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| Relatório de Sidequest: A Perseguição; User: Maeveen de Órion | |
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| Tweet Topic Started: Oct 8 2013, 04:51 PM (205 Views) | |
| Maeveen de Sagitario | Oct 8 2013, 04:51 PM Post #1 |
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O Mais Veloz entre os Cavaleiros
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Personagens que participaram do tópico: Maeveen de Órion, Lumiere. Resumo: Após sua desventura em Bluegraad, Maeveen de Órion decidiu perseguir seu oponente, aquele que havia sido responsável pela morte de Lumiere. Mas o seu esgotamento decorrente da batalha começou a pesar, e levou Maeveen a um sono profundo. E ele sonhou com uma realidade perfeita, na qual acreditou viver os acontecimentos de fato, e ter acordado de um longo pesadelo, no qual Lumiere havia morrido. Extasiado, o irlandês quase sucumbiu à vontade de permanecer eternamente numa casa em que estavam reunidas as pessoas que mais lhe importavam, mas em seu íntimo ele sabia que se tratava apenas de um sonho. Ao perceber isso, Yolonel de Homado, que tentava prender Maeveen em seu próprio sonho perfeito, o desafiou, e o irlandês, superando a vontade de seu inimigo, conseguiu acordar. E então, após acordar, percebeu que havia causado uma comoção entre os habitantes do vilarejo em que se abrigara, e após sanar a confusão, o irlandês percebeu a presença de um Blue Warrior. Seu nome era Dexen de Acubens, e após uma breve conversa, na qual Maeveen contou-lhe quem era, ele descobriu que Dexen era um pupilo de Lumiere. Mesmo contra sua vontade, Maeveen foi acompanhado por Dexen em sua caçada a Homado, e não tardou para que o encontrassem. Várias pessoas do vilarejo onde ele se refugiava estavam sob seu jugo, então Maeveen tentou proceder com calma. Ele pediu a Dexen que ficasse para trás, atraindo a atenção dos aldeões controlados por seu adversário, enquanto ele tentaria um ataque direto a Homado, visando salvar as mulheres que ele mantinha perto de si. Sendo bem-sucedido em seu plano, Maeveen concentrou-se em seu adversário, combatendo-o francamente. Após um duro início, a constatação de que suas manobras não seriam o bastante para derrotá-lo começou a afligir Maeveen, que não teve escolha a não ser utilizar sua técnica suprema, atingindo para isto o sétimo sentido pleno. Um milagre cósmico trazia-lhe um poder que ainda não possuía, para que pudesse derrotar seu adversário. Todavia, em seus espasmos de morte, Yolonel expulsou seu espírito do corpo moribundo, dominando e suprimindo Dexen, seu aliado, que, além de já estar enfraquecido devido à batalha, possuía uma força de vontade muito menor que a do irlandês. E assim, Dexen, agora Homado, fugiu, e Maeveen não teve forças para ir ao seu encalço. Quando conseguiu se recuperar, Maeveen decidiu que iria primeiro devolver a veste sagrada de Acubens a Bluegraad e procurar por Lumiere, devido às ameaças de Yolonel (que Maeveen descobrira fazer parte do exército de Ares) sobre fazer mal à sua amada, já que aparentemente Lumiere estava viva, só havia desaparecido. Então, ele retornou e, em suas andanças, sentiu uma imensa força cósmica proveniente do Castelo de Bluegraad. Lá dentro, a armadura de Dexen respondeu ao chamado cósmico e lá se colocou. Oito fantasmas apareceram, cada um pertencente a um Blue Warrior falecido: Quark de Carneiro Montês, Klavads de Tubarão, Mely de Antares, Ane de Anjo, Astral de Equilíbrio, Evandro de Javali, Syd de Urso Polar e Marcos de Odre. Os espíritos ajudaram Maeveen com seu conhecimento e então partiram para a sua jornada de pós-vida. Após este encontro, o cavaleiro de prata rumou para badalar o sino de Borealis doze vezes, atraindo o povo de Bluegraad de volta ao castelo. O próximo passo era encontrar o local onde Lumiere se refugiava e, para isto, Maeveen voltou até a biblioteca. Iniciando uma minuciosa busca através dos escombros, o rapaz por fim encontrou um tufo de cabelos vermelhos próximo a o que parecia ser um alçapão de pedra no chão. Como não havia uma forma visível de abrí-lo, Maeveen tentou atravessá-lo com seu punho e puxá-lo, mas a estrutura estava fragilizada e acabou cedendo. Assim, ele subiu novamente, fazendo o possível para deixar a entrada camuflada antes de descer e reiniciar a busca, que não tardou a dar frutos: Lumiere. Ela estava caída, com várias marcas de queimaduras e arranhões, mas quando o rapaz se precipitou em ir até ela, foi bloqueado por uma parede invisível. Era um portal translúcido, que separava o reino dos mortais do reino do deus Poseidon. Assim que a avistou, Maeveen tentou emular, com sua técnica Arco de Órion, ao menos uma parcela do poder da Flecha de Sagitário, visando destruir a passagem, mas não obteve sucesso. Entretanto, seu esforço acordou Lumiere, e teve início uma emocionada conversa, repleta de sentimentos. No fim, dividido entre o dever e o amor de sua vida, Maeveen não conseguiu simplesmente deixá-la ali, entregue a um cruel destino e, por um instante, ele brilhou mais que uma galáxia inteira, despejando o poder de sua supernova contra o portal enquanto tocava um poder quase divino. Seus esforços foram recompensados com uma brecha no portal, embora Lumiere tenha se ferido, mas uma presença inesperada, saindo da passagem vinda pelo outro lado, encheu-o de incerteza. Seriam habitantes do reino de Poseidon? O que fariam a ele, agora que sua armadura, que lhe protegeu durante a explosão, estava em pedaços? Maeveen mal tinha forças para se levantar, e assistiu impotente a mais e mais daqueles estranhos seres atravessarem a passagem e levarem Lumiere, os pedaços de sua armadura, e a ele mesmo para dentro antes de desmaiar. Experiência Adquirida: Maeveen aprendeu que jamais deve acreditar em tudo o que testemunha, pois muitos de seus adversários estão atentos às suas fraquezas e tentarão usá-las para enganar sua percepção do mundo. Obteve informações sobre Bluegraad, os Blue Warriors, a situação atual do povo do norte e também sobre Ares, o deus da guerra, que aparentemente está já envolvido na guerra santa. Aprendeu sobre Yolonel de Homado e seu modus operandi, entendendo ser este um dos, senão o principal inimigo a ser derrotado. E, principalmente, Maeveen aprendeu a ter mais fé em si mesmo, não se abater quando algo der errado e simplesmente continuar tentando até conseguir. Essa esperança legítima, de alma e mente, que ele não possuía, agora o impulsiona a alcançar milagres como os obtidos na batalha contra Yolonel (provável segundo lampejo do Rank A) e, principalmente, no incidente que causou a ruptura parcial do Portal que separava o mundo dos homens do mundo de Poseidon (provável terceiro lampejo e ascensão ao Rank A, embora o poder necessário pra rachar aquele portal esteja além da minha compreensão o,O... então, deixo pra você me explicar o que seria). Relacionamentos Adquiridos: Lumiere – O amor de minha vida. Eu faria qualquer coisa por ela, mesmo sacrificando a minha existência. Estou decidido a garantir que ela possa viver uma vida de paz, como sempre desejou, mesmo que eu tenha que perecer para tal. Agora que descobri que ela ainda vive, minhas esperanças se renovaram e perseverarei mesmo nas situações mais adversas para que um dia nos seja possível viver esse amor. Yolonel de Homado – Um oponente vil, cruel e temível, digno de minha cautela. Embora eu tenha conseguido derrotá-lo, o fiz com muito custo, mas ele foi mais esperto e conseguiu escapar de mim. Embora já tenha visto boa parte das minhas técnicas e isso possa me deixar em desvantagem, eu garanto que ele não terá chance de fugir de nosso próximo encontro. Preciso alertar o Santuário a respeito dele, assim que resolver os outros problemas... Dexen de Acubens - Uma fatalidade ter convivido tão pouco tempo com o pupilo de Lumiere, que se mostrou bastante obstinado e dedicado ao seu dever quanto um dia eu fui. Ele fez o que pôde, protegendo as pessoas das consequências da batalha entre Homado e eu, mas infelizmente foi possuído pelo tenente de Ares. Minha intenção é conseguir libertá-lo do controle de Yolonel, mas ainda não tenho ideia de como fazê-lo. |
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| Narrador Principal | Oct 22 2013, 07:47 PM Post #2 |
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Relatório aceito, apenas uma alteração rápida: embora você tenha adquirido o poder de um rank A, não conseguirá acessa-lo enquanto seu traje estiver destruído, por um simples motivo de auto-proteção de seu próprio corpo, salvo em situações que devem ser julgadas pelo narrador do momento. |
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