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| Monstros da Noite!; 01/01/1549 - Noite | |
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| Tweet Topic Started: Nov 27 2013, 04:38 PM (369 Views) | |
| Drako de Wyvern | Nov 27 2013, 04:38 PM Post #1 |
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O Rel�mpago Vivo!
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Off: Inter entre Wyvern e Behemoth. Outros Espectros serão bem vindos, mediante comunicado! Mesmo o ar de Heinstein, era 100 vezes mais puro que o odor carregado que compõe o ar do submundo. Era bom estar de volta, sentia o seu sangue humano voltar a circular, sentia seus pelos se arrepiar por baixo de sua armadura. O seu pulmão ritmava um som agradável quando inspirava e espirava, e no mesmo compasso estava o seu coração, ainda vivo ele batia com potência, gritando para todo o corpo de Shokhtar trabalhar com o máximo de suas capacidades. Ele estava mais vivo do que nunca e adorava essa sensação! Por anos as necessidades do seu corpo se viram suprimidas por sua armadura, sabia que mesmo sendo um humano, já tinha deixado essa condição a muito tempo. Sede e fome eram tudo ilusão, sua Súplice mantinha o seu corpo estável, o mantinha saudável. Mas não conseguia deixar de contar a hora para se alimentar, preencher o seu paladar com o gosto da carne mal passada; parcialmente assada, mas ainda sangrando. Era um carnívoro por natureza, e se sentia bem equilibrando o ecossistema do mundo! Pois maior predador não existia! Estava empolgado, entusiasmado para fazer melhor que qualquer outro general que Hades já teve. Podia não ser o melhor dos juízes, mas com certeza não deixaria que outro lhe tomasse o título de melhor guerreiro... Já havia planejado os seu próximos movimentos, mas o que precisava agora era escolher os Espectros que fariam parte do seu grupo seleto! Por isso vagou solitário na Fortaleza. Estava a espreitar, estudar e conhecer os possíveis candidatos. Não queria apenas guerreiros habilidosos, precisava de homens inteligentes e determinados, mas com a melhor das qualidades que um Suserano almejaria de um vassalo, lealdade! Queria confiar neles a sua vida se fosse necessário, mas até que esse dia chegassem, os escolhidos deveriam provar serem dignos da confiança do Escandinavo! No negrume que preenchia a totalidade de Heinstein, o seus passos o levaram as masmorras do Castelo, havia sentido ali um ser poderoso, um possível candidato, mas precisava antes conhece-lo. Como uma sombra ele entrou no recinto de tal criatura, seu cosmo estava camuflado, nunca apreciou impor a sua presença através de sua energia, preferia o modo dos deuses, o anonimato, e só revelar o seu verdadeiro poder quando era realmente necessário. Pisou firme, caminhando a passos lentos, se fazendo presente, mesmo que indicasse poucos ruídos ao sentido aguçado de outro. Mas dessa vez preferiu testar o real potencial do espectro em localiza-lo. Sua altura impressionava, o seu corpo amedrontava, a sua indiferença fazia dele ainda mais intrigante. O suplicio de Wyvern não parecia ter um portador, essência alguma vinha dele, era como se a armadura estivesse montada em forma humanoide, mas dentro dela existisse um vazio colossal! |
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| Behemoth Heféstion | Nov 27 2013, 09:06 PM Post #2 |
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Executor
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![]() Heinstein tinha vastos calabouços. Túneis capazes de abrigar um exército de prisioneiros. A maior parte das celas estava vazia, como esperado. Era ferro frio, pedra sólida, umidade e negrume. Aquela forte presença cósmica que o juiz de Wyvern sentia o levaria até as profundezas das masmorras, ali nem sequer haviam tochas acesas: era um mortuário, por onde os servos de Heinstein dispunham cadáveres antes de enterrá-los ou cremá-los. A presença que estava lá no fundo lembrava a do próprio submundo. Drako a identificaria assim que se aproximasse: era a sensação de estar diante do Cócito, o lago congelado nos confins infernais. Antes mesmo de chegar ao destino, perceberia que aquele cosmo era sem dúvidas hostil. Atacaria o juiz caso se aproximasse? Era difícil dizer, mas a sensação era de agressividade e hostilidade, qualquer um mais sensível perceberia que ali haviam três componentes: a presença do próprio Imperador Hades, a Frieza do Cócito, e Ódio em sua forma latente, dormente. Para o juiz, as coisas logo fariam sentido, ele rapidamente identificaria que ali havia um antigo traidor, era o destino do Cócito, para lá eram enviados aqueles que traíram os deuses. O frio intenso se espalhava por uma das câmaras mortuárias. Os passos de Drako sentiriam o quebrar de uma superfície congelada sobre a pedra maciça. Era gelo, e tinha o cheiro fresco de sangue. Sangue congelado. Uma grande poça que se espalhava do interior da câmara até os corredores. Ali quase não havia iluminação, o lugar parecia abandonado não fosse a presença daquela energia perversa e poderosa. Ao longo da câmara, haviam bancadas onde deitavam os cadáveres, e Drako logo identificaria a origem daquela força poderosa: uma figura estava deitada, envolta em robes negros, imóvel como qualquer corpo esfarrapado e esquecido. Não havia sinal de respiração ou de qualquer movimento. Era o único cadáver na câmara. No chão ao redor, haviam estilhaços e pedaços inteiros de ossos, além de dentes e cabelos humanos, jogados e imersos em sangue. O que seria aquele espectro? Um demônio, um vampiro, um dos caídos entregues a Hades? Ou seria mesmo a mistura de tudo isso, pois aparentemente tinha matado impiedosamente alguém ali, ou pior, devorado. O espectro pareceu indiferente à presença daquele que o "visitava", parecia mesmo morto. O silêncio literalmente era tumular, mas foi quebrado depois de um momento. Uma voz saiu daquele corpo, liberando uma brisa que não podia ser encontrada nem nos pólos terrestres. Era o frio do inferno que veio com aquela voz gutural. Parecia desumana, e soava em um tom monótono, digno de um cadáver. - Esse humilde servo contempla a presença do Juiz de Wyvern... Ninguém mais trajaria tão santificado artefato. Por que poderia importar-lhe um mero condenado? Foram apenas essas palavras, e o silêncio da morte. Com a sapiência de Drako, o espectro ali talvez pudesse ser reconhecido. Tratava-se de uma alma condenada não por um Juiz, mas pelo próprio Hades, e agora essa mácula se tornava clara na presença cósmica daquele diabo. Uma marca de ódio feita pelo próprio Imperador. Isso reduzia as possibilidades: haveria de ser Behemoth? O Antigo Servo de Hades, designado a auxiliar o imperador em seu renascimento? Essa hipótese parecia se confirmar, pois eram aqueles que sobreviviam a ira de deuses que se tornavam anjos caídos, demônios cruéis, bestas desconhecidas. E claramente, aquele espectro tinha total ciência do que acontecia nas sombras, o que poderia ser notado pelo juiz, pois seu cosmo parecia se fundir com a escuridão, como se fizesse parte dela. Behemoth parecia estar em simbiose com a morte, as trevas, e a fúria, embora sua fúria parecesse estar intimamente contida, de forma que sua natureza não estivesse ainda clara. Apesar da voz e do frio radiante, o corpo ainda parecia apenas corpo, totalmente silencioso, estático, imóvel, frio e sem vida. |
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| Drako de Wyvern | Nov 28 2013, 12:33 PM Post #3 |
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O Rel�mpago Vivo!
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“O inferno habita esse lugar!” – Pensou enquanto caminhava em direção ao cosmo da criatura. O ar estava gelado, o cheiro da morte se agarrava a sua súplice. Carniça? Sangue? Podridão? Era uma mescla de odores que fariam muitos enjoar ou até vomitar. Mas aquilo era insignificante para um guerreiro, como tal, aprendeu a suportar tais odores ainda em sua infância, mas foi no Hades que se tornou realmente indiferente a esses. Imaginou que ser monstruoso habitava tal lugar, mesmo Shokhtar sendo um Espectro, gostava do conforto de uma vida humana tomada por certos luxos. Não se importava em presenciar aquele cenário que agora via, mas nunca habitaria o mesmo como o seu lar. Apenas um demônio viveria naquelas condições, apenas pecadores ou loucos! O pouco que presenciava já confirmava suas suspeitas que tal Espectro não lhe seria útil. Pensou em partir, deixar aquele ser para trás. – “Ele não te serve Drako!” – Shokhtar pensou, mas o General pareceu virar seus olhos como se não quisesse ouvir a verdade. - “Criatura infeliz! Quem és tu!?” - Sua curiosidade o impedia de retornar, queria vê-lo, confirmar suas suspeitas sobre aquele que procurava. Pois sua mente gritava “És um Caído!”. Um caído, ser covarde e pecador, alguém que implora por sua vida. Uma criatura submissa e infeliz. Shokhtar não tinha nenhum tipo de afeto com tais seres, para ele, essas eram covardes de mais para servir a Hades, faziam apenas por desejar viver! Indignos e conturbados, eram todos eles, presos em sua loucura de uma imortalidade fajuta. Homem algum deveria se vender para voltar a vida, se morreu, esse era o seu destino, seja homem e aceite. Era bem verdade que Shokhtar também fez um pacto com o senhor dos mortos, mas o fez por poder, por vingança, tudo para abrandar a fúria que o consumia, não o fez pela própria vida, jamais o faria, mas agora isso não importava, pois já era uma alma imortal com o livre arbítrio de reencarnar quando lhe fosse satisfatório. Mas um dia a sua carne também alcançaria esse benefício? Era a questão que o consumia! Como um general via a utilidade de tais criaturas, eram submissas a vontade de seu mestre, bastava pisarem fora da linha que virariam pó com o estalar dos dedos de Hades, mas jamais seriam útil como alguém de confiança, alguém que Shokhtar traria para o seu círculo de guerreiros, pois um guerreiro não deve temer a morte, deve aceita-la quando essa vier se não for forte o bastante para superá-la. Seriam aos seus olhos, sempre peões! Aproximou-se observando o local perverso que era a câmara de alimentação daquela criatura, o sangue congelado se rachava sobre o seu peso, ossos ornamentavam o ambiente negro como as trevas. Não havia dúvidas, aquele era o local mais “próximo” de do inferno! A essência do Cócito estava presente, uma essência muito familiar a Drako, o guardião de Caína, restava confirmar, aquele era um ser que traiu um deus? Ou uma criatura que escolheu viver naquele local até o ponto de assimilar parte de sua essência? Notou o cadáver estirado, e teve certeza de suas suspeitas, era um condenado! Um ser antigo que se vendeu a Hades! No final do corredor, sua presença já havia sido notada, era impossível não tê-la sido depois de tanto gelo estilhaçado! Foi nesse instante que ouviu o som de morte que veio daquela criatura. Fungou em confirmação (hunf), aquele ser sabia bem como funcionava o inferno. Sorriu em resposta, com os seus olhos escondidos sobre a proteção de seu elmo – Vejo que reconhece minha Súplice! – O tom rouco e feroz de Drako saia ao natural, ele não precisava impor a sua voz, bastava deixa-la fluir. – Vim, pois seu Cosmo me chamou! Tens uma essência única, muito semelhante a região a qual defendo no Inferno! – Cruzou seus braços e suas pernas se recostando no final da parede do corredor. Descontraído, parecia até zombar da criatura a sua frente, quando não era essa a sua intenção, apenas estava relaxado, mesmo em ambiente tão pesado! – Vejo que terminou a sua refeição há pouco tempo. Espero que não tenha sido nenhum de nossos Esqueletos. – Um sorriso disfarçado de ameaça correu em seus lábios, se aquilo fosse verdade, estava ali a prova de não gostar de tais criaturas. – Saiba que eles não são para sua diversão! Silenciou-se por alguns instantes, observando o espectro que mais parecia um cadáver. Um ser que parecia morto pelo rigoroso inverno da Escandinávia, mas Drako bem sabia, aquela mudança drástica em sua aparência era culpa do Cócito. - Eu o reconheço, já o vi antes! És um Caído, um condenado... Se não estou enganado, tu és o Behemonth!? – Exclamou em alto tom, para que esse reagisse ao seu nome! – Levanta-te, não estou a falar com um morto! – Aguardou que esse se movesse, ou faria o seu corpo congelado ganhar cor rapidinho depois de ser aquecido por seu raio! Em seguida o questionou, sabia que aquela criatura que já foi homem um dia havia traído Hades, mas não sabia qual foi o seu verdadeiro pecado, mas ali estava, curioso para descobrir - Diga-me! Qual foi o seu pecado contra o Imperador Hades? [spoiler=Manto das Sombras] Descrição: Desde que começou a treinar suas aptidões de guerreiro e a manipulação do seu Cosmo, Shokhtar se mostrou muito capaz nessas áreas, demonstrando ter um grande controle sobre a manifestação do seu Cosmo. A sua mãe Goiva que já era uma perita em omitir a sua essência Cósmica, iniciou um treinamento desde a sua infância de Shokhtar com a intenção de fazer ele e seus irmãos a desenvolverem essa mesma habilidade. Sem que percebessem estavam sendo treinados para dominar tal habilidade, quando completou 16 anos já se movia como uma sombra no mundo, omitindo a sua presença de seres com pouca aptidões cósmicas e de seres poderosos que vivam a longa distância, mas depois de completar 18 anos se tornou ainda mais promissor na ocultação do seu Cosmo. Efeito: Quando Drako ativa a sua Habilidade, ele consegue camuflar a sua Cosmo energia de tal forma, que até mesmo deuses podem sentir dificuldade em rastreá-lo. Deuses e humanos do seu nível Cósmico podem vir a sentir o seu Cosmo, camuflado, mas não ter a precisão em rastrear a fonte do mesmo. Por exemplo, eles podem rastrear Shokhtar em uma vila cheia de moradores, mas não conseguirão dizer com plena certeza, quem é o possuidor daquele Cosmo, caso ele esteja sem a sua Súplice ou escondido nas sombras. Quem tiver uma compreensão Cósmica inferior a de Shokhtar, não conseguirá percebe-lo quando ele estiver com a sua habilidade ativada, contudo, se esse for um especialista em rastreamento Cósmico, pode entrar na condição citada anteriormente para deuses e humanos do seu nível Cósmico. Efeitos da habilidade a Cargo do narrador. [/spoiler] |
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| Behemoth Heféstion | Nov 28 2013, 10:05 PM Post #4 |
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Executor
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A criatura parecia morta, indiferente às afirmações e aos alertas do juiz sobre o ato de devorar esqueletos. Drako teria a sensação de estar falando sozinho, apesar de saber que não estava. Porém, assim que deu a ordem ao espectro para que se levantasse, aquele corpo que estava estirado pareceu cair para dentro daquela bancada de rocha sólida! Era como se fosse oca, e contivesse um abismo que tragou o corpo. Não haveria o que refletir, pois imediatamente enquanto o corpo desfez-se, como vapor d'água levada por um forte vento de trevas, sombras frias, Behemoth surgiu do negrume diante de Drako! "BRROOM!!" pode-se ouvir, pois Behemoth se materializou a alguns centímetros do chão e caiu de pé contra a rocha sólida, emitindo um tremor inesperadamente alto, muito alto. Ele parecia terrivelmente pesado para o seu tamanho. O solo tremeu, assim como as paredes e o teto, de onde escorreu terra e poeira. Os olhos da besta se abriram encarando Drako, eram olhos fendidos, e continham um brilho como o de velas acesas, de cor amarelada. O brilho amarelado e demoníaco de seu olhar raiou na escuridão. Aquelas fendas eram impiedosas, e Drako notaria na hora que Behemoth não poderia sentir-se intimidado ou culpado, era simplesmente incapaz, tal como uma aranha viúva negra. Era como uma serpente, ou um predador nunca antes visto, continha em si a essência de todos os predadores. Era o Behemoth. Por sobre os grossos tecidos que compunham seu robe, havia uma capa negra. Embrulhado em todo o tecido, havia uma surplice única, de cor escalate e dourada cuja proteção do pescoço ficava exposta. A pele do demônio era branca-azulada, seus lábios escurecidos, respingados pelo vermelho de sangue das presas que havia devorado. Seu rosto tendia entre o inexpressivo até o princípio do que seria um sorriso. O negro de suas olheiras contrastavam com aquelas íris luminosas. Que queria dizer? Mas não permaneceu de pé mais que um segundo, logo colocou um dos joelhos no chão, dobrando sua outra perna em postura cavalariça, prestando honras a seu superior. Ele parecia educado e respeitoso, apesar de tudo. O capuz de sua capa foi jogado para trás, revelando os cabelos brancos e sem vida, enquanto se ajoelhou. Sua voz voltou a soar, nenhum cheiro era sentido, somente a brisa fria e congelante. A presença de Behemoth era tão hostil que absorvia a vitalidade ao redor. Ele falou novamente ao juiz, respondendo depois de acatar suas ordens, o frio fugia de suas entranhas enquanto abria aquela boca cheia de dentes afiados como os de um leão. - Juiz de Wyvern, meus pecados são irrelevantes agora, já pago o meu quinhão ao Imperator. O passado é desimportante, eu sou Behemoth, Estrela Celestial da Solidão. Não parecia se importar em ser criticado pelo juiz, na verdade parecia estar evitando responder a pergunta, mesmo que isso pudesse ofendê-lo. A impressão é de que Behemoth não se importava em causar boas impressões ou não queria estar ali. Estava disfarçando sua natureza e suas vontades, se é que tinha alguma vontade, ou sendo sincero de forma bizarra. Seu olhar fitava sem emoções o solo abaixo. Sua expressão expunha sua profunda genialidade, e sua voz demonstrava um sotaque ancestral. Behemoth tinha uma existência de mais de um milênio, pelo que saberia o juiz que vigilava o Cócito. Estaria essa criatura tramando algo ou agindo dentro de um padrão que se repetia a séculos? [spoiler=Habilidade Passiva] Nome da Habilidade: Interior Congelado Descrição: O interior de seu corpo está sempre a -260 ºC, tendo sido afetado eternamente pelos 1840 anos que passou sob o gelo do inferno, reflexo de sua eterna ligação criada com o Cócito. O toque de sua pele congela, apaga chamas, mata a vegetação e animais pequenos, e o toque contínuo passa a causar severas queimaduras de gelo, cauterizando a carne. Sua presença resfria o ambiente, causando o mal estar que acompanha a morte por congelamento. Efeito: Não é afetado por efeitos congelantes a até -260ºC, cortes em sua pele passam a exalar frio extremo para o ambiente (ao invés de sangue). Como sua temperatura corporal é tão baixa, o fogo também demora para fazer qualquer efeito nele, como se tivesse essa margem de graus negativos em capacidade para resistir a altas temperaturas (por exemplo, só passará a ser queimado pelo fogo constante depois que o fogo aquecer seu corpo a ponto de incendiá-lo – isso ficará a critério do narrador, e seu corpo sempre voltará a se resfriar até -260ºC enquanto houver cosmoenergia restante). Essa habilidade traz uma desvantagem, quando imerso em água por muito tempo, o líquido que o circunda começará a se solidificar, o que não impede seu movimento, mas reduz seu deslocamento e o deixa mais devagar, também a critério do narrador. Por essa causa Behemoth odeia a água, e prefere ficar sempre longe dela. Caso o cosmo do espectro esteja a 0%, o frio se torna menos intenso, mas conforme se recupera (questão de pouco tempo para 1%) a temperatura congelante comumente volta a seu corpo. [/spoiler] |
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| Drako de Wyvern | Dec 2 2013, 07:31 PM Post #5 |
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O Rel�mpago Vivo!
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A criatura se moveu com a sua ordem, já era hora, pois não gostou da sensação de falar sozinho. Se não fosse pelo energia cósmica vinda de tal criatura, podia jurar que ela realmente estava morta, um cadáver jogado na masmorra. Quando ouviu o som do Behemoth pisando no chão, o seu sangue pareceu circular mais rápido. Imaginou por um momento como seria combater aquele ser, tinha certeza que seria uma luta formidável, pena que era forte demais para realmente correr risco de vida em tal confronto... Observou-o atentamente, sua pele pálida, seu cabelo branco e os seus olhos de demônio. Sim, tinha certeza, pois já vira olhos semelhantes. Por um momento cruzou em sua mente a simples ideia de que os demônios que encontrou no Érebor, tivessem talvez, origens muito semelhantes a daquele Espectro!? Mas então porque não foram destruídos ao invés de serem isolados? Pensou por instantes, não dando tanta atenção ao espectro que se curvava. Tinha algo que não se encaixava, mas amenizou a sua própria curiosidade, deixaria que o tempo lhe revelasse essa informação. Notou a beleza do Suplicio que se escondia de baixo daquele manto negro. A proteção para o pescoço refletia com vida mesmo naquela escuridão. Como era possível tal beleza acompanhar criatura tão maligna? Seria justa a causa de Hades? Quando via tais monstros que o servem, duvidava de sua própria lealdade. Porque veio até mim Wyvern? Sou tão demônio quanto esses monstros? Shokhtar sempre se perguntava, tentando sempre abraçar a sua humanidade. Maldita honra que o acomete, se não fosse tão teimoso, teria abandonado o Suplício de Wyvern logo depois de ter se vingado contra os seus inimigos. Mas agora, tinha uma dívida a pagar, e seria Drako a fazê-lo! - Vejo que faz jus ao nome de sua Estrela! Levanta-te! Não precisas ficar nessa posição mais do que necessário! – aguardou esse se levantar, e ainda na mesma posição, continuou. – Tu não és um companheiro ideal para uma prosa, isso é fácil de perceber... Não insistirei em perguntar o que não desejas responder. Não vim aqui para isso, vim para conhece-lo, medir a sua força e a sua fraqueza. – Sorriu ferozmente para a criatura, mostrando que também tinha presas – Logo entraremos em combate direto com os defensores de Athena, e por isso, preciso conhecer as forças dos servos de Hades. Sabes intimidar, tens as características para isso, mas sabes realmente combater? Conhece o potencial de nosso inimigo? Tens o Cosmo que precisas para ser o predador que queres me fazer acreditar que tu és? Moveu-se, se afastando da parede e ficando frente a frente com o Behemonth, a pouco mais de um metro. Os seus braços ainda se cruzavam frente ao seu peito, firmes e vigilantes. Daquela posição o Espectro do Suplicio escarlate foi capaz de ver toda a altura do guerreiro que portava a essência do Wyvern – Mostre-me o seu Cosmo! Manifeste-o até tocar o seu ápice. Mostre-me quem tu és! [spoiler=Manto das Sombras] Descrição: Desde que começou a treinar suas aptidões de guerreiro e a manipulação do seu Cosmo, Shokhtar se mostrou muito capaz nessas áreas, demonstrando ter um grande controle sobre a manifestação do seu Cosmo. A sua mãe Goiva que já era uma perita em omitir a sua essência Cósmica, iniciou um treinamento desde a sua infância de Shokhtar com a intenção de fazer ele e seus irmãos a desenvolverem essa mesma habilidade. Sem que percebessem estavam sendo treinados para dominar tal habilidade, quando completou 16 anos já se movia como uma sombra no mundo, omitindo a sua presença de seres com pouca aptidões cósmicas e de seres poderosos que vivam a longa distância, mas depois de completar 18 anos se tornou ainda mais promissor na ocultação do seu Cosmo. Efeito: Quando Drako ativa a sua Habilidade, ele consegue camuflar a sua Cosmo energia de tal forma, que até mesmo deuses podem sentir dificuldade em rastreá-lo. Deuses e humanos do seu nível Cósmico podem vir a sentir o seu Cosmo, camuflado, mas não ter a precisão em rastrear a fonte do mesmo. Por exemplo, eles podem rastrear Shokhtar em uma vila cheia de moradores, mas não conseguirão dizer com plena certeza, quem é o possuidor daquele Cosmo, caso ele esteja sem a sua Súplice ou escondido nas sombras. Quem tiver uma compreensão Cósmica inferior a de Shokhtar, não conseguirá percebe-lo quando ele estiver com a sua habilidade ativada, contudo, se esse for um especialista em rastreamento Cósmico, pode entrar na condição citada anteriormente para deuses e humanos do seu nível Cósmico. Efeitos da habilidade a Cargo do narrador. [/spoiler] |
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| Behemoth Heféstion | Dec 17 2013, 03:11 PM Post #6 |
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Executor
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Behemoth elevou seu corpo, levantando-se, e com ele levantou-se seu cosmo. Aquela súbita energia faria com que Drako se preparasse novamente para a batalha, pois era provocadora e destrutiva. Behemoth parecia esguio e menor que Drako, mas seu cosmo era um colosso voraz, gigantesco. Mesmo naquele corredor, pareciam estar ante a um abismo. O frio arremeteu e tragou todo o calor para o interior de Behemoth, enquanto uma chama de cor escarlate e negra passou a rodear seu corpo. Behemoth parecia ser composto por puro ódio, e agora o olhar da besta era outro, não parecia se importar se Drako era seu superior ou não. Lançou-lhe um olhar que encarava sem medo e dizia "Eu vou devorá-lo." enquanto mostrava sua verdadeira natureza, era um espectro cruel que mascarava uma natureza inteligente e maquinante. Sua voz novamente soou, soltando uma rajada potente e congelante, que transformaria a umidade exalada pelas narinas de Drako em cristais de gelo no ar. ![]() - Não quero fazer com que acredite em nada, Juiz de Wyvern... Minha única fraqueza é o limite de minha força. Nunca conhecerá o ápice de meu poder, Juiz, jamais conhecerá minha verdadeira natureza. Não enquanto não for meu adversário em uma batalha por sua vida. Soou furioso e provocador, e exibiu um largo sorriso, exibindo as presas e o provocando para o combate. Sabia que tanto ele quanto o juiz tinham ordens de não entrar em conflitos internos, mas aquela era a única forma de fazer com que Drako entendesse: Behemoth apenas lutava para matar. Essa era uma fraqueza clara, por um lado, o juiz poderia antever que Behemoth não seria a melhor escolha para sequestrar inimigos ou apenas feri-los. Apesar dos modos hostis, Drako notaria uma inteligência cruel por trás das ações do demônio, ele parecia sarcástico, ácido e conspirador. Seriam atributos úteis, ou a inteligência de Behemoth estava além de lastros de controle? Ele realmente poderia ser útil caso controlado, mas isso poderia ser tarefa árdua demais. Seria pela força que poderia conquistá-lo? Ou talvez simplesmente não fosse digno de nenhuma confiança, afinal mascara totalmente seu passado. |
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| Drako de Wyvern | Dec 31 2013, 10:21 AM Post #7 |
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O Rel�mpago Vivo!
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[align=center] [/align]Um sorriso surgiu em seu rosto em resposta a ousadia de Behemoth. Era obviamente um sinal sarcástico, ameaça-lo com palavras como aquelas era um erro, pois o sangue viking de Shokhtar parecia acordar; desafios propostos deviam ser aceitos, e quando levantavam a hipótese do nórdico colocar sua vida em risco, ele sempre gostava de pagar pra ver... No entanto, mesmo um guerreiro louco por batalha sabia o verdadeiro significado daquelas palavras, elas podiam conter facas afiadas, mas para Drako, saíram como uma súplica para os dois nunca lutarem, ou um deles morreriam. - Se lutássemos, caro Behemoth, você não me serviria nem para palitar os dentes. – deixou um sorriso maligno se alargar em seu rosto, ampliando, o antes, sorriso cínico - Mas respeito sua posição! Sinto o poder contido em seu Cosmo, e com sua resposta, obtive a informação que vim buscar... Drako virou-se, deixando o Espectro sozinho com a sua solidão, caminhou pelo corredor para fora daquele calabouço. Passos lentos, pesados e imponentes, mas antes que chegasse ao fim daquela passagem escura, ele virou-se, ergueu sua mão direita e estalou seus dedos; em um rápido movimento, polegar e o dedo médio se encontraram, criando um atrito que fez faiscar um arco elétrico. Um raio azul pálido saiu de seus dedos correndo pelo corredor em uma velocidade que Behemoth não era capaz de acompanhar com seus olhos, um clarão se apossou da escuridão, iluminando até o canto mais escuro daquela sala. Quando o Espectro percebeu, a parede atrás de si estava chamuscada pela potência do raio que a atingiu, o ambiente tomado por gelo desapareceu; as finas camadas de gelo que se apossavam do chão e das paredes, se transformaram em nada mais que uma lamina de água no chão, para pouco a pouco voltar a congelar pela manifestação cósmica de Behemoth. Drako havia usado o seu relâmpago, mas o Espectro da Solidão não havia sentido a elevação do Cosmo do Juiz. - Esqueci de mencionar... Não gosto de ser desafiado! Behemoth! Virou-se novamente, caminhando para fora daquela escuridão. – Esteja preparado, logo terás que colocar a prova a sua força. E veremos se és o predador que se diz ser! Anunciando o prelúdio de uma batalha, deixou Behemoth com seus pensamentos, não sabia se o havia instigado, mas aquele Espectro não era alguém que ele queria como um subordinado direto, e portanto, o deixaria às escuras até o momento da ação, situação que seria imposta a todos que Drako não aprovasse. Behemoth seria sempre um peão a ser colocado a frente de batalha para devastar as fileiras inimigas, nunca um Espectro a quem Drako pediria conselhos. Lamentável, mas era a verdade. [spoiler=Manto das Sombras] Descrição: Desde que começou a treinar suas aptidões de guerreiro e a manipulação do seu Cosmo, Shokhtar se mostrou muito capaz nessas áreas, demonstrando ter um grande controle sobre a manifestação do seu Cosmo. A sua mãe Goiva que já era uma perita em omitir a sua essência Cósmica, iniciou um treinamento desde a sua infância de Shokhtar com a intenção de fazer ele e seus irmãos a desenvolverem essa mesma habilidade. Sem que percebessem estavam sendo treinados para dominar tal habilidade, quando completou 16 anos já se movia como uma sombra no mundo, omitindo a sua presença de seres com pouca aptidões cósmicas e de seres poderosos que vivam a longa distância, mas depois de completar 18 anos se tornou ainda mais promissor na ocultação do seu Cosmo. Efeito: Quando Drako ativa a sua Habilidade, ele consegue camuflar a sua Cosmo energia de tal forma, que até mesmo deuses podem sentir dificuldade em rastreá-lo. Deuses e humanos do seu nível Cósmico podem vir a sentir o seu Cosmo, camuflado, mas não ter a precisão em rastrear a fonte do mesmo. Por exemplo, eles podem rastrear Shokhtar em uma vila cheia de moradores, mas não conseguirão dizer com plena certeza, quem é o possuidor daquele Cosmo, caso ele esteja sem a sua Súplice ou escondido nas sombras. Quem tiver uma compreensão Cósmica inferior a de Shokhtar, não conseguirá percebe-lo quando ele estiver com a sua habilidade ativada, contudo, se esse for um especialista em rastreamento Cósmico, pode entrar na condição citada anteriormente para deuses e humanos do seu nível Cósmico. Efeitos da habilidade a Cargo do narrador. [/spoiler] [spoiler=Relâmpago Vivo!] Descrição: Shokhtar treinou com seu mestre Gotgar para dominar o elemento “eletricidade”, o elemento mais instável e de difícil domínio na natureza. Mas quando começou a ser instruído, mostrou-se ser um usuário com extrema afinidade para esse elemento, superando o seu mestre rapidamente na manipulação do mesmo. Seu Cosmo passou a ser “naturalmente” elétrico, com a habilidade de alterar a carga de seu corpo podendo deixa-lo positivo ou negativo, fazendo com que se torne não só um condutor, como uma enorme bateria. Sua energia pura, apesar de ser semelhante a eletricidade da natureza, é muito mais nociva e “poderosa”. Efeito: Drako é capaz de reproduzir eletricidade a partir do seu Cosmo, alcançando amperagens que a própria Natureza revela raríssimas vezes. Seu poder é tão “puro” que se torna ainda mais perigoso que o próprio raio “natural”. Por sentir as diferenças na polaridade das cargas em uma nuvem, ele pode alterar a sua própria carga para se ligar a natureza, e utilizar o seu Cosmo com maior eficácia. Com essa habilidade ele é capaz de redirecionar a eletricidade da natureza, ou ainda absorver a mesma para recarregar o seu Cosmo (a cargo do narrador), sendo praticamente imune ao contato com a eletricidade criada pela Natureza, e ganhando certa resistência a eletricidade produzida pelo Cosmo de um inimigo (a cargo do narrador). [/spoiler] |
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[align=center]No Pain! No Gain! Xx.Ficha.xX [/align]
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| Behemoth Heféstion | Feb 23 2014, 05:09 PM Post #8 |
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Executor
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Behemoth desafiaria o juiz com sua postura e seu silêncio ofensivo - desprezou Drako até onde o conheceu e escolheu não responder a sua provocação, a raiva apenas tornava mais denso o seu cosmo. O monstro traidor de deuses não temia mais nada, continuou a sorrir de forma insana e depois seu rosto voltou a ser inexpressivo, morto, mostrando que ali não havia humanidade alguma, enquanto o Juiz fosse embora. O clarão sobrenatural que afetou todo o lugar, depois, moveu na besta um pensamento: Haviam ainda muitos obstáculos, o Leviatã se ocultava. Quem seria o mais poderoso com quem cruzaria seu caminho? O juiz não obteria mais respostas, Behemoth esperava ser ainda mais desprezado, ainda mais subestimado. Naquele momentou, remoeu um ódio eterno pela humanidade, um nojo profundo pelo que já havia sido e pelo que queria destruir, inspirou-se diante de Drako. Que criatura insolente e arrogante era aquele jovem juiz, e que injusto era o universo a que determinava ao juiz um poder maior que o do próprio Behemoth, pensou. Por fim um largo sorriso voltaria a se fazer, satisfeito, pois Behemoth vislumbrava: Drako era executor máximo de sua própria espécie, tão pertinente era a pena daquele que julgava os mortos. Nessa noite, Behemoth dedicou uma prece a Hades, tão valorosos eram os seus feitos e seu poder. Seu ser se espalhou pelas sombras, enevoado, enquanto sua consciência cruel e impiedosa calculava os próximos passos. Haveria ainda de encontrar um patrono de valor, e se contentaria se Drako lhe garantisse oportunidade ou outra de causar mortes. O cosmo frio e mórbido de Behemoth mantinha-se assombrando aqueles calabouços. |
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