, transferindo seu poder à Mathra e contra Athotep. O vórtice foi finalmente rompido, e Athotep se desesperou em lamúrias. Acusava Mathra de ter estragado tudo, pois na verdade o que tinham alcançado foi a entrada pelo obscuro vórtice. Estavam do outro lado, no plano de Ammit.

Dentro do vórtice, Mathra se protegeu enquanto pôde da Fome Esmagadora do deus egípcio, e se esforçou para integrar a si mesmo com a consciência de Athotep e dos outros espectros perdidos. Pediu que esse lhe aconselhasse, enquanto notava nos olhos de Ammit e em todo o ambiente circundante, milhões e milhões de outras almas subservientes e sôfregas, submissas à escuridão da divindade. Todas alinhadas à vontade e à fome de Ammit. Athotep aconselhou que Mathra atacasse quando Ammit permitisse uma brecha, ao atacá-lo, e que o fizesse com todas as forças. Também disse que sua única chance seria fazer com os outros servos de Ammit o que tinha feito com as partes de sua própria alma, e incitasse uma revolta ao poder avassalador. Nesse momento, a consciência de Mathra se integrou com a consciência de todas aquelas outras vidas, incluindo Athotep, por tempo suficiente para multiplicar sua força na expectativa de superar o cruel vórtice daquela entidade esquecida e ambiciosa. No mesmo processo de projetar sua percepção para os espectros de sua própria alma, Mathra agora fez um apelo à própria liberdade daquelas milhões de almas que serviam Ammit, confusas e perdidas na escuridão e na fome.

Nesse momento, usou novamente sua técnica mais perigosa, O Portal Devastador de Spica. Os espíritos escravizados agora também refletiam a rebelião provocada pelo virginiano, e se opunham à vontade de Ammit. Tantas almas auxiliaram a manter o portal aberto, e por meio deste entrou a centelha do verdadeiro poder divino, experimentado pelo cavaleiro de ouro pela primeira vez. Nesse tremendo esforço, surgiram as presenças de valorosos aliados: o espirito translúcido de Khalid de Escorpião, que dedicou as últimas forças em auxílio na ofensiva de Mathra, e Athena, que como confiante mãe sustentou a integridade do próprio cavaleiro de Virgem. Depois do clarão de luz de uma supernova, Mathra recobraria a consciência, mas não aquela antiga, com a qual adentrou a grande pirâmide. Pelo contrário, sabia da presença de conhecimentos que ainda não conseguiria entender. Sabia de percepções que antes não concebia. Experimentara a centelha divina em suas próprias mãos. Agora, partiria em outra grande jornada, a de decifrar essa tão misteriosa consciência hieroglífica. Junto à isso, traria de volta ao Santuário a Armadura de Escorpião, e a triste notícia da perda de um companheiro.

Além disso tudo, restaria a dúvida sobre o destino das almas que participaram da rebelião, e da própria criatura Ammit. Estaria ela encarcerada, planejando sua vingança? Ou teria sido destruída, desfeita de seu próprio Ser?



Experiência Adquirida: O cavaleiro de virgem se colocou em situações de alto risco desde o início da missão. Apesar de já ter tido experiências com desertos, há tempos não atravessava por dias a pé, e buscar um objetivo inicialmente tão abstrato foi inédito para ele. O cavaleiro usou suas técnicas combativas diversas vezes, e exerceu o treino constante de sua percepção, já tão desenvolvida, agora dedicada a uma vigília ainda mais constante: poucas coisas escaparam à percepção do mestre de Bayon.

Além disso, Mathra utilizou diversas vezes técnicas e habilidades recém adquiridas, provando maior domínio sobre elas agora. Em destaque está o manejo do Portal Devastador de Spica, uma técnica arriscada, mas usada em duas situações de combate. É importante considerar que o cavaleiro experimentou o nível de poder cósmico divino em seu último uso da técnica, o que poderia lhe servir de indício sobre a forma e a natureza desse poder, através das percepções já atingidas pela Visão da Verdade. Mathra também se utilizou de habilidades como a Vontade Verdadeira, Visão da Verdade e Manipulação Material para lidar com diferentes situações, provando novas experiências com elas.

Toda a experiência adquirida de Mathra se relaciona à sua caminhada em direção ao domínio completo do Arayashiki, o Oitavo Saber. Em destaque para sua evolução está o contato com todas as suas vidas passadas então aprisionadas por Athotep, e também com a integração do próprio Athotep em sua alma. Mathra terá de aprender a lidar com essas presenças inéditas, essas companhias diversas que compõe ele mesmo, e a desfazer tudo que os separa ou permitir uma convivência segura. O cavaleiro sai dessa missão repleto de dúvidas, com novos aspectos de seu cosmo ainda não totalmente integrados, incompreendidos. A dúvida em relação à si mesmo fomenta a dúvida em relação ao próprio universo e sobre a natureza do mundo. Mas é certo que o cavaleiro deu um grande passo para desvelar a oitava consciência, e está perplexo por ter contemplado o poder próprio das divindades. Apesar de tanta perplexidade, sua devoção com Athena aumentou, derivado de sua confiança na deusa e nos seus objetivos.


Relacionamentos Adquiridos: Athena - A deusa encarna a própria sabedoria, a própria compaixão e a própria justiça. Essa triade é o que a aproxima tanto da humanidade, e é por isso que posso compreender a razão de lutarmos do mesmo lado.

Khalid de Escorpião - Esse guerreiro obstinado perdeu sua vida ao acompanhar meus passos. Mas seu último ato foi de libertação e devoção, e por isso poderei sorrir ao me lembrar dele. Não fosse ele e Athena, eu acabaria aprisionado.

Ammit - Essa entidade devorou os condenados do Egito Antigo por milênios. Agora, eu não sei o que resta desse ser composto pela pura fome e ambição. Não sei se foi desfeito em partes, ou se partiu novamente na eterna busca de satisfazer sua fome, sua falta.
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"You will not be punished for your anger, you will be punished by your anger."
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Maeveen de Sagitario
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O Mais Veloz entre os Cavaleiros

Evolução conquistada na Quest (alterações irão para a sua ficha):


Aparência


Quando parar pra se olhar no espelho, Mathra perceberá que, após seus ferimentos sararem, haverá uma marca em sua testa natural, pouco visível, mas presente. Esta marca será o símbolo do deus Anúbis, simbolizando a união de Mathra com sua principal contraparte, Athotep.


Personalidade


Se tiver percebido mudanças adequadas para a personalidade de Mathra, conforme você já citou, pode fazê-lo na área de evolução do personagem.


Cosmo


Manifestação - Agora, ao cosmo de Mathra somam-se as manifestações cósmicas de todas as suas vidas anteriores, representadas de forma tênue, mas presente. Caso queira alterar, eis o gancho.


Sensação - Não precisa mudar nada aqui, a menos que tenha alguma ideia.


Motivação - Talvez possa querer realçar a relação "Confiança em Athena x Dúvida em relação ao seu próprio desenvolvimento", mas fica a seu cargo.


Domínio - Oitavo Sentido: Mathra teve um lampejo do "Vedana", um Skandha do Oitavo Sentido. Na verdade, ele só experimentou "poder divino" porque Athena lhe forneceu. Não foi algo diretamente vindo de seu âmago, mas desenvolver o Vedana através das almas com as quais ele obteve sintonia é o caminho para crescer em poder.


Técnicas

Técnicas: Portal Devastador de Spica agora pode diminuir o impacto que tem sobre Mathra, tornando o cavaleiro menos vulnerável a seus efeitos colaterais.


Habilidades


Habilidade: Canalização Cósmica - Acredito que, apesar de você haver utilizado várias outras habilidades, esta foi a que mais se desenvolveu e foi cabal para a sobrevivência de Mathra. Se quiser, pode tentar dar um "up" nela.


A área de Evolução de Personagens, onde você pode postar as mudanças na ficha, fica aqui.

Nota: As observações para técnicas e habilidades são apenas sugestões para um possível desenvolvimento da personagem. Você tem toda a liberdade para nortear esse desenvolvimento conforme quiser, mas seguir essas sugestões é como percorrer o "caminho das pedras". É mais fácil.


Relacionamentos: Ok. Basta colocar algo sobre eles no seu relatório de Evolução da personagem, no tópico adequado.



Clique aqui para ver a ficha.

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