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O retorno; ??:?? - ??/??/????
Topic Started: Mar 1 2014, 10:42 AM (244 Views)
Thanatos
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Thanaboss, Tio Thanaboss, Thanácido, Thanamoroso, Thanasargento,
Deus da Morte
Um portal luminoso se abriu em meio aos Campos Elíseos, e dele surgiu Chirag Buddhadev. Trajado em seu manto de ceifador, ele seguiu a passos calmos até a morada de Hades. O Deus da Morte dava preferência por aquele ambiente para relatar o que havia conversado com Hermes, pois acreditava serem confidenciais as informações colhidas.

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m silêncio ele chegou, e assim permaneceu enquanto aguardava a manifestação do Imperador naquele recinto. Ele permanecia curiosamente calmo e tranquilo, ainda que tenha sido advertido de algo tão grave quanto "a sua roda do destino está prestes a virar". Seria Thanatos assim tão megalomaníaco e confiante que ignorava perigos e avisos de males iminentes?</span>
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Hades
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NPCs -ADMs

Os Campos Elíseos. Naquele local idílico, delimitado pelo Rio Lete, ficava a morada do corpo verdadeiro de Hades, que lá descansava. Enquanto estava em sua morada, era sabido que não gostava de ser incomodado, exceto nas raras ocasiões em que era necessário. O Imperador dos Mortos, contudo, não tinha certeza de que aquela visita se enquadrava nesta definição. Assim que Thanatos alcançou a base da escadaria que dava acesso ao local onde o verdadeiro Hades repousava, uma figura deixou a passagem lacrada, atravessando-a. Era uma manifestação do verdadeiro espírito de Hades, conforme Thanatos previra. E ele não parecia nada feliz.


- Espero que possua um excelente motivo para perturbar meu descanso aqui.


Ele vinha despido de sua armadura e de sua espada, e o motivo era sabido: apenas o espírito encarnado poderia utilizar a kamui do Imperador, fosse no corpo de seu hospedeiro ou em seu verdadeiro corpo, o que era arriscado. Assim, apesar de terrível em seu semblante menos conhecido, mas muito mais familiar a Thanatos, ele se apresentava. Aquele Hades, sabia Thanatos, não seria gentil como o que estava encarnado às vezes podia ser, devido à influência tênue do hospedeiro. Desta maneira, aquele encontro tornava-se talvez o mais perigoso que Chirag jamais presenciara.


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Thanatos
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Thanaboss, Tio Thanaboss, Thanácido, Thanamoroso, Thanasargento,
Deus da Morte
Prostado diante da verdadeira presença Imperial, enfim foram expostos os raros pontos da essência de Chirag Buddhadev, ainda não completamente unidos á essência da morte. Aquela presença... ela não tinha filtros; todos os limites impostos a uma divindade, a violência que cometia ao próprio espírito para encarnar uma forma mortal... eles não existiam!

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hirag detinha o poder da essência de Thanatos, pois era seu receptáculo, e mais que isso: sua alma e a própria morte eram apenas uma naquele instante, mas o poder de Hades o superava e muito. Seus olhos pareciam tremer enquanto observava a essência do Imperador dos Mortos, aparentemente repletos de medo ou estremecidos diante da sua grandiosidade, mas a verdade era que eles analisavam cada minúsculo aspecto daquele espécime, numa vã tentativa de compreendê-lo, ainda que sua complexidade, desproporcional ao desenvolvimento na trilha proibida do cosmo que detinha o lemuriano, não permitisse.

Balançou a cabeça ligeiramente, como se ela estivesse prestes a fundir com tantas informações, então deu um longo suspiro. Ao que parecia, Hades estava REALMENTE aborrecido por ser incomodado ali, então teria que ser bastante claro em suas colocações, para evitar um desgaste ainda maior do humor flutuante do Deus dos Mortos.

Perdoe-me por procurá-lo neste local, excelso Imperador - disse a morte, em tom calmo e educado - mas vim relatar os fatos da minha viagem em busca daquele ilustre desconhecido que me interceptou por duas vezes. Dada a natureza das informações que tenho a fornecer, vi como mais adequado fazer meu relatório aqui, onde as paredes não podem nos ouvir e seres menores não podem se intrometer.

Sem maiores delongas, Chirag abaixou a cabeça e pôs as mãos atrás das costas, com os dedos entrelaçados, então se pôs a caminhar, na clara expressão de um vício saudável de garantir a circulação de seu sangue e fomentar a criatividade para melhor expressão de seu pensamento.

Eu segui o rastro daquele ser até Arcádia, e lá, após alguns joguinhos infantis que ele realizou, enfim descobri sua identidade: Hermes, o Deus do Comércio. Conversamos por muito tempo, então tentarei ser o mais objetivo e sucinto possível.

Aparentemente, ele não está sozinho: vários outros deuses, cujas identidades eu não pude obter, estão numa espécie de aliança para impedir que outros deuses interfiram no avanço da humanidade. Da mesma forma, ele disse que não estão necessariamente interessados em intervir no vosso conflito com Atena, contudo não deixou de esconder o quão preocupante vós sois para eles. Ainda assim, a maior preocupação deles é que, com o despertar de Ares, além do possível surgimento de Poseidon - que também surge com frequência para participar do conflito - esta se torne muito mais que uma guerra ordinária que ocorre a cada duzentos e poucos anos. Além da preocupação com algo além da guerra costumeira, ele também falou do possível despertar de Zeus, que surgiria para intervir por definitivo num eventual conflito em que diversos poderes divinos estejam envolvidos.

As suspeitas de Hermes parecem ter fundamento: pelo que ele me relatou, outros deuses estão em busca de portadores, ainda que de forma mais sutil. Isto pode ser verdade, visto que, dentro dos próprios domínios de Heinstein, fui capaz de, vez ou outra, perceber a presença peculiar de uma divindade que não lhe é servil, mas que também não lhe foi hostil enquanto esteve por aqui. Ouvi os esqueletos sussurrarem que era uma jovem aprendiz do Santuário que se uniu ás fileiras do inferno, mas sumiu misteriosamente após adquirir o suplício de Kirin.

Hermes também disse que, além de Ares, outra divindade - uma deusa - está para despertar. Aparentemente, Atena e seus cavaleiros conseguiram salvá-la, mesmo quando um dos vossos espectros, assim como um dos servos de Ares, tentava capturá-la.


Chirag havia falado bastante, e após isto ele fez uma pausa. Por alguns instantes ele pensou em relatar sobre a mensagem "particular" que Hermes o havia repassado, mas como ela era direcionada apenas a ele, imaginou que poderia estar relacionada ao próprio Imperador, então preferiu se reservar ao silêncio e apenas permitir que sua roda do destino efetivamente "virasse".</span>
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Hades
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NPCs -ADMs
[YOUTUBE]http://www.youtube.com/watch?v=YxIt2GFRBTU[/YOUTUBE]


Algo bastante perturbador começou a acontecer àquela bucólica paisagem conforme Thanatos repassava as informações ao Imperador. O eterno dia ensolarado do Elísio se transformou em um dia nublado e, lentamente, em um dia tempestuoso. A silhueta do Imperador, antes facilmente distinguível, agora se mesclava ligeiramente ao quase breu que se formava. Assim que Hades falou, um relâmpago riscou os céus, e um trovão preencheu o ar.


- Ninguém se intrometeria em nossa conversa no Submundo, o que torna seu argumento irrisório. A menos que você desconfie da presença de traidores. É este o caso?


A pergunta era retórica, e o carneiro negro não daria tempo para o portador da foice responder. Ele se aproximou, a passos lentos, enquanto sua voz escapava entre um ranger de dentes.


- Deixe-me ver se entendi... então você descobriu a identidade do ser misterioso e, mesmo sabendo que se tratava de Hermes, "conversou" com ele e deixou-o partir?


E então, o poder bruto. O poder de um deus maior. O poder que pouquíssimos testemunharam e um número menor ainda conseguiu sobreviver para contar a história se derramou sobre Thanatos empurrando-o para longe bruscamente e levando-o ao chão, de bruços, preso a ele. A força era tamanha que não permitia que ele movesse um músculo - tampouco que respirasse. Se ele precisasse disto para sobreviver, morreria em poucos segundos. A foice, sua arma tão estimada, principalmente pela presença que ela continha, fora largada com o impacto repentino, e jazia a alguns metros de Chirag. Em questão de milésimos de segundo, o lemuriano sentia um pé divino esmagando sua cabeça, fazendo pressão, enquanto a voz terrível do Imperador do Submundo, enraivecido, ressoava por toda aquela dimensão.


- Estou desapontado com você, Thanatos. Seu hospedeiro está vencendo a luta pelo controle de seu próprio corpo e mente, e ele mesmo está conseguindo convencê-lo a fazer sua vontade, seja ela qual for. Você tem milênios de existência, Thanatos. Já deveria saber muito bem que a existência de Hermes encarnado é uma ameaça aos meus planos em relação a Perséfone, e também que absolutamente NADA do que esse maldito e traiçoeiro salteador fala é digno de se levar a sério. Ele provavelmente lhe contou várias mentiras e você, tão orgulhoso, arrogante e altivo, acreditou. Inocente como um bebê.


Chirag há muito tempo não se sentia tão impotente, tão... insignificante. Mesmo quando esteve no labirinto de Phobos e Deimos não se sentira tão diminuído e limitado como agora. Hades fazia questão de lembrar a de suas falhas, e de quanto lhe faltava e sempre lhe faltaria para alcançar um poder maior. Mas aquele era o preço a pagar para pertencer a um grupo tão seleto de entidades, com poder nas mãos para modificar todo o universo. E Hades era um deles, sem sombra de dúvida. Enquanto sentia seu pescoço ser apertado com a pressão das mãos daquele espírito de presença tão sólida e ser posteriormente arremessado contra um pilar rochoso que sustentava o templo onde Hades outrora descansou, Chirag finalmente compreendeu por que era Zeus, e não Hades, que se sentava no trono do Olimpo. Hades nunca seria unanimidade. Após o novo impacto, o corpo do lemuriano escorregou até o chão. Estava dolorido, não só em seu corpo, mas principalmente em sua alma. Os passos do Imperador pareciam se afastar, voltando ao seu local de repouso, mas sua voz continuava penetrante como se estivesse em todo lugar.


- A história fantástica dele não tem qualquer base mitológica. Desde a época das guerras primevas nunca tivemos tantos deuses despertando ou se unindo a uma única guerra. A presença de Ares era inesperada, mas é compreensível, pois ele foi oportunista. Isso não quer dizer que vão surgir deuses a cada dois dias. Quanto a Kirin, está sendo treinada por Phantasos, que tem sido mais útil que você, ao menos. Agora deixe-me em paz, e só retorne ao meu hospedeiro com a cabeça de Hermes. Depois que ele morrer, eu me encarrego de torturar sua alma e retirar as informações que eu quiser - as verdadeiras. Você é meu executor, meu carrasco. Você é a morte. Se eu quisesse um informante, não permitiria que ele tivesse uma parcela do meu poder. Já bastam os incompetentes que me servem nos dias de hoje, não se torne mais um. Não me faça ter arrependimento por permitir que você exista.


E, da mesma forma súbita que viera, a presença se fora. O céu se abriu e o sol voltou a brilhar nos Campos Elíseos. O que faria Chirag depois de uma experiência tão impactante como aquela?

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Thanatos
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Thanaboss, Tio Thanaboss, Thanácido, Thanamoroso, Thanasargento,
Deus da Morte
Ser pequeno e insignificante nunca foi um grande problema para Thanatos; na verdade, quanto menor ele for, maior é sua eficácia, porém Hades não apenas o reduzia como também o reprimia. A fúria do Deus dos Mortos logo foi bastante palpável, e quando o trovão preencheu o ar, seus olhos apenas se fecharam, a aguardar a reação prevista.

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m silêncio a morte escutou a retórica proposta pelo Imperador, que sequer aguardou uma resposta e fez uma nova pergunta, que novamente ele não teve a paciência, ou interesse, em aguardar um retorno. Em seu interior, Chirag e Thanatos, o uno do fim, se mantinham firmes a aguardar o castigo já esperado.

[youtube]https://www.youtube.com/watch?v=NPazGVuBXmY[/youtube]

Enfim surgia a essência divina em sua plenitude! Chirag respirou profundamente, mas sequer teve tempo de terminar este processo, pois foi lançado longe e deixou a Sabit Mengerikan cair enquanto seguia sua trajetória. Seus olhos arregalaram, surpreso com aquele poder todo! Seu corpo e seu cosmo pareciam completamente dominados, preenchidos pela insignificância diante daquele agente divino.

Aquele pé a pisar sua cabeça enquanto estava de bruços no chão, a pressão que sentia sobre seu corpo... estava imóvel! Estava vulnerável! Thanatos havia se esquecido daquela sensação enquanto Chirag agora a experimentava e conhecia o terror na verdadeira essência divina. A presença real da Morte, infelizmente, não era nada comparada àquele cosmo que Hades representava.

Hades despejava sobre a alma de Chirag e de Thanatos palavras que fariam qualquer criatura minimamente passional ter alguma reação instintiva, mas não foi o que aconteceu com ele. Qual um boneco de pano ele se manteve: inerte, imóvel, com aquela expressão fria em ligeiras oscilações, mas ainda assim sem sequer mover os lábios para liberar sons além dos breves gemidos de dor enquanto era submetido àquele castigo.

Quando lançado contra a coluna, já estava sem forças, ofegante e ferido; ele apenas fechou os olhos e tentou recuperar a energia que havia perdido naquele momento, além de recuperar os danos que lhe foram causados. Hades sabia aplicar um castigo, mas sabia motivá-lo...?

Chirag não disse nada e nem pensou em nada o tempo inteiro. O Imperador podia ser poderoso, mas ainda era um olimpiano, uma divindade que, mesmo em seu poder pleno, ainda tinha semelhança com seus servos, pois suas emoções violentas são o ponto em comum com os próprios comandados.

Tomar Thanatos como ingênuo e crédulo foi um erro do Imperador: a morte não dá ou tira credibilidade; ele simplesmente coletou informações e descobriu quem era aquela pessoa, agora cabia a Hades investigar. Hermes podia não ser de confiança, porém era clara a insegurança do Deus dos Mortos, em especial quanto a traidores e a proporção de seu exército em relação ao de Atena.

Um único meio para várias finalidades, aquela era a filosofia do Deus dos Mortos; há muito ele havia perdido toda aquela frieza e apatia que mantinha, e agora se tornava algo cada vez mais próximo daquilo que desejava combater. Toda aquela rigidez e imponência não tinha outro fundamento senão no poder bruto. O inferno perdia sua essência.

De costas para aquela coluna, Thanatos observava aquele céu com o olhar distante. Hades se esquecia do primeiro mandamento de um conflito: manter a calma. Thanatos, naquele momento, foi tratado como uma simples ferramenta que não serviu para um propósito, mas aquela não era a proposta da morte. O Imperador não conhecia mais pequenas variáveis; sua visão estava totalmente ofuscada pela ira e pela ganância. Após aquele episódio, ele causou mais danos a si mesmo que á Morte.

Chirag se ergueu daquele pilar, ainda com o corpo dolorido, então olhou para sua foice; ele podia sentir o desespero de sua irmã após presenciar tudo aquilo; a confusão de sentimentos que iam desde a raiva até o pavor, e isto fazia seu braço tremer, assim como toda a estrutura da arma. O lemuriano voltou a abrir seu ligeiro sorriso e caminhou lentamente até ela, como se nada tivesse acontecido, e a tomou em seus braços a segurar sua mão, que estava mais gélida que o normal e a arranhar sua vestimenta divina, graças ao estado de choque em que se encontrava.

Sem maiores demoras, ele foi caminhando pelos Elíseos, como se pouco tivesse mudado, mas muito havia sido adicionado. Seu corpo doía, assim como sua alma, porém nenhuma mudança pode ser feita sem morte, sem que algo seja sacrificado. O caçador tinha uma nova missão, e agora tinha novas ferramentas para tal finalidade...</span>

Quote:
 
Esperei terminar esta parte das minhas inters para fazer meus relatórios de uma vez. Se não houver mais nenhum post neste tópico, ele pode ser fechado. Irei fazer o resumo dos tópicos que o thana participou até agora de uma vez assim que possível!
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