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O bom filho...; 02/01/1549, ao fim do dia...
Topic Started: Mar 25 2014, 03:26 PM (343 Views)
Dream Oneiros
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Demigod of Dreams
Deus dos Sonhos
Oneiros estava na cabine do capitão, onde não seria pertubado por sua tripulação por um bom tempo. Rabiscava sobre o encontro com Phantasos no seu diário de bordo e, quando fechou o livreto, apoiou a testa nas mãos cruzadas. ”Interpretar melhor, é?... Eu disse que iria ao Imperador, mas seria mesmo a melhor das opções?”. Levou uma mão à testa, onde a marca de Cronos repousava. Phantasos não parecera notá-la ou, se notou, fez questão de não demonstrar isso. Oneiros era agora um subordinado do rei dos titãs, o senhor do tempo. Tinha muitas tarefas a cumprir e sabia por onde começar, mas não sabia como. O alerta do seu irmão só somou preocupações às antigas. Havia planejado usar Oizys e Momos para ajudá-lo, após dar-lhes um corpo, mas agora isso não seria mais possível.

Suspirou.

”Oneiros, acalme-se. Não vamos chegar a lugar nenhum se tentarmos resolver todos os problemas de uma vez. Vamos resolver um de cada vez e de maneira rápida.”

Pedro tinha um tanto de razão, mas o deus dos sonhos precisava planejar seus próximos passos de maneira a resolver seus vários problemas de uma só vez. Agora que seus espíritos estavam encarcerados, as ferramentas mais próximas eram os próprios espectros de Hades, mas não poderia arrebatá-los com promessas vãs. Eram humanos e humanos eram criaturas inconstantes, difíceis de serem manipuladas quando sua convicção é ferrenha. Certamente haveriam pessoas de mente fraca no mundo dos mortos, mas precisava descobrir quem eram.

”Hypnos já está atrás de você. Phantasos tem razão, talvez a melhor opção, no momento, seja fingir que nada aconteceu e retornar ao mundo dos mortos, como se fosse um espectro.”

Tinha de concordar. Se caísse na desgraça de Hades – ou se a paciência de seu pai se esgotasse – sua tarefa se tornaria ainda mais hercúlea. Levantou-se. O movimento foi acompanhado da poeira do sono, uma areia azulada e fina que correu por seu corpo tomando, por fim, a forma da kamui dos sonhos, que agora cobria o corpo de Oneiros. Virou-se para a parede e, com o indicador, rasgou o fino tecido da realidade, criando um portal para o mundo dos sonhos. Sua visita ao reino onírico fora breve, pois fora apenas um intermédio para levá-lo ao Inferno, o reino de Hades. A visão dquele lugar era sempre desagradável, mas para Pedro, que o conhecia apenas das memórias de Oneiros, fora uma experiência fascinante.

Viajaram como um relâmpago pelo lugar, atravessando grande parte das prisões em uma velocidade inacreditável. Pararam no sétimo círculo, nas proximidades da cachoeira de sangue, e pousaram sob o saboeiro infernal, o Mokurenji. Oneiros não se atraveria a ir adiante, para as prisões destinadas aos traidores e aos fraudulentos, duas características que poderiam cair-lhe bem. Parou ali, também, porque sentiu a presença do Imperador nas proximidades e sabia que seu encontro com ele não poderia ser adiado. Passou longo tempo fitando o sangue que escorria pelo Flegetonte e, quando sentiu aquela presença macabra e gelada atrás de si, virou-se e ajoelhou-se em posição de respeito, pois estava agora diante de um dos mais poderosos deuses do olimpo e, também, um de seus mais perigosos inimigos.

- Oneiros dos Sonhos, o filho de Hypnos, retorna a ti, Imperador, para servir como bem puder. – foi tudo que disse. Pedro estava calado, assustado. Era uma sensação semelhante ao encontro com Cronos em termos de magnitude, mas aquele homem passava uma sensação de Morte...
[align=center]Thx, Lisianthus!
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Hades
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NPCs -ADMs
[YOUTUBE]http://www.youtube.com/watch?v=06yF2WNSiYs[/YOUTUBE]


Nas cachoeiras de sangue, no sétimo círculo do Inferno, está a figura onipotente do deus do Submundo. Recostado ao saboeiro do inferno, o Mokurenji, ele analisa calmamente seus frutos, escolhendo a dedo qual irá participar do rito para reparar o suplício de Basilisco, que havia sido danificado durante a última missão do desertor Axel. Embora o corpo seja apenas o de um jovem adolescente, Hades não parece ser menos maligno ou vil. Sua expressão fria é capaz de dar calafrios nos mais corajosos e determinados corações, e seu sorriso sádico parece condenar milhões ao sofrimento e à tortura.

Sua concentração é quebrada, contudo, ao sentir uma outra presença. Poucos seriam capazes de chegar até ali, numa camada tão profunda. Somente os juízes, e talvez os Oneiroi, provavelmente, seriam capazes disso. Teria algum deles interesse em uma audiência com o próprio Imperador do Submundo? Seria, certamente, muito interessante. Mas qual não foi a surpresa quando identificou a cosmo-energia de Oneiros dos Sonhos, que há dias andava desaparecido, sem dar notícias? O sorriso alargou-se, conforme o deus apenas acompanhou a figura que se aproximava, até que a mesma se revelasse por completo. Assim que o oneiroi caiu de joelhos, sua voz foi ouvida, em um timbre claramente sarcástico.



- Eis um encontro que eu já não esperava ter, Oneiros dos Sonhos. Ouvi muitos rumores durante esse tempo sobre sua ausência. As palavras "traidor" e "desertor" foram atribuídas a você em todas as audiências que tive a seu respeito. Pois então, Oneiros... voltou apenas para confirmar minhas suspeitas e se entregar ao seu destino, ou tem algo para me contar que tenha valido a pena todo esse tempo de ausência e desserviço?

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Dream Oneiros
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Demigod of Dreams
Deus dos Sonhos
As palavras de Hades e seu tom sarcástico já eram esperadas, não havia motivo para ser diferente. Oneiros ouviu tudo em silêncio profundo e respeitoso.

- Não ousaria traí-lo, meu Imperador. Certamente, já estás a par de quaisquer notícias que eu poderia trazer.

Oneiros abriu os olhos e encarou o chão, ainda sem dignar-se a olhar para a encarnação do Imperador.

- Porém, com meu retorno, os oneiroi estão quase completos, apenas Morpheus não desceu à Terra...

Parecia que estava pensando alto. Não era estranho que Oneiros soubesse sobre seus irmãos, pois, afinal, eram fragmentos da sua própria alma. Hades certamente não teria suspeitas quanto àquele conhecimento.

- E, com Ares encarnado, nós precisamos redobrar nossa atenção. Já deves saber, meu Imperador, que o deus da guerra atacou o Santuário de sua sobrinha. Não podemos descartar a possibilidade de uma investida em tua Fortaleza.

Aquela conversa fiada provavelmente entediava Hades e, por isso, Oneiros resolveu ir direto ao ponto:

- Embora tenha lhe prestado "desserviços" em minha ausência, não deixei de observar a Guerra Santa. Por isso, gostaria que deixasse Ares e seus servos sob minha responsabilidade. Provarei minha lealdade eliminando qualquer ameaça que o deus invasor possa trazer a ti, Imperador. Eu e meus irmãos nos encarregaremos disso. Assim, teus espectros e Juízes poderão se concentrar apenas na deusa da justiça.
[align=center]Thx, Lisianthus!
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Hades
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NPCs -ADMs

A figura lúgubre do Imperador dos Mortos parecia manter um semblante de descrença. Ele caminhou, dando alguns passos ao redor da sinistra árvore e tocava as folhas dos galhos mais baixos com sua mão direita enquanto percorria sua estranha trilha. Sua voz foi ouvida, mas agora a árvore os separava, e Oneiros não conseguia discernir sua expressão facial. A voz, porém, carregava uma frieza ímpar.


- Ora, ora... é bastante tentadora a tua proposta... e como faria isso, apenas com Phantasos e Ikelos ao teu dispor? Mesmo que possuísse todos, mesmo que eu deixasse Hypnos e Thanatos liderarem esta missão... como combateria o exército de Ares com tão pouco contingente? Responda-me, Oneiros... e dessa vez seja convincente.


E continuou seu percurso, até aparecer por trás de Oneiros. A deidade sabia que, naquele momento, decidia-se o restante da vida de Pedro e daquele que o habitava. Com um movimento, ele sabia, Hades poderia tirar-lhe a vida e mandá-lo de volta ao limbo existencial, aguardando outro hospedeiro nascer, o que poderia demorar séculos. Desta maneira, ele deveria medir muito bem suas palavras, se queria continuar participando daquele imenso jogo de tabuleiro.

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Dream Oneiros
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Demigod of Dreams
Deus dos Sonhos
Talvez aquele fosse o momento mais importante daquela reunião. Oneiros precisava fornecer um plano coerente e consistente para fugir da fúria do Imperador, pois, em seu estado atual, não teria como enfrentá-lo - e nem desejava isso.

- Eu e meus irmãos somos deuses menores, meu Imperador, e fomos agraciados com um domínio dimensional, o Mundo dos Sonhos. Podemos vigiar homens e deuses; enviar mensagens e trafegar para a Terra e outros domínios através dele. Nem Ares, nem seus berserkers, estão completamente livres da influência do meu domínio. - prosseguiu. Sua voz era firme e confiante e, em momento algum, Oneiros moveu-se... nem um milímetro. - Ao repousarem, podem ser aprisionados; podem ser rastreados; até mesmo controlados. Nos sonhos, meu poder e o de meus irmãos conhece pouquíssimos limites.

Então, concluiu:

- Posso proteger sua Fortaleza com o próprio mundo dos sonhos, se assim desejar. Seus espectros teriam apenas de atravessar um fino tecido dimensional para entrar e sair do seu castelo. Ao mesmo tempo, Phantasos e Icelos podem procurar o esconderijo do deus da guerra e, juntamente comigo, aprisionar quaisquer inimigos em potencial. Não restarão nada além de inimigos menores no exército de Ares. Claro, isso irá exigir comprometimento que Phantasos e Icelos certamente terão e, quando Morpheus despertar, nossa influência crescerá bastante.

Esperava ter sido convincente o suficiente, mas já se preparava para o pior. Seus olhos estavam fechados e seus músculos, retesados. Caso Hades avançasse para pôr fim à vida do oneiroi, era improvável que conseguisse fugir...

- Meu digníssimo pai, Hypnos, rege o Sono. A colaboração dele seria de muita valia para manter presos nos sonhos os servos de Ares. Já fizemos isso uma vez, meu Imperador, e poderíamos fazer de novo.
[align=center]Thx, Lisianthus!
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Hades
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O Imperador dos Mortos aproximou-se mais, e depositou suas duas mãos sobre os ombros do Senhor dos Sonhos. A respiração do hospedeiro do Deus do Submundo foi sentida, e suas palavras saíram numa torrente sibilante e sussurrante, provocando em Oneiros um sentimento de pavor e incerteza fortíssima.


- Bastante esperto... mas há um pequeno problema com o seu plano... para permitir que faça como deseja, precisarei expor a conexão entre o Sekai e o Mundo dos Mortos - ou seja, a fortaleza de Heinstein - ao Mundo dos Sonhos, e lhe dar carta branca para operar como deseja nas cercanias... logo, o que lhe impediria de perpetrar um ardil, e aprisionar meus espectros em vez dos berserkers de Ares? Assim, você poderia me chantagear para conseguir algo que desejasse muito... em troca da liberdade deles, pois sabe que me exigiria muito invadir o Mundo dos Sonhos e libertá-los... o que me deixaria vulnerável caso Ares resolvesse atacar. E você tem muitos desejos, não é, Oneiros? E você sabe que, dentro do Mundo dos Sonhos, Hypnos tem menos influência relativa que você, embora ainda tenha mais poder. Esse cenário seria ideal para que você estabelecesse uma aliança oculta com Ares, já que virá a conhecer os sonhos dele... e aí poderá chantageá-lo também, invertendo o jogo se algo der errado. Logo, Oneiros... me parece que só você sairia ganhando, e poderia não apenas jogar tendo todas as peças a seu favor, mas também ditando as regras do tabuleiro... agora me diga: após ouvir tantas histórias e relatos que apontam-no como um traidor, qual garantia você pode me dar de que isso não acontecerá?


As mãos, que estavam sobre os ombros de Oneiros, se apertaram, e foi possível a ele sentir as unhas da divindade assumirem vontade própria, quase querendo cravar-se em sua pele. A sensação era terrível, como se a foice da inexistência pudesse decapitá-lo a qualquer momento e cessar todo e qualquer plano que Oneiros tivesse para o seu futuro. Hades era uma serpente, e uma serpente inteligentíssima. Como o oneiroi conseguiria tapear um ser tão magnânimo?

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Dream Oneiros
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Demigod of Dreams
Deus dos Sonhos
Os olhos de Oneiros fitaram o solo como que em busca de refúgio. Hades era perigoso, muito perigoso. Não só ele vira por todo o seu plano, como também o encurralara. O que podia fazer para reconquistar a confiança do Imperador sem colocar-se em uma situação difícil? Buscava uma saída rápido, pois o tempo estava acabando. Precisou de muito esforço para controlar seu corpo e sua mente, pois o que mais temia estava bem ali, atrás de si: a morte final, o fim da existência. O que podia oferecer como garantia? Uma jura pelo rio estige? Todas as opções que voavam por sua mente pareciam desvantajosas e cada vez mais inclinava-se na direção de uma ou outra. Só queria que aquela sensação terrível sumisse.

Em meio ao desespero de Oneiros, surgiu Pedro de Aragão, seu hospedeiro:

- Faz comigo como fazes com teus espectros, Imperador. Dá-me uma prova e eu a vencerei, seja ela qual for. Podes confiar em mim, pois já não sou mais teu aliado e sim teu servo.

A voz soou como a de Oneiros. Não foi difícil, para o português, tomar brevemente o controle do corpo, posto que o deus dos sonhos estava mentalmente abalado. Em sua mente, o oneiroi ouvia palavras reconfortantes:

Acalme-se, Oneiros. Não seria a primeira provação divina que enfrentamos, nem será a última.

O que Pedro estava pensando?! Era necessário um movimento cuidadoso, calculado, para que não se colocasse em uma situação difícil, e não um gesto de nobre coragem! Uma jura pelo rio estige teria surtido muito mais efeito, pois mesmo os deuses não podem quebrá-la. Contudo, o juramento poderia limitar por demais os movimentos do deus dos sonhos e Pedro bem sabia disso. Uma provação seria o mais indicado. Mostraria que estava disposto a obedecer o deus dos mortos em qualquer um dos seus pedidos sem precisar limitar-se pela jura.

Oneiros retomou a compostura e aguardou o veredito do Senhor dos Mortos. Ainda achava que Pedro tinha escolhido uma péssima hora para resolver aparecer. O que motivara o humano a manifestar-se tão brevemente?... Deveria ter ficado escondido. Teria sido o melhor.

Agora, o deus dos sonhos tomava como suas aquelas palavras. Hades não podia nem suspeitar da presença de Pedro, pois o fator humano era muito imprevisível para ser digno de confiança.
[align=center]Thx, Lisianthus!
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Hades
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Um aperto foi o bastante para Oneiros sentir que a foice ceifaria sua vida, ao menos sua existência naquele momento. Porém, não foi o que aconteceu. Em vez disso, ouviu-se um som de "tsc, tsc, tsc" vindo dos lábios de Hades.


- Teu histórico rebelde pesa contra ti, Oneiros... um servo rebelde não é um servo confiável. Mas... tenho uma maneira de manter-te leal... a única maneira possível. Você é uma divindade antiga e orgulhosa, que não é facilmente dobrada por ameaças... além disso, não posso simplesmente extinguir sua existência, apenas adiá-la. Todavia... o humano que o hospeda é apenas mais um humano... imperfeito, com temores... e que possui uma... família. Preciso dizer-lhe mais alguma coisa, Oneiros?


Hades soltou os ombros do oneiroi e caminhou para perto do saboeiro do inferno. Ficaria a fitar Oneiros e se deliciaria com a provável reação do hospedeiro àquelas palavras enquanto aguardava o pronunciamento final da deidade.
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Dream Oneiros
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Demigod of Dreams
Deus dos Sonhos
Mas o quê?! Tanto Oneiros quanto Pedro ficaram perplexos e de olhos arregalados. Esperavam muitas outras coisas, mas não aquilo. Como não previram aquele movimento do deus dos mortos?...

A reação do português foi quase imediata. O corpo de Oneiros se ergueu alguns centímetros antes de parar. Os punhos estavam cerrados; o deus dos sonhos tremia um pouco. Tudo isso durou apenas um segundo e, então, Oneiros abaixou a cabeça e relaxou os membros, respirando fundo. Ficaria claro para Hades que o hospedeiro ainda exercia alguma influência sobre o deus dos sonhos, mas também que o oneiroi era perfeitamente capaz de controlar os impulsos do humano.

E quanto esforço fora preciso para isso...

Pedro estava furioso com aquela ameaça. Queria lutar ali mesmo contra Hades, mesmo sabendo que não havia chance alguma de vitória. Ao invés de saciar a vontade do hospedeiro, Oneiros limitou-se a dizer:

- ...Eu compreendo.

Aquilo, da maneira como foi dita, seria suficiente para que ambos, Pedro e Hades, vissem que Oneiros tomaria cuidado com seus atos. Não pretendia desobedecer o Imperador... pelo menos por enquanto. E o português ficou surpreso ao ver que o deus dos sonhos reduzira a própria importância para proteger o pouco que restava de sua família...

- Acredito estarmos entendidos, meu rei. Suas ordens?

[align=center]Thx, Lisianthus!
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Hades
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Hades se afastou de Oneiros, e não mais o encarava, mas sorriu ao ouvir suas palavras. O oneiroi havia percebido que não era tão sagaz quanto imaginava, e que Hades, uma divindade muito mais antiga, sempre estava um passo à sua frente. A voz do Imperador saiu de forma melancólica, como se viesse do fundo de um profundo fosso.


- Tens uma longa jornada até provares que mereces minha confiança. Até lá, não permitirei que sigas com teu engenhoso plano. Porém, há algo que podes fazer para diminuir um pouco o teu saldo negativo. A partir de hoje, estarás subordinado a Drako de Wyvern no que tange à missão que repassei a ele. Deverás ajudá-lo a cumprí-la, custe o que custar. Todavia, esta não será tua única função. O histórico de incompetência de meus asseclas tem crescido de forma exponencial. Devido a isto, vais me informar mediante relatórios semanais do progresso de Drako em suas investigações, e se ele está mesmo elegendo-as como prioridade. Faças um bom trabalho, e as coisas melhorarão para você, Oneiros... e para o teu hospedeiro. Sabes que sou generoso com quem merece.


E aquela era a deixa para o Oneiroi deixar a presença do Imperador do Submundo. Era hora de procurar Drako.

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Dream Oneiros
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Demigod of Dreams
Deus dos Sonhos
Oneiros escutou tudo de olhos fechados. Estava derrotado, pelo menos por enquanto. Assentiu e disse:

- Perfeitamente, meu Imperador. Auxiliarei o juiz de Wyvern em sua tarefa e irei reportar quaisquer novidades a ti. Quanto a incompetência de vossos servos, gostaria que me permitisse fazer uma pequena brincadeira com eles para mostrar o que significa servir ao Imperador.

E, quando Hades deixasse claro que podia partir, Oneiros se levantou sem encarar o Imperador nos olhos e fez uma respeitosa e mesura. O assunto estava acabado e, seu plano, impedido por hora, mas reconquistaria a confiança do deus dos mortos para que pudesse fazer sua jogada final sobre o Submundo.

E, sem mais nada a tratar, um portal surgiu a frente do deus dos sonhos, que o atravessou sem olhar para trás. O portal se fechou.
[align=center]Thx, Lisianthus!
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