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Relatório de Sidequest: A busca pela Caixa...
Topic Started: Feb 8 2014, 07:46 PM (74 Views)
Dream Oneiros
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Demigod of Dreams
Deus dos Sonhos
Tópico: Em busca da caixa de Pandora

Personagens participantes:

  • Oneiros dos Sonhos
Resumo: Tudo começa quanto Oneiros desenvolve um misterioso plano que envolve um artefato antigo: a Caixa de Pandora. Ao ouvir a maquinação, Phantasos decide ajudar o irmão e abre um portal para a mente do titã Cronos, através da qual o deus dos sonhos poderia chegar ao Tártaro, local onde repousava o dito artefato. Apesar dos cuidados para não chamar a atenção do subconsciente de Cronos, Oneiros foi interceptado por uma figura inusitada: Gaia. Para não ser destruído pela psiquê da titã, o oneiroi faz um trato com a mãe dos titãs: caso a passagem fosse permitida, Oneiros libertaria os titãs. Contudo, o acordo só foi aceito mediante uma condição: que a lealdade e força do deus dos sonhos fosse posta a prova. E assim tudo começou.

Oneiros seguiu por um caminho indicado por Gaia e encontrou Jápeto. Seu teste consistiu em analisar as vontades do deus menor para com a humanidade e, com sua lábia, o titã foi convencido de que Oneiros poderia ajudar. Um novo caminho lhe foi indicado e, ao seguir por ele, o próximo titã se revelou: Hipérion. O desafio consistiu em trazer à tona a faceta humana do deus dos sonhos. Através da retrocognição, Oneiros viajou rapidamente por vidas passadas; reviu hospedeiros e, por fim, confrontou-se com seu atual: Pedro de Aragão. Um diálogo inflamado rapidamente tomou conta do cenário e culminou com o despertar de Pedro, que passou a dividir ativamente a consciência e controle do corpo com Oneiros, tudo em busca de um novo poder que há pouco havia sido revelado: a Chama de Prometeu. O processo culminou com um lampejo do Skandha Vedana, perdido em algum momento durante a descida de Oneiros à Terra, e uma breve manifestação da dita chama. Parafraseando Pedro, naquele momento, o deus dos sonhos tornara-se, também, um humano.

O caminho para o próximo desafio se abriu e revelou a Era do Gelo. Como o cenário sugeriu, o próximo titã a se revelar foi Crios. Ele usurpou do deus dos sonhos sua súrplice, seus poderes sobrenaturais e seu controle sobre o corpo de Pedro. O desafio seria vencido pelo hospedeiro, Pedro. O português foi jogado a mercê da era do gelo; vagou o mais rápido que pôde por uma floresta congelada, pois as roupas de capitão que usava não foram feitas para um frio daquele magnitude. Ao longe, o som de animais carnívoros repetiam-se. Felizmente deixou a floresta antes que fosse atacado, deparando-se com uma planície e, ao longe, um mamute. Após alguma hesitação, o instinto de sobrevivência venceu o medo e Pedro avançou contra o animal gigante. A chama de prometeu apareceu novamente para dar força ao humano, mas a esperança de vitória era pouca. Para sua sorte, caçadores que estavam camuflados apareceram e ajudaram o oneiroi a derrubar o animal. Sua demonstração anterior da Chama pareceu aos nativos algo sobrenatural e, por isso, Pedro foi levado para o abrigo deles, onde foi alimentado e ganhou vestes apropriadas. Passou a noite com eles e, ao raiar do sol, partiu para um novo destino indicado pelos selvagens. Deparou-se com um vale e com um gigante do gelo, que derrotou com ajuda da chama de prometeu. O desafio fora concluído e, dele, Oneiros aprendeu uma lição valiosa sobre os instintos humanos.

Atravessando o vale congelado, Oneiros deparou-se com a Antiga Babel e com o próximo titã: Phoebe. Seu desafio seria encontrá-la e, após vagar bastante, conseguiu: sua busca o levou até o aspecto da titã, a Lua. Lá, a titã ensinou-lhe que a solução para a maioria dos mistérios era simples e não complexa, como normalmente se imagina. Voltando à Terra, Oneiros descendeu sobre a Grécia Antiga, próximo a uma das Assembleias da famosa democracia grega. O próximo titã apareceu e seu primeiro desafio foi adivinhar sua identidade. Errou uma vez, mas acertou na próxima: Téia. Em seguida, ela pediu que a discussão na Ágora fosse interpretada pelo deus dos sonhos, que respondeu-lhe prontamente. Impressionado com a resposta, a titânide deu o desafio por encerrado e passou a acompanhá-lo. Seguiram, juntos, para o próximo desafio, ministrado por Céos.

O desafio consistiu num jogo de Xadrez que imitou o mundo e as relações que Oneiros desenvolvia. Após um pequeno momento de arrogância da parte de Oneiros, Pedro foi quem acabou por jogar o jogo, auxiliado, é claro, pelo deus dos sonhos. Céos, com maestria, venceu cada tentativa de vitória por parte de Oneiros e, quando não havia mais esperanças, o deus dos sonhos e o português concordaram em render-se. Para sua surpresa, Céos aprovou a atitude e lhes disse: “Um rei precisa ter a quem governar”, fazendo alusão às poucas peças restantes no tabuleiro de Oneiros. O desafio foi tido como concluído e a dupla, junto de Téia, avançou para o próximo.

Chegaram a uma construção antiga, onde Mnemósine, a tita das memórias, os recebeu. Ela fez uma série de perguntas e, a cada resposta errada, tomou parte das memórias de ambos. A pergunta que os assombra era “Qual a verdadeira beleza?” e, quando finalmente o deus dos sonhos forneceu uma resposta satisfatória, Mnemósine os ensinou: “A beleza platônica, do abstrato, é a mais importante. Você quebrará paradigmas, Oneiros, e para isso, precisará criar um novo, consistente e completo.”. A passagem para o próximo desafio foi, então, aberta.

A dupla viu-se diante de uma multidão e, sobre um altar, estava o próximo titã: Têmis. Oneiros era acusado pelo povo grego de ser uma divindade relapsa, que fugiu dos seus deveres e sua tarefa era convencê-los do contrário. Estava sendo julgado. Apesar de sua argumentação, não conseguiu safar-se sozinho. Pedro foi chamado para depor e suas palavras, apesar de um tanto contraditórias, convenceram a juíza de que Oneiros era inocente. A partir daí, uma espécie de amizade começou a se desenvolver entre deus e hospedeiro. A lição que ficou foi: “Percam a confiança um no outro e isso pode levá-los a ruína”.

A dupla percebeu que Téia havia desaparecido. Foram, então, para o local da próxima disputa e qual não foi sua surpresa quando se viram em um Beltane, um festival antigo! Foram recepcionados por Réia, que explicou a motivação do teste e, também, as origens do festival. Ali, Oneiros fora agraciado com uma decisão: participar ou não do Beltane. Nesse momento, Téia surgiu; estava vestida de maneira apropriada para o festival... e, por fim, uma decisão foi tomada. Pedro fora chamado e participou do festival como o “Rei” que deveria possuir sua “Rainha”, como diz a tradição da festa. Oneiros e Teia acabaram por copular e o desafio foi dado por encerrado; veio ao deus dos sonhos a compreensão dos sentimentos “devassos” que a humanidade era capaz de comportar e, também, o porque dela cultivar sentimentos como aqueles.

Quando tudo terminou, o cenário mudou completamente. Estavam no Sonho Imperial, o navio de Pedro. Oceano e Tétis recepcionaram os dois para o último dos desafios: atravessar o Cabo das Tormentas. A dupla confrontou o gigante Adamastor e sua crise amarosa do passado e, com o uso do Extermínio Onírico, Oneiros conseguiu destruir as lembranças e sonhos que o gigante-transformado-em-cabo tinha com relação à Tétis. Quando a calmaria se fez, a dupla prosseguiu para uma ilha onde encontrariam o rei dos titãs, Cronos. Em terra firme, a dupla titânica fez, cada um, uma pergunta para Oneiros e Pedro. Após responder, avançaram por uma caverna e encontraram Cronos.

A conversa com o rei dos titãs fora breve. Oneiros e Pedro juraram, então, lealdade a Cronos e receberam sua marca. A partir daquele momento, Oneiros dos Sonhos não era mais servo de Hypnos ou de Hades e, sim, servo do titã do tempo. Palavras foram sussurradas em seus ouvidos e uma passagem aberta. O Tártaro ficou para trás e o plano mortal estava a sua frente. Uma nova era estava prestes a começar.

Experiência Adquirida: Oneiros teve várias manifestações da Chama de Prometeu, assim como um lampejo do skandha Vedana. Aprendeu a respeitar e amar a humanidade novamente através da libertação de seu hospedeiro, Pedro de Aragão, que agora conversa ativamente com ele e é também capaz de controlar o próprio corpo, mesmo que não durante todo o tempo. Para muitos, Oneiros parecerá ter desenvolvido uma “dupla personalidade”. Exercitou também sua lábia e seu domínio sobre o mundo dos sonhos ao manipular o sonho de Cronos, mas nada exacerbado.

Várias das lições aprendidas com os titãs estão listadas no resumo e, como o fim deste sugere, Oneiros agora é servo dos titãs.

Relacionamentos adquiridos: aqui.

Mudança na personalidade: aqui

Gostaria, também, de fazer uma mudança na motivação cósmica. A ideia é alterá-la um pouco dependendo da pessoa que estiver controlando o corpo - Oneiros ou Pedro - incluindo fatores como a nova amizade destes dois, os instintos de sobrevivência tipicamente humanos e coisas assim. Não postei uma alteração porque acho que a ideia deve ser discutida e, talvez, seja muito cedo para algo desse tipo. XD[/color]
[align=center]Thx, Lisianthus!
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Maeveen de Sagitario
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O Mais Veloz entre os Cavaleiros

Bom tudo certo. Quanto aos lampejos, apesar de você não ter percebido, você recebeu dois lampejos do Skandha Vedana em vez de apenas um, então, isso será contabilizado na sua ficha. Pode alterar a Motivação se quiser, já que apesar de ter sido breve, a mudança já ocorreu, e também construir um protótipo da habilidade Chama de Prometeu (pode se basear na habilidade que Athena possui, embora para você ela será bem mais fraca). Por fim, vou conversar com a Staff se crio uma "facção neutra" para inserir Oneiros e quem se unir a ele, ou mantenho as coisas como estão.
Clique aqui para ver a ficha.

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